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9 de julho de 2020 | 11:49 am

MINISTRA DO MEIO AMBIENTE AUTORIZA INÍCIO DE OBRAS DO PORTO SUL

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Porto Sul será construído na zona norte de Ilhéus.

Porto Sul será construído na zona norte de Ilhéus.

Rosemberg: Porto Sul está mais que vivo.

Rosemberg: Porto Sul vivo.

Exclusivo

As obras do Complexo Porto Sul, na zona norte de Ilhéus, devem começar ainda neste semestre. No próximo dia 24, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em Salvador, a autorização para suprimir vegetação na área da poligonal do empreendimento. A cerimônia de assinatura ocorrerá na Governadoria, às 16 horas.

De acordo com a agenda, a ministra terá uma reunião com a Frente Parlamentar Ambientalista, contando com as presenças do secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, e do deputado estadual Rosemberg Pinto, ambos do PT.

Para o deputado estadual Rosemberg Pinto, a autorização ambiental, no próximo dia 24, reforça a importância do Porto Sul e da Ferrovia Oeste-Leste para o governo. “Com esta autorização da ministra Izabella Teixeira, começam, de fato, as obras”, assinala o parlamentar. “Superamos as questões ambientais. Agora é iniciar a obra”, diz, enfatizando a importância das obras para a infraestrutura logística baiana.

O PORTO SUL

O Porto Sul deverá ser construído em uma área de cerca de 1,8 mil hectares, em Aritaguá, zona norte ilheense. O investimento conta com parceria da União, Estado e empresas. A maior interessada no projeto é a Bahia Mineração (Bamin), mas a sua acionista enfrenta dificuldades financeiras e o mercado de minério de ferro está em baixa.

O projeto original constava de construção de dois terminais, sendo um deles de uso privativo da Bamin. As dificuldades da empresa cazaque podem levar a uma redução do projeto, com investimento do governo baiano e de consórcio que envolve empresas brasileiras e chinesas.

As obras, se iniciadas de fato neste ano, estariam concluídas em um prazo de até quatro anos. O prazo não leva em consideração variantes de mercado, a exemplo da crise das grandes e médias construtoras do país e as oscilações do mercado de minério de ferro.

WAGNER ESTRANHA FIOL FORA DE PACOTE

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 (Foto Pimenta).

(Foto Pimenta).

O ex-governador Jaques Wagner, hoje ministro da Defesa, lamentou a ausência da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) do pacote de mais de R$ 200 bilhões em infraestrutura e logística anunciado na última terça (9).

– Estranhei essa ausência, fiquei surpreso. Não tive oportunidade de conversar sobre o assunto, mas gostaria muito que o projeto tivesse entrado no programa – disse ele ao Estadão.

A ferrovia, quando – e se pronta, ligará o Tocantins ao sul da Bahia, onde deverá ser construído o Porto Sul, em Ilhéus.

A estimativa é de que a obra consuma em torno de R$ 3,5 bilhões.

TRILHOS DA FIOL COMEÇAM A SER ASSENTADOS

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Trilhos da Fiol começam a ser assentados (Foto Elói Correa).

Trilhos da Fiol começam a ser assentados (Foto Elói Correa).

As obras da Ferrovia Oeste-Leste evoluíram em lotes da região sudoeste do Estado, nos últimos dias, com a colocação dos trilhos. O trecho mais avançado situa-se entre Brumado e Tanhaçu. A Ferrovia tem extensão total de 1.527 quilômetros.

Do lote um ao lote quatro, explica Eracy Lafuente, coordenador executivo de Infraestrutura e Logística da Casa Civil da Bahia, a previsão é que sejam transportados 20 milhões de granéis minerais. “Para o setor, significa ter demanda e capacidade para o transporte. Ou seja, vamos ter demanda para que um operador ferroviário e portuário possa alavancar negócios”.

