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8 de julho de 2020 | 01:18 am

ITABUNA: ALEXANDRE ALPOIM ASSUME O PTdoB

Tempo de leitura: < 1 minuto
Alpoim comandará o PTdoB itabunense.

Alpoim comandará o PTdoB itabunense.

O administrador de empresas e bacharel em direito Alexandre Alpoim assumiu o comando do diretório do PT do B de Itabuna. A nova comissão do partido foi oficializada pela justiça eleitoral na noite desta quarta-feira (24).

A comissão tem como vice-presidente o publicitário Tiago Barra. Léo Franco é o secretário e Bruno Alves o tesoureiro, tendo ainda como vogal Jeyson Mutti.

O partido apoiará o tucano Augusto Castro na sucessão municipal de Itabuna. O parlamentar negociou com o ex-candidato a deputado estadual Coronel Serpa, que detinha o comando do partido no plano local. Com informações do site Políticos do Sul da Bahia.

 

ITABUNA: NOME DA BASE SERÁ DEFINIDO ATÉ ABRIL, DIZ JOSIAS GOMES

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(Foto Pimenta)

(Foto Pimenta)

O governador Rui Costa espera haver unidade da sua base nas eleições municipais de Itabuna, lançando apenas um nome para disputar a sucessão no maior município sul-baiano. No último final de semana, o secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, se reuniu com o ex-prefeito Geraldo Simões, pré-candidato a prefeito de Itabuna, e o presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, para costurar essa unidade.

Ao Pimenta, Josias disse que as negociações envolvem outros nomes do arco de alianças – Davidson Magalhães (PCdoB) e Carlos Leahy (PSB). “Esse processo será conduzido com calma. O nome da base deve sair até abril”.

Segundo Josias, o prefeito Vane do Renascer, que desistiu da reeleição, ajuda no processo de construção da unidade da base. Confira principais trechos da entrevista.

Blog Pimenta – O senhor se reuniu com petistas, o prefeiturável Geraldo Simões entre eles. Já existe uma definição do nome da base?

Josias Gomes – Conversamos com Geraldo e vamos construir essa unidade da base, identificar o melhor nome. Esse processo será conduzido com calma. O nome deve sair até abril. Estamos conversando com Vane, que ajuda nesse processo. Além de Geraldo, vamos também conversar com os outros candidatos da base, Davidson Magalhães e Carlos Leahy.

Pimenta – E Roberto José?

Josias – O que estamos propondo são as condições para que nossos partidos tenham uma candidatura. Nesse sentido, é de nosso interesse que ele consiga entender o propósito. E acho que dá para fazer isso muito bem. Vou aí [em Itabuna] para conversa com Davidson e, em seguida, fazer esse caminho.

Pimenta – O PSD apoiará o nome da base?

Josias – Otto [Alencar] tem sido um grande parceiro nosso. Temos estado com ele, já analisamos uma série de questões como, por exemplo, onde o partido tem interesse. Estamos muito alinhados. O PSD, assim como todos da base, tem sido parceiro. Nenhum [partido] tem se colocado em situação de confronto. Agora, é claro que cada partido tem um interesse eleitoral, ampliar número de prefeitos e vereadores.

Pimenta – E o PT, como se coloca nesse processo?

Josias – O presidente estadual do PT me disse que o partido deve apoiar aliados em mais de 300 municípios. E vai concorrer em pouco mais de 100. Ou seja, o partido vai apoiar, abrir mão na maioria dos municípios. Estamos buscando essa construção.

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PINHEIRO DE SAÍDA – Na visão dele próprio, seu ciclo no PT já se encerrou. E temos conversado no sentido de contribuir. É um grande parlamentar, é uma opção.

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Pimenta – O senador Walter Pinheiro deixará o PT? De fato, irá para o PSD?

Josias – Ele me disse que ainda não havia decidido. Na visão dele próprio, seu ciclo no PT já se encerrou. E temos conversado no sentido de contribuir. É um grande parlamentar, é uma opção. Ele deve ir para um partido da base [governista]. Conversou com o PDT, teve com Otto e com o pessoal da Rede.

