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20 de abril de 2021 | 04:25 pm

PPS COMUNICA LOIOLA SOBRE EXPULSÃO. VEREADOR TEM OITO DIAS PARA DEFESA

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O vereador Clovis Loiola (PPS) já foi comunicado da abertura de processo de expulsão do PPS. Ele terá até o dia 17 para apresentar a sua defesa à Comissão de Ética do diretório municipal. A defesa poderá ser oral ou escrita.

Depois de julgado pela Comissão de Ética do PPS, Loiola será julgado pelo diretório em votação que exige quórum simples. Ou seja, ele precisará ter metade dos votos mais um para continuar no partido. Do contrário, é rua.

Loiola é investigado por sua participação no esquema que desviou, pelo menos, R$ 1 milhão dos cofres da Câmara de Vereadores, no processo que ficou conhecido como “Loiolagate”.
Caso seja expulso pelo diretório itabunense, Loiola ainda poderá recorrer à Executiva Estadual, mas a sua situação em Salvador, apurou o PIMENTA, é pior do que em Itabuna.

UNIBAN EXPULSA ALUNA “DA MICROSSAIA”

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Interessante a tese da Uniban, da agora ex-aluna Geyse Arruda. A instituição abriu sindicância e a concluiu responsabilizando Geyse por excitar e incitar os coleguinhas de universidade ao aparecer no campus de São Bernardo do Campo (SP), na noite do dia 22 de outubro, usando uma microssaia.

O assistente jurídico da Uniban, Décio Machado, culpou-a por sempre “gostar de provocar os meninos” pelos seus “gestos de falar, de cruzar a perna, de caminhar”… Uiiii.

Relata o blogueiro e jornalista Josias de Souza que o assessor jurídico acusou a aluna de aparecer na faculdade, naquela noite, e subir escada de forma a mostrar as partes íntimas, levantando a microssaia.

A moça se disse espantada com a decisão da Uniban e apresentou defesa: “Eu estava segurando uma bolsa enorme na mão e um fichário na outra, como conseguiria levantar o vestido? Entrei na outra sala porque fui chamada”.

Diz Josias sobre o caso de Geyse que “os colegas que a hostilizaram saíram incólumes da sindicância. A universidade só teve olhos para o par de pernas. No mais, fez ouvidos moucos para os uivos e impropérios da legião de bocas desabridas”.

Bom, como a faculdade é particular, dá para entender porque essa decisão enviesada, não? Talvez, os dirigentes pensaram ser melhor perder um (a) do que…

Reveja o vídeo.

Agora, o vídeo em que ela relembra o drama da noite de 22 de outubro:

EXPULSÃO

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PM foi preso em flagrante com dinheiro e celular da vítima (Foto A Região).

PM foi preso em flagrante com dinheiro e celular da vítima (Foto A Região).

Há uma opinião unânime no comando da Polícia Militar no sul da Bahia e até da corregedoria da corporação em Salvador: as provas reunidas contra o soldado Jackson dos Santos, preso na última quinta-feira, 10, após sequestrar um jovem, roubá-lo em R$ 2,76 mil e fazer ameaças, são elementos mais do que suficientes para a prisão e sua expulsão da PM.

O próprio Jackson teria confessado o crime, ocorrido em Itabuna. Ele foi preso em flagrante com o dinheiro e o celular tomados do jovem que trabalha num frigorífico do sul da Bahia.

Jackson está preso no presídio da PM em Salvador, para onde foi imediatamente transferido após tomada de depoimento pelo comando em Itabuna. Ele é lotado na 7ª Companhia Independente de Eunápolis, e trabalhava em Itagimirim, extremo-sul da Bahia.

A vitima, Fábio Souza, estava em frente à casa do policial no momento da falsa abordagem, numa marquise aguardando o patrão. Negro, de bermuda e bicicleta e com R$ 2,76 mil no bolso, Fábio foi presa fácil para Jackson.

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