skip to Main Content
7 de julho de 2020 | 10:06 pm

EX-PREFEITO DE ITABUNA FÉLIX MENDONÇA MORRE DE COVID-19

Félix Mendonça ( à esquerda) morreu nesta sexta-feira
Tempo de leitura: < 1 minuto

Morreu nesta sexta-feira (26) o ex-deputado e ex-prefeito de Itabuna Félix Mendonça (PDT), aos 92 anos. Ele estava internado após ter sido diagnosticado com covid-19.

O anúncio do internamento de Mendonça  foi feito no dia 21 de junho pelo filho, o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT). “Meu pai testou positivo para o coronavírus e está internado aos cuidados de uma equipe muito competente”, disse.

Júnior acrescentou que aos 92 anos, o pai era seu maior maior exemplo de coragem, ética, amor ao próximo e vontade de viver. “É um guerreiro, torçam e rezem por ele, afinal pedir a Deus é o que mais importa”. Félix Jr. também foi diagnosticado com covid-19 e está em quarentena.

Formado em engenharia, Félix Mendonça nasceu em Coração do Almeida, no Recôncavo Baiano, foi prefeito de Itabuna (1963–1966), deputado estadual (1967–1971) e deputado federal (1983–2011).

“Ele foi um político e um empresário muito importante para a Bahia e, durante toda a sua vida, manteve uma relação de amizade com a nossa família. Foi um dos melhores amigos do senador Antonio Carlos Magalhães”, lamentou o senador Antonio Carlos Magalhães Junior.

Félix deixa a esposa, Maria Helena Mendonça, e os filhos Andrea, Cristiana e Félix Júnior. Do Correio 24h.

PDT PRESSIONA RUI COSTA POR VAGA NA CHAPA MAJORITÁRIA

Tempo de leitura: < 1 minuto
Felix Júnior se coloca como nome para chapa

Felix Júnior se coloca como nome para chapa

Enquanto o ex-candidato a prefeito Antônio Mangabeira (PDT) anuncia apoio à candidatura de ACM Neto (DEM) ao Palácio de Ondina, o presidente estadual do seu partido, Félix Junior, iniciou movimentos para pressionar Rui Costa (PT) por vaga na chapa majoritária.

– O PDT é um grande partido e tem uma história de luta exemplar na política do país – justificou o parlamentar, por meio de sua assessoria.

Félix se coloca como um dos nomes a compor a chapa governista. No partido, também são elencados o diretor-geral do Instituto Anísio Teixeira, Desidério Bispo de Melo, e o sociólogo Joviniano Neto.

No sul da Bahia, além de Mangabeira, a tendência é de que o pré-candidato a deputado estadual Cosme Araújo também apoie ACM Neto.

Ao PIMENTA, Cosme disse que ouvirá o diretório estadual e a base, mas considera imprescindível conversa pessoal com o candidato a ser apoiado pelo seu partido.

O PT DEVE EXPLICAÇÕES AO PDT

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

 

Lula, sem nenhum tipo de constrangimento, como nada estivesse acontecido, anda de mãos dadas com Renan Calheiros, então presidente do Senado na efervescência do golpe.

 

O comando estadual do PDT, sob a presidência do deputado Félix Júnior, tem que exigir uma explicação da cúpula do PT sobre essas alianças que a legenda vem fazendo com os “golpistas”.

É bom lembrar que foi o próprio PT que denominou como “golpistas” os parlamentares que votaram a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff.

Essa aproximação, ou melhor, reaproximação de Lula com o senador Renan Calheiros (PMDB), protagonista-mor da defenestração de Dilma, é um acinte ao PDT.

Não só ao PDT, mas a todos os partidos que enfrentaram os “golpistas” e terminaram derrotados pelo rolo compressor do toma lá, dá cá.

Vem o PT agora e estende o tapete vermelho para os “golpistas”, transformando-os em sofisticados cabos eleitorais da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula, sem nenhum tipo de constrangimento, como nada estivesse acontecido, anda de mãos dadas com Renan Calheiros, então presidente do Senado na efervescência do golpe.

