skip to Main Content
26 de novembro de 2020 | 01:40 am

ESCOLA CANADENSE BILÍNGUE TERÁ UNIDADES EM ITABUNA E ILHÉUS E NO EXTREMO-SUL

Maple Bear terá unidade em Itabuna e previsão de implantação em Ilhéus
Tempo de leitura: < 1 minuto

A Maple Bear, rede canadense de ensino bilíngue deverá aumentar a sua presença na Bahia com a abertura de franquias em municípios do sul e extremo-sul do Estado. Hoje, rede de ensino bilíngue está presente em Salvador e Camaçari, com 750 alunos na Educação Infantil e ensinos Fundamental e Médio. Unidades estão sendo concluídas em Itabuna, Alagoinhas, Barreiras, Feira de Santana e Luís Eduardo Magalhães.

A previsão é de abertura de unidades da rede de ensino em Ilhéus, Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Juazeiro A previsão é de investimentos de R$ 20 milhões e geração de 350 empregos diretos. Segundo a empresa, as negociações prosseguem com interessados em abrir uma unidade Maple Bear em Ilhéus, Juazeiro e extremo-sul do Estado.

CÂMARA DOS DEPUTADOS DEVE VOTAR “PEC DO FUNDEB” NESTA SEMANA

Câmara vai analisar ampliação de recursos federais para a educação básica no país
Tempo de leitura: 5 minutos

O plenário da Câmara dos Deputados deve iniciar nesta segunda-feira (20) a votação da proposta de emenda à Constituição que torna o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) permanente (PEC 15/15). A sessão virtual que analisará a matéria está prevista para começar às 15h.

Em discussão há cinco anos, a proposta prevê 12,5% de complementação em 2021, 15% em 2022, 16,5% em 2023, 18% em 2024, 19% em 2025 e 20% em 2026. Atualmente, o governo federal aporta no Fundeb 10% da contribuição total dos estados e municípios.

Inicialmente, discutia-se a elevação do índice para 15% a partir de 2021 e o aumento de forma escalonada, até 2026, a 20%. No entanto, o percentual foi alterado em função da diminuição das receitas de estados e municípios provocada pela pandemia de covid-19.

De acordo com a relatora, deputada Professora Dorinha (DEM-TO), em 2019 os recursos do Fundeb equivaleram a cerca de R$ 156,3 bilhões, provenientes, predominantemente do tesouro dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, que contribuem com 90% desse valor.

A proposta também modifica a destinação dos recursos “carimbados” para pagamento dos profissionais da educação, de 60% dos recursos do fundo para, no mínimo, 70%. Pelo texto da relatora, esse recurso não poderá ser usado para o pagamento de aposentadorias e pensões de profissionais do magistério.

A matéria conta com o apoio do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e é defendida por parlamentares da bancada da educação, já que o fundo criado em 2006 tem validade até 31 de dezembro e ainda não há financiamento alternativo para a educação brasileira caso a proposta não seja aprovada.

COMPOSIÇÃO

Segundo Professora Dorinha, o aumento da participação da União para 20% escalonado pelos próximos seis anos é uma forma de garantir o equilíbrio de “oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade”.

O Fundeb é a principal fonte de recursos da educação básica, respondendo por mais de 60% do financiamento de todo o ensino básico do país, etapa que vai do infantil ao ensino médio. O fundo é composto por percentuais das receitas de vários impostos. Atualmente, cerca de 40 milhões de estudantes da rede pública são atendidos pelos recursos do financiamento. “O Fundeb é a expressão do Pacto Federativo na educação”, afirma a relatora.

A distribuição é feita levando em consideração o desenvolvimento social e econômico das regiões – a complementação do recurso aplicado pela União é direcionada às regiões nas quais o investimento por aluno seja inferior ao valor mínimo fixado para cada ano.

A destinação do orçamento é feita de acordo com o número de alunos da educação básica, com base em dados do censo escolar do ano anterior. O acompanhamento e o controle social sobre a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos do programa são realizados em escalas federal, estadual e municipal por conselhos específicos.

