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11 de maio de 2021 | 01:53 am

GOL NO FINALZINHO MANTÉM BAHIA 100% NO BRASILEIRÃO

Bahia derrota o Bragantino em Pituaçu || Foto Felipe Oliveira/EC Bahia
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Um gol do zagueiro Ernando, bem no finalzinho da partida contra o Red Bull Bragantino, manteve o Bahia com 100% de aproveitamento e colocou o time na quarta colocação do Brasileirão 2020, com um jogo a menos que outros 12 times. A partida foi disputada no Estádio de Pituaçu, em Salvador.

O Tricolor abriu o placar no primeiro tempo. Cobrança de escanteio e Juninho Capixaba usou a cabeça para estufar a rede adversária. Bahia 1, Bragantino 0, aos 25 minutos.

Os baianos recuaram ainda mais no segundo tempo. O Bragantino, que já acumulava mais posse de bola, empatou em lance de bola parada. Léo Ortiz, aos 32 minutos, aproveitou a cobrança de falta, cabeceou e Douglas deu rebote. O próprio Ortiz aproveitou: 1 a 1.

Jogando em casa, o Bahia teve que abandonar a postura mais defensiva após o gol do Bragantino. Clayson perdeu um gol “feito” no cara a cara com o goleiro adversário minutos depois do time sofreu o primeiro gol no Brasileirão deste ano.

Aos 47 minutos da etapa final, vitória sacramentada. Cobrança de escanteio e o zagueiro Ernando cabeceia, certeiro, para decretar o 2 a 1 em Pituaçu. Seis pontos na conta e alívio para, na próxima quinta (20), no Morumbi, às 20 horas, enfrentar o São Paulo em crise.

CONMEBOL DIVULGA JOGOS DA COPA AMÉRICA E LIBERA TROCAS PARA MATA-MATA

Brasil é campeão da Copa América|| Foto Fernando Frazão/AB
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O Brasil começa a defender o título da Copa América no dia 13 de junho do ano do próximo ano, em Medellin (Colômbia) contra a Venezuela. A tabela completa da competição foi divulgada nesta quinta-feira (13) pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).

O torneio seria disputado entre junho e julho de 2020, mas foi adiado para 2021 devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). A seleção brasileira está no Grupo B, com sede na Colômbia.

Além dos venezuelanos e dos anfitriões, também estão no caminho Peru, Equador e Catar, novamente convidado. O atual campeão asiático esteve na edição de 2019, no Brasil. Após a estreia, a equipe de Tite atuará duas vezes em Cali e duas em Barranquilla. Os quatro times mais bem colocados da chave avançam às quartas de final.

ARGENTINA

O Grupo A será disputado na Argentina. A seleção local, que abre a Copa América em 11 de junho de 2021 contra o Chile, em Buenos Aires, medirá forças contra Uruguai, Paraguai, Bolívia e Austrália. A nação da Oceania, que compete pelo continente asiático, também foi convidada pela Conmebol e disputará a Copa América pela primeira vez. Córdoba, La Plata, Mendoza e Santiago del Estero são as outras cidades que sediarão o torneio.

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BAHIA DERROTA O CORITIBA NA ESTREIA NO BRASILEIRÃO

Bahia bate o Coritiba, em Pituaçu, e agora espera o Bragantino || Foto Felipe Oliveira EC Bahia
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O Bahia estreou com o pé direito no Brasileirão 2020 ao derrotar o Coritiba, por 1 a 0, nesta quarta-feira (12), no Estádio de Pituaçu, em Salvador. Numa cavadinha em cobrança de pênalti, o Tricolor deu números finais ao placar ainda no primeiro tempo, com Rodriguinho.

A equipe volta a campo, no próximo domingo (16), para enfrentar o Red Bull Bragantino, novamente no Estádio de Pituaçu. A equipe de Bragança Paulista empatou nos dois primeiros jogos pelo Brasileirão. No domingo, 1 a 1 contra o Santos. Hoje, repetiu o placar, desta vez contra o Botafogo (RJ).

DE OLHO NA ELITE, VITÓRIA RUBRO-NEGRA NA LARGADA

Vitória também teve mais posse de bola || Foto Pietro Carpi/ECV
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O Vitória iniciou bem a caminhada rumo à elite do futebol nacional. Neste sábado (8), na estreia da Série B, o rubro-negro recebeu o Sampaio Corrêa e não decepcionou. Triunfo de 1 a 0, gol marcado pelo lateral esquerdo Thiago Carleto, de pênalti. A equipe não vai ter muito tempo para comemorar, afinal, na terça-feira (11) o time enfrenta o Figueirense, às 21h30, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC).

Para a primeira partida no campeonato, o técnico Bruno Pivetti optou por uma escalação ofensiva, afinal, a ideia era aproveitar o mando de campo e largar bem na competição. Destaque para a estreia do meia Marcelinho, contratado do Ludogorets, da Bulgária. O trio de ataque, por sua vez, foi formado por Vico, Jordy Caicedo e Alisson Farias. Do Correio 24h.

