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22 de janeiro de 2021 | 07:03 am

COLÉGIO FÉLIX MENDONÇA SUPERA META DO IDEB E DESTACA PROJETOS QUE FORTALECEM APRENDIZAGEM

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O Colégio Estadual Félix Mendonça, localizado no bairro do Sarinha Alcântara, em Itabuna, tem sido uma referência para a comunidade do entorno. A qualidade do ensino, reafirmada pelo bom desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), faz com que a escola tenha grande procura de pais, mães e responsáveis, que querem suas filhas e filhos estudando nessa escola pública de qualidade.

Neste ano, o resultado do IDEB mostrou, mais uma vez, que o Colégio Estadual Félix Mendonça conquistou um dos melhores IDEB da rede estadual, de 4,7 para o Ensino Médio, acima da meta nacional, que é de 4,3. Para a diretora da unidade escolar, Rose Guerra, o bom desempenho está atrelado a um conjunto de fatores, como os projetos pedagógicos desenvolvidos que visam potencializar as competências e habilidades dos estudantes e isto envolve o lado emocional.

“Ao longo do ano, são desenvolvidos projetos que resgatam a autoestima, pois os estudantes precisam se sentir acolhidos e estimulados e, assim, realizarem os exames com autonomia e segurança. Também desenvolvemos projetos de leitura que envolvem todas as áreas do conhecimento, pois a leitura é o mecanismo que alicerça a desenvoltura, o protagonismo dos discentes. São realizadas, periodicamente, ações diagnósticas para perceber o nível e o ritmo de aprendizagem de cada um para, então, adaptar as intervenções e aulas no contraturno”, pontuou Rose.

Ainda segundo a gestora, o engajamento e o compromisso de toda a equipe pedagógica também são outros diferenciais da escola. “As ações realizadas pela equipe do colégio se baseiam em focar na aprendizagem dos estudantes para oferecer uma formação plena que realize os objetivos pessoais de cada um”, afirmou, ao destacar ainda a fundamental participação e envolvimento da família no acompanhamento escolar dos estudantes. “Um ponto forte que deve ser levado em consideração é a participação da família na vida escolar dos estudantes. O acompanhamento e o monitoramento na vida escolar fazem a diferença”, acrescentou.

Neste momento de pandemia do novo Coronavírus, o colégio continua, de forma voluntária e solidária, mantendo o vínculo com os estudantes e as famílias, por meio de atividades on-line. Quem não pode acessar as salas virtuais, a unidade escolar disponibiliza conteúdos impressos para fortalecer as aprendizagens. “A família é a nossa forte parceira. Comprometida com as ações escolares propostas, a família dá vida à escola e sentido aos objetivos de seus filhos. Quando a escola e a família andam de mãos dadas, percebe-se o reconhecimento dos segmentos e o rumo da educação”, acrescentou a gestora.

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“INCLUSÃO DO FUNDEB NA CONSTITUIÇÃO É MOMENTO HISTÓRICO”, AFIRMA LÍDICE

Lídice comemora aprovação da PEC do Fundeb na Câmara
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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (21), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que torna o Fundeb permanente e aumenta a participação de recursos da União para Estados e municípios, gradativamente, até 2026. O dispositivo relatado pela deputada Professora Dorinha (DEM) agora segue para votação também em dois turnos no Senado para garantir na Constituição que os recursos não sejam tirados do orçamento. Para a deputada federal baiana Lídice da Mata (PSB), a votação é um momento histórico e foi resultado da luta dos parlamentares que defendem a educação pública de qualidade.

– Foi um momento histórico e emocionante na Câmara dos Deputados que conseguiu aprovar o texto do Fundeb que foi fruto de uma grande negociação. Foram cinco anos em debate desta matéria na Casa, um ano e meio de negociação intensiva – afirma Lídice, que foi autora da PEC do Fundeb no Senado Federal.

