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5 de julho de 2020 | 10:08 am

SE NÃO RESPEITAM AGORA…

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A ocupação irregular das vias públicas de Itabuna por alguns candidatos já ultrapassou o limite do absurdo. Não há o menor respeito às regras estabelecidas pela justiça eleitoral, muito menos ao cidadão-eleitor-contribuinte-pedestre, que muitas vezes precisa andar pela rua, correndo o risco de ser atropelado, pela necessidade de desviar das placas dos distintos candidatos.
Se o desrespeito é assim agora, imagina-se como será se os mesmos vierem a ser eleitos…

placas cópia

Placa do candidato Capitão Fábio deixa poucos centímetros de espaço para o pedestre circular (foto Pimenta)

 

TJ CASSA LIMINAR E AZEVEDO NÃO PODE SER CANDIDATO

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Decisão do TJ tira Azevedo da eleição

Decisão do TJ tira Azevedo da eleição

O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Eserval Rocha, cassou a liminar que garantia a candidatura do ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), a deputado estadual. A decisão, que por enquanto tira do político a possibilidade de ser candidato, foi tomada na tarde desta segunda-feira (18) e publicada hoje (dia 19) no Diário Oficial do Poder Judiciário.
Azevedo teve contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e pela Câmara de Vereadores, o que o deixou na condição de ficha suja e barrado pela justiça eleitoral. No entanto, o ex-prefeito acabou conseguindo registrar sua candidatura, graças a uma liminar concedida no início de julho pelo juiz Marcos Antônio Bandeira.
A Câmara de Vereadores de Itabuna entrou com recurso contra a liminar e acabou mantendo os efeitos da rejeição das contas do ex-prefeito. A candidatura de Azevedo estava também sub judice em razão de outro recurso, interposto pela Procuradoria Regional Eleitoral.

SERÁ QUE ELA REPRESENTA A MUDANÇA?

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
 

Marina representaria uma aventura? Por enquanto, não há informações para dizer que sim, mas também é impossível afirmar que não… Estamos diante de uma incógnita, na iminência de um mergulho no escuro.

 
Tenho sérias dúvidas sobre a legitimidade de Marina Silva incorporar o espírito de mudança que paira sobre o Brasil, sobretudo após a catarse vista nas ruas desde junho de 2013.
Marina pode ser uma política heterodoxa, mas tem feito concessões. Como, por exemplo, a de flexibilizar seus princípios para atender ao PSB e ser confirmada como substituta de Eduardo Campos.
Em política, muitas vezes é necessário negociar e ceder… Mas até que ponto isso não tira a “pureza” de Marina? Se é que pode ser imaculado quem está há tanto tempo na política partidária e no exercício de mandatos… De perto ninguém é normal, já dizia o poeta.
O jornalista Elio Gaspari indagou em sua coluna: quem banca as viagens de Marina pelo país? E olha que elas as faz há bastante tempo… É preciso verificar, analisar, observar a personagem de perto.
Há quem veja em Marina uma espécie de santa, uma líder espiritual que vem para limpar a sujeira reinante. Neste particular, além da dúvida sobre a santidade, soma-se outra, acerca da capacidade da gestora.
Marina representaria uma aventura? Por enquanto, não há informações para dizer que sim, mas também é impossível afirmar que não… Estamos diante de uma incógnita, na iminência de um mergulho no escuro.
Ao apropriar-se da frase “Não vamos desistir do Brasil”, dita por Campos em entrevista ao Jornal Nacional, Marina não está necessariamente sendo fiel ao legado do ex-governador pernambucano. Ela está de olho nos milhões de brasileiros que, decepcionados com tudo e com todos, tenderiam a votar em branco ou nulo.
Agora, pelo que o último Datafolha indica, a horda de desiludidos apresenta forte tendência para marinar. Na batalha, será preciso desnudar o mito e revelar a pessoa que há por trás da imagem projetada. Será uma missão difícil, por tudo o que envolveu a ascensão de Marina à cabeça da chapa socialista, depois de ser salva – como ela mesma afirma – pela “mão de Deus”.
Ricardo Ribeiro é advogado e jornalista.