E a Dilma Rousseff, como fica? Vai dividir o palanque com os “golpistas” e engolir o insulto da banda pragmática do PT?

Ao PDT só resta um pedido de explicação ao petismo, sob pena de ser conivente com as arrumações assentadas no maquiavelismo de que “o fim justifica os meios”.

Para os mais desinformados, fica a lembrança que o PDT, do saudoso e inesquecível Leonel Brizola, expulsou seis deputados federais e, salvo engano, dois senadores porque votaram no impeachment.

A militância, pelo menos a coerente, que não se amedronta diante dos sobressaltos do processo político, espera uma atitude por parte da Executiva estadual.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

DEM, FERNANDO E ALICE

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

 

Alguns nomes já despontam para substituir Maria Alice no comando do DEM de Itabuna, como os do ex-vereador Solon Pinheiro e do advogado Cosme Reis, pai de Chico Reis, presidente da Câmara de Vereadores.

Matematicamente falando, diria que Fernando Gomes e Maria Alice vão sair do DEM como 2+2 são quatro. Politicamente, não sei por que continuam na legenda.

Ambos já declararam que o Partido do Democratas é coisa do passado. A secretária de Governo até que mostrou certo sentimento. O prefeito chutou o pau da barraca, como diz a sabedoria popular.

Estranho é a cúpula do demismo, sob a batuta de ACM Neto, ficar inerte diante de uma situação irreversível. O deputado federal José Carlos Aleluia, presidente estadual do partido, segue no mesmo diapasão.

Essa passividade, essa desaconselhável acomodação, lembra a expressão latina “Dormientibus Non Sucurrit Jus”. Ou seja, assim como no direito, o processo político não costuma socorrer os que dormem.

A falta de reação dos democratas passa a impressão de que estão desolados com a atitude de Fernando, que a legenda ainda mantém acessa a possibilidade de um entendimento.

Alguns nomes já despontam para substituir Maria Alice no comando do DEM de Itabuna, como os do ex-vereador Solon Pinheiro e do advogado Cosme Reis, pai de Chico Reis, presidente da Câmara de Vereadores.

Como a decisão do demismo é de fazer oposição implacável ao governo FG, hoje aliado do Partido dos Trabalhadores, a indicação do doutor Cosme Reis não é do agrado do enraizado fernandismo.

Maria Alice sempre foi uma dirigente partidária atuante, daquelas que não medem esforços para alcançar os objetivos. Continua sendo a fiel escudeira de Fernando Gomes e a “dama de ferro” do pupilo político.

Depois da derrota de Marcelo Nilo na eleição para presidir o Parlamento estadual, o PSL ficou desnutrido e já é carta fora do baralho para ser o próximo abrigo partidário do alcaide.

Com efeito, Nilo pode até perder o controle do PSL para o deputado estadual Nelson Leal. O ex-todo poderoso presidente da Assembleia Legislativa vive seu pior momento na vida pública. Vale lembrar que Nilo foi derrotado por Félix Júnior na disputa pelo comando do PDT.

O PSD do senador Otto Alencar, cada vez mais forte e, agora, tendo seus passos monitorados pelo PT, pode ser o mais novo refúgio de Fernando Gomes de Oliveira e seus seguidores.

A expectativa fica por conta de quando as lideranças do DEM vão acordar.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

O CRESCIMENTO DE MANGABEIRA

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

 

O crescimento de Mangabeira é uma realidade. “Tem tudo para ser o próximo prefeito de Itabuna”, diz o inteligentíssimo, polêmico e inquieto Juvenal Maynart, figura-mor do diretório municipal do PMDB.

 

Assim que o médico Antônio Mangabeira lançou sua pré-candidatura a prefeito de Itabuna, com o aval do deputado federal Félix Mendonça Júnior, presidente estadual do PDT, eu fiz um comentário dizendo que o prefeiturável seria a grande surpresa da sucessão de Claudevane Leite.

