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11 de julho de 2020 | 01:39 am

SEM MEDO DE SER FELIZ

Tempo de leitura: 2 minutos

daniel_thameDaniel Thame | danielthame@gmail.com

 

Apostou em Paulinho, autor de três gols contra o Uruguai,  que estava perdido na China. Confirmou Casemiro, que hoje brilha no Real Madrid e é um dínamo no meio de campo. Transformou um bando num time. Simples assim.

 

 

Brasil 4×1 Uruguai  no Estádio Centenário,  templo do futebol mundial. Vaga garantida para a Copa da Rússia,  embora a matemática diga que ainda não.

Dane-se a matemática.

O Brasil não apenas está na Copa, como resgatou o respeito perdido depois do 7×1 com Felipão e da sofrida  Era Dunga, parte 2,  que já era.

Tite conseguiu transformar um grupo de jogadores que cintilavam em seus times na Europa e se tornavam burocratas com a camisa amarela da Seleção  numa equipe coesa, confiante e busca a vitória o tempo todo.

Mudou a filosofia. Acabou aquela história de que empatar com Bolívia, Peru e Equador fora de casa era bom resultado.

Acabou também esse negócio de seleções marca bufa enfrentarem o Brasil como se estivessem jogando contra as Ilhas Fiji.

Os 4×1 no Uruguai, incontestáveis diante da superioridade brasileira, mesmo tendo sofrido um golo logo de cara, são a confirmação de que, enfim, temos uma seleção que vai chegar à Rússia como protagonista, não como coadjuvante.

Tite tem acertado em  cheio nas convocações, embora possa se questionar um ou outro nome. Nada que faça dólar cair, o PIB subir e nossos políticos serem pouquinha coisa mais honestos.

Apostou em Paulinho, autor de três gols contra o Uruguai,  que estava perdido na China. Confirmou Casemiro, que hoje brilha no Real Madrid e é um dínamo no meio de campo. Transformou um bando num time. Simples assim.

E principalmente fez Neymar fechar o ciclo de chiliques e individualismo  na Seleção e ser o jogador solidário que é no Barcelona, sem com isso deixar de ser o craque que é.  Ou por isso mesmo estar se tornando um craque completo.

Sem piscadelas para as câmeras de televisão durante o jogo,  sem humilhar os adversários com dribles inúteis. Fazendo o que sabe fazer de melhor: jogar futebol de alto nível. E isso Neymar faz como poucos no Planeta Bola.

O Brasil perdeu o medo de ser feliz.

Pelo menos no futebol, pelo menos no futebol…

´Tovarichs`, podem preparar a vodka que o Brasil está chegando.

É GOL – Aos trancos e barrancos, Lionel Messi vai carregando  a Argentina nas costas rumo à Rússia. A Copa 2018 é a última chance de canonização de ´La Puga`. Porque Deus a Argentina só tem um, Diego, “el Diez”. E, como se não bastasse, ainda um Papa, Francisco.

É PÊNALTI – Ainda é cedo para avaliar o trabalho de Rogério Ceni, mas o encantamento inicial vai se esvaziando, por conta de erros de escalação, invenções que não dão certo e resultados medíocres. Seria a carruagem dourada uma abóbora?

Daniel Thame é jornalista e editor do Blog do Thame.

PRINCIPAIS MERCADOS DO FUTEBOL IGNORAM TÉCNICOS BRASILEIROS

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Scolari deixou o comando do Grêmio e vai comandar time chinês.

Scolari deixou o comando do Grêmio e vai comandar time chinês.

De uns anos pra cá, treinadores brasileiros não figuram dirigindo equipes em praças importantes no mundo do futebol. Os últimos profissionais que treinaram equipes importantes da Europa foram Felipão, de 2003 a 2008 na seleção de Portugal e de 2008 a 2009 no Chelsea, e Vanderlei Luxemburgo que comandou o Real Madrid no ano de 2005.

Mas por que os “professores” não vingam ou sequer despertam interesse, mesmo de equipes pequenas daquele continente? Um dos motivos é a metodologia utilizada pela grande maioria deles. O famoso “rachão”, abolido dos treinamentos no futebol europeu há anos, ainda é muito usado como preparação dos times. Na Europa, a prioridade são treinos táticos, muitas vezes por setores, defesa e ataque, e as atividades em campo reduzido para aperfeiçoar posicionamento e toque de bola. Por aqui, se o técnico não der o tal rachão é criticado por dirigentes e também por jogadores. Outra razão é a falta de inovação e de conceitos de jogo, a pobreza tática e a mesmice nos jogos são evidentes.

