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3 de junho de 2020 | 05:22 pm

DECISÃO DE FERNANDO SUSPENDE PROJETO ESPORTIVO QUE ATENDEU 5 MIL PESSOAS

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Conjunto profissional do Tênis de mesa foi retirado do Ciso, ontem

O projeto que já atendeu cerca de 5 mil pessoas com aulas de tênis de mesa no Colégio Ciso, em Itabuna, sofreu um duro golpe, ontem (29). Por decisão da Secretaria de Educação de Itabuna, as seis mesas profissionais utilizadas no projeto foram retiradas do colégio. O projeto social contemplava alunos do Ciso e de colégios da rede pública, além de pais ou responsáveis pelos alunos. Somente neste ano, o projeto deveria beneficiaria 600 pessoas, segundo estimativa do coordenador e técnico da Seleção de Tênis de mesa de Itabuna, Marcos Júnior.

De acordo com Júnior, houve uma tentativa de negociação com o município para cessão das mesas, porém a surpresa veio na manhã de segunda (29), quando o conjunto esportivo foi levado do colégio. O tênis de mesa de Itabuna, afirma, conta com mais de 200 títulos estaduais e nacionais no período do projeto, inaugurado há cerca de 10 anos.

O tênis de mesa não fazia parte dos Jogos do Ciso e dos Jogos Estudantis de Itabuna. A modalidade foi incluída nestas competições a partir do projeto, na década passada. A retirada do conjunto de mesa ocorre agora devido ao fim do convênio da Secretaria de Educação de Itabuna com o colégio, um dos mais tradicionais do município.

– Fico profundamente triste por ver tamanha falta de bom senso de uma gestão que não tem amor pelas pessoas. Dizem lutar pela educação, mas fecham escolas. Dizem lutar pela saúde, mas fecham postos médicos e, por fim, acabam com o esporte da cidade – lamenta o treinador e coordenador do projeto.

A Secretaria de Educação de Itabuna informou ao próprio Marcos Júnior que as mesas serão redistribuídas em três escolas da rede municipal. Para ele, dificilmente o projeto terá o retorno obtido até aqui, por falta de profissionais especialistas na modalidade.

OUTRO LADO

Nilmecy afirma que mesas foram retiradas por não haver documento ou acordo com o Ciso ou a Associação

A secretária de Educação de Itabuna, Nilmecy Gonçalves, disse que “não há absolutamente nada, nenhum documento, acordo ou projeto que regulamente a utilização desse patrimônio [as mesas profissionais] nem pelo Ciso nem pela Associação de Tênis de Mesa de Itabuna”.

A secretária não informou, porém se há disposição em firmar convênio na área de esporte com o colégio ou a associação. O rompimento do convênio ocorreu de forma unilateral, pelo município, quando o vereador Júnior Brandão, um dos coordenadores do Ciso, votou contra o projeto que muda o regime jurídico dos servidores municipais.

Ainda segundo a secretária, o município desenvolverá ações voltadas ao tênis de mesa no ano letivo de 2019, que deverá começar em maio. O município informou a existência de Assessoria de Esporte e Lazer para comandar o projeto. O município não dispõe de especialista ou técnico em tênis de mesa, de acordo com Marcos Júnior, daí a preocupação com a atitude da Secretaria.

APÓS DERROTA, FG RETIRA PROJETO DO “TRENZINHO DA ALEGRIA” NO HOSPITAL DE BASE

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Parecer de Babá Cearense levou prefeito a pedir retirada de projeto || Foto Gabriel Oliveira

O prefeito Fernando Gomes pediu nesta quarta (24) a retirada da proposta que criaria dois cargos na Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (FASI) e praticamente dobraria o salário do diretor administrativo financeiro da instituição. Por maioria de votos, o Legislativo aceitou a solicitação de retirada.

Segundo o Regimento Interno, “se a matéria já estiver incluída na Ordem do Dia, caberá ao Plenário a decisão sobre o requerimento”. Na segunda-feira (22), as Comissões Técnicas opinaram pela rejeição do projeto de lei, seguindo parecer do relator Babá Cearense (relembre aqui).

O pedido de retirada, na visão da base oposicionista, ocorreu pelo receio do Governo em ser derrotado em Plenário. Vereador da base aliada, Antônio Cavalcante (MDB) declarou que é “nobre” a atitude [do Executivo] de “reconhecer o erro”.

