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5 de junho de 2020 | 04:57 pm

EMPRESAS VÃO INVESTIR R$ 827 MILHÕES NA BAHIA; FÁBRICA EM ILHÉUS AMPLIARÁ UNIDADE

Fábrica anuncia investimentos em ampliação de fábrica em Ilhéus
Tempo de leitura: 2 minutos

O Governo do Estado anunciou que quatro empresas investirão  R$ 827,8 milhões na Bahia  e vão gerar 1,4 mil novos empregos no estado.  Os protocolos de intenções foram assinados com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na terça-feira (17).

Uma dessas empresas é a Mendoá Chocolates, que anunciou  investimento de  R$ 3 milhões para ampliar sua unidade industrial em Ilhéus, no sul da Bahia. O incremento na capacidade de produção será de 750 quilos/dia.  Com a ampliação a capacidade total da fábrica saltará para 1 mil quilos/dia. Além de manter os 51 empregos existentes, a previsão é de que sejam criados até 30 novos postos de trabalho.

“Nesses 7 anos [de operação na Bahia], nosso consumidor foi ‘catequisado’ para o consumo de um chocolate mais saudável, com alta concentração de cacau e isso nos faz crescer anualmente algo em torno de dois dígitos, levando nossa capacidade fabril a praticamente sua plenitude. Atuamos em 16 capitais do Brasil e isso gerou uma necessidade de pensarmos em ampliar nossa fábrica e projetar uma nova unidade fabril para os próximos três ou cinco anos”, explica Alexandre Soeiro, diretor de Operações da Mendoá.

ENERGIA SOLAR

Já os representantes da Sol do Sertão, no município de  Oliveira de Brejinhos, assinaram  protocolos no valor de R$ 810 milhões para construção de seis usinas para geração de energia elétrica. No total, a empresa, que investe pela primeira vez em energia solar, vai construir três grandes complexos, com um total de oito parques e capacidade instalada de 474 Megawatts (MW).

De acordo com Gilberto Peixoto, diretor de Implantação da Sol do Sertão, as obras civis devem iniciar ainda este mês e gerar 1,2 mil vagas de emprego. “A previsão é que os parques entrem em operação por fases, entre março e julho de 2021. Estamos desenvolvendo também um projeto eólico na região de Xique Xique, com previsão de início de obras para o próximo ano”, declara Gilberto Peixoto, diretor de Implantação da Sol do Sertão.

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"BAHIA OPORTUNIDADES" REVELA O NOVO PERFIL DO PRODUTOR DE CACAU

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Revista destaca o novo perfil do cacauicultor sul-baiano || Divulgação

A força empreendedora dos produtores de cacau no sul do Estado é o principal destaque da edição impressa da Bahia Oportunidades, lançada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) da Bahia. A revista traz o ambiente favorável aos novos empreendimentos e geração e emprego e renda no estado.
No sul da Bahia, os coronéis dão lugar a empresários modernos, as exportações do produto in natura cedem espaço para a produção de chocolates tipo exportação e a fama adquirida por intermédio dos livros de Jorge Amado incentiva o turismo rural. As inovações com o suporte da Ceplac e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) também são mostradas na reportagem. A edição digital pode ser conferida, gratuitamente, clicando aqui.
– A edição impressa amplia ainda mais o alcance da revista, que apresenta o ambiente favorável à geração de negócios, emprego e renda hoje existente na Bahia. A revista é um importante instrumento de prospecção e atração de novos investimentos – afirma o novo secretário da Pasta, Paulo Guimarães, que substitui o ex-governador Jaques Wagner.

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LAPA: PRODUÇÃO DE ENERGIA SOLAR NO SERTÃO BAIANO É DESTAQUE NA “EXAME”

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Complexo tem capacidade para gerar energia para cidade de 166 mil habitantes || Foto Manu Dias

Complexo tem capacidade para gerar energia para cidade de 166 mil habitantes || Foto Manu Dias

O sol forte que sempre castigou o sertanejo agora é cobiçado por investidores bilionários que começam a mudar a cara do semiárido baiano. O movimento transformou a pequena Bom Jesus da Lapa, até então conhecida pelo turismo religioso e suas grandes romarias, na capital da energia solar. A cidade, de 63 mil habitantes, localizada à beira do Rio São Francisco, abriga hoje a primeira grande usina solar do Brasil.

Ali, onde o sol nasce antes de o relógio marcar seis horas da manhã e a temperatura quase sempre beira os 35 graus, já estão sendo produzidos 158 megawatts (MW) com o calor do sol. É energia suficiente para abastecer uma cidade de 166 mil residências – Bom Jesus da Lapa, por exemplo, tem 16 mil domicílios. Mais importante que isso, no entanto, é que o projeto representa o primeiro passo para o desenvolvimento de uma indústria bilionária que não para de crescer no mundo – no ano passado, avançou 50%.

Só em Bom Jesus da Lapa, a italiana Enel Green Power, dona do empreendimento, investiu US$ 175 milhões, algo em torno de R$ 542 milhões. Em pouco mais de um ano, 500 mil painéis solares passaram a cobrir uma área de 330 hectares, o equivalente a 462 campos de futebol. Nesse período, a cidade sertaneja, acostumada com o vaivém dos fiéis e com cifras bem mais modestas, passou a conviver com uma mistura de idiomas.

Como a cadeia de produção no Brasil ainda é incipiente, os equipamentos para montar o parque solar vieram de várias partes do mundo. Os painéis que captam o calor do sol foram fabricados na China; os conversores para transformar a energia solar na eletricidade que chega à casa dos consumidores vieram da Itália; e a montagem da estrutura que permite a movimentação dos painéis na direção do sol foi feita por espanhóis.

Leia a íntegra na Exame

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