O BRASIL SE COBRE DE LUTO

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walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

Novo na idade, mas experiente na arte de fazer política, fez escola com um dos grandes mestres da luta pela democracia, o seu avô Miguel Arraes.

A morte de Eduardo Campos, candidato a presidente do Brasil pelo PSB, o Partido Socialista Brasileiro, pegou a todos de surpresa. E os brasileiros ainda choram o seu desaparecimento, mesmo não sendo ele um político conhecido pela maioria da população.
Neto do ex-governador Miguel Arraes, se afastou do governo de Pernambuco para empreender um voo mais alto: disputar a Presidência da República. E morreu lutando por esse ideal, ao se deslocar do Rio de Janeiro para São Paulo, onde cumpriria compromissos de campanha.
E a vida Eduardo Campos foi interrompida aos 49 anos, no dia 13 de agosto, mesma data em que morreu seu avô, que também foi governador de Pernambuco. Agosto é um mês que causa pavor aos políticos, dado ao grande número de catástrofes. Entre elas, a que causou mais comoção foi a morte de Getúlio Vargas, quando presidente da República.
Eduardo Campos ocupava o terceiro lugar na intenção dos votos do eleitorado brasileiro. Mas a campanha estava ainda começando e o seu discurso era tido como moderno e esperançoso. Prometia fazer com o Brasil o que fez em seu estado.
Quer queira, quer não, mesmo os adversários respeitavam o político Eduardo Campos, que soube fazer história. Deixou a grande coligação que ajudou a eleger Lula e Dilma Rousseff presidentes do Brasil para empreender uma grande mudança na política brasileira.
Ele prometia e todos acreditavam numa nova forma de se fazer política, de governar o país. Para tanto, promoveu o crescimento do PSB em todo o Brasil e costurou alianças com partidos políticos alinhados com seu pensamento em todos os estados brasileiro.

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MUDAR A POLÍTICA: UMA IDEIA VIVA

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
Há pouco mais de seis meses, a notícia do nascimento do garoto Miguel, filho do então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, chamou minha atenção. Não por ser o filho de um pré-candidato à Presidência (o quinto) nem por ter a Síndrome de Down, mas pela frase de outro filho de Campos. “O Miguel nasceu na família certa”, disse o irmão.
O tanto de acolhimento e amor que a frase despertava fez surgir uma admiração por aquela família numerosa e que parecia tão unida. Ainda que percebesse na divulgação do nascimento certa estratégia para dourar a imagem do futuro candidato, era plausível que houvesse um fundo de verdade na aparente ação de marketing.
Por essas e outras, Campos acabou por encarnar o bom moço das eleições presidenciais. Jovem, idealista, construiu imagem de bom gestor. E amarrou o discurso no combate à “velha política”, criticando o sistema de coalizão e propondo um governo sem atrelamento fisiológico. Uma cantiga boa de ouvir, mas com toda certeza muito difícil de ser tocada na prática.
Num contraste com a utopia, havia certas incoerências. Esteve ao lado do PT por mais de dez anos, até descobrir, já quando decidido a se candidatar, que o partido cometia graves equívocos. Formou chapa com Marina Silva, mesmo com tantas divergências, como as relacionadas ao debate entre desenvolvimento e conservação.
Prematuramente desaparecido, Campos deixa a imagem do bom pai e marido, do sujeito que defendia a renovação da política e a definitiva extinção de certos dinossauros que simbolizam o atraso e as mazelas nacionais.
Não se sabe até que ponto o socialista considerava viável a empreitada de enterrar a velha política, mas a ideia era (e é) alentadora. Está aí um debate que não pode ser sepultado com o homem que o propunha.
Ricardo Ribeiro é advogado e jornalista.