“BELEZA, BELEZA, BELEZA”: ROBERTO DE SOUZA RETORNA AO RÁDIO NESTE SÁBADO

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Roberto de Souza retorna neste sábado (6), a partir das 10h, na Nacional

Afastado dos microfones desde o final de 2018, o radialista Roberto de Souza volta a comandar o Resenha da Cidade, na Rádio Nacional de Itabuna (AM 870), neste sábado (6), a partir das 10h. O retorno ocorre após cerca de quatro meses de tratamento de saúde.

O Guerreiro, como está sendo chamado pelos amigos, terá o prefeito Fernando Gomes e o secretário da Administração de Itabuna, Dinailson Oliveira (Son Gomes), como entrevistados neste sábado.

FERNANDO QUER ACELERAR CONCESSÃO DA EMASA

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Fernando quer acelerar processo de concessão da Emasa

O prefeito Fernando Gomes e o presidente da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), Jader Guedes, estão em Salvador. A dupla tem um dedo de prosa com o sobrinho e ex-presidente da OAB baiana, Dinailton Oliveira, num dos shoppings mais movimentados da capital baiana, nesta quarta (3).

Após receber estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) na semana passada (relembre aqui), Fernando quer apressar o passo e encaminhar a concessão da Emasa, um desejo pessoal de mais de 20 anos. Ficou entusiasmado, também, com a defesa que o governador Rui Costa fez da necessidade de parcerias público-privadas (PPPs) na área de saneamento.

A preocupação em fazer a concessão da Emasa também tem a ver com o tempo que terá para fechar o mandato, pois 2020 está próximo e a privatização da empresa é tema difícil de ser digerido em período eleitoral.

“CONTINUAREI NA OPOSIÇÃO”, AFIRMA BABÁ CEARENSE

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Babá diz que permanece na oposição ao prefeito e critica desmandos

A formação de um bloco de oposição apenas com os vereadores Jairo Araújo (PCdoB), Charliane Sousa e Chicão, ambos do PTB, deu força a boato de que o vereador Babá Cearense teria mudado para a base do prefeito Fernando Gomes. Pelas redes sociais, Babá reagiu:

– Nosso trabalho tem incomodado muita gente. Prova disso é que estão espalhando que eu deixei a oposição e fui pra base do prefeito Fernando Gomes. Mentira!!! – escreveu.

Babá fez sucesso na primeira tentativa de chegar à Câmara de Itabuna em 2012 dizendo que a cidade precisava de carinho, de babá. Não foi eleito, mas o trocadilho ressoou em 2016, quando acabou conquistando vaga no legislativo. Ainda hoje, bradou que continuará na oposição ao prefeito Fernando Gomes, acusado de desmandos e contra quem fez várias denúncias:

– Continuarei na oposição, fazendo meu trabalho de fiscalização e cobrança do Executivo, denunciando os desmandos e irregularidades e votando a favor dos projetos que entender que vão beneficiar a população. Itabuna não merece tanto descaso e incompetência e irresponsabilidade.

GERALDO SIMÕES E AS URNAS

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Marco Wense

 

No mais, esperar o desenrolar dos fatos. São eles que vão provocar novos comentários e tornar os rumos da sucessão municipal mais transparente e menos nebuloso.

 

Como irá se comportar o ex-prefeito Geraldo Simões caso não seja candidato na sucessão municipal de 2020? Uma interessante pergunta, já que o próprio Geraldo ainda não sabe como responder. Seu futuro político é uma grande incógnita.

Se for um postulante ao comando do centro administrativo Firmino Alves, tudo bem. O ex-gestor de Itabuna, por duas vezes, tem todo direito de tentar novamente ser a autoridade máxima do município.

E se “minha pedinha”, como é carinhosamente chamado, ficar de fora da disputa? Vai apoiar o prefeiturável do governador Rui Costa, que tende a ser o mesmo do prefeito Fernando Gomes, subindo no mesmo palanque?

É bom lembrar que Geraldo Simões ao ser questionado sobre a aliança entre Rui e Fernando, disse que era “casamento de cobra com jacaré”.

Acho que não, principalmente em decorrência desse tratamento dado pela cúpula estadual do PT com o aval do chefe do Palácio de Ondina. O ex-alcaide sequer tem seu nome lembrado para ocupar um merecido espaço na reforma administrativa, obviamente no primeiro escalão.

Geraldo, que fundou o PT em Itabuna, que foi duas vezes prefeito da cidade, deputado federal e estadual, não pode ser isolado como se fosse um “João ninguém”, um político sem nenhuma história. Geraldo é merecedor de uma atenção maior.

Na hipótese de ficar de fora da disputa e continuar sendo defenestrado pelo governo estadual, resta a Geraldo quatro caminhos: 1) fazer corpo mole na campanha do candidato de Rui Costa e Fernando Gomes, 2) se afastar do processo sucessório, 3) apoiar outro prefeiturável; e 4) sair candidato por outro partido.