Ao contrário, os técnicos argentinos, chilenos, uruguaios e colombianos, vêm cada vez mais ganhando espaço nos principais mercados da bola, como Espanha, Itália, Inglaterra, França e agora no Brasil. Esses treinadores são considerados mais estudiosos e mais atualizados em relação aos brasileiros. Conseguem fazer times de pouca força financeira e de elencos limitados, equipes competitivas e fortes, é o que vemos por exemplo em muitos times na Libertadores da América, ao passo que os comandantes daqui não conseguem fazer tal proeza, existem as exceções, logicamente, porém, a grande parte chamam a atenção por não mostrarem nada de arrojado nas suas equipes.

O fato é que os sul-americanos agradam e são muito procurados pelos cartolas do outro lado do Atlântico. São treinadores que superam os brasileiros tanto na quantidade como na qualidade de seus trabalhos. Diego Simeone saiu da Argentina para o Catânia da Itália, por lá fez trabalho razoável e seguiu para o Atlético de Madrid, time em que atuou como jogador. Simeone faz esplêndido trabalho por lá, foi campeão espanhol, já faturou Copa do Rei e neste ano garantiu seu time em mais uma edição da Uefa Champions League.

Confira artigo completo no Futebol e Prancheta

 

FELIPÃO DIZ QUE FARÁ MUDANÇAS PARA DISPUTA DO 3º LUGAR

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Felipão e o zagueiro Thiago Silva em coletiva (Foto Marcello Casal Jr/ABr).

Felipão e o zagueiro Thiago Silva em coletiva (Foto Marcello Casal Jr-ABr/Arquivo).

O treinador da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, disse, em entrevista coletiva, que fará duas alterações em relação ao time que iniciou o jogo contra a Alemanha, na fase semifinal da Copa do Mundo. O objetivo, segundo o treinador, é dar oportunidade a atletas que jogaram pouco, mas ele também indicou que a estrutura tática da equipe deve mudar para enfrentar a Holanda, amanhã (12), em Brasília.
“Vou mexer em uma ou duas posições daquele time que iniciou contra a Alemanha, até porque tem jogadores que jogaram pouco ou nem jogaram. Uma substituição vou fazer porque entendo que um jogador em determinada posição será bom”, disse o técnico.
A volta do zagueiro e capitão Thiago Silva ao time, suspenso na última partida, é certa, mas o treinador não explicou se essa é uma das duas alterações previstas ou se haverá outras trocas na equipe que inicia o jogo.
Felipão também procurou mostrar que o time está motivado para a partida de amanhã e que a seleção brasileira deve valorizar o terceiro lugar no Mundial.
Segundo a Agência Brasil, ele citou o exemplo da própria seleção alemã, que enfrentou na disputa de terceiro lugar na Copa de 2006, quando treinava Portugal. “Perdi para Alemanha de 3 a 1 a disputa de terceiro lugar e vi o tanto que eles valorizaram aquele jogo”.
O zagueiro Thiago Silva, presente na coletiva, reforçou que o grupo quer honrar a camisa nessa última partida na Copa. “A motivação é a maior possível. Não é o primeiro lugar que estará na disputa, mas sim a honra a dignidade. Temos que honrar a camisa da seleção acima de tudo”.
O capitão do time não escondeu a frustração por ficar fora da final, mas ressaltou que os jogadores aprenderam com a eliminação. “É frustrante sim, porque passei muitas noites sem dormir pensando nessa Copa, nessa final e não vai acontecer. Mas temos que crescer com os erros e esse erro do jogo passado nos faz mais fortes”, disse Thiago.

COMO O TÉCNICO PERDEU O JOGO

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walmir rosárioWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

O esperado hexa chegou, mas de forma diferente, apenas na diferença dos seis gols no humilhante placar de sete a um. Um dia para se esquecer. Mas ainda nos resta a disputa do terceiro lugar. O céu não é mais o nosso limite.