A aprovação, observa a deputada, conseguiu trazer novos ganhos e introduzir, por exemplo, a inclusão da Primeira Infância nos benefícios do Fundo, a inclusão das creches. “Sem falar nos profissionais de educação. Segundo a proposta, a margem de cálculo para pagamento de professores que é de 60% passa para 70% com o novo texto”, pontuou.

A proposta que renova o Fundeb – fundo que financia a educação básica – amplia gradualmente a participação da União, até o patamar de 23% a partir de 2026. A proposta foi aprovada por 499 votos favoráveis e 7 contrários no primeiro turno e por 492 a 6 no segundo. Por se tratar de uma alteração constitucional, eram necessários pelo menos 308 votos a favor da matéria em cada turno.

CÂMARA DOS DEPUTADOS DEVE VOTAR “PEC DO FUNDEB” NESTA SEMANA

Câmara vai analisar ampliação de recursos federais para a educação básica no país
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O plenário da Câmara dos Deputados deve iniciar nesta segunda-feira (20) a votação da proposta de emenda à Constituição que torna o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) permanente (PEC 15/15). A sessão virtual que analisará a matéria está prevista para começar às 15h.

Em discussão há cinco anos, a proposta prevê 12,5% de complementação em 2021, 15% em 2022, 16,5% em 2023, 18% em 2024, 19% em 2025 e 20% em 2026. Atualmente, o governo federal aporta no Fundeb 10% da contribuição total dos estados e municípios.

Inicialmente, discutia-se a elevação do índice para 15% a partir de 2021 e o aumento de forma escalonada, até 2026, a 20%. No entanto, o percentual foi alterado em função da diminuição das receitas de estados e municípios provocada pela pandemia de covid-19.

De acordo com a relatora, deputada Professora Dorinha (DEM-TO), em 2019 os recursos do Fundeb equivaleram a cerca de R$ 156,3 bilhões, provenientes, predominantemente do tesouro dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que contribuem com 90% desse valor.

A proposta também modifica a destinação dos recursos “carimbados” para pagamento dos profissionais da educação, de 60% dos recursos do fundo para, no mínimo, 70%. Pelo texto da relatora, esse recurso não poderá ser usado para o pagamento de aposentadorias e pensões de profissionais do magistério.

A matéria conta com o apoio do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e é defendida por parlamentares da bancada da educação, já que o fundo criado em 2006 tem validade até 31 de dezembro e ainda não há financiamento alternativo para a educação brasileira caso a proposta não seja aprovada.

COMPOSIÇÃO

Segundo Professora Dorinha, o aumento da participação da União para 20% escalonado pelos próximos seis anos é uma forma de garantir o equilíbrio de “oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade”.

O Fundeb é a principal fonte de recursos da educação básica, respondendo por mais de 60% do financiamento de todo o ensino básico do país, etapa que vai do infantil ao ensino médio. O fundo é composto por percentuais das receitas de vários impostos. Atualmente, cerca de 40 milhões de estudantes da rede pública são atendidos pelos recursos do financiamento. “O Fundeb é a expressão do Pacto Federativo na educação”, afirma a relatora.

A distribuição é feita levando em consideração o desenvolvimento social e econômico das regiões – a complementação do recurso aplicado pela União é direcionada às regiões nas quais o investimento por aluno seja inferior ao valor mínimo fixado para cada ano.

A destinação do orçamento é feita de acordo com o número de alunos da educação básica, com base em dados do censo escolar do ano anterior. O acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos do programa são realizados em escalas federal, estadual e municipal por conselhos específicos.

PANDEMIA

Bacelar: queda nos recursos para a educação

De acordo com o presidente da comissão especial do Fundeb, deputado Bacelar (Podemos-BA), consultoria da Câmara dos Deputados calcula que com a pandemia as perdas da educação em 2020 podem ser de R$ 7 bilhões a R$ 31 bilhões. “As receitas estão caindo. De 2016 a 2018 nós perdemos na educação R$ 18 bilhões. Em 2019, já no governo Bolsonaro, o Ministério da Educação só conseguiu aplicar 45% do seu orçamento”, afirmou.