Lafuente observou ainda que, no que se refere à exploração de minério nas regiões de Guanambi, Caetité, Brumado e na parte leste Ilhéus, “a perspectiva é que tenha cinturões de exploração de vários minérios que, a partir da logística [da Fiol], tenham viabilidade econômica”.

De acordo com o gerente regional da Valec Engenharias, Construções e Ferrovias S/A, Rodrigo Caires, responsável pelos lotes 3 (Tanhaçu) e 4 (Brumado) da Fiol, em torno de 75% da obra dos dois lotes já está concluída. “A previsão é fazer 20 quilômetros por mês. Portanto, o prazo de concluir em dezembro de 2015 os lotes 3 e 4 será cumprido”, garante.

O lote 3 possui 115 quilômetros e, atualmente, gera 730 empregos diretos. Já o lote 4, tem 177 quilômetros e tem 1,6 mil pessoas, entre técnicos, soldadores, fiscais, entre outros profissionais, trabalhando diariamente. A previsão é de que a obra no trecho que compreende Ilhéus e Caetité seja finalizada entre 2016 e 2017 e, o trecho entre Caetité e Barreiras, começa a funcionar entre 2017 e 2018.

OBRAS DO LOTE 5 DA FIOL SERÃO RETOMADAS

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Ferrovia ligará Tocantins a Ilhéus (Foto Divulgação).

Ferrovia ligará o norte do país a Ilhéus (Foto Divulgação).

O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou as obras do lote 5 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) em sessão plenária realizada ao final da tarde de ontem (2).

O lote tem extensão de 162 quilômetros, passando pelos municípios de Caetité, Guanambi, Palmas do Monte Alto, Riacho de Santana e Bom Jesus da Lapa.

– Hoje, a população de Guanambi e região pode ter a certeza de que terá a retomada de empregos, de oportunidades e de desenvolvimento econômico – afirmou o secretário da Casa Civil, Rui Costa.

WAGNER AUTORIZA CONCESSÃO DE ÁREA PARA TERMINAL DA BAMIN EM ILHÉUS

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Wagner assina concessão de área à Bamin (Foto Mateus Pereira/GovBA).

Wagner assina concessão de área à Bamin (Foto Mateus Pereira/GovBA).

A Bahia Mineração obteve, hoje, a concessão para construir o terminal de uso privativo (TUP) na zona norte de Ilhéus. A assinatura do contrato ocorreu em solenidade nesta quinta (6), em Salvador. A área concedida pelo estado à empresa tem 494 hectares e integra as ações do Complexo Porto Sul.
O governador Jaques Wagner disse que a concessão só se tornou possível, nos moldes atuais, após a sanção, pela presidente Dilma, da chamada “MP dos Portos”. Dentre outras atividades, a medida provisória autoriza à iniciativa privada o uso e movimentação de cargas em portos. Além do governador, também assinou o contrato o presidente da Bamin, José Francisco Viveiros.
A previsão é de início da construção do terminal privativo da mineradora cazaque em 2014, após a concessão de licença ambiental por parte do Ibama. A empresa tem, por enquanto, a licença prévia. A conclusão é esperada para 2017.
O Porto Sul demandará total de R$ 3,5 bilhões em investimentos, dos quais R$ 2 bilhões por parte da Bamin. O estado deve investir na construção de porto público para armazenamento e movimentação de minério e grãos. A área total do Porto Sul é de 1.860 hectares e terá, ainda, espaço para armazenamento de minério e outros produtos, funcionando como ponto de exportação de produtos transportados via Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

A BAHIA QUER, O BRASIL PRECISA

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Walter-Pinheiro-Wilson-Dias-AbrWalter Pinheiro | imprensapinheiro@gmail.com

A Bahia se mobiliza para que não haja mais atraso em seu cronograma de obras (o que traria prejuízos ao Estado e ao Brasil como um todo).

