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19 de janeiro de 2021 | 06:45 pm

PANDEMIA: DEPUTADOS APROVAM SOCORRO DE R$ 20 BILHÕES PARA EMPRESAS

Empresas podem ter socorro de R$ 20 bilhões
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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (29), a Medida Provisória 977/20, que abre Crédito orçamentário destinado a atender despesas urgentes e imprevisíveis, como as decorrentes de calamidade pública. O crédito de R$ 20 bilhões é para a União conceder garantia a empréstimos feitos pelos bancos a empresas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões.

A MP perde a vigência à meia-noite de quinta-feira (1º) e precisa ser votada ainda pelo Senado. Segundo a Lei 14.042/20, os empréstimos devem ser realizados no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI) até 31 de dezembro de 2020.

Além das pequenas e médias empresas, poderão ter acesso ao empréstimo com garantia também as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito.

O dinheiro virá da emissão de títulos públicos e reforçará o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Banco (BNDES).

De acordo com relatório de acompanhamento da execução orçamentária da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados, até o dia 25 de setembro, o governo já alocou no FGI cerca de 75% dos recursos liberados.

PANDEMIA: LÍDICE PROPÕE ADIAMENTO DE PAGAMENTOS DE EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS

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Preocupada com a situação financeira de aposentados e idosos, a deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) apelou ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, a inserção na pauta da casa de medidas que garantam a prorrogação do pagamento de empréstimos consignados.

Segundo ela, que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, se o benefício pode ser concedido aos bancos, pode também ser estendido aos que mais precisam de fôlego neste momento. “Em várias regiões do país, os aposentados e pensionistas do INSS são arrimos de família. Em muitos lares, são as únicas fontes de renda. Isso é visível, sobretudo, nas regiões Norte e Nordeste”, alerta Lídice.

Em março, o governo federal anunciou um pacote de R$ 1,2 trilhão em socorro para os bancos e instituições financeiras. “Enquanto uns têm muito, outros ficam sem nada”, finaliza a deputada.

PANDEMIA: MICRO E PEQUENAS EMPRESAS RECLAMAM QUE CRÉDITO NÃO TEM CHEGADO

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As dificuldades de micro e pequenas empresas em conseguir acesso ao crédito oferecido pelos bancos, a partir da pandemia do novo coronavírus, foi exposta nesta terça-feira (7) por entidades à comissão mista do Congresso que analisa as ações do governo no enfrentamento da covid-19.

Segundo presidente da Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores individuais (Conampe), Ercílio Santinone, cerca de 50% desse público não têm conta bancária em nome da entidade ou da empresa. “Eles trabalham com a sua conta bancária pessoal. E outros nem pessoalmente têm conta bancária porque, em função de qualquer contratempo, perderam o seu crédito, foram negativados e ficaram sem condições de operar qualquer atividade bancária – às vezes, uma caderneta de poupança, e, às vezes, ainda, essa poupança está em nome da esposa ou de um filho para que não seja bloqueado o pouco de recursos que consegue colocar nessa conta bancária em função de tributos que nem sempre conseguiram pagar.”

Ainda segundo presidente da Conampe, a pandemia do novo coronavírus mostrou “as mazelas do segmento, como a evidência de que falta tradição em operações bancárias”. “Estamos vendo ainda que toda essa linha de crédito não conseguiu chegar à microempresa ou ao MEI [microempreendedor individual]”, disse Santinoni.

Segundo ele, o crédito tem chegado à pequena empresa ou a que tem “um pouco mais de faturamento” e possui tradição bancária e não tem sócios no negativo. “Então, foi feita uma seleção de pequenas empresas que já operavam com o banco e essas conseguiram acessar o crédito. Aquelas que não operavam com o banco ou que não tinham tradição, não tinham feito empréstimos, não tinham limite pré-aprovado, essas não têm conseguido os recursos”, afirmou Santinoni.

