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8 de maio de 2021 | 04:39 am

JUSTIÇA LIBERA A REALIZAÇÃO DE FESTAS EM PORTO SEGURO

Porto Seguro encerra inscrições em processo seletivo nesta segunda-feira
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O juiz Rogério Barbosa, da Comarca de Porto Seguro, derrubou uma liminar que proibia a realização de shows e festas de réveillon no município do extremo-sul da Bahia. A decisão torna sem efeito, pelo menos por enquanto, as medidas adotadas pelo Governo do Estado para tentar reduzir a velocidade de transmissão do novo coronavírus no município.

De acordo com a decisão do juiz Rogério Barbosa, os eventos na sede e distritos de Porto Seguro podem reunir até 200 pessoas. Para realização dos eventos, os seus idealizadores devem respeitar as medidas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os participantes devem seguir orientações quase impossíveis de ser respeitadas em ambientes onde as pessoas fazem uso de bebidas alcoólicas. Isso significa que as regras do uso obrigatório de máscaras e o distanciamento social ficam só teoria.

O governador Rui Costa anunciou, via redes sociais, que vai recorrer da decisão do juiz Rogério Barbosa. “Penso que não se pode colocar em risco a vida das pessoas em nome de 4 festas privadas em Porto Seguro. Confio na Justiça e vamos recorrer! Nosso decreto continua proibindo shows e eventos nos 417 municípios da Bahia e tem um objetivo: conter o avanço da Covid19 e salvar vidas”, disse.

ESPECIALISTAS RECOMENDAM CUIDADOS COM FESTAS DE FIM DE ANO

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Natal e ano novo são sinônimos de festa, reunião familiar com mesa farta, abraços e conversas longas madrugada adentro. Mas com a pandemia do novo coronavírus que atingiu o mundo inteiro, e ainda faz vítimas todos os dias, esse momento tradicional pode custar caro.

Especialistas não recomendam reuniões nesse período, ao mesmo tempo em que sabem que muita gente não deixará essa tradição de lado. Por isso, saiba o que fazer para reduzir ao máximo os riscos de ir a uma celebração de fim de ano e sair de lá contaminado pela covid-19.

MÁSCARA, ÁLCOOL E DISTANCIAMENTO

Infectologistas ouvidos pela Agência Brasil foram taxativos: apenas um meio de proteção não é eficaz. Então, não adianta usar máscara e não higienizar as mãos com frequência. Tampouco resolve tomar essas providências mas sair abraçando, apertando mãos e se aglomerando em rodas de conversa.

“A pessoa deve tentar restringir o risco de infecção, saindo o menos possível. Manter a máscara e retirar apenas na hora de se alimentar. Todas as estratégias são falhas, mas a soma delas ajuda, diminui o risco”, afirma Joana D’arc Gonçalves, médica infectologista e professora de medicina do UniCeub, em Brasília.

Ela também ressalta a importância de manter distância das outras pessoas e não compartilhar objetos como copos e talheres. Joana D’arc vai além e recomenda que dias antes da festa de natal ou réveillon, caso seja possível, a pessoa faça o teste RT-PCR, que identifica a presença do vírus no organismo e confirma a covid-19.

De acordo com os especialistas, a maioria das pessoas tem transmitido o vírus sem sequer apresentar sintomas. Por isso, estar assintomático no dia da festa não garante que a pessoa esteja sem o vírus no organismo.

SEM ABRAÇOS NA VIRADA DO ANO

O próximo ano já chegará exigindo um esforço de todos. Quando o relógio marcar zero hora do dia 1º de janeiro de 2021, evite dar o tradicional abraço de feliz Ano Novo. “O contato próximo, de abraçar, beijar e apertar as mãos, deve ser evitado”, diz Marcus Antônio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

“Porque a gente sabe que esse vírus se propaga por gotículas respiratórias, secreções. E abraçando outras pessoas, colocando a mão no rosto delas, ou mesmo no seu rosto, você tem a possibilidade de transmitir o vírus”, completa Cyrillo. “Este momento é sofrido, mas a gente não recomenda”, acrescenta Joana D’arc.

