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15 de abril de 2021 | 01:48 pm

ANTÔNIO LOPES LANÇA "LUZ SOBRE A MEMÓRIA" EM ITABUNA

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Antônio Lopes

Obra ganha nova edição, atualizada e com duas crônicas inéditas.

Obra ganha nova edição, atualizada e com duas crônicas inéditas.

O jornalista Antônio Lopes lançará na próxima quinta-feira (6), às 19h, na Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), a nova edição do livro de crônicas Luz sobre a memória. O livro foi lançado em 2001.
O escritor apresenta novidades nesta edição. Às 34 crônicas da edição anterior, somam-se outras duas, inéditas.
Gustavo Felicíssimo, da Editora Mondrongo, informa que as crônicas foram feitas para o atual momento e as demais foram atualizadas em sua linguagem por Lopes.
A nova edição teve grande lançamento na Casa da Cultura Jonas & Pilar, em Buerarema, em dezembro.
A obra tem apresentação do saudoso Marcos Santarrita, que coloca o jornalista Antônio Lopes entre grandes nomes da crônica brasileira, dentre eles Machado de Assis e Fernando Sabino.

AMANDA CHAVES BRILHA NA TERRA NATAL

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Amanda Chaves inaugurou o Programa Arte Itinerante em Itabuna (foto Geraldo Santos)

Amanda Chaves inaugurou o Programa Arte Itinerante em Itabuna (foto Geraldo Santos)

Ela teve que sair de Itabuna para ter seu talento revelado para o Brasil e neste sábado (25) retornou e fez bonito em sua terra natal. Com um belo show na Praça Olinto Leone, a grapiúna Amanda Chaves inaugurou o Programa Arte Itinerante, da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).
Na apresentação, a itabunense revelada pelo programa The Voice Brasil ofereceu um rico repertório, com grandes canções da MPB, soul music e hits da música pop internacional.
Além da bela voz, Amanda conquistou o público conterrâneo ao entremear a música com pinceladas de sua história de vida e explicações sobre como monta o seu repertório.

AMANDA CHAVES SE APRESENTA EM ITABUNA

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Amanda se destacou no The Voice Brasil (foto Divulgação)

Amanda se destacou no The Voice Brasil (foto Divulgação)

A cantora Amanda Chaves, itabunense que se destacou no cenário nacional ao participar do programa The Voice Brasil, fará apresentação em sua terra natal, neste sábado (25), a partir das 20 horas, na Praça Olinto Leone. O público terá livre acesso ao evento.
O show da artista é uma iniciativa da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), dentro do Programa de Arte Itinerante. A ação é uma parceria da Ficc com o banco Santander e envolve a promoção de atividades culturais  em todas as partes do município, tanto na zona urbana quanto na rural.
Segundo a Ficc, a proposta tem o objetivo de formar plateia e gerar emprego e renda para artistas de Itabuna.

FICC ESPERA CRIAR CONSELHO DE CULTURA EM 2014

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Conforme nota publicada neste blog, Itabuna, o maior município do Território de Identidade Litoral Sul, segue sem o seu Conselho Municipal de Cultura. Mas a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) afirma estar atuando para corrigir essa falha.
Em nota enviada ao PIMENTA, a instituição responsável pelas políticas da área cultural na cidade informa que “tem desenvolvido ações no sentido de construir o Sistema Municipal de Cultura”. De acordo com a assessoria da Ficc, o primeiro passo foi dialogar com os agentes culturais. “Para tal fizemos vários encontros nesse sentido, além da Conferência Municipal de Cultura e Conferência Territorial de Cultura”, diz a nota.
A fundação acrescenta que ainda espera a indicação de representantes de algumas mesas setoriais e que estabeleceu, até o final de janeiro, o prazo para conclusão das minutas dos projetos de lei que irão dispor sobre o Sistema de Cultura, Conselho Municipal de Cultura e Fundo Municipal de Cultura.
Ainda de acordo com a nota, em julho de 2013 foi publicada no Diário Oficial da União a adesão do município ao Sistema Nacional de Cultura. Segundo o presidente da Ficc, Roberto José da Silva, a medida “comprova o trabalho da pasta da cultura para institucionalizar o diálogo das mesas setoriais de cultura de Itabuna”

WENCESLAU, O “BOMBEIRO”

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Wenceslau2 coletiva www.pimenta.blog.brO vice-prefeito de Itabuna, Wenceslau Júnior (PCdoB), apressou-se a apagar um foco de incêndio que mais uma vez ameaçava as relações entre os comunistas e o grupo de dirigentes municipais afinado com o prefeito Claudevane Leite (PCdoB).