DOMÈNEC TORRENT QUER FLAMENGO OFENSIVO, RÁPIDO E PRESSIONANDO ADVERSÁRIO

Novo técnico do Flamengo, Doménec é apresentado || Foto Alexandre Vidal/CRF
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Domènec Torrent, ou apenas Dome, como prefere ser chamado, participou, nesta segunda-feira (03) de sua primeira entrevista coletiva na função de técnico do Flamengo. Paciente, diplomático e tentando improvisar um “portunhol”, o catalão deixou bem claro como pretende trabalhar com o elenco rubro-negro, as mudanças que deve fazer no estilo de jogo e admitiu que já tem até uma possível escalação para a estreia do Campeonato Brasileiro.

Em todos os momentos, Dome fez questão de deixar claro a grandeza do Flamengo, afirmando ser um dos 10 maiores clubes do mundo e conhecido na Europa. Ao receber a proposta do Rubro-Negro, ele não hesitou.

“Eu não sei se Brasil sabe o quanto o Flamengo é respeitado fora da América. Na Espanha, quando você fala de uma equipe brasileira, a primeira que vem à cabeça é o Flamengo. Quando pessoas que eu confio me falaram sobre o Flamengo eu disse: para tudo. Primeiro é o Flamengo e se a coisa for adiante e tivermos um processo bom, é minha primeira opção 100%. Só há dez equipes no mundo que se podem comparar a Flamengo. Foi fácil para mim. Quando me falaram sobre o interesse do Flamengo era minha primeira opção de poder trabalhar com esse grandioso clube”.

Dome admitiu que acompanhou cerca de 10 jogos recentes do Flamengo e, dentre eles, as finais da Libertadores e do Mundial Interclubes. Apesar de elogiar o trabalho de Jorge Jesus, que ganhou quase tudo pelo clube, o novo comandante rubro-negro revelou que vai mudar, aos poucos, a maneira de o time atuar. Para isso, conta com a ajuda dos jogadores, e já sabe até a escalação para o primeiro compromisso do Campeonato Brasileiro.

“Quando você ganha tudo quer dizer uma coisa: os jogadores são ‘top’, são muito inteligentes, e não têm nenhum problema em mudar. O mais importante não é ganhar, é voltar a vencer quando já venceu antes. Isso é muito difícil. Já tenho experiência em como tratar esses tipos de jogadores. É muito fácil jogar com esses tipos de jogadores, que conheço perfeitamente todos, ou quase todos. Praticamente conheço todo o plantel e já tenho em mente a equipe para a próxima partida”.

Dome afirmou que vai jogar para frente, pressionando o adversário e revelou que prefere ganhar de 4 a 3 do que de 1 a 0. E como o técnico pretende mudar o Flamengo?

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BAIANÃO: PRIMEIRO JOGO DAS FINAIS SERÁ NA QUARTA

Bahia e Atlético se enfrentam nos dias 5 e 26, em Pituaçu || Foto Felipe Oliveira/EC Bahia
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O primeiro jogo das finais do Campeonato Baiano de Futebol de 2020 será disputado na próxima quarta (5), às 21h30min, no Estádio de Pituaçu, em Salvador. Bahia e Atlético de Alagoinhas disputam o título do certame. Já a segunda e decisiva partida das finais está marcada para o dia 26.

O segundo jogo será também em Pituaçu, no mesmo horário, conforme divulgado pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) há pouco. Havendo empate em pontos ganhos após os dois jogos, o primeiro critério de desempate para definição do campeão será o maior saldo de gols. Havendo igualdade também no saldo de gols, o título será decidido nas cobranças de pênaltis, informou a Federação.

CONFRONTOS DEFINEM OS FINALISTAS DO BAIANÃO 2020

Bahia enfrenta Jacuipense no Estádio Roberto Santos (Pituaçu)
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O Campeonato Baiano de 2020 se encaminha para a reta final neste domingo (2), com os jogos de volta das semifinais. O Bahia enfrenta o Jacuipense, no estádio de Pituaçu, em Salvador. Do outro lado da chave, o Atlético-BA encara o Juazeirense, no estádio Carneirão, em Alagoinhas. Ambas as partidas terão início às 16h (horário de Brasília).

O Tricolor Baiano poderá perder por um gol de diferença que garantirá a vaga na decisão. Para o Jacuipense avançar, terá que superar o finalista da Copa do Nordeste por uma vantagem de três gols. O Bahia saiu na frente no jogo de ida, na última quinta-feira (30), ao vencer o adversário por 2 a 0.

Na outra semifinal, o Atlético-BA entra em campo como favorito após derrotar o Juazeirense na primeira partida por 4 a 1. Neste domingo (2), o time de Alagoinhas poderá perder por até dois gols de diferença que avançará à final. Já o Juazeirense terá de golear – a partir de quatro gols – para estar na finalíssima. Se no placar agregado – soma de gols nos confrontos de ida e volta – terminar empatado, o finalista sairá da cobrança de pênaltis.