A Bahia tem uma história econômica caracterizada por sua vocação para o mercado externo. Em tempos imemoriais, ainda no século XVI, após o desembarque de Cabral em terras brasileiras a Capitania teve no pau-brasil sua primeira commodity, que mais tarde se juntaria ao açúcar, ao fumo e ao cacau reforçando sua pauta de exportações.
Hoje, as commodities são outras. Somos o quinto produtor brasileiro de bens minerais, a exploração mineral da Bahia é responsável pela geração de 13 mil empregos diretos, dos quais 11.400 estão em municípios da região do semiárido.
A Bahia tem ainda a explorar grandes jazidas de 40 diferentes substâncias. Somos o primeiro produtor brasileiro de urânio, cromo, salgema, magnesita e talco, e destaque nacional na produção de níquel, cobre e ouro, além de possuirmos a maior diversidade cromática de rochas ornamentais do País.
Os projetos para exploração dessas jazidas somam atualmente investimentos de R$ 20 bilhões, até 2015. Há outros projetos em fase inicial, que vão desde as matérias-primas para fertilizantes até as terras-raras.
Para que isso ocorra, precisamos de uma logística que possibilite o transporte das minas até os centros de consumo ou a portos marítimos que permitam ao Estado sustentar sua histórica vocação de exportador.
Mas quando se fala em transporte de minérios, o modal só pode ser o ferroviário. E no caso específico dessa grande província mineral em que se constitui a Bahia, espalhada de forma especial pela região do semiárido do Estado, a saída natural está na construção da Fiol (Ferrovia Oeste-Leste).
Com extensão de 1.527 quilômetros, partindo de Ilhéus até atingir Figueirópolis, no Tocantins, onde se encontrará com a Ferrovia Norte-Sul, a Fiol vai mudar a vida de 147 municípios localizados ao longo do seu trajeto, com o mesmo impacto das ferrovias dos Estados Unidos no desenvolvimento do oeste daquele país.

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PORTO SUL: CHEGA DE RADICALISMOS, É HORA DE UNIÃO

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Daniel Thame | danielthame@gmail.com

Ao contrário do que dizem os radicais do movimento ambientalista, o governo cedeu em diversos pontos. E as condições que as obras saiam do papel são as melhores possíveis, mais vantajosas que outras pensadas para o restante do brasil.

ONGs ambientalistas lançaram um novo abaixo-assinado pedindo paralisação do processo de licenciamento ambiental do Porto Sul.  O documento repete argumentos fantasiosos, a exemplo daquele que diz que o Complexo Intermodal é investimento com recursos públicos para beneficiar empresas privadas e que a atividade portuária interferirá negativamente no desenvolvimento do turismo de Ilhéus e do litoral sul da Bahia.

O documento alega ainda que o EIA/Rima não teve divulgação adequada e pede a realização de nova audiência pública.

Felizmente, prevaleceu o bom senso e o Ibama acaba de conceder a  Licença Prévia para a implantação do projeto.

Não se trata de criminalizar o movimento ambientalista, até porque foi na discussão aberta com ONGs e demais representações da sociedade que o projeto evoluiu até o ponto em que se encontra hoje. Mas a hora de discutir já passou. O Ibama atesta que nenhum outro projeto portuário foi tão debatido com a sociedade organizada  quanto o Porto Sul.

O momento pede união e esforços concentrados para que o projeto saia do papel e seja definitivamente implantado, beneficiando toda a região, trazendo desenvolvimento social, econômico e ambiental.

Chega de radicalismos. Sim, porque o maior perigo para a Mata Atlântica está na pobreza. A mata na região sul da Bahia foi dizimada por que famílias de desempregados precisavam de local para morar, de caça para comer. Estas famílias produziram lixo jogado no leito de córregos e rios, afetando a qualidade destas águas.

O projeto do Porto Sul evoluiu e os ambientalistas têm muito a comemorar. O que era para ser um mineroduto de 500 quilômetros, alimentado com a água do São Francisco se transformou em ferrovia. A localização do porto foi alterada para aumentar a preservação de corais e animais marinhos. Ibama e Ministério Público têm informações profundas e detalhadas sobre o projeto, o que aumenta seus poderes de fiscalização e consequentemente a força para paralisar e suspender a obra caso haja qualquer descumprimento por parte dos empreendedores.