AMBIENTES ABERTOS E AREJADOS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não se posicionou em relação às festas de Natal e Ano Novo, apenas deu diretrizes para que os órgãos sanitários, como o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Brasil, orientem os governos locais sobre como a população deve se prevenir.

Em meio às recomendações e protocolos, não há meias-palavras: reuniões devem ser evitadas. “A OMS não recomenda aglomeração. E quando você fala em celebração, você fala em aglomeração. Aqui no Brasil a gente está relaxando demais e podemos ter consequências ruins”, afirma a infectologista.

Caso a reunião da família no fim do ano seja inevitável, os anfitriões devem promover ambiente o mais seguro possível para os convidados. A festa deve acontecer, se possível, ao ar livre. No quintal ou na varanda de casa, por exemplo. Nesses ambientes bem arejados, o vento tende a levar o vírus para longe. Outra possibilidade é um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas.

“Em lugares fechados existem condições de umidade, temperatura, de matéria orgânica onde o vírus pode se depositar. Ao ar livre essas condições são menos propícias para o vírus se multiplicar ou ser transmitido para alguém. Mas se você estiver em um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas, a chance diminui”, explica Cyrillo.

LONGE DAS FESTAS

Para Joana D’arc e Cyrillo, o número de convidados não é tão importante quanto as medidas de segurança. Ou seja, é mais seguro estar em uma festa com muita gente, mas todas se prevenindo em um espaço adequado, do que em uma festa com dez pessoas, sem máscara, sem ventilação e sem cuidados prévios.

Embora pareça uma obviedade, não custa reforçar: se você tem sintomas do novo coronavírus, como tosse, dor de cabeça, nariz escorrendo, dor de garganta, febre, diarreia, seu lugar é longe das festas. O mesmo vale para pessoas do grupo de risco. Idosos, diabéticos, obesos ou portadores de doença imunossupressora.

RUI COSTA: FORÇAS POLICIAIS PODERÃO AGIR COM ‘MÁXIMO RIGOR’ PARA IMPEDIR FESTAS DE FIM DE ANO

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“Forças policiais poderão agir com ‘máximo rigor’ para impedir festas de fim de ano”, advertiu, em pronunciamento oficial, o governador da Bahia, Rui Costa, nesta terça-feira (22). A drástica medida visa impedir a realização de festas de final de ano na capital e no interior.

“Infelizmente, estamos diante de uma segunda onda do coronavírus. Já determinei às nossas forças policiais o máximo de rigor para impedir a realização de festas na capital e no interior. Quero pedir o seu apoio, use máscara”, afirmou o governador.

Segundo Rui, mesmo com os esforços da Bahia, que possui a segunda menor taxa de mortalidade por conta da Covid-19 no país, a situação da pandemia no estado é preocupante.

“A pandemia tornou esse ano muito difícil e triste. Já são quase nove mil mortos na Bahia. Desde o início, trabalhamos incansavelmente, tratando a pandemia como uma verdadeira guerra a ser vencida”, disse.

Segundo boletim divulgado ontem pela Secretaria de Saúde do Estado, a Bahia já registrou mais de 471 mil casos de Covid-19, com 8.835 óbitos. Um decreto anterior editado pelo governo proibiu a realização de shows e festas, públicas ou privadas, além de outros eventos e atividades com presença de público superior a 200 pessoas.

GOVERNO BAIANO PROÍBE REALIZAÇÃO DE SHOWS E FESTAS

Governo determina medidas pelo isolamento social || Foto Pedro Moraes/GovBA
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A realização de shows e festas está suspensa em toda a Bahia. A decisão estará publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (5) e integra o Decreto nº 19.586.

Conforme a publicação, ficam proibidos os “shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes”. O decreto tem validade até 17 de dezembro, com indicativo de renovação. A determinação visa deter o avanço da covid-19 no estado.

Na última quarta-feira (2), o Governo do Estado já havia prorrogado o decreto, que também suspende as aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada e proíbe eventos e atividades com presença de público superior a 200 pessoas.