PANDEMIA

Bacelar: queda nos recursos para a educação

De acordo com o presidente da comissão especial do Fundeb, deputado Bacelar (Podemos-BA), consultoria da Câmara dos Deputados calcula que com a pandemia as perdas da educação em 2020 podem ser de R$ 7 bilhões a R$ 31 bilhões. “As receitas estão caindo. De 2016 a 2018 nós perdemos na educação R$ 18 bilhões. Em 2019, já no governo Bolsonaro, o Ministério da Educação só conseguiu aplicar 45% do seu orçamento”, afirmou.

“Isso, paralelamente aos choques educacionais que essa pandemia traz. O primeiro é o aumento das desigualdades educacionais – o filho de classe média tem o seu computador, o filho do trabalhador não tem acesso às aulas remotas e ensino a distância. Um está aprendendo, o outro não. Vai aumentar a taxa de abandono escolar – esse adolescente que não queria ir à escola e foi, por muito esforço dos pais, da sociedade e da escola, agora está há 120 dias sem aula, nunca mais vai voltar”, completou.

Para a relatora da proposta, deputada Dorinha, o valor por aluno que o Brasil gasta para escola pública ainda é muito pequeno. De acordo com o relatório, com a complementação de 20% da União, os recursos podem chegar a 23 estados. Atualmente, apenas nove são atendidos: Amazonas, Pará, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Leia Mais

SENAI ILHÉUS ABRE PROCESSO SELETIVO PARA CURSOS TÉCNICOS E LANÇA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

Tempo de leitura: 4 minutos

A pandemia causada pela COVID-19 atingiu todo o mundo. Cada um foi afetado de uma forma, trazendo angústia, medo, incertezas e muitos receios sobre o futuro. Muitos setores foram impactados, inclusive a educação.

Apesar desse cenário instável, é importante não deixar de investir no aprendizado e se preparar para a retomada da economia pós-pandemia. A capacitação técnica e profissional é um diferencial para as empresas que estão em busca de selecionar os melhores e mais bem preparados.

Com o objetivo de continuar seu propósito em qualificar profissionais para o mercado de trabalho, o SENAI BAHIA abre inscrições para o Processo Seletivo dos cursos técnicos com ingresso em 2020.2. São 4.015 vagas em todo o estado nas modalidades presencial e semipresencial.

Em Ilhéus são 70 vagas nos cursos presenciais de administração e eletrotécnica e 40 vagas disponibilizadas no curso semipresencial de eletromecânica.

Uma novidade desse Processo Seletivo do SENAI BAHIA é o lançamento do curso técnico em Administração, o qual abre possibilidades para novos profissionais gerenciarem o próprio negócio ou se qualificarem em diversos segmentos da área administrativa, como Gestão de Recursos Humanos, Finanças, Mercado e Tecnologia da Informação.

Mas é bom ficar atento, pois são os últimos dias de matrícula. Os candidatos aos cursos técnicos só têm até o dia 20 de julho para se matricularem com o desconto de 60% na matrícula sobre o valor cheio da 1ª mensalidade. Para os alunos que pagarem as mensalidades do 1º semestre até o dia 5 de cada mês, têm 30% de desconto. As matrículas são online pelo site www.tecnicosenai.com.br.

“É muito importante que nesse momento de pandemia a gente não desista dos nossos planos, não desista de se qualificar. É viável sim a manutenção dos estudos. Uma das possibilidades é solicitar o Crédito Estudantil”, diz Patrícia Evangelista, gerente executiva de Educação Profissional do SENAI BAHIA.

Assim, o curso técnico é uma excelente opção para quem quer montar seu próprio negócio, ter uma renda extra ou entrar o quanto antes no mercado de trabalho, se qualificando em um curto período de tempo.

ESTUDE SEM SAIR DE CASA

De acordo com dados da Unesco (órgão da ONU para educação e cultura), publicados em 06 de março de 2020 pelo site El País Brasil, estima-se que quase 300 milhões de alunos já foram afetados em 22 países de três continentes pelo fechamento de escolas devido à expansão do coronavírus (COVID-19).

No novo normal impactado pela pandemia causada pela COVID-19, alunos e docentes tiveram que se adaptar a um formato de aula diferente, depois que todas as instituições de ensino interromperam suas atividades presenciais.

