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28 de fevereiro de 2020 | 05:48 am

CONTA DE LUZ NÃO TERÁ COBRANÇA EXTRA EM FEVEREIRO, ANUNCIA A ANEEL

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Conta de luz não terá cobrança extra em fevereiro, segundo a Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou, nesta sexta (31), que a bandeira tarifária no mês de fevereiro será verde, ou seja, não haverá custo extra na conta de luz para os consumidores. Segundo a agência, o mês deverá ser chuvoso nas áreas onde estão localizados os principais reservatórios das hidrelétricas e o custo de geração de energia será menor. Dessa forma, não haverá necessidade de acionamento das usinas termoelétricas, que custam mais para gerar energia.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

As bandeiras tarifárias nas cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2). Elas indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

CONTA DE LUZ ELÉTRICA É CARA PARA 87% DOS CONSUMIDORES BRASILEIROS

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Coelba é a companhia autorizada na Bahia

Um levantamento feito pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em parceria com o Ibope, mostrou que 79% dos entrevistados gostaria de ter um mercado livre para escolher a sua fornecedora de energia.

O percentual é 10 pontos percentuais maior do que o obtido na avaliação de 2018. Segundo a Pesquisa de Opinião Pública 2019 sobre o que pensa e quer o brasileiro do setor elétrico, lançada hoje (12) na capital paulista, 68% dos entrevistados trocariam hoje a sua fornecedora de energia.

Os dados revelam que 87% das pessoas consideram sua conta de energia cara, número que subiu 4 pontos percentuais em relação ao ano passado. Aqueles que consideram excessivos os impostos cobrados em sua conta de luz são 65% e 64% disseram fazer esforço para economizar energia para não atrapalhar o orçamento familiar. Para 57% da população o custo da energia cairia caso houvesse abertura do mercado.

De acordo com a Abraceel, o objetivo da pesquisa foi o de saber a opinião dos cidadãos sobre a possibilidade de escolher seu fornecedor e até mesmo de produzir sua própria energia. Foram ouvidas 2.002 pessoas, entre os dias 23 e 27 de maio, de 16 a 55 anos, em todas as regiões do Brasil.

“Os resultados apontam um crescimento constante no interesse do brasileiro em ter liberdade de escolha. O Brasil não pode caminhar na contramão do mundo. Países desenvolvidos abriram seus mercados de energia e desfrutam de uma economia e de um crescimento de produção que o nosso mercado também merece”, disse o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros.

Segundo Reinaldo Medeiros, o mercado livre no Brasil já existe, embora restrito a grandes consumidores, que alcançaram uma economia em torno de R$ 185 bilhões nos últimos 16 anos.

EMASA CRITICA COELBA POR INTERRUPÇÃO CONSTANTE NO FORNECIMENTO DE ENERGIA

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Sede da Emasa, na Rua São Vicente de Paulo, centro da cidade

A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) voltou a criticar a Coelba pelas quedas constantes de energia elétrica na região de Rio do Braço e Mutuns. A última delas, de acordo com a Emasa, ocorreu na madrugada desta segunda-feira (16).
A estação intermediária de captação de água em Mutuns, segundo a empresa, parou completamente. “As interrupções no fornecimento de energia elétrica estão comprometendo a captação de água, a exemplo do que aconteceu na meia-noite desta segunda-feira”, informa a Emasa em comunicado.
A falta de energia elétrica compromete o abastecimento. Pelo menos seis localidades populosas estão sem água – bairros de Fátima, João Soares, Califórnia, Santa Inês e Parque Boa Vista e Loteamento Paraíso. As localidades, informa, só voltarão a ter o abastecimento normalizado quando a Coelba restabelecer o fornecimento de energia elétrica.