“Isso, paralelamente aos choques educacionais que essa pandemia traz. O primeiro é o aumento das desigualdades educacionais – o filho de classe média tem o seu computador, o filho do trabalhador não tem acesso às aulas remotas e ensino a distância. Um está aprendendo, o outro não. Vai aumentar a taxa de abandono escolar – esse adolescente que não queria ir à escola e foi, por muito esforço dos pais, da sociedade e da escola, agora está há 120 dias sem aula, nunca mais vai voltar”, completou.

Para a relatora da proposta, deputada Dorinha, o valor por aluno que o Brasil gasta para escola pública ainda é muito pequeno. De acordo com o relatório, com a complementação de 20% da União, os recursos podem chegar a 23 estados. Atualmente, apenas nove são atendidos: Amazonas, Pará, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

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ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2020

Inscrições no prêmio de gestão já estão abertas | Foto Divulgação
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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Gestão Escolar (PGE) 2020, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI)  e a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Neste ano, a iniciativa vai reconhecer práticas exitosas das escolas que, no momento de afastamento social, conseguiram encontrar soluções para o enfrentamento das dificuldades impostas pela pandemia. As inscrições devem ser feitas pelo site www.premiogestaoescolar.com.br.

O lançamento do PGE aconteceu na terça-feira (16), durante uma live com o escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional, educacional e pessoal, Eduardo Shinyashiki. A diretora escolar Mirlane Ramos, da unidade Monsenhor Raimundo Nonato Melo, escola da zona Leste de Teresina que venceu a etapa estadual do prêmio em 2018, concedeu um dos depoimentos da abertura da live.

“O prêmio em si já traz muitos benefícios para a escola, pois ela passa a ser mais procurada, a comunidade escolar procura e valoriza mais  nosso trabalho, nossos alunos passam a ser mais motivados na participação dos projetos e atividades da escola, os professores se articulam e engajam mais no ensino-aprendizagem, enfim, cria um clima mais agradável para a equipe gestora desenvolver o seu trabalho”, relatou.

De acordo com a coordenadora nacional do Prêmio Gestão Escolar e secretária de Educação do Tocantins, Adriana Aguiar, a suspensão das aulas presenciais nas escolas provocou uma mudança importante no formato do prêmio e esta será a principal novidade da edição deste ano. “Este ano, o Prêmio Gestão Escolar vai buscar, sobretudo, proporcionar um processo de diálogo diferente para compreender as práticas das mais diversas possíveis. Queremos ampliar a participação dos municípios nesta edição. Vamos aproveitar também para trabalhar em regime de colaboração com os estados, olhar e compreender a realidade da gestão, a complexidade e as soluções encontradas”, destaca a coordenadora.

Na Bahia, o PGE é coordenado pela professora Shirley Costa, para quem as escolas no Estado terão bons exemplos a compartilhar. “A edição especial do Prêmio Gestão Escolar chega como uma grande oportunidade para as escolas da Bahia. Isso porque é evidente o movimento inovador de gestores baianos ao se reinventarem para manter a motivação dos professores e, consequentemente, o vínculo com os estudantes, valorizando as múltiplas aprendizagens, mantendo a escola viva e acolhedora, mesmo com o prédio físico fechado”, afirmou.

A edição 2020 do PGE tem o patrocínio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e conta com a parceria da Bett Educar, do British Council, da Fundação Roberto Marinho, da Fundação Santillana, do Instituto Natura, do Ministério da Educação, da Unesco, da Unicef e da Univesp.