Pimenta – Ou vai para a base de ACM Neto, como já foi especulado?

Josias – Eu não sei se houve isso, essa conversa. Seria uma coisa tão extravagante para a história dele fazer uma movimentação dessa… Não está no horizonte dele. Para mim, ele sempre negou [a ida para a base de Neto]. Pinheiro em 2010 não era o queridinho [do partido, quando foi eleito senador]. Teve nosso apoio. Fomos para cima e foi o escolhido com 80% dos votos da minha corrente [no PT, sendo depois eleito senador].

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CARMELITA, JABES E BEBETO – Como são nomes da base, preferimos que os partidos discutam, definam. Diferente de Itabuna. Estive com Carmelita, com Bebeto. Tenho conversado bastante.

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Pimenta – Falando da disputa no eixo Ilhéus-Itabuna, Professora Carmelita (PT) é candidata?

Josias – É sim. Lá, em Ilhéus, temos situação diferente da de Itabuna. Existem as candidaturas de Jabes e Carmelita. Podemos ter, também, Jabes e Bebeto. Carmelita pode fazer movimentação no sentido de apoiar Bebeto ou receber apoio do PSB. Pode resultar nisso: PT e PSB contra Jabes, esse tipo de situação. Como são nomes da base, preferimos que os partidos discutam, definam. Diferente de Itabuna. Estive com Carmelita, com Bebeto. Tenho conversado bastante. Demora um pouco mais pra definir em Itabuna.

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PESQUISA ELEITORAL EM ITABUNA – É o tipo de situação que não recomenda fazer projeção. Rui é um exemplo disso. Acabou eleito. Hoje, o que há é um sentimento. E pesquisa quantitativa não consegue identificar isso.

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Pimenta – O que as pesquisas sinalizam em Itabuna?

Josias – Não temos trabalhado com pesquisa quantitativa. Hoje, em fevereiro, não faz muita diferença para a eleição, que ocorre em outubro. Em 2012, [Jaques] Wagner pedia a desistência de Carmelita no início daquele ano. No período da campanha, chegamos a ter 32% a 30% entre ela e Jabes. É o tipo de situação que não recomenda fazer projeção. Rui é um exemplo disso. Acabou eleito. Hoje, o que há é um sentimento. E pesquisa quantitativa não consegue identificar isso. Em Itabuna, há o sentimento de setores da sociedade de que, isoladamente, sem ter esse diálogo com Estado e sem União, o prefeito não vai resolver as grandes questões daí.

Pimenta – E Salvador?

Josias – Há essa movimentação de PT mais PCdoB, PSD. Tem a candidatura de Sargento Isidório. Se esses partidos se entenderem para fazer confrontação política e ideológica com o Neto… Isso, espero que a gente consiga construir. Essa eleição não é fácil para Neto. Não se iluda. Sem ter contraponto, é fácil. Essa eleição em Salvador ainda tem desdobramentos. Rui é bem avaliado aqui. Teremos um confronto político bem interessante.

A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE…

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Vane: viável?

Vane: viável?

Embora o prefeito Vane do Renascer tenha dito que não existe a mínima possibilidade de disputar a reeleição (confira aqui), governistas preparam uma ofensiva para demovê-lo da ideia.

Estes mesmos governistas acreditam que ainda há tempo (e espaço) para Vane entrar na disputa – e de forma competitiva. O jogo começou a ser desenhado pelo núcleo mais próximo.

A este grupo, juntam-se pedidos feitos pela cúpula estadual do PRB e, também, pelo governador Rui Costa.

A aposta interna é de que Vane seria o nome a unir toda a esquerda e o prefeito ainda deteria um bom capital eleitoral. A conferir.

VANE DEFINE CANDIDATO GOVERNISTA ATÉ MARÇO E DEFENDE UNIDADE DA ESQUERDA

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Vane discursa no QG contra Aedes aegypti (Foto Pimenta).