PREFEITURA AUTUA 16 BARES ABERTOS E QUE DESCUMPRIAM TOQUE DE RECOLHER

Guarda Municipal acabou com festa em condomínio em Itabuna
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A Prefeitura de Itabuna notificou 16 bares por descumprimento do toque de recolher. De acordo com o diretor de Indústria e Comércio da Secretaria de Sustentabilidade Econômica, Edvaldo Alves, esta semana foram recolhidas mesas, cadeiras e quatro aparelhos de som que eram usados para fazer aglomerações após às 20 horas. “As pessoas também infringiram o Decreto 13.635, que proíbe a abertura dos bares”, lembrou.

A fiscalização do toque de recolher tem a participação de equipes da Vigilância Sanitária, da Guarda Civil Municipal, da Polícia Militar e do Departamento de Trânsito da Secretaria de Segurança, Transporte e Trânsito de Itabuna (Sesttran).

Segundo a Prefeitura, os bairros com os maiores números de infrações são a Califórnia, Fátima, São Pedro, Sarinha e Jacanã. Nos bares multados, vários clientes estavam sem máscara. “Nosso maior problema é que as pessoas não levam a medida a sério. Só 75% cumprem o toque de recolher”, disse Edvaldo.

O descumprimento que mais chamou a atenção dos fiscais foi uma festa realizada no sábado ( 1), no Condomínio Jubiabá. A equipe suspendeu uma festa com música ao vivo com várias pessoas reunidas e algumas sem máscara. No dia, quatro bares que estavam abertos por causa da festa foram notificados. “Além disso, 16 pessoas foram autuadas esta semana por estarem sem a máscara”, finalizou.

“COLA NA MANU” LANÇA CAMPANHA PARA DOAR CESTAS BÁSICAS A PROFISSIONAIS DE EVENTOS

Dinheiro arrecadado com venda de camisetas será utilizado na compra de cestas básicas
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Criadora do Arraiá Cola na Manu, a publicitária Manuela Berbert lançou uma ação para auxiliar pessoas que trabalhavam nos bastidores das grandes festas em Itabuna. Com o cancelamento de festas devido à pandemia, centenas de pessoas que trabalhavam nestas festas viram renda cair até 100%, segundo a publicitária e produtora de eventos.

“Acompanhei a produção de muitas lives [transmissões ao vivo pela internet] realizadas por artistas e produtores de eventos regionais e sei da importância de cada uma para as equipes de produção, garçons, cozinheiros, pessoal de apoio e higienização de festas”, justifica Manuela.

A publicitária lançou uma coleção, chamada Forrozin, com renda totalmente revertida para a compra de cestas básicas para pessoas que trabalhavam nestas festas e hoje estão sem renda. As camisetas, feminina ou masculina, podem ser adquiriras pelo contato (73) 99196-5043 (também Whatsaap).

COMO MEDIDA PREVENTIVA AO CORONAVÍRUS, ITABUNA SUSPENDE EVENTOS POR 30 DIAS

Itabuna é o quarto município com mais casos confirmados de covid-19 na Bahia || Foto José Nazal
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O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, assinou decreto, nesta sexta-feira (13), suspendendo, por um período de 30 dias,  os eventos com grande número de pessoas. O documento prevê ainda a novação da medida, caso seja necessário, por períodos sucessivos.

De acordo com o decreto, o município não vai autorizar nenhum evento com mais de 50 pessoas, principalmente em espaços fechados.  Além disso, foi determinado que os bares e restaurantes distribuam suas mesas a uma distância de  dois metros entre elas.

O documento destaca ainda que as medidas são necessárias por causa da possível circulação do coronavírus na região cacaueira.  Com isso, estão suspensos eventos como seminários, formaturas, shows musicais e palestras. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Município desta sexta-feira (13).

Com relação às manifestações religiosas, o prefeito informou que a decisão caberá as suas lideranças.  Um um dos grandes eventos previstos para os próximos dias é a Procissão de São José,  quinta-feira (19). A Igreja Católica ainda não se manifestou sobre a realização do evento.