No caso, com o perdão do trocadilho, o foco estava situado na Ficc.

Surgiram rumores de que o PCdoB operara para boicotar uma festa de Réveillon organizada pelo presidente da fundação de cultura, professor José Roberto da Silva. A versão era a de que a iniciativa melindrou os comunistas e gerou mal-estar no governo.

Segundo Wenceslau, não houve boicote nem mal-estar, mas simplesmente uma decisão administrativa do prefeito relacionada ao decreto de estado de emergência por causa das chuvas. Além disso, haveria preocupação com a segurança do evento, no qual estariam presentes nomes como Zeca Baleiro e a banda Detonautas.

Ah bom!

FICC APOSTA NOS AGENTES DE CULTURA

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Roberto José, presidente da Ficc, ao lado da atriz Eva Lima (foto Thiago Pereira)

Roberto José, presidente da Ficc, ao lado da atriz Eva Lima (foto Thiago Pereira)

A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) está apostando no trabalho dos agentes de cultura para combater a violência nos bairros da cidade e criar novas referências para os jovens.

O tema foi tratado recentemente pelo presidente da instituição, Roberto José da Silva, em entrevista ao PIMENTA, e voltou a ser lembrado nesta quinta-feira, 17, quando a Ficc reuniu a imprensa e colaboradores para fazer um balanço dos primeiros dez meses da atual gestão e apresentar projetos.

Segundo Roberto José, os agentes de cultura têm a missão de fomentar o gosto pela arte e descobrir talentos nas comunidades, para as quais já foram selecionados 25 “operadores culturais”. Outros seis foram garimpados no Conjunto Penal de Itabuna e farão o mesmo trabalho dentro da unidade carcerária. O presidente afirma que a ação está relacionada ao projeto “Cidade de Paz”.

No encontro desta quinta-feira, a Ficc informou sobre os projetos que já cadastrou para captação de recursos junto ao Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv), Petrobras, Embaixada da Alemanha e Fundação Palmares, entre outras instituições. A fundação também lançou hoje o primeiro número de seu boletim informativo e manifestou apoio à campanha Outubro Rosa,  de prevenção do câncer de mama.

HORIZONTE PERDIDO

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A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) vem promovendo sessões de “cinema” gratuitas todas as terças-feiras, a partir das 19 horas.  É o Cine Ficc, que funciona na sede da instituição, na Praça Laura Conceição, 339.

Hoje, por exemplo, será exibido o filme Horizonte Perdido, que não tem nada a ver com a situação de prefeitos sul-baianos, ao contrário do que alguém pode supor.

O filme, na verdade, conta a história de um grupo de sobreviventes que, após um desastre aéreo no Himalaia, descobre um lugar chamado Shangri-la, onde existe a eterna juventude e a felicidade plena.

ROBERTO JOSÉ: “COM A CULTURA, NÓS PODEMOS FAZER UMA REVOLUÇÃO NA CIDADE”

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Roberto José da Silva - foto Thiago Pereira

Presidente da Ficc aposta na cultura para reduzir violência em Itabuna (foto Thiago Pereira)

Roberto José da Silva tem um currículo diversificado. Presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) desde janeiro, ele é geógrafo com pós-graduação em Planejamento de Cidades e mestrado em Geografia com ênfase em Criminologia de Ambientes. Estudioso da questão da violência, Roberto José afirma ver a cultura como instrumento de transformação e defende a tese de que muitos jovens se perdem no chamado mundo do crime porque não vislumbram outras opções. Para Roberto, em algumas comunidades o traficante está se tornando o ídolo, o modelo perseguido pela criança. Ele propõe estratégias para que o agente de cultura assuma esse papel e se torne a referência.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista concedida pelo presidente da Ficc ao PIMENTA:

 

PIMENTA – Qual é a realidade do cenário cultural hoje em Itabuna e que projetos a Ficc tem desenvolvido para o setor?