A possibilidade de mudar de partido já não é assunto proibido no staff petista municipal. Em conversas reservadas, alguns correligionários já discutem até qual a legenda mais viável.

Não sei qual é o sentimento que toma conta de Geraldo Simões diante desse desprezo, cada vez mais escancarado, sem nenhuma preocupação em deixá-lo, politicamente falando, na sarjeta, no ostracismo.

E como fica o diretório municipal diante da pretensão do deputado federal Josias Gomes, ex-secretário de Relações Institucionais do governo Rui Costa, de ser o candidato da legenda a prefeito de Itabuna?

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FERNANDO, MANGABEIRA, JOSIAS E A DISPUTA DE 2020

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Marco Wense

 

É bom lembrar que na última vez que falou sobre a sucessão de 2020, no programa de Roberto de Souza, Rádio Nacional, Josias não descartou a possibilidade de sair candidato a prefeito de Itabuna. Transferiria seu domicílio eleitoral de Ilhéus para a irmã e vizinha cidade.

 

Um, dois, três… De quinze pré-candidatos, somente cinco ou seis vão até o fim disputando a sucessão de Fernando Gomes, prefeito de Itabuna por cinco vezes.

Dificilmente teremos outro político para superar essa marca de ter governado Itabuna em cinco oportunidades, sendo sempre derrotado quando tentava o segundo mandato consecutivo.

Com efeito, nenhum alcaide conseguiu quebrar o tabu de permanecer no cargo pelo instituto da reeleição. O eleitorado itabunense não gosta de reeleger o chefe do Executivo.

O substituto de Fernando, que será conhecido em outubro de 2020, vai sair do grupo do governador Rui Costa ou de Mangabeira, sem dúvida o nome da oposição com mais chances de derrotar o candidato do governismo, seja municipal ou estadual.

O candidato do governador será também o de Fernando Gomes e vice-versa. Não teremos dois postulantes ao Centro Administrativo Firmino Alves dessa aliança. A tendência é pela escolha de um petista.

Nos bastidores, principalmente do Palácio de Ondina, o que se comenta é que Josias Gomes, ex-secretário de Relações Institucionais, seria o nome indicado pela cúpula do PT com o aval de Rui Costa e o ok de Fernando Gomes.

É bom lembrar que na última vez que falou sobre a sucessão de 2020, no programa de Roberto de Souza, Rádio Nacional, Josias não descartou a possibilidade de sair candidato a prefeito de Itabuna. Transferiria seu domicílio eleitoral de Ilhéus para a irmã e vizinha cidade.

Do outro lado, o grupo de Mangabeira com Augusto Castro e todos que querem uma mudança na política de Itabuna, um ponto final no fernandismo, que não pode ser subestimado, continua enraizado e respirando sem ajuda de aparelhos.

Se a eleição fosse hoje, o prefeito de Itabuna seria o médico Antônio Mangabeira, do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

O que chama atenção na sucessão de 2020, é a pretensão de se candidatar dos ex-prefeitos Geraldo Simões, Claudevane Leite e Capitão Azevedo. Os dois primeiros ligados ao PT. O militar a ACM Neto, gestor soteropolitano, presidente nacional do DEM e candidatíssimo ao governo da Bahia no pleito de 2022.

No mais, esperar o desenrolar dos acontecimentos para um comentário mais firme, consistente e com pouca especulação.

Vale ressaltar que especular, dentro de uma certa lógica e racionalidade, é inerente ao jornalismo político. Do contrário, a análise ficaria condicionada ao surgimento do fato, que poderia acontecer até mesmo na véspera do dia da eleição. Portanto, a projeção do que pode vim pela frente é perfeitamente aceitável.

Lá na frente teremos o fernandismo e o petismo de mãos dadas para fazer o sucessor de Fernando Gomes, ilustre integrante do Movimento dos Sem Partido, o MSP.

Marco Wense é articulista e colunista do Diário Bahia.

FERNANDO EXPULSA AGÊNCIA DO BB DA PREFEITURA

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Na Caixa, Fernando anuncia vingança contra o BB || Foto Vanusa de Jesus/Diário Bahia

O prefeito Fernando Gomes disse ter dado prazo de 60 dias para que o Banco do Brasil desocupe imóvel no Centro Administrativo Firmino Alves e também anunciou que vai tirar contas do Município existentes no BB, informou o Diário Bahia.