CRÉDITO NAS COOPERATIVAS

Pelas cooperativas, Ênio Meinen, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), destacou que na comparação do intervalo de abril a junho deste ano, período agudo da pandemia, com o mesmo intervalo de 2019, a carteira de crédito das cooperativas para esse público teve uma expansão próxima de 30%. “A explicação basicamente tem a ver com o fato de os empresários reunirem uma dupla condição: eles são clientes e donos ao mesmo tempo das cooperativas. Essa circunstância, além de facilitar o acesso ao crédito – conforme eu já falei –, também desonera substancialmente esses associados, donos dos empreendimentos, com relação a custos de abertura de crédito, custos com seguros e tarifas”, destacou.

Apesar disso, o representante da OCB lamentou que apenas 10% dos empreendedores têm batido às portas das cooperativas para procurar crédito nesse período. As cooperativas, afirmou, respondem hoje por 10% do crédito total destinado ao pequeno negócio no Brasil e há um potencial evidentemente de expandir essa representatividade.

“É fundamental, dado especialmente o tempo que as instituições levaram para colocar no ar, enfim, fazer adaptação dos seus sistemas operacionais e seus sistemas tecnológicos, que haja prorrogação do Pese [Programa Emergencial de Suporte a Empregos], é uma proposta que já está em discussão no âmbito da conversão em lei da Medida Provisória”, lembrou Menien.

OUTRO LADO

O diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Sérgio Neves de Souza, garantiu que o crédito vai começar a chegar para as micro e pequenas empresas brasileiras a partir da segunda quinzena de julho. “Os bancos privados têm todo o interesse em emprestar. Com os programas de risco compartilhado, a sociedade vai perceber o crédito chegando a partir da segunda quinzena de julho”.

Souza disse ainda que os bancos demonstraram “aversão” à concessão de empréstimos para microempresas a partir do mês de maio e, por isso, o incentivo ao crédito passou a depender da atuação do estado. “Esse arrefecimento é natural e decorre da ampliação da aversão ao risco por parte das instituições financeiras. Diante desse quadro, o novo impulso ao crédito passa a depender de um esforço fiscal por parte do estado, assumindo ou compartilhando o risco com as instituições financeiras”, destacou.

O diretor do Banco Central avaliou que a partir deste mês os Programas Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e o Emergencial de Acesso ao Crédito – conhecido como FGI – devem ganhar força e começar a trazer mais resultados.

O diretor também comparou a crise econômica provocada pela covid-19 à enfrentada pelo mundo em 2008. De acordo com ele, todas as medidas tomadas pelo Banco Central para garantir a liquidez já impulsionaram em R$ 175 bilhões o mercado de crédito. “Os esforços das medidas de liquidez e de crédito são compatíveis com a severidade da atual crise. Em três meses já implementamos o total do realizado na crise financeira internacional de 2008. Nosso esforço monetário e fiscal é incomparável com o de outros países emergentes e supera grande parte do de países avançados”, disse.

PROGRAMA OFERECE APOIO A EMPRESAS DO SETOR DE ALIMENTOS

Empresas de alimentos já estabelecidas podem ter acesso a crédito || Foto Rovena Rosa/Agência Brasil
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Estão abertas inscrições para o programa Scale up nacional, voltado a oferecer apoio a empresas no ramo de alimentação e bebidas. O público-alvo da iniciativa são empresas que já se estabeleceram no mercado, mas têm potencial de atingir um crescimento rápido, ou “escalar seus negócios”, no jargão da administração empresarial.

O projeto é uma promoção da organização sem fins lucrativos Endeavor e tem patrocínio da Nestlé. Ao todo, serão selecionadas 15 companhias para participar das atividades de qualificação e orientação, visando o que os organizadores chamam de “crescer com consistência”.

Entre as áreas de atuação estão bebidas, alimentos tradicionais, alimentos baseados em plantações, alimentos e bebidas funcionais e suplementares, tecnologia vinculada à alimentação e comércio eletrônico desse segmento.

