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20 de fevereiro de 2020 | 10:34 am

12 MIL VOTOS

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Edson obteve pouco mais de 12 mil votos.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou a votação dos candidatos considerados “fichas sujas” que tiveram negados os seus respectivos registros de candidatura em todo o Brasil.
De acordo com o tribunal, o médico e ex-presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Edson Dantas (PSB), obteve 12.237 votos na corrida por uma vaga na Câmara Federal. Antes de ser julgado “ficha suja”, Edson previa ter algo como 40 mil votos.
O médico caiu na “malha” da Justiça Eleitoral ao ter contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) relativas ao período de 2007 e 2008, quando presidiu a Câmara de Vereadores.

PERDA LAMENTADA

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Ontem, jornalistas e políticos conversavam na redação do Pimenta sobre as derrotas sofridas por nomes respeitados aqui e alhures. Entre eles, o deputado baiano João Almeida, líder do PSDB na Câmara Federal.
Os 80.180 votos foram insuficientes para a reeleição do tucano.
O PSDB baiano elegeu Antônio Imbassahy (112.630 votos) e Jutahy Magalhães (110.268).

DECEPÇÃO ELEITORAL GERA DEMISSÃO MUNICIPAL

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A coisa tá feia em Itapé, onde o prefeito Jackson Rezende, do PP, testou seu cacife eleitoral e acabou vendo os candidatos por ele apoiados para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa terem votações aquém do esperado no município.
Para aumentar o desespero do prefeito, os candidatos que tiveram o apoio de Humberto Matos e Pedro Jackson Brandão, seus adversários, foram melhor aquinhoados pelas urnas.
Segundo informações, a decepção de Rezende vai se materializar na demissão de funcionários de confiança, aos quais o prefeito acha que faltou empenho na campanha.
Alterado às 12h55min.

OS NOCAUTEADOS

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Nota impagável do Bahia Notícias:
Para quem pensou que o fenômeno Tiririca iria se alastrar pelo país, pelo menos na Bahia não foi o que aconteceu. Celebridades, dos mais diversos segmentos, deram com os burros n’água nas eleições deste ano. A lista é grande, mas só para citar alguns notáveis, Popó (PRB) foi nocauteado no primeiro round, Léo Kret (PR) e Porreta da Mata Escura (PSL) urraram de dor, o sistema foi bruto com Uziel Bueno (PTN), a camisa de Jean Nanico (PTB) ficou desbotada e a “kirica” de Gerônimo (PV) ficou sem “bussanha”.
Ainda faltou bala na agulha para a “delegata” Patrícia Nuno (PMDB) e o glamour para a socialite Fabíola Mansur (PSB), oftalmologista nas horas vagas. Por falar em high society, o barão Flavinho (PR) ficou mais indigente que o vetado Neto Pobre (PRTB). No dial, o rádio de Dona Raquel (PSDB), proprietária da Piatã FM, que autointitulou-se “a rainha do pagode”, ficou afônico, e a Sheila Varela (PRB) só conseguiu um cartão vermelho. O Pastor Manassés (PSB), por sua vez, precisará de reabilitação.
Já o Coronel Santana (PTdoB), aquele que foi flagrado a receber suposto dinheiro de propina de compra de viaturas pela Operação Nêmesis, não conseguiu transferir a fama obtida nas páginas policiais para as urnas.

PV VAI TOCAR CONFORME AS PECULIARIDADES REGIONAIS

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A executiva nacional do PV aprovou um documento que propõe liberdade para os diretórios regionais no segundo turno da sucessão presidencial. Assim, em cada estado a legenda poderá apoiar Serra (PSDB) ou Dilma (PT), de acordo com as peculiaridades locais.
Na Bahia, por exemplo, os verdes sempre foram mais próximos do PT, enquanto em São Paulo eles têm sido aliados históricos do tucanos.
A tendência é de que o apoio de Marina Silva, terceira colocada nas eleições, seja pessoal, não implicando no posicionamento do partido.

ABORTO E INTERNET SUPERAM BOLSO

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José Roberto de Toledo | Estadao.com

Em uma campanha despolitizada, na qual a maior parte dos eleitores votou com o bolso, um tema relacionado a valores morais e religiosos levou a eleição para o segundo turno. A internet foi vital para acelerar e multiplicar esse processo.
O migração de votos de Dilma Rousseff (PT) para Marina Silva (PV) na reta final da corrida presidencial se explica, principalmente, pela guinada de parte do eleitorado evangélico da petista para uma candidata que compartilha sua fé. Motivo: a descriminalização do aborto.
No momento seguinte, eleitores católicos, influenciados pela pregação de padres e bispos contra a legalização do aborto, também deixaram de votar em Dilma.
Enquanto Marina cresceu em praticamente todo o País, a reação do tucano foi concentrada em Estados como São Paulo. Serra conseguiu virar a eleição no Estado onde foi governador.
A polêmica em torno do aborto foi potencializada por uma campanha “viral” na internet. Vídeos de pastores evangélicos pregando contra o voto no PT por causa da posição do partido em favor da descriminalização viraram hits. Um deles foi visto mais de 3 milhões de vezes nas últimas semanas.
Outro vídeo muito propagado na internet mostra a contradição de Dilma sobre a legalização do aborto. Contém trecho dela defendendo a mudança da legislação em entrevista feita no fim de 2007, e depois exibia imagem recente da candidata dizendo ser contra a descriminalização.
As buscas pelo binômio “Dilma + aborto” no Google cresceram 1.500% em setembro – o que dá uma indicação de como o tema passou a ser uma preocupação dos eleitores.
A campanha de Dilma reagiu organizando uma reunião de última hora com líderes religiosos evangélicos e católicos. O movimento não foi suficiente para estancar a perda de votos, ao menos não na quantidade suficiente para garantir a vitória no primeiro turno.
Marina acabou sendo a maior depositária desses votos, chegando a quase 20% dos válidos. Essa votação da candidata do PV abriga dois tipos de eleitores, muito diferentes.
De um lado, votam nela jovens de alta escolaridade desencantados com PT e PSDB e que se identificam com a proposta ambientalista de Marina. De outro, mulheres de classe média baixa e pobres que votam na candidata verde porque ela é evangélica e contra a legalização do aborto.
O destino do voto desses dois contingentes em maior ou menor peso para Dilma ou para Serra determinará o resultado do segundo turno.