Essa surpresa pode ser interpretada como uma boa votação ou, então, uma vitória nas urnas, dando início a um novo ciclo político e uma nova maneira de administrar.

Outro ponto é que a eleição de Mangabeira é o primeiro passo para acabar com o enraizado populismo demagógico, protagonizado pelo ainda forte fernandismo, o decadente geraldismo e o trôpego azevedismo.

As pessoas começaram a dizer que a minha opinião era suspeita porque o PDT era o meu partido, que a candidatura de Mangabeira não passava de fantasia e de um grande pesadelo, devaneios da Coluna Wense.

Trinta dias depois – ou mais, não me lembro o tempo certo –, tive acesso a uma pesquisa de intenção de votos em que Mangabeira já pontuava. Mas o que chamou mais atenção foi 65% do eleitorado dizendo que não votariam em quem já foi prefeito, se referindo, obviamente, a Fernando Gomes, Geraldo Simões e o Capitão Azevedo.

Analisando esse desejo de mudança, do chega pra lá nos políticos ditos profissionais, nas chamadas velhas raposas do processo eleitoral, concluí que o nome de Mangabeira poderia ocupar o espaço deixado pelos que estavam descrentes com a política.

Não deu outra. A pré-candidatura do também administrador de empresas, bacharel em Direito e estudante de Engenharia Civil e Ambiental, começou a crescer.

Recente consulta sobre a sucessão já coloca o pedetista na terceira posição. E mais: a tendência é de crescimento. Mangabeiristas já apostam em um rápido empate técnico com o segundo colocado.

A ascensão de Mangabeira já chegou ao conhecimento do governador Rui Costa (PT), do presidente estadual do PMDB, ex-ministro Geddel Vieira Lima, e do prefeito soteropolitano ACM Neto (DEM).

O crescimento de Mangabeira é uma realidade. “Tem tudo para ser o próximo prefeito de Itabuna”, diz o inteligentíssimo, polêmico e inquieto Juvenal Maynart, figura-mor do diretório municipal do PMDB.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

RUMOS DA SUCESSÃO

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

 

Recentes pesquisas de intenções de voto apontam que 65% do eleitorado itabunense não pretende votar em candidatos que já foram prefeitos.

 

O melhor caminho para evitar uma possível polarização na sucessão de Itabuna, entre os ex-prefeitos Fernando Gomes e Geraldo Simões, é a formação de um bloco partidário.

Essa junção de forças tem que defender uma nova maneira de administrar, com respeito ao dinheiro público e sem os descalabros dos últimos governos. Não basta só ficar na fácil tarefa de apontar os erros. É preciso mostrar soluções, sob pena de o discurso virar blablablá e cair na vala comum. Ser tachado de demagógico e eleitoreiro.

Com efeito, veja o que diz o bom jornalista Waldeny Andrade no seu mais novo livro sobre as eleições de Itabuna: “(…) Geraldo Simões, ao derrotar de uma só vez José Oduque Teixeira e Ubaldo Dantas (dois ex-prefeitos), veio acrescentar seu nome ao diminuto grupo que governaria o município de Itabuna nos últimos 40 anos. A partir daí, estabeleceu-se o pingue-pongue Geraldo-Fernando, somente quebrado em 2008 com José Nilton Azevedo, mesmo assim candidato de Fernando (…). Itabuna sofreu com a invenção desta estranha alternância de poder”.

Deixando de lado o aspecto jurídico – se fulano, sicrano e beltrano serão ou não atingidos pela Lei da Ficha Limpa –, o fernandismo e o geraldismo apostam que a sucessão de 2016 será decidida pelos seus líderes.

Essas duas correntes não acreditam em mais de uma candidatura dentro do mesmo campo político. São unânimes na afirmação de que as duas maiores lideranças do petismo e do demismo, governador Rui Costa e o prefeito soteropolitano ACM Neto, vão fazer de tudo para evitar um racha na base aliada.

