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16 de abril de 2021 | 02:02 pm

INEP NEGA FALHAS NA CORREÇÃO DAS REDAÇÕES DO ENEM

Instituto refuta reclamações de estudantes que questionaram correção de textos
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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), negou ter havido erros nas notas de redação da edição 2020 do exame. “Não há problemas técnicos identificados entre a disponibilidade das referidas notas pelo consórcio Cesgranrio-FGV, contratado para operacionalização do Enem, e o instituto”, informou em nota divulgada hoje (2).

Desde a última terça-feira (30), quando com o acesso às notas foi liberado, estudantes fizeram reclamações nas redes sociais. Eles questionaram a correção, alegando que haviam tirado notas muito mais baixas do que em exames anteriores.

O instituto afirmou não ter havido falhas nas correções. “O Inep reforça que o processo de correção das redações do Enem é acompanhado em todas as suas etapas e segue rigorosamente os critérios estabelecidos pelo instituto”, ressaltou.

O Inep também afirmou ter conferido as notas extraídas do sistema de correção de provas com as notas divulgadas. “As análises, já concluídas, garantem que todas as notas apresentadas aos participantes estão de acordo com as notas finais calculadas após a atribuição de pontos de todos os corretores de redação”. Segundo o Inep, as redações podem passar “por até quatro correções” antes de se chegar à nota final.

FALHA NO SITE

No dia 29 de março, quando as notas do exame ficaram disponíveis, houve um problema no site. Esse problema impediu os estudantes de consultarem as notas por algumas horas. Às 21h20 do mesmo dia, no entanto, o acesso foi normalizado. Entretanto, o Inep assegura que essa falha no site não atinge o banco de notas.

Na edição de 2020, 28 estudantes tiraram nota máxima na redação, ao fazerem mil pontos na prova. Esse foi o pior desempenho dos candidatos na redação desde a edição de 2013. Agência Brasil.

PRIMEIRO ENEM DIGITAL COMEÇA NESTE DOMINGO

Ao todo, estão inscritos 93 mil estudantes em 104 cidades
Tempo de leitura: 4 minutos

A primeira edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital começa neste domingo (31). O exame será aplicado de forma piloto para um número reduzido de participantes, mas já poderá ser usado para concorrer a vagas no ensino superior. Ao todo, estão inscritos 93 mil estudantes em 104 cidades. Embora seja feito pelo computador, os candidatos deverão ir até os locais de prova e, assim como no Enem impresso, levar caneta esferográfica de cor preta.

Neste primeiro dia de aplicação, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo dia, que será no dia 7 de fevereiro, os candidatos farão as questões de matemática e ciências da natureza. O número de questões objetivas (90 por dia), o tempo para fazer as prova e os horários de aplicação serão os mesmos do Enem impresso: cinco horas e meia no primeiro dia e cinco horas no segundo. Os portões abrem às 11h30 e fecham às 13h (horário de Brasília).

A diferença é que a prova será feita pelo computador. As questões objetivas serão todas marcadas na tela, e os participantes não precisarão preencher o cartão-resposta à mão. A redação, no entanto, será escrita à mão, por isso a caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, é obrigatória. O tema e os textos motivadores estarão na tela. A correção também será feita da mesma forma que o Enem impresso.

No segundo dia de exame, a caneta também poderá ser usada. Os participantes receberão uma folha de rascunho para fazer os cálculos das provas de exatas à mão, caso desejem.

O QUE LEVAR

A lista do que pode ou não também é semelhante ao Enem impresso. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.

É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.

Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem imprimir, na Página do Participante, a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.

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ENEM 2018: PIEDADE E GALILEU LIDERAM RANKING EM ILHÉUS E ITABUNA; VEJA MÉDIA POR ESCOLA

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Ciomf aparece entre os melhores da rede pública no sul da Bahia || Foto Pimenta

O Instituto Nossa Senhora da Piedade puxa o pelotão dos melhores colégios do eixo Ilhéus-Itabuna em desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. Fundado há 103 anos, o colégio ilheense obteve média 637,27. É seguido de perto pelo Galileu, de Itabuna, com 632,31.

Logo após, vêm Colégio Vitória, de Ilhéus, com 624,83, e Ação Fraternal de Itabuna (AFI), com 624,00. A média é o resultado das notas obtidas nas provas com questões objetivas e de Redação.

ESCOLAS PÚBLICAS

O Colégio da Polícia Militar de Itabuna é o de melhor desempenho entre as escolas públicas, com 595,19. O campus ilheense do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia  (IFBA) é o segundo entre as unidades públicas do eixo, com 592,75. Ainda há o CPM de Ilhéus, com 531,39.

Ainda dentre as escolas públicas em Itabuna, aparece o Ciomf em segundo, com 516,12, e o Colégio Modelo, com 512,54.  Em Ilhéus, vêm o Eduardo Catalão, com 522,25, e o Colégio Modelo, com 518,20, todos eles da rede estadual.

BAHIA E BRASIL

Na Bahia, o ranking é liderado pelo Bernoulli, da rede particular, com média 743,83. Com 767,76, o Farias Brito, de Fortaleza, Ceará, é o líder no ranking nacional. O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é aplicado anualmente, pelo Ministério da Educação, e envolve as escolas públicas e particulares de todo o país.

O PIMENTA montou o ranking a partir das médias divulgadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Clique no “Leia Mais”, a seguir, e confira as médias das escolas em Ilhéus e em Itabuna.

