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20 de fevereiro de 2020 | 10:34 am

OFENSIVA TUCANA

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Os tucanos pretendem fazer um esforço concentrado na região Nordeste para reduzir a diferença que a petista Dilma Rousseff impôs a José Serra no primeiro turno. Somente na Bahia, Serra virá ainda duas vezes até a eleição, visitando as cidades de Salvador e Feira de Santana.
Em outros grandes centros nos quais o candidato não poderá estar, por conta do pouco tempo de campanha, a ordem é marcar presença com outras lideranças do PSDB e do DEM. Itabuna e Ilhéus, por exemplo, serão invadidas pelos serristas no próximo dia 21 de outubro, num verdadeiro “arrastão”.
Quem coordena o movimento é o deputado estadual eleito Augusto Castro.

PSC APOIA DILMA ROUSSEFF

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Partido com forte influência do segmento evangélico, o PSC – que tem entre seus membros a deputada estadual reeleita Ângela Sousa – orientou seus filiados a fortalecer a campanha de Dilma Rousseff nos estados e contrapor a onda de boatos que vem comprometendo o desempenho da petista neste segundo turno.
Dada a sua presença nas igrejas cristãs, onde a boataria anti-PT se disseminou com grande eficiência, o PSC é visto como uma peça estratégica no contra-ataque aos tucanos.
Na Bahia, além de Ângela Sousa, o partido elegeu mais quatro deputados estaduais e conta com outros dois federais representando o Estado. “Todos nós estamos engajados na campanha de Dilma Rousseff e vamos mobilizar nossas bases para garantir essa vitória”, declara a deputada ilheense.
Ângela frisa que já havia pedido votos para a petista no primeiro turno, “por acreditar que a sequência ao projeto político do governo Lula é melhor para o Brasil e a Bahia”.

CNT/SENSUS: DIFAMAÇÕES CONTRA DILMA FAZEM AUMENTAR REJEIÇÃO A PETISTA

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Do Estadão

Guedes: difamações contra Dilma aumentaram rejeição (Foto Marcelo Casal Jr./Agência Brasil).

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, e o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, atribuíram a um “processo de difamação” contra a presidenciável do PT, Dilma Rousseff, o aumento da rejeição à candidata, indicado na pesquisa do Instituto Sensus divulgada esta manhã. Por causa desse “fenômeno sociológico”, o instituto decidiu não fazer um prognóstico sobre o resultado final da eleição.
A pesquisa CNT/Sensus mostrou que 35,4% dos eleitores não votariam em Dilma Rousseff. No levantamento anterior, esse índice era de 32,6%. Já a rejeição ao candidato do PSDB, José Serra, que era de 40,2% caiu para 37,5%.
No primeiro turno, a seis dias da votação, o Instituto Sensus divulgou um levantamento apontando a vitória de Dilma sobre Serra, com uma vantagem de oito milhões de votos. Para o diretor do Sensus, Ricardo Guedes, o erro de avaliação decorreu do processo de difamação que “teve peso muito forte na reta de chegada ao primeiro turno”.
Segundo Guedes, seria preciso trabalhar com uma margem muito superior de diferença entre os candidatos para arriscar um prognóstico no segundo turno.
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SERRA E DILMA EMPATADOS NA CNT/SENSUS

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Pesquisa encomendada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) ao instituto Sensus registra empate técnico entre o tucano José Serra e a petista Dilma Rousseff na briga pela sucessão presidencial. A consulta foi realizada entre os dias 11 e 13 de outubro e ouviu 2 mil eleitores em 24 estados, tendo margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
De acordo com a aferição, Dilma está com 46,8% das intenções de voto, enquanto Serra aparece com 42,7%. Considerando apenas os votos válidos, Dilma tem 52,3% e Serra, 47,7%.
A candidata petista, porém, ainda aparece com grande expectativa de vitória. 59,6% dos entrevistados disseram acreditar que Dilma vencerá a eleição contra 29% que apostam no candidato José Serra.

ÍNDIO AFIRMA QUE GOVERNO TUCANO NÃO DISCRIMINARÁ PARTIDOS

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O Pimenta conversou há pouco com o deputado federal Índio da Costa (DEM), candidato a vice-presidente do Brasil na chapa de José Serra (PSDB). No diálogo por telefone, o político do Democratas procurou enfatizar que um eventual governo tucano não teria preconceitos de ordem partidária.
“Não vamos considerar questões partidárias para cuidar de nenhuma cidade ou estado”, prometeu o deputado, fazendo questão de frisar que, na Bahia, o governo Serra trabalharia “de braços dados com o governador Jaques Wagner (PT)”. Índio ainda arrematou, com açúcar e com afeto, que “todos (os governadores) terão o mesmo carinho e atenção”.
A promessa é uma estratégia tucano-democrata para conquistar votos nos estados que elegeram governadores ligados ao governo Lula e tem sido feita pelos emissários dos PSDB e do DEM nas mais diversas partes do País.
Pouco antes de falar com o Pimenta, Índio da Costa expressou o mesmo compromisso em um encontro com lideranças políticas em Salvador. Ao blog, ele frisou que falava em seu nome e em nome do candidato José Serra.
Índio da Costa aproveitou para fazer críticas ao governo Lula, atacando os índices de execução do PAC e do Programa Minha Casa, Minha Vida. E, numa demonstração de que vice também promete, o candidato abriu sua caixinha de bondades e assegurou que a dupla Serra/Índio resolverá a questão do aeroporto Jorge Amado, de Ilhéus, e realizará a duplicação do trecho Ilhéus-Itabuna da rodovia BR-415.
Enquanto conversava com o Pimenta, o vice de Serra estava em companhia do presidente estadual do PSDB e deputado federal eleito Antônio Imbassahy, e do deputado estadual eleito Augusto Castro, também tucano.