HORÁRIO DE VERÃO COMEÇA NESTE DOMINGO; VEJA O QUE MUDA

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Horário de verão entra em vigor neste domingo

Horário de verão entra em vigor neste domingo


– BAHIA ESTÁ FORA DO HORÁRIO DE VERÃO

O Horário de Verão começa à 0h deste domingo (15). Os relógios deverão ser adiantados em uma hora para se adequar à medida. A mudança vai valer até o dia 18 de fevereiro de 2018. É possível que esta seja a última vez que o Horário de Verão seja adotado no Brasil. Isso, porque autoridades do setor elétrico constataram mudanças nos hábitos de consumo de energia dos brasileiros.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que mais tem influenciado o horário de pico do consumo de energia não é mais a incidência de luz solar, e sim a temperatura. Este ano, o Horário de Verão valerá para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Nos estados do Norte e do Nordeste não haverá mudança nos relógios.

A justificativa para a adoção da medida ano após ano é o aproveitamento do maior período de luz solar para economizar energia elétrica. Em 2013, o país economizou R$ 405 milhões, ou 2.565 megawatts (MW), com a adoção do Horário de Verão. No ano seguinte, essa economia baixou para R$ 278 milhões (2.035 MW) e, em 2015 caiu ainda mais, para R$ 162 milhões. Em 2016, o valor economizado com Horário de Verão baixou novamente, para R$147,5 milhões.

Segundo o ONS, a redução na economia de energia com o Horário de Verão tem a ver com uma mudança no perfil e na composição da carga elétrica no país. Se antes o que determinava o horário de pico do consumo de energia era a incidência da luz solar, hoje é a temperatura. Com isso, o pico de consumo passou a ser entre 14h e 15h e não mais entre 17h e 20h.

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MORADORES DO CONCEIÇÃO FICAM QUASE 6 HORAS SEM ENERGIA ELÉTRICA

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Cruzetas apodrecidas provocam curtos-circuitos e deixam consumidores sem energia elétrica || Foto Luiz Conceição

Cruzetas apodrecidas deixam consumidores sem energia elétrica || Foto Luiz Conceição

A queda de uma cruzeta de madeira apodrecida em um poste na Rua Duque de Caxias, nas proximidades do Colégio Batista, deixou moradores do bairro Conceição, em Itabuna, sem energia elétrica das 2h às 7h30min de hoje (8). O incidente foi causado pela falta de manutenção adequada da rede elétrica. Segundo moradores, não é a primeira vez que hastes apodrecidas derrubam a rede de alta-tensão no bairro e deixam os consumidores sem luz.

Apesar de ter chegado horas depois do ocorrido, somente por volta das 5 horas que operários da empresa que presta serviços de manutenção à Coelba puderam substituir a cruzeta e restabelecer o fornecimento de energia elétrica a grande parte das residências e casas comerciais do bairro. Quem amargou maiores prejuízos foram bares e padarias num raio de 800 metros do local do incidente. A queda também afetou outras localidades, como o Alto Maron.

CONTA DE LUZ TERÁ BANDEIRA VERDE EM JUNHO

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contaenergiaA bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

DOIS MESES NO VERMELHO

Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A previsão da Aneel era de que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro. (Agência Brasil)

NÍVEL DE RESERVATÓRIOS SOBE, MAS NÃO HÁ PREVISÃO PARA DESLIGAR TÉRMICAS

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Reservatórios de usinas hidrelétricas tem elevação de nível d´água (Foto Usina Hidrelétrica de Mauá).

Reservatórios de usinas hidrelétricas têm elevação de nível d´água (Foto Usina Hidrelétrica de Mauá).

Apesar de uma melhora no nível dos reservatórios das hidrelétricas neste ano em relação ao ano passado, ainda não há uma definição do governo sobre a possibilidade de desligar as termelétricas que foram acionadas para garantir a oferta de energia para o país. O uso das usinas térmicas aumenta o preço da energia, refletido na aplicação da bandeira tarifária vermelha nas contas de luz de todos os consumidores.