(Foto Pimenta).

O prefeito Claudevane Leite revelou ao Pimenta que o nome do governo para a sucessão municipal será definido, no máximo, até o início de março. Os mais cotados são o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) e o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Roberto José. Ele sinaliza que poderá trabalhar pela união das esquerdas.

Confira trechos da entrevista concedida momentos antes da entrega das instalações do QG de monitoramento e combate a vírus transmitidos pelo Aedes aegypti. Vane, aliás, cobra mais envolvimento da sociedade no combate à epidemia. “90% dos focos estão dentro das casas”, explica.

Blog Pimenta – Quando será definido o nome do governo à sucessão municipal?

Claudevane Leite – Até o final de fevereiro, início de março, a gente define essa questão. Em setembro (do ano passado), anunciei que não disputaria a reeleição. Sentaremos com os partidos da base para conversar, possivelmente já na próxima semana.

Pimenta – O nome do governo poderá ser de fora da base de apoio?

Vane – Vamos definir o nosso nome. Depois, vamos conversar com o governador Rui Costa para ver se unimos toda a esquerda [em torno de um nome].

Pimenta – Existe a possibilidade de recuo da decisão de não disputar a reeleição?

Vane – Há uma expectativa, as pessoas cobram para que eu saia [candidato], mas não existe a mínima possibilidade.

Pimenta – O sr. é do PRB. O partido terá candidato?

Vane – Houve essa discussão, o partido tem interesse, mas não serei [candidato]. A direção do PRB anunciou que pretende ter candidato e o nome de Tom [Ribeiro, apresentador do Balanço Geral, da TV Cabrália] foi cogitado.

Pimenta – Pesquisas qualitativas detectam, a seu favor, conceitos como transparência e até honestidade. Esse contexto não o estimula a sair candidato?

Vane – Os partidos da base e pessoas da sociedade comentam, reconhecem esse trabalho, mas não existe [possibilidade].

Pimenta –  Fazendo uma autocrítica, o município falhou nas ações preventivas contra o mosquito Aedes aegypti?

Vane – Olha, quando assumimos, em 2013, Itabuna tinha índice de infestação predial superior a 27%. Desde lá, trabalhamos e reduzimos para 13%. É mais da metade. Nenhuma cidade conseguiu isso e nosso trabalho foi referência para a Bahia. O trabalho foi feito. Veja que 90% dos criadouros, das larvas são encontrados dentro das casas. A sociedade precisa entender isso e colaborar mais. A zika e outras doenças [causadas pelo] Aedes aegypti são um problema mundial.

PT BATE O MARTELO EM ITABUNA MAIS 10 CIDADES

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Encontro petista definiu pré-candidaturas em 11 municípios (Foto Divulgação).

Encontro petista definiu pré-candidaturas em 11 municípios (Foto Divulgação).

Geraldo: rumo ao consenso.

Geraldo: rumo ao consenso.

O Diretório Estadual do PT definiu os nomes de 11 pré-candidatos na Bahia. Além de Itabuna, com Geraldo Simões, o partido bateu o martelo em municípios onde disputa a sucessão, como Camaçari (Luiz Caetano); Senhor do Bonfim (Carlos Brasileiro); Feira de Santana (Zé Neto); Serrinha (Gika Lopes); Cruz das Almas (Orlando Filho); Jacobina (Amauri Teixeira); e Itamaraju (Dalva Tisio).

Os outros tentarão a reeleição: João Bosco, em Teixeira de Freitas; Jussara Márcia, em Dias D’Ávila; e Francisco de Assis, em Conceição do Coité.

Em Itabuna, Geraldo Simões, cuja candidatura enfrentava desconfianças de adversários e até de companheiros petistas, já amealhou o consenso na cúpula petista e no governo Rui Costa. Isso, porque ficou definido que a eleição será uma forma de defesa do legado do Partido dos Trabalhadores nos âmbitos nacional e estadual. Efeito Lava Jato.