Na década de 1980 os torcedores brasileiros gritavam a uma só voz: “Bota ponta, Telé; bota ponta, Telé!”. Este ano, deveríamos ter gritado, exigido: “Bota meio de campo, Felipão; escala o time certo, Felipão!”. E por isso deixamos de disputar o primeiro lugar na Copa do Mundo dentro na própria casa.
É triste, mas verdadeiro. Podem até dizer que passou a hora de buscar os culpados, da caça às bruxas! E não é isso que queremos, mas é nosso dever analisar os fatos e informar ou explicar para a grande torcida brasileira porque perdemos a Copa do Mundo de 2014.
Ainda nos resta a disputa do terceiro lugar, mas não nos satisfaz. Estrela maior tem o Neymar, que escapou do escabroso vexame do chamado Mineiraço, numa alusão à nossa derrota para o Uruguai no ano de 1950 no Maracanã, o “Maracanaço”. Não acredito que tenha sido maldição, mas incompetência.
Pra começo de conversa, o técnico escalou os jogadores errados para as posições equivocadas. Se determinado atleta joga bem pela direita, Felipão o escalou pela esquerda. Ou seja, em vez de inovar, tentou inventar. E o resultado não poderia ser outro: uma humilhante goleada por sete a um.
Não poderemos tirar o brilho da vitória alemã, seleção aplicada. Vimos, para nossa tristeza, nosso desalento, erros individuais inconsequentes, por jogarem nas posições erradas. A culpa é exclusiva do comandante Felipão.
O técnico brasileiro, desde antes do jogo, pensou que poderia blefar com os alemães, a imprensa, os torcedores, mas enganou ele mesmo. A sua soberba e seu sentimento egoísta não deixaram que ele reconhecesse o erro e mudasse o estilo de jogo. Pura teimosia.
Felipão menosprezou o meio de campo, a “alma” de qualquer equipe, e a característica de jogar da seleção alemã. Em declarações dadas às redes de rádios e TV, deixou transparecer que essa partida representaria a “sua forra” contra os alemães, colocando na sua conta os resultados negativos, inclusive quando treinava a seleção portuguesa. É muita empáfia.
Quedou-se silente a Seleção Brasileira frente ao poderio futebolístico alemão. Ao contrário do estilo de treinamento dos brasileiros, os alemães fizeram o seu retiro de concentração em Santo André, um povoado do Sul da Bahia, aberto à população nativa, participando da vida social.
Os brasileiros preferiram o estilo da exclusão, do posicionamento intramuros. Esquecemos o futebol alegre, característica tradicional dos nossos atletas. Demos, de graça, essa qualidade que sempre nos distinguiu aos alemães. Tomara que isso não prejudique essa brilhante geração de jogadores.
O esperado hexa chegou, mas de forma diferente, apenas na diferença dos seis gols no humilhante placar de sete a um. Um dia para se esquecer. Mas ainda nos resta a disputa do terceiro lugar. O céu não é mais o nosso limite.
Walmir Rosário é editor do Cia da Notíciawww.ciadanoticia.com.br

FELIPÃO: "O RESPONSÁVEL FUI EU"

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Felipão diz ser o responsável pelo vexame (Fotomontagem Brasil 247).

Felipão diz ser o responsável pelo vexame (Fotomontagem Brasil 247).

O técnico Luiz Felipe Scolari disse em entrevista coletiva que o Brasil sofreu “um apagão, branco total” nesta terça (8), para resumir: “Foi o pior jogo da minha vida”. A Alemanha sapecou 7 a 1 no selecionado brasileiro em pleno Mineirão.
“Acho que demos o nosso melhor, mas perdemos para uma grande equipe que teve a qualidade de, em seis ou sete minutos, definir o jogo, com três ou quatro gols, de forma fantástica”, disse Felipão. “Quem é o responsável pelas escolhas? Eu. O resultado catastrófico pode ser dividido por toda o grupo. Mas a responsabilidade, a escolha da parte tática e da forma de jogar, fui eu. O responsável fui eu”, admitiu o técnico.
Para Felipão, houve um descontrole dos jogadores após o primeiro gol alemão. “Isso não é normal, mas acontece. Perdemos um jogo, mas para uma grande seleção. Nem eles [alemães] sabem o que aconteceu. Foram cinco bolas e cinco gols”, disse. “Ficamos em pânico e as coisas foram acontecendo”, acrescentou.
De acordo com o técnico, o resultado não seria diferente se Neymar tivesse jogado hoje. O atacante ficou de fora do Mundial após sofrer uma fratura na terceira vértebra lombar, na partida de sexta-feira (4) contra a Colômbia. “Tudo o que a Alemanha fazia hoje dava certo”, ressaltou Felipão, destacando que a “Alemanha fez sua melhor partida no Mundial, enquanto o Brasil fez a sua pior”.
Segundo o técnico, o Brasil agora terá que aprender com os erros cometidos na partida. “Se foi uma derrota catastrófica, a pior derrota do mundo da seleção brasileira, temos que aprender com isso”, acrescentou, ressaltando que pelo menos 14 jogadores desse grupo poderão estar na próxima Copa. Felipão disse que, agora, o foco será o jogo de sábado, quando o Brasil disputa o terceiro lugar contra o perdedor do jogo de amanhã (8) entre Argentina e Holanda. Agência Brasil.