VOX POPULI APONTA DILMA COM 48% E SERRA, 40%

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A segunda pesquisa pós 3 de outubro mostra a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com 48% das intenções de votos e José Serra (PSDB) com 40%. O levantamento foi feito pelo Vox Populi, encomendado pelo Portal IG.
Quando computados apenas os votos válidos, Dilma aparece com 54,5% das intenções de voto e Serra atinge 45,5%. Nesta conta, são excluídas as intenções de votar em branco ou nulo e o percentual de indecisos.
A pesquisa ouviu 3 mil brasileiros no domingo e na segunda, dias 10 e 11, em 214 municípios do país. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.
O Vox Populi também avaliou o governo. Para 78% dos entrevistados, o Governo Lula é ótimo ou bom. 17% consideram regular e 4% avaliam como ruim ou péssimo. 1% não souberam ou não quiseram responder à este quesito.

CONFIRA OS PROGRAMAS DE SERRA E DILMA, HOJE

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Serra destaca suas viagens neste segundo turno e, também, o confronto de projetos:

Dilma Rousseff (PT) privilegia sua participação no debate de ontem à noite, na Band, e reforça supostas diferenças entre ela e o seu adversário José Serra. Confira, abaixo:

BALA NA AGULHA

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Gilberto Santana (PTN) é dono de maior patrimônio dentre os 63 parlamentares eleitos em 3 de outubro para a Assembleia Legislativa baiana, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O deputado estadual eleito acumula fortuna de R$ 7 milhões (exatos R$ 7.000.424,26).
Quem chega perto disso é o reeleito Reinaldo Braga (PR), com R$ 4,3 milhões.
Assim como Santana, outro que tem o sul da Bahia como base eleitoral e possui grande patrimônio é Augusto Castro (PSDB). O tucano declarou R$ 4.176.298,44 em bens ao TSE.

DIFERENÇA ENTRE PRESIDENCIÁVEIS É MENOR DO QUE PARECE

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José Roberto Toledo
A diferença de 8 pontos porcentuais entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) captada pela primeira pesquisa do segundo turno parece maior do que é de fato. Com apenas dois candidatos na disputa, o que sai de um vai para o outro. Os vira-casaca contam dobrado.
Ou seja: se 4% dos votos válidos trocassem de lado, Serra empataria com Dilma, ou a petista dobraria sua vantagem – dependendo de para onde o vento sopre. Como se vê, é uma margem apertada.
Além disso, o Datafolha encontrou 7% de eleitores indecisos. Um cenário possível é que eles venham a se distribuir da mesma maneira que os eleitores de Marina Silva (PV) e dos nanicos já se distribuíram até agora, isto é, na proporção de dois para um em favor de Serra.
Se isso acontecer, o tucano passaria de 41% para entre 45% e 46% do total de votos, enquanto Dilma iria de 48% para entre 50% e 51%. Nesse caso, a diferença entre eles poderia cair de 7 pontos para, no limite mínimo, 4 pontos.
Em 2006, o porcentual de votos brancos e nulos caiu do primeiro para o segundo turno da eleição presidencial (porque eram menos cargos e a votação ficou mais fácil), mas a abstenção aumentou. A quantidade de votos válidos foi praticamente igual nos dois turnos.
Mantido esse cenário em 2010, Dilma e Serra estariam disputando 101,6 milhões de votos (os válidos do primeiro turno). Aplicados os porcentuais de intenção de voto do Datafolha, a petista teria hoje 50,8 milhões de votos, e o tucano, 43,4 milhões.

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MULHER DE SERRA DEIXOU DEBATE QUENTE

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Dilma acusou família Serra pelos boatos (Foto Band/Divulgação).

Quem assistiu ao debate dos presidenciávies na TV Bandeirantes, ao final da noite deste domingo, 10, viu Dilma Rousseff (PT) bem diferente de outros confrontos envolvendo a participação de José Serra (PSDB).

Logo no primeiro bloco, e na primeira pergunta, Dilma questionava o tucano sobre o jogo sujo na campanha, inclusive com a participação do vice, Índio da Costa. Serra respondeu que se solidarizava a quem era vítima de calúnias, não sem incluir-se entre os atingidos.
Dilma bateu duro no debate. Ela estava indignada com a onda de boatos que lhe tirou a vitória no 3 de outubro e, principalmente, com o que fez a esposa de José Serra em campanha na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. A presidenciável achava que não deveria responder aos ataques. Teve de mudar de opinião. E neste domingo.
Conforme o jornal Estadão, Mônica Serra abordava moradores de Nova Iguaçu e disse a um senhor de 73 anos que Dilma era “a favor de matar criancinhas”, no dia 14 de setembro. O senhor era o ambulante Edgar da Silva. Mônica tentou arrancar voto em favor de Serra após Edgar declarar-se eleitor de Dilma.
O golpe sujo da esposa não contou nem com a defesa de Serra. Durante os cinco blocos do debate, em nenhum momento o presidenciável tucano defendeu a própria esposa, como pode ser conferido no site da Band (clique aqui).
Desde o início de setembro, a campanha de Serra é acusada de contratar um guru indiano para montar um vasto cadastro de email e enviar mensagens contrárias à adversária. Os tucanos rebatem.
Um dos emails afirmava que Dilma estava tão convicta do sucesso da campanha que teria dito “Nem Jesus me tira essa vitória”. Era uma mentira, a petista nunca disse aquilo, mas a história se disseminou como verdade entre evangélicos por todo o Brasil. Nesta noite de domingo, Dilma resolveu dar uma basta em público e diante das câmeras. Se terá efeito, só as urnas dirão.

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