Na artilharia do Baianão temos o experiente atacante Marcelo Nicácio, do Fluminense de Feira, com oito gols no total. Na sequência estão Deon, do Bahia de Feira, e Maurício, do Doce Mel. Cada um marcou cinco vezes.

FERNANDO RIELA É CONVOCADO PARA A SELEÇÃO DO CÉU

Fernando Riela era craque dentro e fora do campo
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Quatro irmãos, quatro craques! Fernando, Carlos, Leto, Lua. Uma família boa de bola. Boa de bola é pouco, isso era para quem não gostava de futebol. Uma família de craques testada e aprovada por onde passaram. Em campo chegavam a ser adversários: Dois no Fluminense – Fernando e Carlos, no Flamengo – Carlos, e Lua, o mais novo, no Janízaros, cada qual com seu estilo e posição.

 

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Nesta quarta-feira (22) o esporte fica de luto e os desportistas perdem um ídolo: Fernando Riela, o maior ponta-esquerda do futebol de Itabuna, que há muito vinha driblando as complicações cardíacas. De repente, por uma leve distração ou pelos efeitos sobrenaturais do futebol, Fernando Riela não conseguiu chegar ao fim da linha esquerda com a bola nos pés e cruzar para o gol, como fazia no velho campo da Desportiva.

Perdeu a bola para o adversário – seu próprio coração – e tomou um gol de contra-ataque nesta madrugada. Infelizmente, perdeu o jogo, não o do seu Fluminense ou da gloriosa Seleção Amadora de Itabuna e no Itabuna Esporte Clube, mas da vida, para a tristeza de familiares, amigos, admiradores. É sempre assim, nem sempre conseguimos ganhar todas as partidas, às vezes empatamos, outras perdemos.

E Fernando Riela estava acostumado com os altos e baixos do futebol, onde muitas vezes dominava o jogo inteiro, estraçalhava o adversário, aplicava-lhe dribles infernais e não conseguia a chegar ao gol. Na vida também é assim. Passamos boa parte de nossa existência numa boa, ganhando todas, e lá pela frente nos alcança o cansaço, próprio dos anos vividos. Bem ou mal vividos, tanto faz.

O que importa é completar o ciclo por cima, amparado pelo que fizemos de bom, o que deixaremos como exemplo para a sociedade que nos cerca. É o chamado legado, no caso de Fernando Riela, bem positivo. É certo que ninguém está livre de tomar uma bola “pelas costas” num cochilo qualquer, mas logo retomada com maestria e finalizada com um gol magistral.

Mas o tempo não perdoa. A cada minuto o árbitro da partida está de olho no relógio, preocupado com os 45 minutos do segundo tempo, impedindo qualquer avanço para a linha de fundo. Às vezes, até dá pra cruzar a bola, que nem sempre chega à cabeça do centroavante e ir ao fundo da rede e partirmos para comemorar mais um tento na nossa vida, o que equivale ao “por pouco não chegamos lá”.

Você deve lembrar com saudade, Fernando, de quando recebia a bola e partia para a linha lateral cercado de zagueiros, controlando a bola coladinha no pé esquerdo e passando – de passagem – por todos eles? Claro, como poderia esquecer essa jogada, que terminava com um lançamento para a pequena área e gol. Como esquecer a galera inteira do campo da Desportiva aclamando mais um gol! Impossível esquecer!

Quatro irmãos, quatro craques! Fernando, Carlos, Leto, Lua. Uma família boa de bola. Boa de bola é pouco, isso era para quem não gostava de futebol. Uma família de craques testada e aprovada por onde passaram. Em campo chegavam a ser adversários: Dois no Fluminense – Fernando e Carlos, no Flamengo – Carlos, e Lua, o mais novo, no Janízaros, cada qual com seu estilo e posição.

Se separados eram bons, imaginem juntos na invencível Seleção Amadora de Itabuna, que chegou ao octacampeonato. Uma emoção e tanto para os torcedores, imaginem para os outros tantos craques que atuavam juntos. Como ouvi algumas vezes de outro craque dessa época, o meu amigo Bel (Abelardo Moreira), era fácil jogar com tanta inteligência e ginga junto, tudo ficava mais fácil.

Mas Fernando Riela não foi somente um jogador de futebol, melhor, o jogador de futebol, ou como o definiu o também jogador Maurício Duarte, com passagens por grandes clubes brasileiros: Fernando Riela foi o Garrincha pela ponta-esquerda. Fora dos gramados, era um amigo leal, um pai de família exemplar, um empresário, um cidadão sempre disposto a participar dos eventos do bem.