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PLÁGIO NO ENEM: QUESTÃO DE MATEMÁTICA JÁ HAVIA SIDO APLICADA EM VESTIBULAR DA UFPR

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Questão já havia sido aplicada em vestibular da UFPR

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou hoje (12) que uma das questões da prova de Matemática e suas Tecnologias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 foi anulada por já ter sido usada em um vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2013, descumprindo os requisitos de ineditismo e sigilo do exame.
“A questão foi elaborada em 2012 para o Inep, por um professor que, à época, estava vinculado à UFPR. No entanto, posteriormente, em 2013, a questão foi utilizada no vestibular da própria Universidade, para ingresso em 2014, o que não deveria ter ocorrido”, informou o órgão por meio de comunicado à imprensa.
Segundo o Inep após constatar a repetição, o Ministério da Educação (MEC) instaurou uma sindicância para apurar responsabilidades, que pode resultar em processos administrativo, cível e até criminal.
O reitor da UFPR, Ricardo Fonseca, colocou a Instituição à disposição para colaborar com a apuração. A Universidade tem um Acordo de Cooperação Técnica assinado com o Inep para integrar o processo de elaboração e revisão de itens do Banco Nacional de Itens (BNI).
A questão anulada tem número diferente a depender do caderno de prova do Enem 2018. Nos cadernos amarelo, laranja e verde, é a número 150. No caderno Azul, 163, no Cinza, 170 e no Rosa, 180. Com informações da Agência Brasil.

ENEM 2015: APLICATIVOS PARA CORREÇÃO DE REDAÇÃO AUXILIAM CANDIDATOS

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Sites e aplicativos auxiliam com dicas e correção de redações (Reprodução).

Sites e aplicativos gratuitos auxiliam com dicas e correção de redações (Reprodução).

Yara Aquino | Agência Brasil

Fazer mais de uma redação por semana, para treinar, é recomendação frequente de professores aos estudantes que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Como nem sempre os candidatos têm acesso a professores para corrigir os textos e dar dicas para melhorar a escrita, surgem como opções os aplicativos e sites para correção de redações.

O serviço é pago e a proposta é que os estudantes usem os aplicativos para enviar os textos, por foto ou digitados, e a redação é corrigida seguindo os critérios do Enem. O estudante recebe a nota e comentários dos corretores com análise do texto, indicando correções. Os preços variam e há opções de pacotes, nos quais quanto maior o número de redações, menor o valor por unidade corrigida.

Entres os aplicativos disponíveis, está o Redação Online, pelo qual o estudante escolhe o tema, dentre os sugeridos, e também pode escrever sobre outros assuntos. O texto é digitado na plataforma ou o estudante envia uma foto da redação, e os corretores dão retorno em até três dias. É preciso informar se a intenção é se preparar para o Enem ou vestibular para que o corretor adote os critérios de cada caso. Cerca de 90% da procura é de quem vai fazer Enem. A assinatura básica, de R$ 9,90, dá direito à correção de quatro redações, e o pacote de oito correções sai por R$ 15,90.

Pelo aplicativo Imaginie, o estudante pode enviar uma foto da redação e o texto corrigido é devolvido em até sete dias. A primeira correção é gratuita, e para as demais o custo é de R$ 9,90. Para o pacote de dez redações o custo unitário fica R$ 6,99. Outra opção é o Redação Nota 1000, plataforma online em que o texto deve ser digitado no site e enviado para correção, com resposta em até cinco dias, ao custo de  R$ 14,90.

O coordenador de cursinho e criador do Redação Online, Otávio Auler, diz que os aplicativos são uma boa oportunidade de treino, sobretudo para quem não tem acesso fácil a professores e vive em cidades sem cursos preparatórios.

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MEC PROPÕE DISCUTIR MUDANÇA NO ENEM

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enem 2014 1O ministro da Educação, Cid Gomes, pretende discutir a possibilidade de tornar públicas as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), liberando ao público um banco de dados com mais de 70 mil questões de todas as áreas. Com isso, a prova poderia ser feita por computador, aplicada em terminais em todo o país.

Hoje (9), em Recife, ele comentou a proposta, uma alternativa que simplificaria e manteria a confiabilidade do exame. De acordo com o ministro, tornar público não faria o exame mais fácil. Seria necessário ser “um gênio para memorizar todas as questões”. A prática, segundo o Ministério da Educação (MEC), já ocorre em outros países.

“Existe um esforço violento para fazer com que 7 milhões de pessoas sentem para fazer uma prova e isso, naturalmente, gera uma série de complicações”, disse. A intenção é que o exame não ocorra apenas uma vez por ano, mas que o candidato possa se inscrever e tenha um tempo para ir ao local de prova e fazê-la.

Não há prazo para colocar em prática o novo modelo. Cid Gomes ainda vai debater a proposta com técnicos e acadêmicos e com a sociedade, antes de apresentá-la para análise da presidenta Dilma Rousseff.

O Enem é usado como forma de ingresso em instituições públicas e de obter bolsas de estudo em instituições particulares e financiamento estudantil, além de ser critério para o programa de intercâmbio Ciência sem Fronteiras e ser usado para certificar o ensino médio.

Em 2014, mais de 6,2 milhões de candidatos fizeram o Enem em mais de 1,7 mil cidades.

MEC DIVULGA OS GABARITOS DO ENEM; CORREÇÃO DE REDAÇÕES COMEÇA NA SEGUNDA

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O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça à noite, 6, os gabaritos das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As provas foram aplicadas no sábado e no domingo, dias 3 e 4.

O ministério divulgou que 5.683 professores iniciam, na próxima semana, a correção das redações do Enem, que teve como tema em 2012 a imigração no Brasil no Século XXI. A redação será examinada por dois corretores, segundo nota do MEC.

Caso as notas atribuídas pelos corretores a uma redação apresentem diferença maior que 200 pontos, o texto será submetido a um terceiro corretor. Persistindo a diferença maior que 200 pontos, uma banca avaliará o exame.

Confira os links dos gabaritos clicando no

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