A ÁGUA DE CHEIRO AGUOU

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ariel (1)Ariel Figueroa | colunadeturismo@gmail.com
 

Senti a falta dos turistas fotografando, tentando dançar, se esforçando por participar. Senti a falta de Ilhéus.

 
Dois capoeiristas, três estivadores, algumas baianas e muita raça. Este é o balanço de uma festa que já foi grande. Participei mais uma vez da lavagem da Catedral, do início ao fim. No final da festa ficou um sabor amargo na boca, o retro gosto não foi legal. Faltou muito, faltou tudo.
À margem de Ilhéus passou o cortejo de baianas festejando São Sebastião ou Oxossi. A Cultura de Ilhéus foi dizimada, vulgarizada, marginalizada, deu tristeza ver o cortejo passar e o olhar das pessoas mostrar o desconhecimento do que estava acontecendo. Ilhéus esqueceu suas tradições. A Ilhéus ariana esqueceu sua cultura.
Estive no Mercado de Artesanato, cheio de turistas e estes sem saber que nesse preciso momento estava acontecendo uma das mais belas festas populares de Ilhéus; parece que as pousadas e os hotéis não informaram a respeito da lavagem da catedral. A Atil – Associação de turismo de Ilhéus – precisa incorporar seu papel de pelo menos divulgar o que está acontecendo aqui, pelo menos. Senti a falta dos turistas fotografando, tentando dançar, se esforçando por participar. Senti a falta de Ilhéus.
Não se trata de ser ou não povo dos terreiros, é uma coisa nossa coisa de ilheense participar da lavagem da Catedral. Pelo menos isso eu aprendi na década de 90, era assim. Os terreiros estão a cada ano pensando se descem para a festa ou não, isso tá claro. Enquanto a lavagem continuar a ser uma festa organizada por políticos, está fadada a acabar. Acredito que uma reunião entre os envolvidos seja necessária, de forma urgente.
Ano passado, na hora do caminhão pipa, a água faltou. Este ano tinha um caminhão pipa reluzente de novo, mas faltou uma coisa: Axé.
Lavagem da Catedral sem Axé não faz sentido.
Ariel Figueroa é turismólogo. Editor do site Coluna de Turismo

BAHIA: 42 MORTES NAS RODOVIAS FEDERAIS

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Ultrapassagens indevidas estão entre as mais frequentes causas de mortes nas estradas

Balanço parcial da Polícia Rodoviária Federal informa que o número de acidentes nas estradas federais que cortam o Estado chegou a 527 no período de 16 de dezembro até esta segunda-feira, 2. O saldo é de 284 feridos e 42 mortes.
Com relação aos acidentes, houve aumento de 10,71% em relação ao final de 2010 e início de 2011. Houve elevação também no número de feridos (284 contra 268) e ligeira queda nos registros de mortes (46 no ano passado contra 42 este ano).
A Polícia Rodoviária salienta que 90% dos acidentes estavam relacionados à imprudência, com destaque para ultrapassagens indevidas e embriaguez ao volante.

ARRAIÁ DA QUEBRADEIRA

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Do jornal A Tarde:

A quatro dias do São João, muitas prefeituras baianas ainda lutam na Justiça para garantir os incentivos do governo do Estado para realização da festa. Isso porque, segundo a Secretaria de Turismo (Setur), gestores têm até terça-feira, dia 22, para apresentar certidão de adimplência com a União e com a esfera estadual: requisito básico para firmar convênios com o poder público e receber as verbas.

Na cidade de Itabuna, por exemplo, o atual prefeito, Capitão Azevedo (DEM), reclama que dívidas contraídas em gestões anteriores o obrigam a criar alternativas para contornar o aperto orçamentário e garantir os festejos na cidade. “Há uma dívida de R$ 100 milhões com o INSS e outra de R$ 20 milhões com o FGTS, que se arrastam há duas décadas. Para realizar convênios, só através de liminares da Justiça”, explicou.

A Setur estima que pelo menos 300 cidades procuraram o órgão em busca de apoio financeiro, mas apenas cem, um terço desse total, devem ser atendidas.

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