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8 de julho de 2020 | 01:16 am

SEM ÁGUA, MORADORES DO PEDRO FONTES FECHAM SEMIANEL RODOVIÁRIO

Tempo de leitura: 2 minutos
Moradores fecharam semianel para cobrar mais caminhão-pipa (Foto Pimenta).

Moradores fecharam semianel para cobrar mais caminhão-pipa (Foto Pimenta).

Moradores do Condomínio Pedro Fontes, em Itabuna, fecharam os dois sentidos da pista do Semianel Rodoviário, nesta manhã de quarta (9), para cobrar mais água para a localidade. A Polícia Militar foi acionada para liberar a pista. O semianel liga a BR-101 e a Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415).

De acordo com os moradores, a água não chega chega aos blocos 18 a 20 com força para abastecer os apartamentos. O condomínio conta com cerca de mil apartamentos e mais de 5 mil moradores.

O bloqueio da pista começou por volta das 9h50min e a promessa era somente liberar o tráfego de veículos após a chegada de novo caminhão-pipa para atender a localidade.

TANQUE DA EMASA

Com a falta d´água, moradora lava roupa no Riacho Água Branca (Foto Pimenta).

Com a falta d´água, moradora lava roupa no Riacho Água Branca (Foto Pimenta).

Outra queixa dos moradores ouvidos pelo Pimenta é quanto à água fornecida pela Emasa em um reservatório de 10 mil litros. “A empresa só abastece uma vez por dia. Quando chega, não dá pra nada”, diz João Paulo Souza, morador do condomínio.

Com a falta d´água, os moradores estão recorrendo ao Riacho Água Branca, que passa em frente ao Pedro Fontes. Usam a água esverdeada para lavar roupa e tomar banho. “É o que nos resta”, afirma Joelma Dias do Nascimento.

EMASA ALERTA PARA VENDA DE ÁGUA CLANDESTINA

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A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) divulgou alerta para a venda de água clandestina em caminhões-pipa sem origem comprovada. Segundo a nota, todos os caminhões da Emasa que estão distribuindo água têm a marca da Emasa em suas laterais. Se não tiver a marca, é água clandestina.

Há, pelo menos, duas semanas, “há pessoas vendendo água em carros pipas dizendo ter o produto saído de suas Estações de Tratamento de Água (ETA), no São Lourenço, o que não é verdadeiro”.

A orientação da Emasa é para que os consumidores questionem a origem da carga de água, “principalmente pelos riscos à saúde pública pelo consumo de água de que não se sabe qual a procedência. Todos devem ficar atentos para evitar doenças e outros agravos à saúde. É preciso muita atenção.

Confira a íntegra da nota:

ATENÇÃO ITABUNA QUANTO À VENDA DE ÁGUA

A Emasa informa que, diante da escassez de chuvas em todo o Sul da Bahia, há pessoas vendendo água em carros pipa dizendo ter o produto saído de sua Estação de Tratamento de Água (ETA), no São Lourenço, nas proximidades da rodovia BR-101, em Itabuna. O que não é verdadeiro.

Diante da venda de água por caminhões particulares, a Emasa orienta as pessoas a questionarem a origem da carga, principalmente pelos riscos à saúde pública pelo consumo de água de que não se sabe qual a procedência. Todos devem ficar atentos para evitar doenças e outros agravos à saúde. É preciso muita atenção.

A Emasa não está vendendo cargas de carro pipa. Além disso, todos os nove veículos pipa que estão sendo usados para a distribuição de água tratada na ETA à população têm a logomarca da empresa, facilitando sua identificação.

Itabuna, BA, 8 de dezembro de 2015.

Assessoria de comunicação Emasa”

COBRANÇA FAZ DA EMASA CASO PARA PROCON

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Emasa, que reajustou tarifa em 18% em outubro, cobra por caminhão-pipa.

A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) decidiu punir duplamente o consumidor. Quem não tem água em casa e precisa entrar na fila para pedir abastecimento por meio de caminhão-pipa, está tendo que desembolsar, pelo menos, R$ 60,00. É a taxa cobrada pelo fornecimento de 5 mil litros de água.

Se o cliente está em dia, a água em caminhão-pipa deveria ser fornecida gratuitamente, afinal, a fatura do mês chegará normalmente na casa da vítima, o cliente.

Hoje, até as 10h da manhã, a quantidade de pedidos de água por meio de caminhão-pipa chegava a 2 mil, o que levou a empresa a não receber novos pedidos, temporariamente.