As unidades do SENAI BAHIA, atendendo aos decretos municipais e estadual, suspenderam as atividades desde 18 de março. No entanto, começaram um longo processo para viabilizar aos alunos e docentes possibilidades para que as aulas fossem realizadas remotamente.

As aulas remotas do SENAI Bahia acontecerão de forma síncrona, ou seja, ao vivo e apenas algumas atividades serão realizadas assincronamente, de acordo com o tempo, horário e local dos alunos, ou seja, com mais autonomia. Será utilizada a plataforma Meu SENAI, permitindo a transmissão das aulas e interação entre alunos e docentes, além de dar acesso às ferramentas do Google For Education.

Francisco Assis Neto, docente de Manutenção Automotiva e com quase 30 anos de SENAI, lembra:

“Os alunos ficaram surpresos e desconfiados no início, assim como nós, docentes. Mas, no geral, eles têm dito que aprenderam mais nesse processo, considerando as ferramentas que utilizamos, a visibilidade de alguns componentes. Além disso, a ferramenta me possibilita algo que considerei muito positivo, que é o atendimento individualizado, pois falamos diretamente com o aluno. Senti que por causa disso houve uma proximidade. Quando se está na sala de aula tradicional, você tem uma visão macro. Nessa aula virtual, tive que ter uma visão mais específica. Senti como positivo que me aproximei mais dos meus alunos”, conta.

Essa foi a mesma percepção de Erick Portela, docente dos cursos técnicos em Eletromecânica, Eletrotécnica e Mecatrônica em Ilhéus. Ele conta que, por se tratar de uma mudança significativa, gerou mesmo muita expectativa. “Logo nas primeiras semanas recebi muitos retornos positivos das aulas que indicaram que estava no caminho certo. A ferramenta também ajudou nesse processo porque, ao reunir tudo que é necessário para oferecer o melhor ambiente de aprendizagem, facilita muito o processo de ensino”, comenta.

Esse formato continuará sendo aplicado no segundo semestre de 2020, até que seja possível a reabertura das unidades do SENAI. “Vamos iniciar os cursos presenciais de forma híbrida, com transmissão de aulas ao vivo com nossos docentes e também algumas atividades a distância. Assim que tivermos autorização para retomar com todo o protocolo de segurança, faremos as nossas práticas presenciais nas nossas unidades”, explica Patrícia Evangelista.

Para Magali Paschoalino, aluna do curso técnico em Logística, as aulas superaram suas expectativas. “Estávamos muito ansiosos, mas me adaptei logo no primeiro dia. Houve muita interatividade e isso rapidamente proporcionou a criação de um vínculo entre todos”, diz ela. Para Magali, a plataforma MEU SENAI, por ser da Google, é completa e possibilita a interação com os docentes. “Posso acessar meu conteúdo didático na ferramenta a qualquer momento”, completa.

RICA APRENDIZAGEM TÉCNICA

Em países da União Europeia (UE) como França, Portugal e Espanha, o percentual de alunos do ensino secundário que fazem educação profissional chega a 50%. No Brasil, cabe ao SENAI a missão de qualificar o trabalhador brasileiro, o que é essencial para elevar a produtividade, assim como oferecer serviços tecnológicos e de inovação para abastecer as necessidades das empresas a competirem em um mercado globalizado.

Esse diferencial que o SENAI Bahia carrega é determinante para escolher estudar na instituição. A própria Magali Paschoalino, após 10 anos se dedicando à criação e educação do seu filho, tinha o desejo de trabalhar na indústria. “Tenho pressa, mas preciso estar preparada, pois o mercado é competitivo e tenho que estar segura. Quando comecei o curso técnico, estava meio insegura, com receio, mas logo nos primeiros dias senti que eu era capaz. O conteúdo voltado para uma aprendizagem técnica industrial é muito rico. Nunca pisei em uma indústria, mas posso garantir que em muitas aulas, com a qualidade e abordagem do ensino, eu estive dentro de muitas”, diz ela.