BRASIL TERÁ DE SUPERAR AUSÊNCIAS – E A ALEMANHA

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Neymar, artilheiro do Brasil, deixou selecionado após sofrer séria contusão (Foto Getty Images/Fifa).

Neymar é a ausência mais sentida em jogo decisivo (Foto Getty Images/Fifa).

A seleção brasileira busca hoje (8), em jogo contra a Alemanha, às 17h (horário de Brasília), no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, voltar a uma final de Copa, o que não ocorre desde 2002. Nesse ano, o Brasil foi campeão em cima da Alemanha.
O time brasileiro terá que superar a ausência de Neymar, que sofreu uma lesão nas costas no último jogo e está fora da Copa. Também terá que superar o desfalque do capitão Thiago Silva, que recebeu o segundo cartão amarelo no torneio e cumpre suspensão.
Superar a ausência do astro do time pode ser o grande desafio do técnico Felipão na preparação para o jogo. Ele faz mistério sobre o substituto de Neymar. Uma opção é a volta de Luiz Gustavo. O volante voltaria após cumprir suspensão contra a Colômbia, e Paulinho, seu substituto no jogo, continuaria entre os titulares para deixar o meio-campo brasileiro mais combativo.
A outra possibilidade é a entrada de William no lugar de Neymar, mantendo as características atuais do time. O técnico precisa optar entre reforçar o meio-campo para medir forças com os alemães, fortes nesse setor, ou manter o time veloz no ataque contra a lenta defesa adversária.
Na defesa, as dúvidas são menores. O zagueiro Dante é nome praticamente certo para substituir Thiago Silva. Dante é jogador do principal time da Alemanha, o Bayern de Munique, e tem como companheiros de clube nada menos do que sete jogadores da seleção alemã.
A Alemanha vem de uma vitória simples contra a França. O jogo não foi bonito, mas a vaga veio de forma incontestável. O técnico Joachim Löw tem à disposição seus principais jogadores. Os meias Schweinsteiger, Özil e Kroos são os principais articuladores no meio-campo e costumam dominar esse setor nas partidas. No ataque, Thomas Müller e André Schürrle podem ser titulares e dar muito trabalho à defesa brasileira.

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1 A 0: FELIPÃO DIZ QUE TESTE CONTRA SÉRVIA "FOI MUITO BOM"

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Jogadores comemoram gol marcado pelo atacante Fred (Foto Rafael Ribeiro-CBF).

Jogadores comemoram gol marcado pelo atacante Fred (Foto Rafael Ribeiro-CBF).

O Brasil venceu a Sérvia por 1 a 0, no Estádio do Morumbi, hoje (6). O gol foi marcado no segundo tempo pelo centroavante Fred, no último amistoso da seleção antes da estreia na Copa do Mundo, na próxima quinta (12), quando enfrentará a Croácia. Para o treinador Luiz Felipe Scolari, o jogo foi muito disputado e difícil para o Brasil superar a marcação sérvia.
– É difícil sair dessa marcação. Mas o jogo foi muito bom. Foi um bom teste – acrescentou.
O técnico da seleção disse que os jogadores estão prontos e ansiosos para o início da Copa do Mundo, na Arena Corinthians (Itaquerão), em São Paulo.
– Estamos ansiosos para começar. Tudo o que tinha de ser feito de planejamento foi feito, ou está sendo feito. Agora, no vestiário, disse para eles [jogadores] ‘aproveitem bem’. De agora em diante, o sacrifício será muito grande.
SACRIFÍCIO E GLÓRIA
Segundo Felipão, que citou uma palestra proferida ontem à noite (5) pelo ex-treinador Rubens Minelli, o recado que foi dado aos jogadores é que o sacrifício pode durar 30 dias [tempo que dura a competição], mas a comemoração “pode durar 1.430 dias [quatro anos, até a próxima Copa do Mundo]”.
O técnico também considerou normal as vaias de torcedores que apareceram durante o jogo de hoje; principalmente na saída para o intervalo. “É normal [as vaias]. Apareceu em Goiânia também. Não foi problema para nenhum dos nossos jogadores. Eles estão bem preparados e sabem que se não jogam bem, pode acontecer. Dos 67 mil torcedores, 65 mil saíram satisfeitos. Foi um cartão de visita bem legal”, disse Felipão.
De acordo com o técnico, fisicamente a seleção está pronta para começar a Copa do Mundo, mas taticamente ainda pode melhorar. “Podemos fazer alguma coisa, principalmente com bola parada”, disse ele. Com informações da Agência Brasil.