Dos quatro, dois estão entre nós, Carlos e Lua. Leto, e agora Fernando já nos deixaram por terem sido escalados por Deus para a seleção do Céu, onde jogam ao lado de tantos colegas. Lembram de Tombinho, Santinho, Léo Briglia, Jonga Preto, Luiz Carlos, Humberto, Danielzão, Valdemir Chicão, Neném, Santinho, Humberto Cézar, Zequinha Carmo, Amilton e tantos outros, animados pela charanga de Moncorvo.

Fernando Riela jogou em Itabuna, mas pelo futebol que jogava poderia ter atuado no time que quisesse e somente não estreou no Vasco da Gama para atender a um pedido do seu pai, seu Astor, que não abria mão de não ver seu filho jogando naquele Fla-Flu grapiúna. Atendendo ao pedido paterno, deixou o Rio de Janeiro, viajou para Itabuna e jogou no clássico. Estraçalhou o Flamengo, embora tenha perdido o jogo no segundo tempo.

O tempo que não para, não perdoa quando é chegada a hora, como não parou agora.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

MORRE O EX-ZAGUEIRO E TREINADOR SAPATÃO

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Ex-zagueiro do Bahia nos anos 70, Élcio Nogueira da Silva, o Sapatão, de 72 anos, morreu hoje (5), informou o Metro1. Ele fez parte do elenco do tricolor na campanha vitoriosa do campeonato Baiano de 1973 e 1979. De acordo com informações recebidas pelo Metro1, o ex-atleta estava na UTI do Hospital da Bahia e respirava com a ajuda de aparelhos. Sapatão deu entrada no hospital no dia 17 de maio. No último dia 2 de junho, ele foi diagnosticado com coronavírus.

Como jogador, Sapatão teve passagens também pelo Santa Cruz, Flamengo, Fluminense de Feira, Catuense e Capelense-AL. Já como técnico, ganhou destaque por ser campeão da Série B do Baiano dirigindo equipes como Ypiranga em 1990, o São Francisco do Conde em 1996, o Camaçari em 1997 e o Camaçariense em 2003. Ele também foi vice-campeão do Baianão no comando do Juazeiro em 2001.

Através de uma nota oficial, o Bahia lamentou o falecimento do ex-capitão tricolor e disse que o presidente do clube, Guilherme Bellintani, já prestou todas as condolências à filha Renata. A agremiação providenciou uma bandeira para o seu sepultamento. O clube vinha acompanhando o caso desde a semana retrasada através do gerente de marketing Lênin Franco, amigo da família.

Ao todo, Sapatão disputou 450 jogos e ele marcou 12 gols. Em 224 dessas partidas, o tricolor não tomou gols com o zagueiro em campo.

OS PÉSSIMOS EXEMPLOS DOS POLÍTICOS, COMO SEMPRE

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Os que desconhecem as dificuldades do povo mais sofrido, agravadas com a terrível crise, compram equipamentos e medicamentos superfaturados e não tiveram o cuidado de agir na hora certa. Posaram de líder na campanha eleitoral prometendo resolver todos os problemas e, de quebra beijavam os mais velhos, tomavam nos braços as criancinhas. Tudo era o mais absurdo lero.

 

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Nesses tempos ruins de infecção pelo Covid-19 a sociedade brasileira sem sendo questionada e estudada como nunca antes, principalmente em relação à solidariedade e torcida ideológica do vírus e de medicamentos. No centro da questão, como não poderia deixar de ser, estão os políticos – com e sem mandato – a imprensa e a chamada sociedade em geral.

Não sei se minha comparação é por demais absurda, mas é a que me vem à cabeça no momento, mas vou equiparar a plural sociedade brasileira como sendo a Arca de Noé, com representação de todos os bichos – o homem inclusive. Fosse hoje, passado o dilúvio, a arca aportaria sem algum sobrevivente e uma coleção de cadáveres de fazer brilhar os olhos de um pesquisador da biologia, sociologia, ou qualquer formação terminada em gia.

Não possuo tendências terroristas, apenas e com pesar observo as guerras fratricidas causadas pela divergência ideológica. Pasmem os senhores, na propagação do vírus o pau que bate em Chico é o mesmo que dá em Francisco, pois qualquer um poderá ser contaminado. Infectado, deveríamos torcer pela cura, vinda dos medicamentos existentes e que melhor possam debelar a doença.

Só que não. Isso me faz lembrar do saudoso e competente técnico Telé Santana na direção da Seleção Brasileira de Futebol. Todos reconheciam que foram escalados os melhores jogadores e cada um dos brasileiros queriam que jogassem os 11 do seu time ou sua preferência. Dadas os devidos descontos, pelo naquela época as brigas eram apenas discussões em mesas de bar e nos programas humorísticos: “Bota ponta, Telé!”.

Sim, mas os políticos, que foram eleitos por nós para nos representar dignamente, como entram nessa singela história? Misturaram as bolas e jogam em times diferentes daqueles que estavam quando os escolhemos. Trocaram de time, rasgaram as camisas que diziam se orgulhar. Os 513 deputados e 81 senadores não querem mais parlamentar e sim executar, criando uma nova torre de Babel.