No lugar do radicalismo,  o momento pede racionalidade. Agora, é mais inteligente para os ambientalistas e para a sociedade discutir os condicionantes, não aqueles pensados para inviabilizar o Porto Sul, mas sim os que garantam de fato investimentos sociais e ambientais que signifiquem redistribuição das riquezas a serem geradas pelo complexo.

Não se iludam, o cobertor é curtíssimo. Ilhéus não tem recursos suficientes para, por exemplo, interligar todas as residências a um sistema de esgotamento sanitário. Os ambientalistas sabem que o esgoto não tratado é um dos maiores perigos ao ecossistema. O Governo do Estado tem um pouco mais de dinheiro, mas precisa atender 417 municípios. A União, um pouco mais ainda de recursos, mas atende a 5.550 cidades.

Logo, os investimentos são feitos em locais onde podem se potencializar. Ilhéus e região podem se tornar alvo prioritário dos investimentos estaduais e federais em esgotamento sanitário, qualificação de mão de obra, infraestrutura urbana, incluindo áreas de lazer e de preservação ambiental, a fim de assegurar melhoria na qualidade de vida de seus habitantes.

Sem o Porto Sul e sem a Ferrovia Oeste Leste,  o Sul da Bahia apenas assistirá ao desenvolvimento de outras localidades, lembrando um passado de riqueza cada vez mais afastado do presente e um futuro de desenvolvimento transformado em uma vaga miragem.

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GABRIELLI NA UESC

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Gabrielli falará do novo aeroporto em Ilhéus.

O secretário de Planejamento do Estado, José Sérgio Gabrielli, vai proferir palestra sobre o desempenho da economia brasileira e baiana, nesta segunda, 3, às 19h, no auditório principal da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).

Gabrielli também falará das obras de logística e infraestrutura no sul da Bahia, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul. A palestra do economista e ex-presidente da Petrobras será aberta à comunidade regional.

PORTO SUL ATRAI CHINESES E BRASILEIROS

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Secretário Rui Costa e representantes de empresas brasileira e chinesas.

Três empresas anunciaram interesse em investir no Complexo Intermodal Porto Sul, a Rongxin Capital-Bahari Still, a Bohai Steel Group e a Bio Gold. As empresas atuam na área de mineração e estudam a viabilidade de construir siderúrgica numa área próxima ao porto, segundo o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa.

Os representantes das empresas estão de olho nas oportunidades criadas a partir da entrega das obras do Porto Sul, em Ilhéus, e do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). Ontem, houve rodada de conversação entre empresas e governo, em Salvador.

OBRAS DA FIOL PARALISADAS HÁ UM MÊS

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As obras da Ferrovia Oeste-Leste na região sulbaiana estão paralisadas há 30 dias por causa do calote do consórcio responsável pelo lote I. Ontem, os trabalhadores aceitaram proposta de pagamento dos salários pendentes de dezembro nesta quarta (8) e quitação de duas das três cestas básicas atrasadas na próxima sexta (10).
Os trabalhadores realizaram assembleia, ontem, em Barra do Rocha para decidir o retorno ao trabalho, o que deve acontecer ainda hoje ou na próxima segunda (13). O consórcio responsável pelas obras da Ferrovia Oeste-Leste promete pagar o salário de janeiro nos próximos dias 16 e 17, conforme o Barra do Rocha News.
A ferrovia interligará Fernandinópolis (TO) a Ilhéus (BA) e terá como principal finalidade o transporte de grãos e minérios, integrando o Complexo Intermodal Porto Sul, que prevê investimentos de, aproximadamente, R$ 6,5 bilhões. Desse montante, parte será destinada à construção do porto público e do terminal privado, além do aeroporto internacional ilheense.

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