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MEC AUTORIZA ANO LETIVO COM MENOS DE 200 DIAS

Ano letivo deve ser menor
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O Governo Federal decidiu que as escolas da educação básica e as instituições de ensino superior poderão distribuir a carga horária em um período diferente aos 200 dias letivos previstos em lei. Adotada por conta da pandemia do novo coronavírus, a medida tem caráter excepcional e valerá enquanto durar a situação de emergência da saúde pública.

A autorização consta na Medida Provisória 934, publicada em edição extra desta quarta-feira (1º) de abril, do Diário Oficial da União.

Para a educação básica, isso significa que as 800 horas da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio poderão ser distribuídas em um período diferente aos 200 dias letivos. A carga horária é definida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

“Essa flexibilização é autorizativa em caráter excepcional e vale tão e somente em função das medidas para enfrentamento da emergência na saúde pública decretadas pelo Congresso Nacional”, observou o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Janio Macedo. “A flexibilização deverá observar as normas dos respectivos sistemas de ensino”, explica.

A educação superior também conta com 200 dias letivos obrigatórios previstos na lei. A carga horária se aplica de acordo com as diretrizes curriculares dos cursos. A flexibilização deverá seguir as normas dos respectivos sistemas de ensino.

CURSOS NA ÁREA DE SAÚDE PODEM TER CONCLUSÃO ANTECIPADA

“A principal mudança é para alguns cursos da área de Saúde, que poderão ter a conclusão antecipada. No caso de Medicina, pode haver abreviação do internato. Para Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia, do estágio curricular obrigatório”, disse o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas de Souza.

As instituições de educação superior poderão antecipar a conclusão do curso dos estudantes que tiverem cumprido 75% do internato em Medicina. Para Enfermagem, Farmácia e Fisioterapia, no caso dos alunos que já passaram por 75% do estágio curricular obrigatório. O internato é praticado nos últimos dois anos de curso; o estágio curricular obrigatório, no último.

PM-BA DIVULGA RESULTADO DE SORTEIO PARA 3,3 MIL VAGAS EM COLÉGIOS E CRECHE

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A Polícia Militar da Bahia divulgou, nesta segunda-feira (13), o resultado do sorteio eletrônico para admissão de alunos nas 15 unidades do Colégio da Polícia Militar (CPM) e da Creche da PM Nossa Senhora das Graças/CMEI para o ano letivo de 2020.

Confira o resultado aqui

A PMBA dispõe de 15 unidades do colégio em todo estado e 12.814 alunos. Além dos cinco colégios na capital (Dendezeiros, Luiz Tarquínio, Ribeira, Lobato e Cajazeiras), os CPMs estão distribuídos nas cidades de Teixeira de Freitas, Alagoinhas, Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Candeias, Juazeiro, Jequié e Barreiras.

SESI ANUNCIA AMPLIAÇÃO DA REDE DE EDUCAÇÃO NO INTERIOR DA BAHIA

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Após expandir a rede de Ensino Médio para o interior, o
SESI agora vai ampliar presença do Ensino Fundamental II

Escola deve estimular os estudantes a viverem novas experiências em sala de aula, no SESI, alunos têm contato desde cedo com a iniciação científica || Foto Valter Andrade/Coperphoto/Sistema FIEB

Nos últimos cinco anos, o Serviço Social da Indústria na Bahia (SESI Bahia) ampliou a oferta de vagas de ensino médio no interior. A partir de 2020, a instituição também passará a oferecer o ensino fundamental, a partir do 6º ano (clique aqui e saiba mais). A expansão do ensino fundamental começou em 2019, na Escola SESI João Ubaldo Ribeiro, do município de Luís Eduardo Magalhães, quando foram abertas 134 vagas do 6º ao 9º ano.

No próximo ano letivo, haverá novas vagas também em Barreiras, Vitória da Conquista, Ilhéus e Feira de Santana, totalizando 560 novos alunos de ensino fundamental. Atualmente, o SESI Bahia tem mais de 7.000 estudantes matriculados na capital e interior.