A Constituição da República, a chamada Carta Cidadã, somente é consultada quando favorece a determinado grupo e as invasões de competência se tornaram fatos corriqueiros, iguais a partidas de futebol de várzea sem a presença do árbitro. Não se marca impedimento, não se respeita as quatro linhas, é permitido gol de mão e falta grave só quando o jogador atingido é diagnosticado – no mínimo – com morte cerebral.

Se aqui ainda estivesse, Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo do jornalista Sérgio Porto) promoveria um Festival de Besteiras que Assola o País (Febeapá) por dia, com a devida abertura sonora com a música “samba do crioulo doido”, com o perdão dos politicamente corretos.

Solidariedade. Esta sempre é uma palavra na ponta da língua dos políticos quando têm em frente um microfone e uma câmera de TV, mas de difícil operacionalização, quem sabe causada pelas atribulações do dia a dia que levam ao esquecimento. É a mesma situação do “faça o que mando e não o que faço”, dito pelos poderosos com o ar de sabedoria e a empáfia que lhe é peculiar.

Basta uma simples análise – mesmo perfunctória – nos mapas com a incidência de infecção do Covid-19 para verificarmos se as ações e medidas tomadas pelos governos estão corretas. Mas não faz, se não fizemos o que deveríamos fazer, daqui pra frente poderemos elaborar programas e projetos inteligentes para dar um freio de arrumação no vírus. Quem morreu, morreu, agora é vida que se segue. Basta ficar em casa.

Ficar em casa, eis o grande dilema! Se o vírus é “democrático” e não escolhe quem infeccionar, a condição do infectado em sua residência não tem nada a ver com a tão propagada democracia. É de uma distância abissal a situação financeira do que ordena a imobilidade para oprimido que tenta sair às ruas em busca de trabalho ou de uma ajuda qualquer para remediar a fome de sua família.

Os que mandam prender um qualquer por falta de máscara é o mesmo que destila sua raiva nos microfones sem esse equipamento de segurança, mesmo sem cumprir a distância regulamentar estipulada pelo Ministério da Saúde. Os que proíbem a circulação são os mesmos que promovem festas noturnas em seus condomínios de luxo e que não respeitam as inúmeras queixas registradas nas delegacias de polícia.

Os que desconhecem as dificuldades do povo mais sofrido, agravadas com a terrível crise, compram equipamentos e medicamentos superfaturados e não tiveram o cuidado de agir na hora certa. Posaram de líder na campanha eleitoral prometendo resolver todos os problemas e, de quebra beijavam os mais velhos, tomavam nos braços as criancinhas. Tudo era o mais absurdo lero.

Como dizia o velho sanfoneiro Lua na música Vozes da Seca: “Mas doutô uma esmola a um homem qui é são/Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”.

Seca de líderes.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

DIA INTERNACIONAL DO GOLEIRO. QUAL O SEU HOMENAGEADO?

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Caso seja bafejado pela sorte, ou quem sabe, a técnica, defendendo sua retaguarda, é aplaudido efusivamente pelos torcedores de sua equipe e xingado pela torcida adversária. Se não foi feliz na sua intervenção, “a casa cai” e imediatamente ganha, no mínimo, a alcunha de frangueiro

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Não sei como surgiu a homenagem aos goleiros, comemorada em todo o mundo no dia 26 de abril. Goleiro é uma das posições que não admitem falha, pois no futebol é o gol quem “manda” e quem marca mais ganha o jogo, o turno, o campeonato. Goleiros bons já tivemos à mancheia, embora os milhões de comentaristas brasileiros sempre disseram que eles não sabiam sair das quatro linhas como os europeus.

Na seleção canarinho sempre foi motivo de amor e ódio. Que o diga o goleiro da Copa de 50, Barbosa, que tomou os dois gols do “Maracanaço”, marcado para sempre e morreu com esse desgosto. Dizem até que o lugar do goleiro – embaixo dos três paus – é tão amaldiçoado que não nasce grama. As diferenças entre o goleiro e os atacantes são abissais e ninguém enfarta caso um atacante perca um gol, mas morre se o goleiro toma.

Marcadas as diferenças, alguns goleiros sabem se impor e conseguem fazer história nos times por que passam – com raríssimas exceções – e na Seleção Brasileira, outros não conseguem essa proeza. Guarda-redes, goalkeeper, arqueiro ou simplesmente goleiro é aquele que consegue fazer voos sensacionais para tirar, com a ponta dos dedos, a bola da direção do gol, se jogar nos pés do atacante, calcular o lado certo da batida da falta ou do pênalti.

Caso seja bafejado pela sorte, ou quem sabe, a técnica, defendendo sua retaguarda, é aplaudido efusivamente pelos torcedores de sua equipe e xingado pela torcida adversária. Se não foi feliz na sua intervenção, “a casa cai” e imediatamente ganha, no mínimo, a alcunha de frangueiro e perde a admiração da torcida e a confiança do treinador e dos cartolas do clube, mesmo sendo o petardo disparado pelo adversário indefensável.