FELIPÃO DIZ QUE PODE HAVER SURPRESA EM CONVOCAÇÃO

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Scolari anuncia daqui a pouco a lista dos 23 jogadores para a Copa.

Treinador anuncia daqui a pouco a lista dos 23 jogadores para a Copa.

O técnico Luiz Felipe Scolari (Felipão) anuncia às 11h30min desta quarta (7) os 23 atletas convocados para defender o Brasil na Copa do Mundo. E o anúncio será um grande evento no espaço Vivo Rio, na capital fluminense. O técnico adianta que pode haver surpresa na lista.
– Pode ser que exista uma surpresa para alguém ou uma divergência de nomes, o que é natural… Mas, para quem vem acompanhando o nosso trabalho, dá para saber quem serão 21, 22 jogadores, por aí – disse ele em entrevista no site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Embora fale em surpresa, Felipão adianta que a lista será feita “com a coerência” que, na opinião dele, é a marca de “todas” as suas “convocações”. O treinador se reuniu com o auxiliar Murtosa e o analista de desempenho, Thiago Larghi, ontem, para bater o martelo quanto aos nomes.

DILMA: “MEU GOVERNO É PADRÃO FELIPÃO”

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dilmaA presidente Dilma Rousseff concedeu coletiva hoje à noite para falar do plebiscito da reforma política. O futebol dominou parte da entrevista. Natural após o chocolate brasileiro, ontem, quando a seleção deu nó nos espanhóis e faturou a Copa das Confederações.

A presidente elogiou a seleção – “maravilha” – e disse que não estava prevista a ida à final do torneio da Fifa. Há controvérsia, diria aquele humorista…

Mas, apesar das pesquisas, a presidente demonstrou bom humor e procurou sair um pouco do estilo gerentona. Ao ser questionada por um repórter do Estadão se o seu governo tinha padrão Fifa, fez média com o treinador da seleção brasileira:

– Meu governo é padrão Felipão.

BRASIL DISPUTARÁ COPA DAS CONFEDERAÇÕES SEM KAKÁ E RONALDINHO GAÚCHO

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Felipão exclui Ronaldinho e Kaká do selecionado que disputará Copa das Confederações.

Felipão exclui Ronaldinho e Kaká da disputa em junho.

Do Uol Copa
Sem Kaká e Ronaldinho, o técnico Luiz Felipe Scolari anunciou na manhã desta terça-feira no Rio de Janeiro a lista dos 23 nomes que defenderão a seleção na Copa das Confederações, em junho. A relação não trouxe nenhuma surpresa em relação ao grupo aproveitado nos primeiros amistosos do ano.
Com Ronaldinho Gaúcho descartado, a relação de Felipão acabou contemplando outro nome do Atlético-MG, sensação do futebol nacional no primeiro semestre deste ano. O jovem Bernard foi incluído na lista, mas por outro lado Jô e Diego Tardelli ficaram de fora. Bernard diz ter ficado surpreso com o anúncio do técnico.
A lista anunciada nesta terça-feira em um hotel em Copacabana apresentou Julio Cesar, Diego Cavalieri e Jefferson como os goleiros eleitos para o torneio da Fifa. Entre os zagueiros, Réver acompanha o trio da Europa Thiago Silva, David Luiz e Dante.
No ataque, Neymar parte para sua segunda competição oficial com a seleção principal ao lado de Fred, Leandro Damião e Hulk.
No meio-campo, sem Kaká e Ronaldinho, Felipão apostou em nomes mais jovens em atuação na Europa, como Luiz Gustavo, Hernanes e Lucas. O são-paulino Jadson, o corintiano Paulinho e o gremista Fernando também integram o setor. Leia a íntegra.

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