E COMO FICA 2012?

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Maurício Maron | mauricio_maron@hotmail.com
É só terminar a apuração de uma eleição que começamos a projetar o futuro político dos que foram e dos que não foram bem sucedidos nas urnas. Daí chegar-se à conclusão de que, no sul da Bahia, Itabuna acabou tendo melhores resultados nas urnas do que Ilhéus, mesmo considerando o fato de que, na atuação do mandato, dificilmente os políticos eleitos por Itabuna deixarão de enxergar a cidade vizinha – ou vice e versa – ampliando, assim, suas possibilidades eleitorais para um futuro próximo.
Com base em Itabuna, o deputado federal Geraldo Simões conseguiu a reeleição. Mas precisa ficar de olhos bem abertos. Dos quase 76 mil votos conquistados por toda a Bahia, a sua base política lhe rendeu pouco mais de 23 mil votos, número inexpressivo que talvez justifique, dois anos atrás, a derrota da esposa Juçara Feitosa, candidata que foi à Prefeitura de Itabuna. Outro que se tiver interesse em Itabuna deve ficar atento é o deputado federal Félix Mendonça Júnior. Dos quase 149 mil votos obtidos nesta eleição, a cidade só lhe deu 2.500. Muito pouco para quem foi muito e prometeu mais ainda a Itabuna.

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"AQUI EM ITABUNA, EU APANHO TODO DIA", DIZ GS

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Geraldo Simões comemora com militantes (foto Fábio Roberto)

Em clima de comemoração, o petista Geraldo Simões falou ao Pimenta sobre a sua vitória na eleição para a Câmara dos Deputados. Uma vitória difícil, conforme reconhece o próprio político nessa entrevista concedida ao repórter Fábio Roberto.
Simões tinha a expectativa de um “patrimônio” superior a 100 mil votos, mas estancou em 75.977. Em Itabuna, sua principal base eleitoral, os votos foram pouco mais de 23 mil, também muito aquém do esperado.
O petista atribuiu a dificuldade aos ataques dos adversários. “Aqui em Itabuna, eu apanho todo dia”, disse ele, emendando com críticas ao atual governo. “(Vitória da) Conquista e Ilhéus estão dando um banho em Itabuna, por causa da incompetência do atual gestor”, afirmou.
Clique abaixo para ouvir trecho da entrevista:

É A MAMÃE!

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Nosso amigo Roberto Rabat por muito pouco não foi barrado ontem, na hora de votar. É que a carteira de identidade do ilustre blogueiro do R2C Press é do tempo do fifó, quando o cidadão tinha uns 20 anos de idade.
Ao conferir o documento, o mesário questionou: “mas esse aqui é o senhor mesmo?”. E Rabat, com sua habitual presença de espírito, respondeu de bate-pronto: “não, moço, essa aí é a mamãe, que na época usava barba e bigode”.
Todos os que estavam na fila aguardando para votar caíram na gargalhada e o mesário nem se atreveu mais a por em dúvida a identidade do nobre eleitor.

WAGNER OBTEVE 4,1 MILHÕES DE VOTOS

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Após ser o primeiro petista a comandar a Bahia, Jaques Wagner se tornou neste domingo, 3, o primeiro governador baiano reeleito. Conforme os números divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Wagner obteve 63,83% dos votos válidos. Exatamente, 4.101.270 votos. Paulo Souto (DEM) sugou apenas 1.033.600 votos e Geddel Vieira Lima (PMDB), 1.000.038. Confira a votação geral:

Seq. Nº Cand. Nome Candidato Partido / Coligação Qtde. Votos
1 13 PT – PRB / PP / PDT / PT / PSL / PHS / PSB / PC do B 4.101.270 (63,83%)
2 25 DEM – DEM / PSDB 1.033.600 (16,09%)
3 15 PMDB – PTB / PMDB / PTN / PSC / PR / PPS / PSDC / PRTB / PMN / PTC / PRP / PT do B 1.000.038 (15,56%)
4 43 PV 253.523 (3,95%)
5 50 PSOL 31.705 (0,49%)
6 21 PCB 4.969 (0,08%)
7 16 PSTU 0 (0,00%)
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