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14 de julho de 2020 | 04:51 am

FERREIRA COMANDARÁ COLO COLO NA SÉRIE B

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Ferreira, Weliton e Elias durante assinatura de contrato || Foto Jornal do Radialista

O técnico Ferreira comandará o Colo Colo na Série B do Campeonato Baiano 2018. O contrato com o time ilheense foi assinado neste final de semana, após negociações com o CEO do patrocinador máster da equipe, Weliton Nascimento, da Arezza. O treinador comandou o Tigre Ilheense em 2006, quando o Colo Colo foi campeão baiano.
Ferreira começa a montar a equipe ainda em janeiro e ainda será apresentado a torcedores e imprensa durante coletiva, segundo o assessor do Colo Colo e editor do Jornal do Radialista, Elias Reis. A equipe ilheense estreia na Série B em 4 de março, às 15h, no Estádio Mário Pessoa, contra o Galícia.

O ITABUNENSE QUE FAZ A CABEÇA DE NEYMAR E DANIEL ALVES

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O cabelereiro Wagner Tenório e o astro do PSG || Reprodução Instagram

A preocupação de Neymar com o visual altera a rotina do cabeleireiro Wagner Tenório. Ele é o responsável por cuidar da aparência do craque e tem até contrato de serviços ao jogador e família. A relação que começou em Barcelona, e já dura três anos não foi afetada com a transferência para o Paris Saint Germain. O cabeleireiro viaja com frequência a Paris e inclusive assiste aos jogos do PSG.
No contrato com Wagner, Neymar tem o direito de marcar datas para atendimento conforme a necessidade. Basicamente, isso acontece em dias de eventos comerciais. O vínculo também faz de Wagner Tenório o cabelereiro oficial da família de Neymar. O jogador conheceu o cabeleireiro através do baiano Daniel Alves, que também é seu cliente.
Wagner Tenório é natural de Itabuna, no Sul da Bahia, onde morou no bairro Califórnia, tem cerca de 30 anos de profissão. O cabeleireiro vive há 10 anos em Barcelona, na Espanha, por conta da vasta carteira de clientes. Por lá, também faz trabalhos sociais, como cortar gratuitamente os cabelos de moradores de rua. Do Uol Esportes.

BAHIA IMITA VITÓRIA E BATE CORINTHIANS

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O Bahia conseguiu repetir feito do Vitória ao bater o líder Corinthians no Brasileirão 2017. Em jogo disputado na Arena Fonte Nova, em Salvador, o Esquadrão fez 2 a 0.

No início do returno, o Vitória quebrou a retranca do time paulista e superou erros de arbitragem para vencer por 1 a 0, só que na casa do adversário. Abaixo, confira os gols do triunfo do Bahia

AREZZA INVESTIRÁ R$ 250 MIL NO COLO COLO

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Colo Colo ganha patrocinador master || Foto José Nazal/Arquivo

Colo Colo ganha patrocinador master e plano de modernização || Foto José Nazal/Arquivo

Weliton está empolgado com o projeto

Weliton está empolgado com o projeto

A Arezza anunciou investimento de R$ 250 mil no time do Colo Colo para a disputa da Série B do Campeonato Baiano de Futebol de 2018. Weliton Nascimento, CEO da Arezza, apresentou um plano que prevê investimento também na formação de atletas.

– Não quero nada do clube, apenas apoio, caráter e um pouco de profissionalismo – disse Weliton, que é ilheense de nascimento e preside empresa de gestão de Recursos Humanos e tem clientes como Ambev, Carrefour, Renner e Assaí Atacadista.

O negócio com o Colo Colo envolve, além da marca Areza, a Adilis Trade Marketing e a SvelteFit. Weliton faz um alerta quanto aos investimentos. “Somente dinheiro não resolve todos os problemas, se não tivermos voluntários, apaixonados, pessoas felizes [com o projeto]”.

Pelo cronograma, o clube deve iniciar, em novembro, os treinamentos para a disputa da Segundona (Série B). Segundo Weliton, a proposta é formar time competitivo com folha enxuta, de R$ 40 mil ao mês. O projeto da Arezza foi também apresentado ao PIMENTA.