O programa tem previsão de duração de cinco meses. Serão designados especialistas para aconselhar os representantes de empresas participantes, os chamados “mentores”. Eles discutirão com os empresários formas de vencer desafios diversos, como logística, canais de venda, construção de marca e cultura organizacional.

A Endeavor lida com 235 empresas em 18 programas semelhantes em todo o país. Ela afirma que após o projeto, as firmas experimentam crescimento de até 93% e aumento do número de funcionários de até 23%.

BANCO DO POVO AUMENTA OFERTA DE CRÉDITO PARA PEQUENOS NEGÓCIOS EM ILHÉUS

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Fundado em Itabuna, Banco do Povo passou a atender Ilhéus em 2017

Uma das mais bem-sucedidas experiências de microcrédito do interior do Nordeste brasileiro, o Banco do Povo espera fechar 2018 com volume de R$ 500 mil em empréstimos para pequenos negócios em Ilhéus, no sul da Bahia. Nos 12 primeiros meses em que passou a atuar na Terra de Gabriela, o banco liberou cerca de R$ 300 mil para microempreendedores ilheenses, segundo a diretora-executiva do Banco do Povo, Ilana Queiroz.
A maior parte dos empréstimos foi liberada para Malhado (26,8%) e Nelson Costa (21,65%), beneficiando mais de 250 empreendimentos. Todos os créditos, explica Ilana, são concedidos após visitas ao negócio e acompanhamento de um agente educativo de crédito, o que em parte explica a baixíssima inadimplência, de 0,7%. As populares “sacoleiras” formam a atividade que mais busca o crédito em Ilhéus, representando 27,84%, em sua maioria para compra de confecções e acessórios.
Fundado em Itabuna em 2001, o banco estimula pequenos empreendimentos e, em Ilhéus, atende sempre pelas manhãs, no Balcão do Empreendedor, no Anexo da Prefeitura de Ilhéus. “Esse local de atendimento é fruto da importância que o empreendedor tem para o desenvolvimento da economia no município. Por isso, a ideia da Secretaria de Indústria e Comércio de ofertar vários serviços em um só lugar”, diz Ilana.
CRÉDITO RURAL

Ilana: R$ 500 mil em créditos até dezembro em Ilhéus

Além do desafio de atingir R$ 500 mil em créditos concedidos até o final do ano, o Banco do ovo quer levar crédito para mais bairros de Ilhéus e para comunidades rurais, beneficiando também produtores rurais.
– Levamos o credito até o cliente. Não importa onde ele esteja, o nosso objetivo é apoiar esses empreendedores concedendo crédito de forma orientada e com a garantia que o crédito esteja disponível para o cliente no momento que ele precisar – reforça Ilana.
Para ter acesso a crédito, é preciso possuir uma atividade produtiva há, pelo menos, 6 meses e ser maior de 18 anos. O crédito pode ser individual ou em grupo. É necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência. Segundo Ilana, os créditos concedidos vão de R$ 200,00 a R$10.000,00. Além de Itabuna, onde funciona a sede, e Ilhéus, o Banco do Povo atende Buerarema, Ibicarai, Floresta Azul e Coaraci Mais informações do banco podem ser obtidas pelos telefones 73 3612 2366 / 98848 3747 / 9988 6186 Whatsapp ou pelo site www.bancodopovoitabuna.com.br.

LIBERAÇÃO DE EMPRÉSTIMO DE R$ 600 MILHÕES PARA A BAHIA IRRITOU DEM E PPS, SEGUNDO ESTADÃO

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Maia pode deixar relatoria de Reforma da Previdência como retaliação, segundo jornal

Mesmo sendo obtida por via judicial, a liberação dos R$ 600 milhões de empréstimo do Banco do Brasil para a Bahia deixou irritados o DEM e o PPS baianos, segundo noticia, nesta manhã de sábado (30), a Coluna Estadão, do Estado de São Paulo.