O prefeito Claudevane Leite, de acordo com a assessoria da Emasa, havia autorizado o fornecimento de água em caminhões sem a cobrança de taxa. Não se sabe se com a chancela de Vane ou não, a empresa mudou e agora está cobrando pelo serviço.

É caso para Procon!

Em tempo: Quem não consegue água pela Emasa, está sobrando em até R$ 200,00 em empresas privadas. Uma delas pede prazo de até quatro dias para a entrega.

EMASA É ACUSADA DE SUCATEAR ESTAÇÃO ELEVATÓRIA EM CASTELO NOVO

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O texto que segue é do Blog do Thame, com grave denúncia:

A crise de abastecimento de água que afeta Itabuna poderia ter sido evitada ou, ao menos, minimizada. Isso é o que afirma um consultor em saneamento ouvido pelo Blog do Thame, que prefere ter seu nome não revelado por ainda manter relações profissionais com a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa).

Esse consultor lembrou que em 1995, primeira gestão do ex-prefeito Geraldo Simões, foi construída uma estação elevatória em Castelo Novo (Ilhéus), que por estar próximo à Lagoa Encantada, possuía um lençol freático capaz de garantir o abastecimento de água por 90 dias, mesmo em períodos de grande estiagem.

Ocorre que a Estação Elevatória foi praticamente destruída na gestão do ex-prefeito Capitão Azevedo (2009-2012) e não houve grandes investimentos para sua recuperação completa na gestão atual, apenas uma ação emergencial no início de 2015.

A culpa pela estiagem e pela consequente crise de abastecimento que prejudica milhares de itabunenses pode ser debitada na falta de chuvas e igualmente na falta de planejamento.

CRONOGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA É FALSO, DIZ EMASA

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Itabuna enfrenta colapso no abastecimento de água (Foto Martone Badaró).

Itabuna enfrenta colapso no abastecimento de água (Foto Martone Badaró).

A diretoria da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) divulgou nota em que informa ser falsa a lista com cronograma de abastecimento de água em Itabuna. O alerta foi emitido nesta sexta (4), após várias queixas de consumidores.

A lista era compartilhada desde o final de semana, principalmente via WhatsApp. O cronograma não possuía marca oficial da empresa, que demorou muito para desmenti-la, embora tenha se tornado “febre” nas redes sociais.

Na nota, a diretoria da Emasa diz que a lista é ação de má-fé de aproveitadores políticos. A Emasa, segundo dirigentes, possui cronograma de distribuição de água, mas não torna público por causa de ajustes que se tornam necessários “para melhor atender a população”. Confira a íntegra da nota abaixo:

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VANE NEGA PRIVATIZAÇÃO, MAS NÃO DESCARTA PPP NA EMASA

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Vane em audiência com funcionários da Emasa (Foto Wilson Oliveira).

Vane em audiência com funcionários da Emasa (Foto Wilson Oliveira).

O prefeito Claudevane Leite negou que vá privatizar a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) e tratou esta possibilidade como “boato”. Porém, o gestor não descartou a participação da iniciativa privada no negócio. Foi durante audiência a funcionários da empresa, nesta manhã de terça (17).

– o Plano de Saneamento sugere possibilidades de parcerias que também estão sendo amplamente discutidas nas audiências públicas – disse ele aos funcionários da Emasa, que fizeram protesto e caminhada da sede da empresa até a prefeitura, na Avenida Princesa Isabel.

Esta participação ocorreria, de acordo com rumores dentro da Emasa e da estatal estadual Embasa, por meio de Parceria Público-Privada (PPP). Em janeiro, o governador Rui Costa, ao lado do prefeito Vane, disse que a PPP no saneamento em Itabuna era algo a ser estudado.

Vane refutou a possibilidade de privatização ao receber cerca de 100 funcionários concursados da Emasa, hoje. O grupo estava preocupado com a sequência de reuniões a portas fechadas da diretoria com executivos de empresas.

O prefeito disse ter tirado a Emasa da falência e não seria agora que privatizaria a empresa. Vane afirmou aos funcionários que tudo dependerá do Plano Municipal de Saneamento, que sugere as parcerias com a iniciativa privada. O plano deverá ser apresentado, na Emasa, na próxima quinta (19), às 7h30min.

FUNCIONÁRIOS PROTESTAM CONTRA PRIVATIZAÇÃO DA EMASA

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Os funcionários concursados da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) iniciaram protesto, há pouco, para cobrar do prefeito Claudevane Leite respostas quanto às intenções de privatização da estatal municipal.