A gerente de Educação do SESI Bahia, Cléssia Lobo, explica que a ampliação da rede atende a uma demanda dos pais que conhecem a metodologia educacional do SESI. “Nossa intenção é levar para o ensino fundamental todo o referencial de educação que o SESI oferece, incluindo educação tecnológica com robótica, ambientes de aprendizagem inovadores, com laboratórios, metodologias ativas e atividades de cultura, já a partir do 6º ano do ensino fundamental. No 9º ano, os alunos também começam a ter aulas de iniciação científica, o que é um diferencial do SESI”, destaca a gerente de Educação.

Laís Cerqueira, de 11 anos, vem descobrindo novas formas de aprendizagem com uso de metodologias inovadoras || Foto Valter Andrade/Coperphoto/Sistema FIEB

DESAFIOS EM EDUCAÇÃO

O modelo de educação do SESI é a síntese de mais de 50 anos de tradição em educação na Bahia com base em um programa nacional que é adotado em todo o país. Aliado a isso, um processo de formação contínua das equipes pedagógicas assegura uma atualização constante dos profissionais de educação.

Na avaliação de Cléssia Lobo, a escola enfrenta um grande desafio nos dias atuais que é tornar-se atrativa aos olhos de uma juventude hiperconectada e que tem vários focos de interesse mediados pela tecnologia. “Entender o que pensam as novas gerações e conquistar o interesse dos jovens pelos estudos é um desafio que permeia todo o processo pedagógico nos dias atuais. Atento a isso, o SESI Bahia tem apostado em novas tecnologias e metodologias em sala de aula, de forma a tornar mais interessante a experiência de aprendizagem, colocando o estudante como protagonista do seu aprendizado”, reitera Cléssia.

SESI oferece ensino fundamental na sua rede há mais de 50 anos na Bahia || Foto Valter Andrade/Coperphoto/Sistema FIEB

A estudante Laís Apoena Miranda de Cerqueira, de 11 anos, aluna do 7º ano, da Escola SESI Bernardo Martins Catharino, ingressou na rede SESI em 2019. “Conhecia alunos que faziam parte da escola SESI e queria muito estudar aqui. Ao chegar, vi que a escola me oferecia muitas possibilidades e que me desafia a aprender”, sintetiza a estudante, que elogia a instituição. “Fiquei impressionada com a estrutura da escola e com a forma de ensinar dos professores, que utilizam materiais diferentes e tornam as aulas mais interessantes”, detalha.

Laís, que passou por outras escolas, enxerga que o SESI pode oferecer a ela várias oportunidades. “Aqui eu vejo que posso ampliar meus estudos e experimentar outras possibilidades para aprender”, complementa.

ITABUNA: AULAS NAS ESCOLAS MUNICIPAIS COMEÇAM NA PRÓXIMA QUINTA

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Imeam atraiu mais alunos e está em reforma || Foto Wilson Oliveira/Arquivo

As aulas nas escolas da rede municipal de Itabuna começam na próxima quinta-feira (16) com pouco mais de 16,6 mil alunos matriculados para o ano letivo de 2019. As atividades preparatórias começaram desde a semana passada, com a realização da pré-jornada e da jornada pedagógica da rede. O início tardio do ano letivo se deve a greves dos educadores no período 2017-2018.

Apesar da grande queda no número de alunos na rede municipal, a Secretaria de Educação de Itabuna aponta que houve aumento no alunado do Instituto Municipal de Educação Aziz Maron (Imeam), que saiu de 700 alunos em 2018 para 1.100 em 2019. O colégio terá 37 turmas neste ano.

O acréscimo se deve, principalmente, ao fim do convênio do município com o Ciso. O convênio foi rompido, unilateralmente, pelo prefeito Fernando Gomes com o colégio por questões político-partidárias. Os alunos tiveram que ser remanejados para o Imeam, que terá como um dos atrativos a adoção do modelo militar.