Esse é o mesmo sentimento da diplomada pelo SENAI Bahia Naiara Souza da Silva, que hoje trabalha em uma das empresas líderes do seu segmento, a Oxiteno. Ela fez dois cursos técnicos, de Petróleo e Gás e de Automação Industrial. “Eu estava em busca de uma formação que me desse uma remuneração em curto prazo, comecei a pesquisar sobre as possibilidades, então decidi fazer um técnico, e querendo um diferencial no mercado tive várias recomendações do SENAI Bahia”, fala.

“Hoje trabalhando na área percebo que alunos do curso técnico no SENAI são muito bem vistos na indústria, e me esforço para dar o meu melhor e honrar essa camisa”, complementa.

ÚLTIMOS DIAS DE INSCRIÇÕES E MATRÍCULAS

As inscrições e matrículas, a lista completa de cursos, vagas disponíveis, valores das mensalidades e descontos, dentre outras informações, estão disponíveis no site www.tecnicosenai.com.br.

MILTON RIBEIRO ASSUME O MEC E PROMETE DIÁLOGO COM EDUCADORES

Milton Ribeiro toma posse e promete diálogo
Tempo de leitura: 2 minutos

Em uma cerimônia fechada, no Palácio do Planalto, tomou posse nesta quinta-feira (16) o novo ministro da Educação, Milton Ribeiro. Ele foi nomeado para o cargo na semana passada. O presidente Jair Bolsonaro, que se recupera da covid-19, participou da solenidade diretamente do Palácio do Alvorada por meio de videoconferência, de onde assinou o termo de posse do novo auxiliar.  

Em seu primeiro discurso no cargo, Ribeiro falou em abrir um diálogo nacional pela educação e prometeu prioridade para o ensino técnico.

“Queremos abrir um grande diálogo para ouvir os acadêmicos e educadores que, como eu, estão entristecidos com o que vem acontecendo com a educação em nosso país, haja visto nossos referenciais e colocações no ranking do Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes]. Ainda, através do incentivo a cursos profissionalizantes, desejamos que os jovens tenham uma ponte ao mercado de trabalho, uma via para que atinjam seu potencial de contribuição para o nosso país”, disse o ministro.

O novo titular do MEC afirmou que políticas e filosofias educacionais, que considera equivocadas, “desconstruíram a autoridade do professor em sala de aula” e disse que vai apoiar iniciativas para recuperar essa autoridade.

“Muitas vezes, o que acontece é o que a gente vê na TV, de professores sendo agredidos, desrespeitados e aquilo que eu puder, como ministro da Educação, apoiar as iniciativas, nós precisamos resgatar o respeito pelo professor”.

Leia Mais

TITULAR DA SEC-BA, JERÔNIMO PEDE APOIO DA BANCADA BAIANA À “PEC DO FUNDEB”

Jerônimo diz que estudante ou responsável terá rede de 18 mil estabelecimentos para fazer as compras
Tempo de leitura: < 1 minuto

O secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, enviou carta à bancada baiana na Câmara dos Deputados solicitando apoio à aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 15/2015. A PEC aprova o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e prevê aumento progressivo da participação da União no seu financiamento.

– Essa política pública, estruturada no Plano Nacional da Educação e nos seus congêneres estaduais e municipais, requer a garantia constitucional do seu financiamento e hoje dependente da atuação firme do Congresso Nacional para a aprovação do Fundeb – observou na missiva aos 39 parlamentares federais da Bahia.

Para o secretário, o Fundeb deve se tornar uma política permanente. Na defesa do Fundo, o secretário citou o legado do educador Anísio Teixeira, que já fazia esta discussão desde a década de 40:

– Na Bahia, estas discussões se iniciam na década de 1940 no pensamento e na prática inovadores do educador Anísio Teixeira. Anísio pensou o financiamento das carreiras dos profissionais da educação, os conceitos de vinculação e subvinculação constitucional; pensou os investimentos em manutenção e desenvolvimento da Educação Nacional, tendo sido um precursor das grandes lutas em prol da construção do Sistema Nacional da Educação.