Eles paralisaram as atividades e planejam grande protesto em frente à Prefeitura de Itabuna, no Bairro São Caetano. Cerca de 100 funcionários saíram da Estação de Tratamento de Água, no São Lourenço, para a prefeitura.

A intenção é pressionar para que sejam, finalmente, recebidos pelo prefeito. Nem a direção da Emasa nem o prefeito Claudevane Leite respondem às solicitações de informações feitas pelo Sindae.

Há mais de 30 dias, o sindicato dos funcionários, o Sindae, cobra do Governo Vane informações sobre possível privatização da empresa.

De acordo com sindicalistas em entrevista ao Pimenta, há várias semanas executivos da Odebrecht têm se reunido a portas fechadas com a direção da Emasa. Suspeita-se que o governo esteja preparando plano de “privatização branca”, com a empresa sendo repassada à Embasa (estatal estadual) e, daí, para a Odebrecht.

Atualização às 9h54min – Neste momento, os manifestantes estão no gabinete do prefeito Claudevane Leite, com quem conversam e cobram informações sobre a venda da Emasa ou processo de Parceria Público-Privada (PPP) sugerido pelo Governo Baiano.

PRESIDENTE DA EMASA PEDE ORAÇÕES PARA QUE “CHOVA NOS PRÓXIMOS DIAS”

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Campos pede orações para que chova.

Campos pede orações para que chova.

A três dias da licitação para definir nova empresa que tocará obras da Barragem do Rio Colônia, em Itapé, a vizinha Itabuna voltou a sofrer os efeitos da estiagem no sul da Bahia.

Neste domingo (25) à tarde, o presidente da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Ricardo Campos, emitiu alerta a c0laboradores e secretários municipais.

A situação é de alerta com a suspensão da captação de água na estação instalada na região de Ferradas. É a segunda vez no ano que isso acontece.

“Ferradas já parou a captação, pois o rio secou naquele ponto, literalmente”, avisa o presidente da Emasa. Campos ressalta que está atendendo a região de Ferradas e adjacências “de maneira precária”.

A captação no Rio Almada, segundo Campos, está sendo reforçada para amenizar os efeitos com a suspensão da captação no Rio Cachoeira, de onde eram retirados 250 litros por segundo, em média.

A mensagem do presidente da Emasa dá bem uma ideia da situação provocada pela estiagem:

– Oremos para que chova nos próximos dias – conclamou Campos.

BARRAGEM DO COLÔNIA

As obras da Barragem do Rio Colônia, em Itapé, começaram em 2013, mas foram suspensas após a Construtora Andrade Galvão pedir revisão dos valores do contrato. Como o governo baiano não aceitou os termos, o contrato foi rescindido e houve duas novas licitações, que deram deserta ou empresas foram desabilitadas.

A expectativa é de que a licitação da próxima quarta (28) seja exitosa, pois o risco é de que o Estado tenha que devolver, para a União, mais de R$ 30 milhões de verba para a obra.

REDE DE ÁGUA ESTOURA NO PEDRO JERÔNIMO

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Moradores da Rua Bela Vista, no Pedro Jerônimo, em Itabuna, denunciam problemas constantes com o abastecimento de água no bairro. Pior, quando a água chega, a rede não suporta a pressão e estoura. O que se vê é este cenário retratado em vídeo feito por um leitor. Alô, Emasa! Aconteceu há pouco.

Atualização às 9h58min – Uma equipe da Emasa já está no local, providenciando os reparos na rede de abastecimento de água.

ESGOTO PROVOCA FEDENTINA NO SÃO ROQUE; MORADORES CONVIDAM GESTOR DA EMASA

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Esgoto estourado provoca fedentina em ruas do São Roque.

Esgoto estourado provoca fedentina em ruas do São Roque.

Moradores das ruas Independência e dos Operários, no São Roque, estão passando maus bocados com a Empresa Municipal de Saneamento Ambiental (Emasa). A rede de esgoto estourou na União Operária e acumula bem em frente às casas da Rua Independência.

A fedentina é descrita pelos moradores como insuportável. “Ainda temos uma estação de esgoto bem ao lado, que a Emasa cisma em não fazer o devido trato, além de ter se tornado um matagal”, reclama a moradora da União Operária.

Revoltados com a falta de retorno por parte da Emasa, alguns moradores estão organizando um almoço para convidar o presidenta da Emasa, Ricardo Campos. A ideia é fazer com que o presidente se sensibilize com a situação, “para que ele possa sentir o que é fazer uma refeição sentindo o insuportável odor do descaso da Emasa”.

É mais fácil resolver o problema, não?

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