Nesse específico ponto, democratas e petistas estão cobertos de razão. A sucessão municipal, principalmente nos grandes redutos eleitorais, vai ser estadualizada. O escopo maior é a eleição de 2018, a disputa pelo cobiçado Palácio de Ondina.

Surge agora uma informal coligação de sete agremiações partidárias para contrapor a esse pingue-pongue: PDT-PV-SD-PSOL-PPS-PPL-PSB com seus respectivos pré-candidatos: Dr. Mangabeira, Alfredo Melo, Maruse Xavier, Zem Costa, Leninha Duarte, Otoniel Silva e Carlos Leahy.

O bloco acredita que o desejo de mudança tende a crescer ainda mais. Recentes pesquisas de intenções de voto apontam que 65% do eleitorado itabunense não pretende votar em candidatos que já foram prefeitos.

A torcida é para que o processo sucessório transcorra dentro da civilidade, da democracia e do respeito pelos adversários, que não descambe para o lado raivoso.

PS – Algumas figuras importantes do PMDB de Itabuna têm simpatia pela pré-candidatura de Antônio Mangabeira. Nos bastidores, comenta-se até que Geddel Vieira Lima, comandante-mor do peemedebismo, não vai criar nenhum obstáculo para um eventual apoio ao prefeiturável do PDT. É bom lembrar que Geddel tem um bom relacionamento com o deputado Félix Júnior, presidente estadual do brizolismo. E que o PDT faz oposição ao governo Rui Costa (PT).

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FÉLIX VERSUS FÉLIX

Tempo de leitura: < 1 minuto

marco wense1Marcos Wense

O imbróglio envolvendo o PDT e o médico Antonio Mangabeira, cada vez mais distante da legenda brizolista, vem criando um desentendimento entre pai e filho.

O pai, Félix Mendonça, que já foi prefeito de Itabuna, quer o comando do pedetismo municipal com o prefeiturável Mangabeira. O filho, Félix Júnior, insiste em manter a professora Acácia Pinho na presidência do partido.

Volto a ratificar que o PDT, se não tiver candidato próprio, vai cair no colo do também pré-candidato Augusto Castro (PSDB), junto com o PMDB de Renato Costa e o DEM de Maria Alice.

O que se espera de Félix Júnior é uma posição clara em relação a 2016. O PDT vai ou não disputar a sucessão de Claudevane Leite?

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PDT, CASTRO E MANGABEIRA

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

Aquele Félix Júnior que andou declarando que queria o PDT crescendo com “honra e de forma independente” escafedeu-se. Empurra o partido para ser bengala do tucanato na sucessão municipal.

O deputado federal Félix Mendonça Júnior, presidente estadual do PDT, precisa tomar uma posição em relação ao processo sucessório de Itabuna, se a legenda vai ou não ter candidato próprio.

O parlamentar emite sinais de que o PDT ficará fora da disputa, que o partido, hoje aliado do prefeito soteropolitano ACM Neto, caminha para apoiar o tucano Augusto Castro (PSDB).

Se Félix Júnior acha que o melhor caminho para o PDT é o de papel de coadjuvante na eleição de 2016, tudo bem. Inaceitável é a falta de clareza diante de uma situação que exige certa urgência.

Aquele Félix Júnior que andou declarando que queria o PDT crescendo com “honra e de forma independente” escafedeu-se. Empurra o partido para ser bengala do tucanato na sucessão municipal.

O presidente do brizolismo baiano caminha na contramão. O PDT não pode se distanciar do eleitorado e, muito menos, destruir sua identidade para ser apêndice de outras legendas.

Félix é ele. O PDT que se dane. Que pelo menos seja sincero com o médico Antonio Mangabeira: “Olhe doutor, é melhor o senhor procurar outra legenda”.

Félix, de olho nos seus interesses políticos, vai terminar jogando fora a oportunidade de o PDT de Itabuna ter um candidato que representa a tão sonhada e imprescindível renovação política.

Nos bastidores, até os possíveis adversários reconhecem que Mangabeira é o candidato mais preparado para concorrer à sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).