– O DEM e o PPS estão em pé de guerra porque o dinheiro chega para o governador petista Rui Costa no ano eleitoral de 2018, quando Rui irá tentar a reeleição. Seu principal adversário na disputa será o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM). Aliado do demista, Arthur Maia (PPS) já falou até em deixar a relatoria da Previdência – informa a coluna do jornal paulista.

A publicação lembra de compromisso de Michel Temer em liberar o empréstimo em troca de apoio para barrar a investigação da segunda denúncia contra o presidente. Para isso, segundo o senador Otto Alencar, o governo teria a presença dos cinco deputados do PSD no plenário para a votação. Os parlamentares votaram contra o presidente, mas ajudaram garantindo quórum para votação da denúncia.

O empréstimo de R$ 600 milhões é garantido por organismos internacionais. O Banco do Brasil atua como agente financeiro. O valor foi depositado na conta do Governo do Estado nesta semana, após decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A corte obrigou a instituição financeira a liberar a grana imediatamente.

BANCOS! AH, OS BANCOS!

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Walmir Rosário 3Walmir Rosário | wallaw2008@outlook.com

 

Não é preciso dizer que a parte mais fraca sofre com a bandidagem solta e armada nas ruas, planejando assaltos diários, tanto aos correspondentes bancários quanto a outras empresas que trabalham com valores, a exemplo dos supermercados.

 

Que os bancos só emprestam dinheiro aos clientes que não precisam, todos sabem, mas o que passamos a saber a cada dia é que os bancos somente querem cobrar taxas como estabelecimentos bancários, porém não admitem prestar os serviços a que devem entregar e já cobram por isso. É muito estranho, mas é verdade e é mais uma jabuticaba brasileira.

Pouco vou a uma agência bancária e só me dirijo a esses locais em última instância. Também não é pra menos: tenho que transpor uma série de barreiras para conseguir ultrapassar a porta giratória, após provar que não ando mal-intencionado e desarmado. Mesmo assim sou visto com desconfiança pelos estagiários e empregados, como se fosse ali apenas para importuná-los.

Ora, se um consumidor qualquer procura um banco é porque pretende fazer qualquer tipo de negócio que o banco preste: tomar empréstimos, sacar o seu dinheiro depositado com antecedência, ou, quem sabe, emprestar dinheiro ao banco. Alguns, até, se propõem a emprestar dinheiro aos bancos por juros ínfimos, mesmo sabendo que se precisar vai ter que pagar 10 vezes mais por isso. Mas como tem gente que tem gosto pra tudo…

Seja lá qual for sua intenção, não será bem-visto até que o gerente ou outro funcionário graduado lhe saúde com cara de bons amigos e, quem sabe lhe dê um abraço afetuoso e espalhafatoso para que todos conheçam a sua importância. Caso não seja desse quilate, será desprezado pelo caixa nem tão rápido, que lhe despacha um aviso deste tipo: “Você não tem o perfil para esse serviço”.

Pois é, se um reles equipamento que fica estacionado no lado de fora do banco não lhe aceita, por qual motivo os funcionários do banco iriam lhe aceitar lá dentro, dar um abraço apertado e servi-lhe um cafezinho? Seu perfil é o de fila de correspondente bancário e como tal você deverá se comportar. Hoje, você não é aceito na Caixa Econômica Federal nem mesmo para abrir uma conta poupança. Ah se Itamar Franco ainda fosse vivo e presidente do Brasil…

Um banco múltiplo, como é o caso de 99,99% dos bancos brasileiros, oferecem serviços como depósitos e saques nas contas-correntes e poupanças que mantêm, mas não querem que os clientes de suas contas entrem em suas agências. Estranho, muito estranho esse comportamento de uma empresa que quer o cliente longe dela, mesmo que cobre taxas cada vez mais caras para isso.