Em agosto do ano passado, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) determinou o desligamento de usinas térmicas com maior custo de geração. A medida foi proposta pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), devido à recuperação de parte dos níveis de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Segundo o Ministério de Minas e Energia, isso gerou uma economia de R$ 5,5 bilhões no segundo semestre de 2015 e permitiu que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reduzisse o valor da bandeira tarifária vermelha de R$ 5,50 para R$ 4,50 por quilowatt-hora consumidos.

Mas, de lá para cá, não houve nova determinação do CMSE para que outras térmicas fossem desligadas. Na reunião mais recente do grupo, há uma semana, foi determinado que ONS deverá continuar acompanhando as condições hidroenergéticas do Sistema Interligado Nacional para, em função da sua evolução, propor ao CMSE a definição da geração térmica necessária para a garantia do atendimento energético do país.

Na avaliação do presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, a energia das termelétricas deverá continuar sendo usada pelo menos até abril, quando termina o período mais chuvoso no país, para que se possa para avaliar as condições dos reservatórios das hidrelétricas e decidir sobre a possibilidade do desligamento. “Aí então se terá segurança para poder, eventualmente, promover o desligamento parcial dessas usinas”, diz. Atualmente, as termelétricas que estão ligadas geram cerca de 14 mil megawatts médios de energia.

O nível dos reservatórios do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que é responsável por cerca de 70% do armazenamento de água para a geração de energia no país, está em 39,1% atualmente. Em janeiro do ano passado, o nível chegou a 16,8%. “Não é um número espetacular, é relevante em relação ao ano passado, mas historicamente, nesta época os níveis são mais elevados. Mas é uma melhora significativa”, destaca Sales.

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SEM ENERGIA ELÉTRICA

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Manutenção em rede deve ser concluída até as 16h (Foto Pimenta).

Manutenção em rede deve ser concluída até as 16h (Foto Pimenta).

Moradores de áreas próximas da praça principal do Bairro Santo Antônio, em Itabuna, estão desde as 9 horas de hoje (13) sem energia elétrica. O fornecimento de energia foi interrompido por causa de serviços de manutenção na rede de alta tensão do bairro. A previsão da Coelba é de que o trabalho seja concluído até as 16h.

FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA DEIXARÁ 11 LOCALIDADES SEM ÁGUA EM ILHÉUS

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Manutenção em rede da Coelba deixará zona sul sem água.

Manutenção em rede da Coelba deixará zona sul sem água.

O abastecimento de água será interrompido na zona sul de Ilhéus, amanhã (4), das 9h30min às 15h30min, de acordo com comunicado da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa).

A paralisação ocorrerá porque a Coelba suspenderá fornecimento de energia naquela região, afetando a captação de água em Rio de Engenho.

Segundo o comunicado, a previsão é de que o abastecimento de água seja normalizado em até 24 horas depois da retomada das operações de captação e tratamento.

As localidades afetadas com a suspensão programada serão Couto, Santo Antônio, Nossa Senhora da Vitória, Rodovia Ilhéus/Olivença, Ilhéus II, Pontal, Jardim Atlântico, Barreira, Hernani Sá, Mambape e Nelson Costa.

HORÁRIO DE VERÃO ENTRA EM VIGOR EM 10 ESTADOS E NO DF

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relógio1O Brasil entrou neste domingo (18), a partir de zero hora, no horário de verão. A população tem que adiantar os relógios em uma hora nos estados de Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro; Espírito Santo. Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. A mudança que vai durar até dia 20 de fevereiro de 2016.

O horário de verão deste ano deverá resultar em uma economia de R$ 7 bilhões em investimentos no setor elétrico. O governo tem a expectativa de que deixarão de ser consumidos 2.610 megawatts. “É um investimento economizado”, justificou o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barat.

De acordo com o ministério, nos últimos dez anos a medida tem possibilitado uma redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%. Isso equivale aproximadamente ao consumo mensal de uma cidade do porte de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

Além disso, a mudança do horário poupa o país de sofrer as consequências da sobrecarga na rede durante a estação mais quente do ano, quando o uso de eletricidade para refrigeração, condicionamento de ar e ventilação é o maior do ano.

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