As medidas são resposta do gestor contra decisão da gerência local em dezembro, quando a instituição financeira se negou a cumprir decisão de primeira instância que liberava dinheiro bloqueado para pagamento de dívida do município com a Previdência Social.

Banco do Brasil terá 60 dias para sair do prédio da Prefeitura, segundo Fernando

O prédio onde hoje a prefeitura está instalada pertencia ao Banco do Brasil. No local, funcionava um centro de dados do BB, o Cesec, até a década de 90, quando foi adquirido pelo município em negociação feita por Fernando.

Curiosamente, o anúncio da vingança de Fernando foi feito durante a inauguração das novas instalações da agência Itabuna da Caixa Econômica Federal. A agência antes funcionava na Praça Camacã e começa a atender na Avenida do Cinquentenário, a cerca de 300 metros do Jardim do Ó.

O novo endereço, com 4 andares, foi inaugurado nesta segunda com as presenças do superintendente regional da Caixa, Marcus Vinícius Nascimento, e do ex-prefeito José Oduque Teixeira.

CONSELHO APROVA AUMENTO DE PASSAGEM DE ÔNIBUS PARA R$ 3,80 EM ITABUNA

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Passagem de ônibus pode custar R$ 3,80 no próximo mês

O  Conselho Municipal de Transporte de Itabuna (CMTI) aprovou, durante reunião na segunda-feira (3), reajuste de R$ 0,80 no preço da passagem de ônibus urbanos. O aumento deve ser concedido a partir do próximo mês. Com isso, o valor da tarifa para o usuário do transporte coletivo no município do sul da Bahia deverá passar de R$ 3 para 3,80, mesmo valor cobrado em localidades maiores como Feira de Santana e Vitória da Conquista.
O aumento na passagem no município de cerca de 220 mil habitantes foi autorizado menos de 20 dias depois da posse do presidente da CMTI, Eduardo Cardoso, que também é presidente do Sindicato dos Taxistas de Itabuna. Aprovação do reajuste ocorreu com votos favoráveis de 13 dos 17 membros da entidade. Cardoso defendeu o reajuste e alegou que foram aprovadas medidas compensatórias para os estudantes, com a extensão do direito a meia passagem para todos eles.
O taxista alegou ainda que o reajuste não será de R$ 0,80, mas de R$ 0,30 porque,  segundo ele, a tarifa custa R$ 3,50, valor que não estaria sendo cobrado por causa de uma liminar da Justiça. Na verdade, no passado, o CMTI aprovou reajuste de R$, 2,85 para R$ 3,50, mas o governo municipal autorizou aumento para R$ 3,30, que foi contestado pela população.
O aumento gerou revolta nos usuários que se queixam da falta de qualidade do serviço prestado pelas duas empresas de ônibus que atuam no município sul-baiano. Ainda não há decisão judicial definitiva sobre o aumento aprovado pelo CMTI e autorizado pelo prefeito Fernando Gomes em fevereiro do ano passado.

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MANGABEIRA CLASSIFICA COMO "MEDÍOCRE" GOVERNO DE FERNANDO

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Mangabeira (à esquerda) avalia governo de Fernando como “medíocre”

Eleito suplente de deputado federal e segundo colocado na corrida à Prefeitura de Itabuna em 2016, Antônio Mangabeira classificou como “medíocre” a gestão de Fernando Gomes. Dr. Mangabeira, como é mais conhecido, emitiu nota conjunta com o PDT na qual faz duras críticas ao governo municipal.
– Itabuna é mais uma vez vítima de um governo medíocre. Já pode ser considerada a capital do atraso na Bahia – diz em nota pública.
A nota conjunta elenca vários problemas administrativos e irregularidades na gestão de Fernando. Segundo Mangabeira, falta planejamento, competência técnica e responsabilidade com a administração pública e sobram “arrogância, prepotência e intimidação”.
Mangabeira ainda aponta que a cidade está “sitiada pelo medo, onde as pessoas temem externar suas opiniões sobre os governos”. E, ainda sobre a gestão de Fernando, o médico e suplente de deputado diz parecer que o governo está no fim, atolado em “problemas administrativos, jurídicos e de colapso dos serviços públicos”.
A nota é emitida depois de um movimento pedir a saída de Fernando do poder durante passeata na Avenida do Cinquentenário (veja aqui) e de o prefeito encerrar contrato de Mangabeira com o município.
O médico hematologista prestava serviço na Policlínica 2 de Julho, da rede municipal. A justificativa para encerramento do contrato foi a de que Mangabeira prestava atendimento em quantidade superior à contratada e descaracterizando a unidade voltada a especialidades médicas. Confira a íntegra da nota no “leia mais”, na sequência.

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