 Roberto José  –  Primeiro eu tenho que dizer que a gente precisou dar um freio de arrumação na casa, não só no contexto estético da fundação, mas também na funcionabilidade, na mecânica dos projetos da fundação. Hoje temos aqui uma equipe de projetos, que eu diria que é uma equipe de excelência. Nós já temos dezenas de projetos cadastrados no Siconv (Sistema de Convênios do Governo Federal) e alguns em instituições como Banco do Brasil e Itaú. Conseguimos recentemente aprovar um projeto de leitura da embaixada da Alemanha e possivelmente em novembro a gente bote esse projeto para andar.

PIMENTA – Como vai funcionar esse projeto de leitura?

RJ –  Na verdade, a gente tem a intenção de promover a Feira Literária Internacional do Cacau,  trazer essa marca para Itabuna e vamos iniciar com uma célula, que é esse projeto de leitura. O projeto já tem um corpo e está na fase final de formatação. A Uesc entrou também na organização e inclusive uma parte da feira vai acontecer no Centro de Arte e Cultura Paulo Souto, no campus da universidade. É possível que a feira seja realizada ainda este ano, em dezembro.

PIMENTA – Quando se fala em eventos desse tipo, logo lembramos de que Itabuna carece de espaços adequados. Como a Ficc encara esse problema?

RJ – Nós estamos arrumando isso e temos alguns projetos andando, mas precisamos organizar a política pública cultural do município. O primeiro passo foi alinhar Itabuna à política nacional de cultura, para facilitar a vinda de recursos fundo a fundo. Nossa minuta de fundo já está criada e estamos encaminhando esse documento à Procuradoria Geral, para em seguida ser enviado para votação na Câmara. Esse fundo vai receber recursos de três fontes, no mínimo, que são os governos federal, estadual e municipal. No município, o repasse se dá por meio de um percentual do ISS e do IPTU. Fizemos o processo de adesão do município, que deu muito trabalho. Foi publicada agora no Diário Oficial da União, no dia 31 de julho, a adesão de Itabuna ao Sistema Nacional de Cultura, que se constitui na nova política de gestão do Governo Federal, que é participativa e ouve as bases. As ideias que se tem de política cultural são múltiplas, mas quem mais entende do assunto são as pessoas que estão na base e essas pessoas precisam ser ouvidas quando a gente vai propor algum tipo de política.

PIMENTA – A entidade se propõe a cobrar a conclusão das obras do Teatro e Centro de Convenções, paradas há sete anos?

RJ – O governo municipal quer que o Estado conclua aquele centro, mas o Estado em tese não tem interesse porque não quer fazer a gestão do espaço, talvez por julgar que o equipamento não terá um retorno econômico. O que eu reitero é que nem sempre deve haver essa visão economicista com relação a equipamentos culturais. A visão deve ser humanista e a nossa proposta é a de que, uma vez concluído o Centro de Convenções, a Ficc faça a gestão, que pode ser compartilhada. Acreditamos que é um equipamento que pode se manter com a promoção de eventos. Naquele espaço existe uma questão judicial. O Ministério Público entrou para rever a cláusula de reversão, já que, como se sabe, o ex-prefeito Fernando Gomes acabou pleiteando o terreno de volta. Não obstante, o município já reiterou ao Estado seu interesse de ver aquele espaço concluído e colaborar com a gestão.

PIMENTA – E com relação a outros espaços, há algo em vista?