AS VEIAS ABERTAS DO BRASIL

Tempo de leitura: 2 minutos

Aproveitando o contato com o secretário, questionei sobre a conclusão do Complexo Integrado de Educação de Itabuna (CIE), localizado no bairro São Caetano, e ele sinalizou que pretende concluí-lo ainda esse ano, justificando que a pandemia atrasou a finalização da obra.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

A pandemia tem mostrado as veias abertas do Brasil, fazendo emergirem as nossas deficiências e os vários brasis existentes. A carência de leitos clínicos e de UTI e a falta de diálogo entre os entes públicos são partes desse retrato e geraram consequências, sentidas em todas as esferas socioeconômicas do país.

Entrevistei no último sábado, no Ponto de Vista, pela Rádio Nacional, o secretário de Educação da Bahia, professor Jerônimo Rodrigues. Na ocasião, questionado sobre a possibilidade de liberação de tablets para os estudantes, ele, apesar de achar a iniciativa positiva, destacou que não adotaria essa política porque, antes, os alunos precisariam ter internet, ambiente de estudo e possibilidade de interação em tempo real com os professores, porque não há como fazer educação sem a presença do professor. Estes também têm carências que precisam ser superadas para atender essa demanda que surge a partir da pandemia.

É importante destacar que existe uma distância abissal entre os estudantes brasileiros: aqueles que detêm condição de renda e frequentam escola privada e a imensa maioria que está em desvantagem econômica e que frequenta a escola pública. Essa realidade está exposta na pesquisa TIC Educação 2019, divulgada em junho deste ano. Ela aponta que 39% dos estudantes de escolas públicas não têm computador ou tablet em casa. Já nas escolas particulares, o índice é de 9%.

A pesquisa também mostra que, na escola pública, 21% dos alunos acessam a internet pelo celular. Na rede privada, esse índice cai para 3%. A pesquisa também mostrou que 53% dos professores não têm capacitação para o uso do computador e da internet nas aulas, e outros 26% têm pouca capacitação, totalizando 79%, isso acaba por dificultar o ensino à distância.

Itabuna também tem suas limitações. Aproveitando o contato com o secretário, questionei sobre a conclusão do Complexo Integrado de Educação de Itabuna (CIE), localizado no bairro São Caetano, e ele sinalizou que pretende concluí-lo ainda esse ano, justificando que a pandemia atrasou a finalização da obra.

Apontei também a necessidade da construção de um colégio de nível médio em Ferradas, para atender aos moradores do bairro e do seu entorno, além dos condomínios São José, Gabriela e Jubiabá, todos do projeto Minha Casa, Minha Vida. Uma escola naquela região evitaria que os estudantes moradores se amontoassem em ônibus e se deslocassem para longe das suas residências. Nesse ponto, o secretário se comprometeu em analisar a proposta e me dar o retorno.

Ainda na oportunidade, oficializei a ideia de instalação do Núcleo de Educação Territorial Litoral Sul (NTE-05) no prédio onde anteriormente funcionavam os juizados especiais, ao lado do Fórum Rui Barbosa, onde funcionará a Reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

A participação do secretário foi de fato entusiasmante. Mostrou-se sensível e disposto a somar forças com a comunidade escolar, famílias e outros setores importantes da sociedade, para juntos fazerem a Bahia superar sua colocação no último ranking (2018) do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), no qual, por diversos fatores históricos, surge com um dos piores indicadores de educação do Brasil.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

PRAZO DE INSCRIÇÕES NO SISU 2020.2 TERMINA NESTA SEXTA

Primeira chamada do Sisu 2020.2 será divulgada nesta terça
Tempo de leitura: 2 minutos

Estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever, até esta sexta-feira (10), para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país.

Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

INSCRIÇÃO

Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar.

Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e dos institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar.

CRITÉRIOS

De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias; maior nota na prova de matemática e suas tecnologias; maior nota na prova de ciências da natureza e suas tecnologias e maior nota na prova de ciências humanas e suas tecnologias.

Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.

ITABUNA PERDE A PROFESSORA EVANI SANTIAGO

Evani Santiago foi professora das redes municipal e estadual
Tempo de leitura: < 1 minuto

A professora Evani Santiago da Costa faleceu nesta sexta-feira (3) em decorrência de complicações após uma cirurgia da coluna. A educadora sofreu complicações cardíacas e insuficiência renal depois do procedimento cirúrgico.