Atualmente, é muito comum entrarmos na antessala de uma agência bancária – local onde ficam as máquinas chamadas caixas eletrônicas ou rápidas, apesar das grandes filas – e encontrarmos pessoas vestidas com um casaco com um letreiro às costas “Posso ajudar”. Engana-se que acredita na ajuda, a verdadeira função delas é fazer com que a agência se livre daquele cliente ou simples consumidor e procure outro lugar qualquer para pagar suas contas. Clique no “leia mais” para ler a íntegra do artigo.

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OPOSIÇÃO OBSTRUI VOTAÇÃO NA ASSEMBLEIA

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Sandro Régis diz que governo quer cheque em branco

Sandro Régis diz que governo quer cheque em branco

A bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia conseguiu ontem (21) obstruir a sessão na qual seria votada a autorização para o governo contrair empréstimos no valor de R$ 2,1 bilhões junto a instituições financeiras internacionais. Os oposicionistas alegaram falta de discussão e de clareza sobre a destinação dos recursos.

Na semana passada, a bancada do governo aprovou regime de urgência para a tramitação da matéria. Para o deputado Sandro Régis (DEM), líder da oposição, o governo deseja obter um “cheque em branco”. Augusto Castro (PSDB) reclamou da falta de investimentos no sul da Bahia e disse que o governo já contratou R$ 13,5 bilhões em empréstimos nos últimos nove anos, sem que a região tenha se beneficiado desses recursos.

Após a obstrução, as duas bancadas fizeram um acordo para que a matéria seja discutida no âmbito das comissões técnicas da casa. A análise acontece na manhã de hoje.

SERVIDOR TERÁ 96 MESES PARA QUITAR CONSIGNADO

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A partir de hoje (3), servidores públicos federais podem contratar empréstimo consignado em até 96 parcelas. Anteriormente, o limite para desconto em folha era de 60 parcelas. A alteração consta do Decreto 8.321, publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.
Conforme o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, “a medida representa ganho para o servidor, que passa a ter opção de empréstimos mais longos, mantendo a mesma taxa de juros, de 2,5% ao mês. As empresas consignatárias continuarão observando o limite máximo de juros, só que agora para 96 meses”.
O empréstimo consignado é uma modalidade de crédito em que as parcelas são deduzidas diretamente da folha de pagamento da pessoa física. Por implicar menos risco, ele oferece juros menores que as demais modalidades. Da Agência Brasil.

EX-DIRETOR DA CÂMARA ACUSA RUY DE "LIMPAR" CONTRACHEQUE PARA OBTER EMPRÉSTIMO

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Ruy é acusado de "esquentar" contracheques.

O ex-diretor de Recursos Humanos da Câmara, Kleber Ferreira, afirmou ao Pimenta que o vereador adulterou contracheque para obtenção de novos empréstimos na rede bancária, depois de contrair consignado no Bradesco.
A fraude, afirma Kleber, pode ser comprovada ao analisar a folha analítica da Câmara enviada ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). “Em novembro do ano passado, ele me procurou e disse que precisava limpar o contracheque para tomar dinheiro em outro banco”.
Kleber disse que se negou a esquentar o documento, mas cumpriu ordem do presidente da Casa, Clóvis Loiola (PPS), para emitir uma via que não constasse o consignado do Bradesco, que abocanhava 30% dos vencimentos como vereador.
Ao retirar o consignado do contracheque, Ruy estaria livre para tomar empréstimo na rede bancária. O documento do vereador ficou sem constar a parcela mensal do consignado do Bradesco no período de novembro de 2009 a março deste ano, conforme Kleber. O ex-diretor tem comprovante do requerimento.
Kleber concedeu a entrevista ao Pimenta acompanhado de duas pessoas, sendo uma delas um advogado. Nesta sexta-feira, o diretor prestou depoimento à Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga suposto esquema que desviou cerca de R$ 1 milhão dos cofres da Câmara de Vereadores de Itabuna.
Ontem, ao final da manhã, o vereador Ruy Machado negou que tivesse adulterado contracheque para obter empréstimo. Hoje, apareceu em um jornal local se dizendo vítima e afirmando que iria processar os veículos de comunicação que divulgassem o caso.

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