RJ – Temos alguns projetos já encaminhados. Por exemplo, um de cinema e teatro, com forte possibilidade da verba chegar ainda este ano, e até meados de 2014 nós finalizarmos a obra. Há um espaço no centro da cidade, com boas condições de mobilidade, mas ainda não podemos dar mais detalhes, pois ainda estamos negociando. É importante dizer que estamos construindo uma política de adquirir, construir e reformar equipamentos culturais. Por exemplo, a Praça Laura Conceição, aqui em frente à Ficc, nós temos um projeto para requalificá-la. Vamos dotar essa praça de uma conotação cultural, então ela terá um anfiteatro ou uma concha acústica. A área no entorno da Ficc será transformada em um “quarteirão cultural”. No imóvel onde hoje está o Samu, que vai se tornar regional e precisará de uma nova central, será instalada a biblioteca infantil Monteiro Lobato. O espaço atualmente ocupado pela Ficc será o museu da cidade, com salas temáticas que demonstrem a construção dos signos de Itabuna, e a sede da Ficc irá para o Espaço Cultural Josué Brandão, após a transferência da Câmara de Vereadores para outro local.

Foto Thiago Pereira

Foto Thiago Pereira

 

É impossível extinguir a violência da convivência humana, mas é possível reduzi-la a índices aceitáveis, e a cultura é um forte instrumento nesse sentido porque ela alimenta a alma.

 

 

PIMENTA – E o Conselho de Cultura, que ainda não está organizado no município?

RJ – O Conselho de Cultura do Município não existia. Há mais de dez anos ele não tinha uma reunião, estava inativo. Nós montamos a minuta do Conselho de Cultura. Em novembro do ano passado, foi criado um Fórum Municipal de Cultura, encabeçado por vários artistas, a exemplo do pessoal da Acate (Associação Cultural Amigos do Teatro), e nós ouvimos as propostas e as trouxemos para a mesa de discussão. A partir daí, montamos a minuta e agora estamos fazendo os diálogos das mesas setoriais para que elas elejam seus representantes. O conselho estará constituído e funcionando até o final do ano, inclusive para que o fundo comece a ser movimentado.

PIMENTA – Há um projeto de longo prazo para o setor?

RJ – Está em formatação o um plano decenal, que vai além dos governos que passaram e que passarão, e acena para uma política permanente, feita na base, democraticamente. Para fazer esse plano, nós precisamos do diagnóstico da situação cultural do município, porque não podemos apresentar propostas culturais sem conhecer o “paciente”. Estamos fazendo um levantamento dos equipamentos culturais da cidade, considerando a cultura material e imaterial, além dos equipamentos de apoio. Estamos levantando isso para ter um norte para os editais de fomento à cultura que iremos lançar.

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DESRESPEITO À MEMÓRIA DE JORGE

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Guindaste retira estátua do trevo de acesso a Ferradas (Foto Thiago Pereira).

Estátua foi removida em janeiro para passar por reparos que ainda não ocorreram(Foto Thiago Pereira).

Em um de seus livros, Jorge Amado contou ter nascido no “c…” do mundo, afirmação que irritou alguns itabunenses, repentinamente tomados de um ufanismo pelo torrão natal, que não aparece no zelo pela cidade no dia a dia, nem pelo respeito à memória de quem deu alguma projeção a este lugar.

Neste sábado, 10, Jorge completaria 101 anos. Nasceu em Ferradas, onde no ano passado foi instalada uma estátua de resina em sua homenagem. Em janeiro de 2013, vândalos dispararam tiros e apedrejaram a escultura, que precisou ser removida para passar por reparos.

Pois bem,  mais de seis meses já se foram e a estátua, feita pelo artista plástico Lavrud Durval, permanece esquecida em uma sala da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).  A restauração, pelo jeito, não é prioridade.

Durval disse que, no final de janeiro, a Ficc lhe solicitou um orçamento do serviço, que ficaria em R$ 5 mil. Desde então, não houve mais contatos. O descaso, lamentável, foi lembrado hoje no blog do jornalista e escritor Daniel Thame, um estudioso da obra de Jorge Amado.

HOMENAGEM A JORGE AMADO

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Os 101 anos do nascimento do escritor Jorge Amado, neste sábado, 10, serão lembrados com uma programação cultural da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).

As atividades começam às 18 horas, na própria sede da Ficc, na Praça Laura Conceição, onde haverá apresentações de dança, música, capoeira e teatro.

A entrada é franca.