Evani era educadora da rede municipal de ensino em Itabuna há 27 anos. Ela começou na rede em 1993, no Grupo Escolar Everaldo Cardoso, e lecionou também no Félix Mendonça. Ela já estava aposentada das redes municipal e estadual. Ultimamente, atuava na Secretaria de Assistência Social de Itabuna.

A professora é mãe do jornalista Renato Santiago, repórter da TV Record Cabrália, casada há mais de 50 anos, com José Pereira Lima, Radiola, ex-taxista. Evani deixa 7 filhos. O local do velório e horário do sepultamento ainda serão anunciados.

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DA BAHIA E PROVEDOR DA SANTA CASA NO “PONTO DE VISTA”

O novo provedor da Santa Casa, Francisco Valdece, e o secretário de Educação, Jerônimo Rodrigues
Tempo de leitura: < 1 minuto

O Programa Ponto de Vista, da Rádio Nacional, entrevistará o secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e o novo provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, o advogado Francisco Valdece. Apresentado pelo comunicador e economista Rosivaldo Pinheiro, o programa vai ao ar às 10h deste sábado (4).

O secretário Jerônimo Rodrigues falará dos projetos na área da educação no Estado e os desafios impostos pela pandemia. Desde março que as redes públicas e particular estão sem aulas na Bahia por causa da Covid-19. Valdece falará dos planos à frente da Santa Casa. O advogado tomou posse nesta semana, substituindo o médico Eric Ettinger Jr.

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2020

Inscrições no prêmio de gestão já estão abertas | Foto Divulgação
Tempo de leitura: 2 minutos

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Gestão Escolar (PGE) 2020, promovido pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI)  e a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Neste ano, a iniciativa vai reconhecer práticas exitosas das escolas que, no momento de afastamento social, conseguiram encontrar soluções para o enfrentamento das dificuldades impostas pela pandemia. As inscrições devem ser feitas pelo site www.premiogestaoescolar.com.br.

O lançamento do PGE aconteceu na terça-feira (16), durante uma live com o escritor e especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional, educacional e pessoal, Eduardo Shinyashiki. A diretora escolar Mirlane Ramos, da unidade Monsenhor Raimundo Nonato Melo, escola da zona Leste de Teresina que venceu a etapa estadual do prêmio em 2018, concedeu um dos depoimentos da abertura da live.

“O prêmio em si já traz muitos benefícios para a escola, pois ela passa a ser mais procurada, a comunidade escolar procura e valoriza mais  nosso trabalho, nossos alunos passam a ser mais motivados na participação dos projetos e atividades da escola, os professores se articulam e engajam mais no ensino-aprendizagem, enfim, cria um clima mais agradável para a equipe gestora desenvolver o seu trabalho”, relatou.

De acordo com a coordenadora nacional do Prêmio Gestão Escolar e secretária de Educação do Tocantins, Adriana Aguiar, a suspensão das aulas presenciais nas escolas provocou uma mudança importante no formato do prêmio e esta será a principal novidade da edição deste ano. “Este ano, o Prêmio Gestão Escolar vai buscar, sobretudo, proporcionar um processo de diálogo diferente para compreender as práticas das mais diversas possíveis. Queremos ampliar a participação dos municípios nesta edição. Vamos aproveitar também para trabalhar em regime de colaboração com os estados, olhar e compreender a realidade da gestão, a complexidade e as soluções encontradas”, destaca a coordenadora.

Na Bahia, o PGE é coordenado pela professora Shirley Costa, para quem as escolas no Estado terão bons exemplos a compartilhar. “A edição especial do Prêmio Gestão Escolar chega como uma grande oportunidade para as escolas da Bahia. Isso porque é evidente o movimento inovador de gestores baianos ao se reinventarem para manter a motivação dos professores e, consequentemente, o vínculo com os estudantes, valorizando as múltiplas aprendizagens, mantendo a escola viva e acolhedora, mesmo com o prédio físico fechado”, afirmou.

A edição 2020 do PGE tem o patrocínio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e conta com a parceria da Bett Educar, do British Council, da Fundação Roberto Marinho, da Fundação Santillana, do Instituto Natura, do Ministério da Educação, da Unesco, da Unicef e da Univesp.

Leia Mais
Back To Top