Neste domingo (26), Dia do Goleiro, fiz questão de homenagear o arqueiro Manga, que sabia se colocar em frente da trave como ninguém. No Botafogo foi Campeão Carioca em 1961, 1962, 1967 e 1968, Taça Brasil de 1968, Rio-São Paulo de 1962, 1964, 1966. Já que falei de estatística, pelo Botafogo jogou 442 partidas e sofreu 394 gols. Também jogou 12 partidas pela Seleção Brasileira.

Manga em ação defendendo o Botafogo (RJ)

Pelo Botafogo passaram grandes goleiros, com os quais me identifiquei bastante, mas Manga sempre foi especial pela sua presença e firmeza na pequena área e impunha respeito ao abrir “as asas” e deixar o atacante perdido, sem saber o que fazer. Melhor, ainda, quando o próximo jogo era contra o Flamengo e ele não perdia a esportiva ao dizer que tinha recebido o “bicho” pela vitória antes mesmo do jogo.

Já Maurício Duarte, ex-jogador profissional de grandes equipes brasileiras (Botafogo, inclusive), radialista, comentarista de futebol, amigo de excelente caráter, homenageou o goleiro Laércio, do Itabuna. E a homenagem foi prestada em tempo certo a uma pessoa que não mais se encontra entre nós e fez história no Itabuna Esporte Clube e em Itabuna, chegando a ser o xodó da torcida pelas grandes atuações dentro e fora do campo.

Itabuna sempre foi pródiga em bons goleiros desde os tempos do futebol amador – Fluminense, Flamengo, Grêmio, Janízaros, Bahia, Itabuna, Corinthians e Botafogo, este com um fato inusitado: o goleiro Danielzão mais tarde trocou de posição e passou a jogar como centroavante. Esses mesmos goleiros dos clubes defenderam com mãos de ferro a Seleção de Itabuna, vencedora do Intermunicipal por oito anos seguidos: Octacampeã.

Desfilaram em baixo dos três paus da seleção itabunense os goleiros Carlito, Asclepíades, Ivanildo, Plínio, Luiz Carlos, Betinho, dentre outros, que escreveram seus nomes da história do futebol itabunense. Goleiros que defendiam bolas impossíveis e se atiravam nelas como um esfomeado em busca de um prato de comida, para não deixar de citar a rica e bela gíria futebolística, além dos altamente técnicos.

É uma justa homenagem a um profissional – antes amador – que destoa dos colegas de equipe desde pequeno, por ser raro os que têm o sonho de ser goleiro e lutam para isso nos babas e escolinhas de futebol. Não raro, os goleiros são descobertos por serem aqueles que não têm talento para jogar na zaga, meio do campo e ataque e são escalados nos babas como goleiro, posição pouco disputada nos campinhos.

Por isso e tudo isso, minhas homenagens aos goleiros do Brasil e do mundo. Vai que é sua, Tafarel!

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

ARRASCAETA DIZ QUE VAI CONVIDAR CAVANI PARA JOGAR NO FLAMENGO

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Qual será o destino de Edinson Cavani? Em fim de contrato com o Paris Saint-Germain (PSG), não seria exagero dizer que o uruguaio teria vaga em todos os times do Brasil. Diego Lugano, diretor de relações institucionais do São Paulo e amigo de Cavani, afirmou em entrevista à rádio argentina Club Octubre que, antes de uma possível transferência para o Boca Juniors, por exemplo, o atacante atuaria pelo São Paulo. Porém, se depender de proximidade e amizade, Lugano encontrou um concorrente.

De Arrascaeta também quer Cavani no Brasil, só que no Flamengo. O camisa 14 do time rubro-negro entrou na jogada e brincou sobre articular a vinda do artilheiro.

“A gente brinca com os caras (Cavani e Suárez), mas eles ainda estão no auge, jogando em grande nível na Europa. Se houvesse possibilidade de qualquer um dos dois jogar no ‘Mengão’, a gente ficaria muito feliz se isso se concretizasse. Sabemos que o Cavani agora está finalizando o contrato, então vou mandar uma mensagem pra ele. Vou convidar pra sabe se ele quer ser feliz com a gente”.

Cavani possui vínculo até o fim da temporada com o PSG e, aos 33 anos, tem mercado para jogar no futebol europeu ou até em países de fora do Velho Continente, como nos Estados Unidos.

Na Europa, Cavani continuaria disputando competições de alto nível e seguiria condicionado para a Copa do Mundo do Catar, em 2022. Nos Estados Unidos, encontraria uma liga mais fraca, porém atuaria em um país de moeda forte. O clube brasileiro que tentar contratar o uruguaio terá que desembolsar uma grande quantia.