Por outro lado, será utilizada a estratégia do Programa de Governo Participativo (PGP), em versão municipal. Foi o mesmo expediente que, largamente utilizado em 2014, fez com que o então desconhecido Rui Costa saísse do quase anonimato no estado para a vitória no primeiro turno na eleição de governador.

Aos poucos, o tabuleiro das eleições vai ganhando todas as peças. No pós-carnaval, o PT mostrou que o ano-novo eleitoral acabou de começar. Dos maiores municípios baianos, a situação ainda está a ser definida em Vitória da Conquista – pelo menos em termos de pré-candidatura.

BANDEIRA E O PV

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marco wense1Marco Wense

 

Esse “ainda” do juiz aposentado Marcos Bandeira deixou nas entrelinhas que o doutor algum dia colocaria o seu nome como pré-candidato. Tanto é que o magistrado não descartou a incontida vontade.

 

 

O eminente juiz aposentado Marcos Bandeira, que tanto dignificou a magistratura, foi convidado para sair candidato a prefeito por Itabuna e Ilhéus.

Em relação a nossa vizinha e irmã cidade, não há qualquer possibilidade de Bandeira sequer pensar no convite, é só agradecer a lembrança do seu nome.

Na frente da articulação, o engenheiro Alfredo Melo, a simpática presidente do PV, Daniele Simões, e o poeta Antônio Oliveira. Tudo com o aval da executiva estadual, tendo a frente o deputado Marcell Moraes.

Em dezembro de 2014, o então juiz da Vara de Infância e Juventude negou a intenção de disputar o comando do centro administrativo Firmino Alves: “Ainda exerço o cargo de magistrado do Tribunal de Justiça da Bahia, que, por força da lei, não permite o exercício de qualquer atividade de natureza político-partidária”.

Esse “ainda” deixou nas entrelinhas que o doutor algum dia colocaria o seu nome como pré-candidato. Tanto é que o magistrado não descartou a incontida vontade: “Se Deus um dia me conceder a graça de me aposentar, aí sim poderia pensar nessa possibilidade”.

Como Marcos Bandeira acaba de se aposentar, então se deduz que ele pode aceitar o convite para se filiar ao PV e, quem sabe, ser mais um prefeiturável.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

ROBERTO JOSÉ NO PROS?

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Roberto José de olho no PR (Foto Thiago Pereira).

Roberto José de olho no PR (Foto Thiago Pereira).

Diz o semanário A Região, em sua Malha Fina, que o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Roberto José, está de malas prontas para o PROS. A decisão teria sido tomada ao saber (definitivamente) que o seu partido, o PSD, não terá candidato a prefeito no município, por decisão do senador Otto Alencar.

Verdade ou não, o PROS é o partido que foi para a base (?) do Governo Vane para, justamente, garantir uns dois minutos de televisão ao projeto de candidatura do deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB). E, claro, assegurou uma secretaria, exatamente a então ocupada por Roberto, a de Transporte e Trânsito (Settran).Fi

AZEVEDO, O INDECISO

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marco wense1Marco Wense

O ex-alcaide José Nilton Azevedo, mais conhecido como capitão Azevedo, continua no mesmo erro de não tomar posição diante dos fatos políticos, fugindo deles como o diabo da cruz.

Essa hesitação, que é uma característica marcante no prefeiturável, só faz dificultar sua legítima e democrática pretensão de governar Itabuna pela segunda vez.

Até hoje não se sabe o voto de Azevedo na última sucessão estadual, se o militar votou em Geddel Vieira Lima, pelo PMDB, ou em Paulo Souto, o postulante de seu partido, o DEM.

O eleitor não gosta de político indeciso, que fica titubeando, sem saber o caminho que vai percorrer. Passa a impressão de insegurança, que anda desprestigiado pelo grupo político.

O saudoso e inesquecível jornalista Eduardo Anunciação tinha razão quando dizia que “Azevedo é uma espécie de político que não tem formação para o combate, não tem coragem, audácia, mesmo sendo militarista, mesmo sendo militar, mesmo sendo capitão, mesmo sendo bem intencionado como um político populista”.