INSPIRAÇÃO EM MODELO EUROPEU

O plano de investimentos e de atração de patrocinadores e torcedores empolgou dirigentes do clube. Weliton, que trabalha com grandes marcas multinacionais, diz ter buscado inspiração no esporte internacional, mais exatamente no futebol europeu, para formular a proposta ao clube ilheense, único time sul-baiano a conquistar o Campeonato Baiano de Futebol, em 2006.

Camisas do projeto do Colo Colo, autografadas pelo craque Kaká, ex-Real Madrid, Milan, São Paulo e Seleção Brasileira – hoje no norte-americano Orlando City, foram distribuídas pelo clube para marcar a nova fase. Weliton afirma que o projeto não cabe privilégios a dirigentes. O foco é no resultado. E uma das metas de médio prazo é a ascensão do time à Série A do Baiano de Futebol em 2018.

GABO/BERRÍO/MACONDO/MARACANÃ

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dt-chargeDaniel Thame | Blog do Thame

Na antológica abertura de Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Marquez, Aureliano Buendia, diante do pelotão de fuzilamento, lembra o fascinante e distante dia em que o pai lhe apresentou o gelo, maravilha da humanidade naquele rincão perdido nos confins da Colômbia.

A narrativa é antológica, sinalizando o que o mundo conheceria e admiraria como o realismo fantástico de Gabo.

Na já antológica noite de 23 de agosto de 2017, um colombiano menos famoso chamado Orlando Berrío nos reapresentou a algo que estava perdido nos desvãos da memória de um futebol que era jogo, mas também era poesia: a magia do improviso, do drible desconcertante que destrói um esquema mecânico, monótono e previsível.

Flamengo e Botafogo faziam um daqueles jogos modorrentos, típicos do futebol atual, em que o importante é se defender e se der, ou quando der, atacar. Meio de campo congestionado, goleiros sem serem incomodados e o indefectível cheiro de 0x0.

E eis que no ex-Templo do Futebol, hoje mais um exemplo do tributo ao deus corrupção, o Maracanã foi apresentado ao gelo.

Como se Garrincha, numa dessas molecagens do destino, resolvesse reencarnar por um átimo de segundo no estádio onde foi rei e menino travesso, e trazer um pouco de luz naquela escuridão de futebol.

O drible de Berrío!

O drible de Berrío!

E, noutra trapaça do destino, reencarnar no time errado, botafoguense que foi, e ainda por cima num colombiano com pinta de milongueiro e estampa de dançarino de tango. Ou de cumbia. Ou seria de samba? Orlando Berrío.

Berrío estava pronto para ser substituído e recebeu uma bola na lateral. Lance comum.

Ninguém no Maracanã esperava nada da jogada e o próprio Berrío poderia ter se livrado na bola e saído de um jogo do qual ninguém se lembraria daqui a uma semana.

Mas Berrío (Garrincha?) produziu o lance a ser lembrado daqui a Cem Anos (de Solidão). Um drible tão desconcertante quando indescritível, que resultou no passe perfeito para o gol da vitória.

Filho, eis o Gelo!

Maravilhem-se todos, pois esse é um daqueles raros momentos que vão para a eternidade.

O divino, o imponderável, o fantástico, o genial, a irreverência gerados num pedacinho de gramado transformando em latifúndio.

Meninos eu vi, dirão daqui pra frente os que estiveram no Maracanã. E os que não estiveram, testemunhas multiplicadas aos milhões. Macondo é o universo.

Aproveitemos o gelo.

Congela, eterniza a imagem.

O resto, o gol, a vitória, a classificação do flamengo para a decisão da Copa do Brasil contra o Cruzeiro são meros detalhes.

Eterno é Berrío, numa obra de arte que Gabo assinaria.

Maracanã, Macondo.

Na magia de um drible esse mundo de merda ainda pode ser uma alegre Bola de Futebol.