O próprio presidente do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, acredita que uma negociação neste momento da economia é inviável. Em entrevista ao jornalista Paulo Vinícius Coelho, ele afirmou que ninguém dentro do clube conversou sobre a contratação e que não há nenhuma ação neste sentido. Lugano falou sobre o uruguaio jogar no Tricolor por ser amigo de Cavani. Entretanto, Leco disse que “se um grande jogador quiser jogar no São Paulo a um preço acessível, sempre se vai pensar”.

Leco também lembrou que o momento é de manter as contas em dia durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). A dificuldade financeira não atinge apenas os clubes brasileiros. Na própria Europa, o mercado de transferências deve aquecer apenas após o restabelecimento dos clubes. Enquanto a pandemia de covid-19 impactar nos caixas das equipes, dificilmente surgirão notícias de grandes contratações. Da Agência Brasil.

REI DO INTERMUNICIPAL, BETO OLIVEIRA QUER MAIS TÍTULOS E TREINAR A SELEÇÃO DE ITABUNA

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Poucos treinadores conquistaram tantos títulos no futebol do interior da Bahia como Beto Oliveira. São seis troféus do Campeonato Intermunicipal, três deles consecutivos (2017-2018-2019), e uma conquista com equipe profissional, no comando do Itabuna Esporte Clube, em 2002, na Segunda Divisão do Baiano.  A equipe conseguiu o acesso invicta depois de 10 anos sem disputar nenhuma competição.

Em entrevista exclusiva ao PIMENTA, o treinador fala do sonho de conquistar um Campeonato Baiano e mais três títulos do Intermunicipal. Ele também comenta sobre o sufoco que passou por conta da desconfiança dos torcedores de Itamaraju durante a temporada passada, quando teve de montar uma equipe completamente diferente da que se sagrou campeã em 2018.

Beto Oliveira afirma ainda que é louco para treinar a Seleção de Itabuna e observa que o Campeonato Interbairros deveria ser no primeiro semestre, não no segundo, como é realizado hoje. O técnico também fala de Pep Guardiola, Abel Braga, Jorge Jesus e do time rubro-negro carioca: “O Flamengo de hoje é encantador”.

Veja a íntegra da entrevista.

Blog Pimenta – Sua carreira começa na década de 80 como jogador. Exatamente quando?

Beto Oliveira- Comecei na base do Itabuna Esporte Clube em 1982 e me profissionalizei três anos depois. Atuei pelo Itabuna até 87. Rodei por algumas equipes profissionais no país. Em 91 voltei para o Itabuna e um ano depois fui para o Grêmio Maringá. Em 93 encerrei a carreira como jogador de futebol e comecei a treinar a divisão de base do Itabuna, em 94, sendo técnico do time que disputou a Copa Rio daquele ano. Fiquei como treinador da equipe por três anos seguidos.

Pimenta- E no futebol profissional?  

Beto – Comecei em 2000, quando treinei o Grapiúna nos últimos quatro jogos da Segunda Divisão do Campeonato Baiano. Vencemos o Astro, Bahia de Feira, Barreiras e Jequié, salvo engano. Uma das equipes utilizou um jogador irregular, houve alteração na classificação e perdemos a chance de disputar o título naquele ano.

Pimenta – Um início de carreira de treinador empolgante, por sinal.

Beto Foi sim. Em 2001, treinei o Grapiúna que disputou a Taça São Paulo de Futebol Júnior. No retorno, voltei à equipe profissional do Grapiúna para, mais uma vez, disputar a Segunda Divisão do Baianão. Ficamos com o vice-campeonato. Perdemos o título para o Palmeiras do Nordeste, então filial do Palmeiras de São Paulo. Eles tinham uma equipe muito forte e subiram.

Pimenta – E o primeiro título na carreira?

Beto Em 2001, fui contratado para treinar a Seleção de Coaraci no Intermunicipal. Ali, ganhei o meu primeiro título. No outro ano, voltei ao futebol profissional para comandar o Itabuna Esporte Clube na Segunda Divisão. A equipe estava há 10 anos sem participar de competições. Conquistamos o título da Série B de forma invicta e garantimos vaga na elite do futebol baiano.

Pimenta – Em 2002 a sua primeira competição nacional. Foi isso?

Beto Sim. Como treinador do Colo Colo no Campeonato Brasileiro da série C. Em 2003 voltei ao profissional do Itabuna e ficamos na terceira colocação no Baianão. Perdemos a semifinal para o Vitória, que estava na série A do Campeonato Brasileiro.

Pimenta – E o seu segundo título no Intermunicipal?

Beto – Foi em 2004, com a Seleção de Itamaraju.

 

 

Já fiz uma análise e cheguei à conclusão de que ainda é cedo para parar. Quero retornar ao futebol profissional e ganhar mais títulos.