Não tenho nenhuma dúvida que o PDT, se não tiver candidato próprio, vai cair no colo de Augusto Castro, junto com o DEM e o PMDB.

JEITINHO BRASILEIRO

O plenário da Câmara dos Deputados rejeitou a proposta de constitucionalizar a permissão para que as empresas financiem as campanhas políticas.

O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), através de uma manobra sorrateira, quebrando um acordo anterior, conseguiu recolocar em votação o financiamento.

Com 330 votos a favor, agora é permitido que as doações sejam repassadas aos partidos, que fica com a nobre função de distribuir os valores com os candidatos.

O jeitinho safadinho-descaradinho-brasileiro foi assentado na emenda do deputado Celso Russomano (PRB), aquele que é conhecido como o “Defensor dos Consumidores”.

O é dando que se recebe em dobro vai voltar com toda força. O melhor negócio do mundo, depois da institucionalização do toma-lá-dá-cá, é ser dirigente partidário.

Que país é esse? Que país é esse? Saudoso Renato Russo.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

MARTA, FÉLIX E O PT

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

O Partido Democrático Trabalhista não pode servir a dois senhores. Ou é oposição com ACM Neto ou é governo com Rui Costa. A militância repudia constrangedora e inaceitável dubiedade.

A senadora Marta Teresa Suplicy (PT-SP) e o deputado federal Félix Júnior (PDT-BA) parecem concordar com a opinião de que o PT caminha para um inevitável e profundo desgaste.

Marta, aquela do “relaxa e goza”, de olho no eleitorado cada vez mais antipetista, quer ser novamente prefeita de São Paulo. Félix também sonha com o Palácio Thomé de Souza.

Marta, depois das críticas ao petismo, ao ministro Chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e a gestão da presidente Dilma Rousseff, vem tendo um tratamento VIP da Folha e do Estadão. Só elogios.

Mas todo esse “encanto” é passageiro. Depois que Marta deixar o PT e for candidata ao Executivo, essa mesma imprensa vai dizer que ela é uma ex-petista, que não merece crédito, que é um perigo.

Já Félix quer ser prefeito de Salvador sendo vice de ACM Neto na eleição de 2016. O dirigente estadual do PDT acredita na reeleição do democrata e, como consequência, na sua candidatura ao governo da Bahia em 2018.

O comportamento de ACM Neto, como autêntico oposicionista, é natural. O de Félix, não. O tiro pode sair pela culatra, se o cheiro de oportunismo exalar.

O Partido Democrático Trabalhista não pode servir a dois senhores. Ou é oposição com ACM Neto ou é governo com Rui Costa. A militância repudia constrangedora e inaceitável dubiedade.

PS – O PDT de Itabuna escafedeu-se. Já tem um bom tempo que não se ouve falar da legenda. É um pequenino partido, omisso, insípido, incolor e inodoro. O comando estadual é complacente com o marasmo do nanico brizolismo tupiniquim. O saudoso jornalista Eduardo Anunciação, com sua inquietude e fina ironia, diria que o PDT é uma bufa.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

FERNANDA MENDONÇA NA SEAGRI

Tempo de leitura: < 1 minuto
Fernanda: indicada para a Seagri.

Fernanda: indicada para a Seagri.

A médica veterinária Fernanda Mendonça deve comandar a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri). A veterinária foi indicada pelo deputado federal Félix Júnior pela cota do PDT.
Quadro da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Fernanda é itabunense e sobrinha do ex-deputado e ex-prefeito Félix Mendonça e, claro, prima de Félix Júnior.
A Seagri está entre as dez pastas cujos titulares serão anunciados pelo governador eleito, Rui Costa, na próxima quinta (16). Hoje, foram divulgados os secretários de Rui em 14 pastas.

Hoje, o petista adiantou que haverá mudança no comando-geral da PM e na chefia da Polícia Civil. Saem, respectivamente, Alfredo Castro e Hélio Jorge Paixão. Os substitutos serão conhecidos somente no dia 31.

Back To Top