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25 de fevereiro de 2020 | 03:14 pm

ACORDO JUDICIAL ENVOLVE ATUAL E EX-CONTROLADORA DA BAHIA MINERAÇÃO

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Acordo pode ter influência no projeto Porto Sul

Acordo pode ter influência no projeto Porto Sul

Um acordo judicial firmado em Londres pode ter influência direta no projeto do Porto Sul, em Ilhéus. A transação envolve os grupos Zamin/Ardila e a Eurasian Natural Resources Corporation (ENRC), que comprou do primeiro a Bahia Mineração (Bamin), empresa parceira do Governo da Bahia na construção do complexo portuário.

Os dois grupos vinham brigando há anos na justiça inglesa e o conflito chegou a ser notícia no jornal britânico The Independent. A Zamin acusava a ENRC de não pagar a última parcela referente à aquisição do projeto Pedra de Ferro, que inclui a jazida em Caetité, de onde será extraído o minério que a Bahia Mineração pretende exportar pelo Porto Sul.

Segundo nota distribuída pela ENRC, o resultado do acordo, que é confidencial, foi considerado “muito positivo”. A reivindicação da Zamin contra a ENRC está relacionada a um pagamento no valor de U$ 300 milhões.

A construção do Porto Sul já teve concluído seu processo de licenciamento ambiental, mas as obras na zona norte ainda não começaram. Neste mês, o governador Rui Costa visitou a China e assinou acordos com grupos interessados em investir no projeto. Segundo o governo, o empreendimento é prioritário.

ENRC ADQUIRE 100% DO CONTROLE DA BAMIN

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A Eurasian Natural Resources Corporation (ENRC) confirmou no final desta tarde de terça, 21, que tornou-se a única proprietária da Bahia Mineração (Bamin), em um negócio de 670 milhões de dólares. Em maio de 2008, a ENRC, do Cazaquistão, havia adquirido 50% da Bamin, concluindo a compra agora.
A Bamin está investindo cerca de R$ 1,8 bilhão nos projetos de extração e exportação de minério de ferro na Bahia. O minério será extraído na região de Caetité e exportado por um porto privativo que a empresa irá construir em Ilhéus. O porto deve entrar em operação em 2013, conforme a ENRC.
Num comunicado nesta tarde, Felix J Vulis, CEO do grupo cazaque, disse que a aquisição do controle total da Bamin é estratégico para as ações da empresa em mineração no mundo e afirmou que o negócio na Bahia “poderá suportar produção anual de 19,5 milhões de toneladas.

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