QUATRO SELEÇÕES OBTÊM 100% DE APROVEITAMENTO NO INTERMUNICIPAL

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Ubaitaba, de vermelho, bateu Ipiaú no domingo, por 1 a 0 || Foto Aleilton Oliveira

Ubaitaba, de vermelho, bateu Ipiaú no domingo, por 1 a 0 || Foto Aleilton Oliveira

Somente quatro seleções mantêm 100% de aproveitamento, após três rodadas do Intermunicipal de Futebol. Uma delas é sul-baiana, Ubaitaba.

Cachoeira, Santo Amaro e Serrinha também venceram todos os seus confrontos dos jogos iniciais da competição que reúne representantes de 63 municípios baianos.

Oito vezes campeã do Intermunicipal, a Seleção de Itabuna obtém rendimento razoável. A equipe permanece invicta. Empatou duas e ganhou uma. Já Ilhéus, empatou duas e perdeu uma.

“BOLT” DO BAHIA DESPACHA O VASCO

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Foto Felipe Oliveira/EC Bahia

Foto Felipe Oliveira/EC Bahia

O Bahia enfiou 3 a 0 no Vasco, neste domingo (20), na Fonte Nova, em Salvador, apoiado na velocidade do artilheiro Mendoza, que fez dois gols. A agilidade do jogador tricolor fez a torcida apelidá-lo, rapidamente, de “Bolt”, numa referência à lenda do atletismo mundial, o jamaicano Usain Bolt, o maior velocista de todos os tempos.  

Com a vitória de hoje, o Bahia chega aos 26 pontos, passando à 12ª colocação no Brasileirão 2017, enquanto o cruzmaltino cai uma posição, para 16º, com 25. Na próxima rodada, o Vasco pega o Flu, no Rio, sábado (26), às 16h. Já o Bahia, encara o Botafogo, na Fonte Nova, às 16h do domingo (27). 

JUAZEIRENSE COM UM PÉ NA FINAL DA SÉRIE D

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futebolJuazeirense pôs um pé na final, ontem (19), ao bater o Globo-RN, por 3 a 1, no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, no primeiro jogo da fase semifinal da Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol. Robert, Júnior Tardelli e Alessandro fizeram os gols do time baiano. Cássio fez o tento do time potiguar.

A Juazeirense poderá até perder por um gol de diferença, na partida de volta, e garantirá vaga nas finais da competição. Se o potiguar vencer por 2 gols de diferença, a decisão será por meio de cobrança de pênaltis. O time baiano, assim como o Globo, já garantiu vaga na Série C do Brasileiro de 2018.

UM POUCO DE HISTÓRIA (DE ZÉ E DE ITABUNA)

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Do site Museu da Pelada, extraímos esta narrativa de Zé Roberto Padilha. Década de 70, a glória no Flamengo, a despedida no Itabuna e a inauguração do eterno inconcluso Estádio Luiz Viana Filho em um pouco da história do jogador. Confira:

zé roberto padilhaO AEROPORTO DE ITABUNA

Zé Roberto Padilha

(…) não consegui esconder minhas lágrimas quando a cidade parou numa quarta-feira para assistir nosso primeiro treino. Tratava-se da principal atração do clube do cacau para o estadual da primeira divisão baiana de 1979.

 

 

 

Era um sábado ensolarado do mês de junho e o avião da Varig (lembram-se dela?) se aproximava do Aeroporto Luis Viana Filho, em Itabuna, Bahia, trazendo a delegação do CR Flamengo, que iria fazer um amistoso inaugurando o novo estádio do clube. E como se tratava de Flamengo, dava para ver da janelinha aquelas formiguinhas carregando suas bandeiras vermelho e preta em volta da pista. Estou falando de 1976, naquela época as pessoas recebiam os passageiros da Varig, Vasp e Transbrasil à beira da pista, não tinha aquela passarela suspensa, era olho no olho, emoção do torcedor na cara do jogador.

Nas últimas poltronas, após o sambinha do fundo homenageando nosso Merica para desespero das aeromoças, o filho daquela terra que chegara à Gávea ao lado do Dendê, eu e meu parceiro Toninho Baiano. Já jogador da seleção, Toninho, então assíduo do Charles de Gaulle, Orly, e aeroportos cheios de estilo como o de Roma e de Madrid, virou-se para mim e disparou:

– Já pensou, Zé, você chegando nesta “babinha” não mais para jogar, mas de mala, para ficar de vez por aqui.