Ora, até as freiras do Convento das Carmelitas sabem que Azevedo não é o nome da oposição na sucessão de Claudevane Leite. É o terceiro da fila. Na sua frente Fernando Gomes e o tucano Augusto Castro.

O que se faz urgente para o ex-prefeito, sob pena de ficar com o rótulo de ingênuo e politicamente infantil, é uma tomada de posição, do tipo “ou vai ou racha”. Não pode é ficar aceitando o cozimento em banho-maria.

E não adianta a conversa aqui no primeiro andar. O diretório municipal, sob a batuta de Maria Alice, já deu demonstrações de preferência por Fernando Gomes. Só por FG. A ex-dama de ferro não confia em Augusto Castro.

Azevedo tem que chegar para o prefeito ACM Neto, sem dúvida a maior liderança do DEM estadual e do demismo nacional, e abrir o jogo. No mínimo, estabelecer um prazo limite para que o chefe do Executivo tome uma posição.

Se José Nilton Azevedo se contenta em ser vice de Fernando Gomes ou de Augusto Castro, que fez de tudo para impedir sua candidatura a deputado estadual, tudo bem. Assume o papel de coadjuvante.

O que não pode é ficar sendo descartado impiedosamente não só pela cúpula municipal de DEM como pelo diretório do PSDB, presidido pelo também prefeiturável Augusto Castro.

Azevedo é um ex-prefeito. Merece respeito. Não pode ser tratado como carta fora do baralho, com desdém e, muito menos, com deboche.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

JOSIAS SINALIZA APOIO DO PT – E DE RUI? – A GERALDO

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Josias: apoio a Geraldo.

Josias: apoio do PT – e de Rui? – a Geraldo.

O secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, teve longa conversa com o ex-deputado Geraldo Simões, nesta noite de quinta (28), para tratar das eleições de 2016 em Itabuna.

A missão do secretário foi discutir estratégias para que o PT retome o poder no município, após 12 anos. E o partido apostará as fichas, novamente, no ex-prefeito Geraldo Simões.

A conversa entre ambos se deu em um restaurante no Jardim Vitória. No relato de um assessor, Josias mostrou-se animado e disse que quer ganhar a eleição em Itabuna com Geraldo.

Ainda não está claro se o apoio assegurado por Josias é somente do PT estadual ou se, neste bolo, também estaria a chancela do governo baiano, leia-se Rui Costa.

A estratégia para 2016 incluiria até mesmo uma mexida em cargos estaduais na região. Atualizado à 10h21min.

JABES: BEBETO QUEIMA “TODO MUNDO PARA SER CANDIDATO”

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Com a cabeça em outubro, Jabes ataca Bebeto no rádio (Reprodução Google).

Com a cabeça em outubro, Jabes ataca Bebeto no rádio (Reprodução Google).

O prefeito Jabes Ribeiro já prevê que terá, pela frente, um páreo duro na peleja eleitoral deste ano, o deputado federal Bebeto Galvão (PSB). E até lançou a sua teoria, n´O Tabuleiro (Conquista FM), nesta terça (26).

Para o prefeito, deputado federal Bebeto Galvão (PSB) está rifando possíveis candidatos pelo partido da pomba para “se sacrificar como o único viável do próprio grupo”. E, nessa tarefa, está “queimando todo mundo”.

Durante a conversa no rádio, o prefeito lembrou o nome de Vivaldo Mendonça, que despontou como pré-candidato e recentemente se mudou para Brasília, para trabalhar ao lado do minisro da Casa Civil, o ex-governador Jaques Wagner.

Seguindo a teoria “jabiana”, esse poderá ser o caminho do vereador Alisson Mendonça, ainda no PT, mas com os dois pés no PSB de Bebeto. Alisson diz que não vai tentar mais um mandato na câmara, mas ainda não tem confirmação de que será o candidato do grupo.

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