 

Pimenta – Rodou muito como treinador…

Beto – Minha carreira foi entre equipes amadoras e profissionais. E o terceiro título no Intermunicipal também foi no extremo-sul do estado. Em 2009 fechei um contrato com a Seleção de Porto Seguro por dois anos. Ficamos em terceiro lugar, mas conquistamos o título, invicto, em 2010.

Pimenta – Sete anos depois mais um título…

Beto Em 2017, com a Seleção de Eunápolis. No ano seguinte retornei à Itamaraju, onde conquistamos dois títulos consecutivos do Campeonato Intermunicipal.

Pimenta – Beto Oliveira foi um bom jogador?

Beto Tenho uma família de atletas. Danielzinho começou a carreira no Itabuna e passou por equipes como Palmeiras (na base) e Bragantino, na década de 80. Guiovaldo também tem passagem pelo Itabuna, futebol de Portugal e várias equipes no Brasil. Acho que fui um bom jogador sim. Comecei como volante e depois fui atuar como zagueiro. Nas décadas de 80 e 90, tínhamos muitos craques. Era muito difícil para o profissional do interior ser contratado por um time grande do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais ou Sul do País.

Pimenta – Já pensou em parar?

Beto Já fiz uma análise e cheguei à conclusão de que ainda é cedo. Quero retornar ao futebol profissional e ganhar mais títulos.

Pimenta – Já recebeu propostas para trabalhar neste ano?

Beto Recebi uma proposta de um dos times da Primeira Divisão do Campeonato Baiano, mas não possível o acerto por questões financeiras. Ofereceram um valor menor do que eu ganhava no Intermunicipal. Entendi ser uma desvalorização muito grande. Para trabalhar no profissional, na elite do Baiano, o técnico merece ter uma remuneração melhor.

 

 

Tenho algumas propostas. Provavelmente em março, estarei treinando uma equipe da Segunda Divisão do Baiano.

 

 

Pimenta – Você não estaria em uma vitrine melhor?

Beto No futebol profissional a cobrança é muito maior. Todos da cidade exigem uma campanha excelente. A expectativa gira em torno de vencer Bahia e Vitória e conquistar o título de campeão. Tenho algumas propostas. Provavelmente em março, estarei treinando uma equipe da Segunda Divisão do Baiano.

Pimenta – Qual foi a conquista de Campeonato Intermunicipal mais fácil e a mais difícil?

Beto Não existe conquista fácil, ainda mais em se tratando do Intermunicipal, que é disputado por 64 equipes. É uma competição que dura seis meses. Enfrentamos muitas dificuldades. Às vezes, perda de jogadores importantes no decorrer da competição.

Pimenta – O título mais marcante, então?

Beto O mais prazeroso foi primeiro, conquistado com a Seleção de Coaraci. Embora tivesse sido vice-campeão da segunda divisão com Grapiúna, chegamos sem muito conhecimento sobre o Intermunicipal, que é uma competição totalmente diferente. Peguei uma seleção formada basicamente por ex-jogadores profissionais e vividos na competição e eu sem experiência.  Achei um pouco mais difícil para impor a minha metodologia de trabalho, mas tudo deu certo.

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BAHIA LARGA BEM NA SUL-AMERICANA

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Ataque do Bahia funcionou na estreia na Sul-Americana || Foto Felipe Oliveira/Bahia

O Bahia começou a campanha na Copa Sul-Americana e venceu o Nacional-PAR por 3 a 0 no jogo de ida da primeira fase da competição intercontinental realizado hoje (12), na Arena Fonte Nova. Pressionado após a eliminação na Copa do Brasil e a derrota no clássico Ba-Vi, o tricolor começou mal, mas conseguiu iniciar a arrancada pelo resultado positivo ainda no primeiro tempo com Gilberto e Gregore.

No início do segundo tempo, Élber marcou o terceiro e ajudou o time a garantir a vitória. Com o placar elástico, o tricolor garantiu um bom resultado para administrar a vantagem no jogo de volta, marcado para a próxima quarta-feira (26), no estádio Arsenio Erico, em Assunção, no Paraguai. Do Metro1.

BAHIA ANUNCIA A CONTRATAÇÃO DO ATACANTE ROSSI, EX-VASCO

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O Bahia anunciou, nesta terça-feira (14), a contratação do atacante Rossi, que estava no futebol do Rio de Janeiro. Líder de assistências do Vasco em 2019, o atleta de 26 anos assinou contrato até 31 de dezembro de 2021.

Rosicley Pereira da Silva, paraense de Prainha, foi titular em 26 dos 29 jogos que atuou no Brasileirão do ano passado. Além de garçom do time, liderou as estatísticas de dribles certos (28), roubadas de bola (50) e finalizações a gol (22) no elenco do time carioca durante o campeonato

Em 2017, Rossi disputou a Libertadores, a Sul-Americana e a Recopa continental pela Chapecoense, sendo novamente um dos destaques da equipe. Em 2018, o jogador defendeu o Internacional e foi comprado pelo chinês Shenzhen, com o qual tinha vínculo até fechar com o Bahia.

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