Não concordei, nem discordei, apenas sorri. Meu silêncio foi de uma cumplicidade e arrogância do mesmo tamanho.

zé roberto padilha3
E descemos aquelas escadas anestesiados pela glória passageira como eterna fosse. Porque jogador de futebol vive seus 15 anos máximos de glória fora da realidade econômica do seu país e da sua família, ou vocês acham que o Gum (120 mil reais/mês), Henrique (160 mil reais/mês) limitados zagueiros do Fluminense, que ganham 4 vezes mais do que nosso mais alto magistrado, não seriam protagonistas, hoje, da mesma história? Perguntem a eles, no fundo do jatinho fretado do Flu, durante a Copa do Brasil, se eles fossem jogar contra o Asa e desembarcassem no aeroporto de Arapiraca não para o jogo de ida, mas para ficar por ali, ganhando salário normal, de um jogador trabalhador da segunda ou terceira divisão do nosso futebol?

Com a camisa do Flamengo

Com a camisa do Flamengo

A partida entre Flamengo x Itabuna levou 40 mil pessoas ao também estádio Luis Viana Filho no dia 25/01/76, poderoso nome de uma raposa política capaz de batizar aeroportos e estádios, e o placar foi de 5×0 pro nosso time (Luizinho, aos 8, Zico, 17 do 1º tempo, e Caio aos 24, 27 e 32 do 2º), e saímos dali nos braços queridos dos baianos, levando aquele diálogo de fundo de avião como uma norma taxativa da irrealidade em que vivíamos.

Daí fui para o Santa Cruz, em Recife, dois anos depois machuquei meu joelho, operei em uma época em que a medicina retirava todos os meniscos no lugar de isolar apenas sua parte lesionada, preservando aquele fundamental órgão de amortecimento, e acabei colocado em disponibilidade no mercado esportivo. Minha esposa estava grávida da nossa primeira filha, a Roberta, quando desembarquei de uma excursão à Arábia Saudita com o Santa Cruz, onde meu joelho não mais respondia aos apelos do meu pulmão para correr pelo campo todo. Sem ele, restou-me o currículo para atrair clubes ainda interessados. O primeiro foi o Bahia. Fui para Salvador realizar exames médicos e escolher apartamento. Ainda arrumava as malas quando um diretor do Santa Cruz me abordou com aquele velho chavão:

– Tenho duas notícias, uma boa e a outra ruim. Qual delas prefere?

A ruim era que o departamento médico do Bahia vetara minha contratação. A boa era que um clube baiano, diante da recusa do seu rival no estadual, pagava o mesmo preço. Sem exames médicos. Este clube o Itabuna FC.

Quando o avião me levou, três anos depois, de volta para aquele aeroporto, desta vez para ficar, com a mala cheia de vergonha e um pensamento no preconceituoso diálogo travado com o Toninho, não consegui esconder minhas lágrimas quando a cidade parou numa quarta-feira para assistir nosso primeiro treino. Tratava-se da principal atração do clube do cacau para o estadual da primeira divisão baiana de 1979 e no primeiro toque na bola senti meu joelho. E eles respeitaram minha saída cabisbaixa do treino, ajudaram na minha recuperação pelo SUS, incentivaram meu retorno e a manter, até o final do contrato, um salário digno de um trabalhador já então pai de família.

Naquele ano não foi apenas a Roberta que nasceu, mas uma lição definitiva de humildade explícita foi incorporada a vida da gente. Aquela “babinha” foi o lugar que me acolheu e desnudou o quanto são “bobinhos” os que se deixam seduzir pelo efêmero poder de ser um dia jogador de futebol do Flamengo.

QUANTO VALE NEYMAR? EIS UMA RESPOSTA

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A alemã Deutsche Welle lançou um vídeo que mostra o poder da marca Neymar. Os números do jogador brasileiro para o campo dos negócios/mercado de consumo explicam o porquê de o francês PSG pagar mais de R$ 800 milhões pelo jogador. Confira a tuitada da DW e entenda um pouco dessa máquina de negócios.

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