EMPRESÁRIO REBATE CRÍTICA DE BANDA

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Em carta enviada ao PIMENTA, o empresário Missinho Mendes, do MM Studios, defende-se das críticas feitas pela banda Mendigos Blues, uma das atrações que participaram do Festival Multiarte Firmino Rocha, realizado pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).

Sobre a queixa da banda, a respeito de falhas técnicas, o empresário admite que ocorreu problema “em um dos microfones”, o que teria sido sanado “antes mesmo do final da primeira música”. Na carta, Missinho pediu desculpas pelo fato.

O empresário também confirmou as mudanças nos horários previstos para as apresentações, o que, segundo ele, se deu em função do aumento do número de bandas participantes. Ele observa, no entanto, que essa é uma questão a ser respondida pela Ficc.

Missinho lamentou ainda que a cidade tenha perdido importantes eventos de promoção do artista regional, citando Troféu Jupará, da Morena FM; Toque Brasileiro, da TV Santa Cruz; e o festival Talentos, promovido pela cervejaria Schincariol.

“Nós, músicos e produtores, que somos carentes de espaços para apresentações dos nossos trabalhos, devemos aproveitar essas oportunidades, que raramente aparecem, como o Festival Multiarte, no qual, sabemos, houve erros e acertos”, afirma.

O proprietário do MM Studios também contesta comentário feito por um leitor, que insinuou não ter havido licitação no contrato da empresa. Segundo Missinho, seu estúdio participou do pregão presencial 075/2013, juntamente com outros fornecedores.

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ESTÁTUA DE JORGE AMADO É RETIRADA PARA RESTAURAÇÃO

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Guindaste retira estátua do trevo de acesso a Ferradas (Foto Thiago Pereira).

Guindaste retira estátua do trevo de acesso a Ferradas (Foto Thiago Pereira).

A estátua do escritor Jorge Amado foi retirada, ontem, 29, do trevo de acesso a Ferradas, em Itabuna, para restauração, após ser alvo de tiros e apedrejamento. A ação dos vândalos repercutiu nacionalmente.
De acordo como presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), José Roberto Silva, a imagem será transferida para outro local, “pois o material utilizado na confecção da mesma é inapropriado para exposição”.
Confeccionada pelo escultur Lavrud Durval, a estátua bronzinada tem 1,85 metro de altura e faz parte das homenagens ao centenário de nascimento do escritor itabunense.

JORGE NÃO FOI BALEADO. FOI APEDREJADO

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A Ficc (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania) divulgou nota na qual esclarece que a estátua do escritor Jorge Amado, na entrada do bairro de Ferradas, não foi alvo de tiros, como chegou a ser noticiado pela imprensa. Mas não há razão para alívio, pois a escultura, na verdade, foi apedrejada.
De acordo com a entidade, as perfurações foram constatadas no início deste mês, depois que moradores denunciaram a ação de vândalos.
A fundação estuda a possibilidade de refazer a escultura com a utilização de bronze. Em virtude de restrições orçamentárias, o governo passado encomendou a obra do artista Lavrud Durval em fibra de vidro, bem menos resistente.
Ou seja, não foi apenas na Avenida Amélia Amado que o governo anterior fez armengue. Outro Amado teve o mesmo triste fim na “homenagem” póstuma que lhe prestaram.

A ESTÁTUA DE JORGE

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Autor da escultura em homenagem ao escritor Jorge Amado, o artista plástico Lavrud Durval não recebeu contato da Prefeitura de Itabuna para restaurar a obra danificada, ontem, por vândalos, em Ferradas. A diretoria Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) teria preferido recorrer a outro artista para o restauro.
– Até agora não fui procurado pelo município – lamenta Durval.

“APAGÃO” NA CULTURA DE ITABUNA

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Mais um capítulo triste na história da cultura de Itabuna. Depois de ter as contas de 2011 rejeitadas pelo TCM, a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) sofreu corte no fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento. A sede da entidade, na Praça Laura Conceição, está sem luz desde o início da semana.

É um fim de gestão realmente melancólico. Não dá nem para pedir ao último que sair para apagar a luz…

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