AZEVEDO E SEUS TIROS A ESMO

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Azevedo é multado por contratação irregular
Em sua segunda campanha eleitoral depois de conquistar a prefeitura de Itabuna em 2008, vai ficando cada vez mais claro que o ex-prefeito José Nilton Azevedo, o “Capitão”, é uma verdadeira biruta de aeroporto quando se trata de fazer política.
Candidato a deputado estadual pelo DEM, Azevedo vive uma situação desconfortável na qual as principais lideranças do partido no município não o apoiam. De um lado, a presidente do diretório, Maria Alice, cabala votos para Sandro Regis; do outro, o ex-prefeito Fernando Gomes opera em alta para eleger Fábio Souto.
Enquanto isso, Azevedo, conhecido por pular mais que pipoca em caminhadas pelos bairros de Itabuna, vai tentando saltar outros obstáculos. Na briga por uma cadeira na Assembleia, acredita-se que ele precise de pelo menos 35 mil votos e de superar nomes como Herzem Gusmão, Tato Pereira e Augusto Castro (todos do PSDB), missão dificultada pela falta de estrutura para garimpar fora de Itabuna.
Assessores do capitão até haviam sugerido que ele teria melhores chances se pleiteasse uma cadeira na Câmara Federal, mas o prefeito de Salvador, ACM Neto, o convenceu a abrir espaço para a candidatura do Major Fábio. Agora, um tanto tarde, o ex-prefeito acredita que tenha feito um mau negócio.

COMO É O NOME?

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Paulo Fernandes Souto é Rui e Otto de carteirinha

Paulo Fernandes Souto é Rui e Otto de carteirinha

O sujeito se chama Paulo Souto, é filiado ao PSB e apoia a candidatura de Rui Costa, do PT… Entendeu alguma coisa? O blog explica: a nota se refere ao prefeito de Itarantim, Paulo Fernandes Souto, que é crítico ferrenho do xará. Para ele, o ex-governador, ora candidato, representa o atraso.
“Vamos voltar ao que era há dez anos? Paulo Souto é governador de gabinete”, reprova o prefeito.
Apesar de seu partido ter candidata ao governo (Lídice da Mata), Paulo Fernandes Souto diz que não abre mão de permanecer no grupo do governador Jaques Wagner, além de ser amigo do candidato ao Senado, Otto Alencar. “Estou deste lado porque é o lado em que sempre estive, apoiando o governador Jaques Wagner”, explica o prefeito.
O socialista também acredita que Rui esteja crescendo no interior e irá “disparar” com o horário eleitoral. “A oposição sabe disso”, diz ele.

DOBRADINHA ENTRE ALDENES E JOSIAS

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Aldenes Meira e Josias Gomes estão juntos na campanha

Aldenes Meira e Josias Gomes estão juntos na campanha

O candidato a deputado estadual Aldenes Meira (PCdoB) se encontrou nesta quinta-feira (7) com o federal Josias Gomes (PT), com quem faz dobradinha nestas eleições.
Aldenes diz que a parceria com o petista foi facilitada pela semelhança da biografia. Os dois políticos têm origem no meio rural e projetos ligados à agricultura familiar e economia solidária.
Em Itabuna, a dobradinha é azeitada pelo vereador Paulinho, que é também o coordenador da campanha de Josias na região.

MOACIR LEITE FECHA COM O DEM

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Moacyr com Geddel, Paulo Souto, Azi e Augusto Castro

Moacyr com Geddel, Paulo Souto, Azi e Augusto Castro

Filiado ao PP e ligado ao ex-deputado federal Mário Negromonte, atualmente no TCM, o ex-prefeito de Uruçuca, Moacyr Leite, acaba de confirmar apoio à eleição de Paulo Souto (DEM) para governador.
Leite apoia ainda Geddel (PMDB) para o Senado e, na proporcional, seus escolhidos são Paulo Azi (DEM) e Augusto Castro (PSDB), respectivamente, candidatos a deputado federal e estadual.
Curioso é que até pouco tempo o ex-prefeito ocupava cargo no governo Wagner, por indicação do PP. Ou seja, foi cevado pelos petistas para servir à oposição.

SOUTO NO EXTREMO-SUL

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O candidato a governador pela coligação “Unidos pela Bahia”, Paulo Souto (DEM) cumpre agenda no extremo-sul do Estado nesta sexta-feira (1º).
Souto participará de caminhada em Teixeira de Freitas, programada para as 9 horas. À tarde, o candidato da oposição estará em carreata pelas cidades de Caravelas, Alcobaça, Prado e Itamaraju.

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