De acordo com a secretária de Educação, Nilmecy Gonçalves, o número de alunos até agora, na rede, é 16.623, porém as matrículas para o ano letivo estão abertas até 31 de maio. A expectativa, segundo ela, é que a rede alcance 18 mil alunos matriculados. A rede conta com 1.223 professores e 800 funcionários de apoio, conforme dados da Secretaria de Educação de Itabuna.

ESCOLAS PARTICULARES NEGOCIAM MENSALIDADE PARA MANTER ALUNOS E ATRAIR NOVOS

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Escolas negociam mensalidade para não perder alunos

As escolas particulares de Itabuna registraram aumento médio de 10% na mensalidade em relação ao ano passado, mas em muitos casos mantém os mesmos valores para segurar os alunos. No período, a inflação foi de 2,95%. Sondagem feita por este blog em escolas de diferentes bairros da cidade, mostrou que, mesmo enfrentando aumento de custos, a estratégia é manter preços de 2017. E uma dica: Procure diretamente a unidade escolar para fazer uma melhor negociação.
A reportagem tomou como parâmetro o sexto ano do ensino fundamental. Na escola Curumim, uma das mais conceituadas da cidade, o percentual de desconto é igual ao de 2017. A escola, disse, busca fidelização dos alunos da casa e a busca de novos.
Os pais, afirma a diretora, conhecem a proposta pedagógica da escola, entretanto a opção pelo preço pesa na definição dos país. “Oferecer uma metodologia diferenciada e reconhecida é o que fazemos nos nossos 27 anos de atuação”, disse. Segundo Raquel Prudente, outra diretora do colégio, há um olhar diferenciado para alunos de outros municípios e bairros pelo enfrentamento dos custos com o transporte escolar.
O mesmo ocorre na Escola Geórgia, localizada no Bairro de Fátima. A escola oferece até 10% a mais de desconto pela distância até a unidade escolar. De acordo com Ronara Mota, a escola está oferecendo 50% de desconto para novos alunos. O valor da mensalidade para o sexto ano é R$ 656,00. Com o desconto, fica em R$ 328,00. A diferença em relação ao ano passado fica, na média, em 10%. Enquanto fazíamos a reportagem, um pai de aluno conseguiu ampliar o desconto. A matrícula fica em R$ 450,00. A escola oferece como diferencial aulas de natação uma vez por semana.
No tradicional Colégio Batista, na Conceição, a mensalidade varia de R$ 471,70 a 500,00 , com um percentual de 10% de desconto. As negociações são feitas caso a caso, de acordo com a diretora Gracileide Silva Guimarães Sousa. A escola procura fazer uma negociação adequando a capacidade financeira dos pais. Oferece salas climatizadas, equipamentos de audiovisual, quadra poliesportiva, brinquedoteca e um corpo docente com psicopedagogo e psicólogo e outros profissionais.

ITABUNA: ANO LETIVO COMEÇA EM MAIO

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Dinalva afirma que calendário foi aprovado pelo CME (Foto Pedro Augusto).

Dinalva afirma que calendário foi aprovado pelo CME (Foto Pedro Augusto).

A rede municipal de ensino de Itabuna encerrou nesta quarta (31) o ano letivo de 2015, após quase oitenta dias de greve e paralisações dos educadores no período. Hoje, a Secretaria de Educação divulgou o calendário para o novo ano letivo. As aulas começam em 18 de maio nas 100 unidades escolares. O encerramento das aulas de 2016 está previsto para 8 de fevereiro de 2017.

Segundo a secretária municipal de Educação, Dinalva Melo, o calendário foi aprovado pelo pelo Conselho Municipal de Educação (CME) e assegura o cumprimento dos 200 dias letivos. Estão programados 18 sábados letivos e sextas-feiras com aulas durante período integral, além da suspensão do recesso do período junino para que a carga horária seja efetivamente cumprida.

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