skip to Main Content
15 de maio de 2021 | 10:58 pm

AS VEIAS ABERTAS DO BRASIL

Tempo de leitura: 2 minutos

Aproveitando o contato com o secretário, questionei sobre a conclusão do Complexo Integrado de Educação de Itabuna (CIE), localizado no bairro São Caetano, e ele sinalizou que pretende concluí-lo ainda esse ano, justificando que a pandemia atrasou a finalização da obra.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

A pandemia tem mostrado as veias abertas do Brasil, fazendo emergirem as nossas deficiências e os vários brasis existentes. A carência de leitos clínicos e de UTI e a falta de diálogo entre os entes públicos são partes desse retrato e geraram consequências, sentidas em todas as esferas socioeconômicas do país.

Entrevistei no último sábado, no Ponto de Vista, pela Rádio Nacional, o secretário de Educação da Bahia, professor Jerônimo Rodrigues. Na ocasião, questionado sobre a possibilidade de liberação de tablets para os estudantes, ele, apesar de achar a iniciativa positiva, destacou que não adotaria essa política porque, antes, os alunos precisariam ter internet, ambiente de estudo e possibilidade de interação em tempo real com os professores, porque não há como fazer educação sem a presença do professor. Estes também têm carências que precisam ser superadas para atender essa demanda que surge a partir da pandemia.

É importante destacar que existe uma distância abissal entre os estudantes brasileiros: aqueles que detêm condição de renda e frequentam escola privada e a imensa maioria que está em desvantagem econômica e que frequenta a escola pública. Essa realidade está exposta na pesquisa TIC Educação 2019, divulgada em junho deste ano. Ela aponta que 39% dos estudantes de escolas públicas não têm computador ou tablet em casa. Já nas escolas particulares, o índice é de 9%.

A pesquisa também mostra que, na escola pública, 21% dos alunos acessam a internet pelo celular. Na rede privada, esse índice cai para 3%. A pesquisa também mostrou que 53% dos professores não têm capacitação para o uso do computador e da internet nas aulas, e outros 26% têm pouca capacitação, totalizando 79%, isso acaba por dificultar o ensino à distância.

Itabuna também tem suas limitações. Aproveitando o contato com o secretário, questionei sobre a conclusão do Complexo Integrado de Educação de Itabuna (CIE), localizado no bairro São Caetano, e ele sinalizou que pretende concluí-lo ainda esse ano, justificando que a pandemia atrasou a finalização da obra.

Apontei também a necessidade da construção de um colégio de nível médio em Ferradas, para atender aos moradores do bairro e do seu entorno, além dos condomínios São José, Gabriela e Jubiabá, todos do projeto Minha Casa, Minha Vida. Uma escola naquela região evitaria que os estudantes moradores se amontoassem em ônibus e se deslocassem para longe das suas residências. Nesse ponto, o secretário se comprometeu em analisar a proposta e me dar o retorno.

Ainda na oportunidade, oficializei a ideia de instalação do Núcleo de Educação Territorial Litoral Sul (NTE-05) no prédio onde anteriormente funcionavam os juizados especiais, ao lado do Fórum Rui Barbosa, onde funcionará a Reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

A participação do secretário foi de fato entusiasmante. Mostrou-se sensível e disposto a somar forças com a comunidade escolar, famílias e outros setores importantes da sociedade, para juntos fazerem a Bahia superar sua colocação no último ranking (2018) do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), no qual, por diversos fatores históricos, surge com um dos piores indicadores de educação do Brasil.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

PRODUTORES DE CHOCOLATES DE ORIGEM DO SUL DA BAHIA APOSTAM EM VENDAS PELA INTERNET

Produtos sul-baianos de origem à venda pela internet
Tempo de leitura: < 1 minuto

Sem sair de casa, pela internet, agora o consumidor terá acesso a um mix de mais de 100 produtos de 10 marcas de chocolate de origem do sul da Bahia. A Choc.Store possibilita compra de produtos de qualquer lugar do Brasil, com a chancela do maior evento do segmento de cacau e chocolate da América Latina, o Chocolat Festival.

As vendas online são a aposta do Festival para impulsionar os chocolates de pequenos produtores de todo o país, segundo Marco Lessa, publicitário e idealizador do Festival e da webstore.

– Por uma questão de logística, que tem sido afetada pela pandemia, iniciaremos as operações apenas com marcas da Bahia. Mas o objetivo é agregar todos os nossos parceiros, expositores de todas as edições do Chocolat Festival – Bahia, São Paulo e Pará – em um grande marketplace – afirma

Na semana de lançamento, a Choc.Store irá presentear os 100 primeiros clientes com 20% de desconto e um tablete surpresa de 20g. Nessa primeira fase, estarão à venda barras e outros derivados do cacau das marcas ChOr, Gabriela, Sagarana, Senô, Yrerê, Modaka, Cacau do Céu, Natucoa, Benevides e Kaê.

PIMENTA DO DIA – A PERERECA DE JORGE

Tempo de leitura: < 1 minuto

Tieta (aquela que não era mulher, mas sim “uma plantação inteirinha de xibiu”), Dona Flor, Gabriela, Jacutinga e e suas gostosíssimas quengas… Ora, nós só podemos dar justíssimos parabéns aos ilustres pesquisadores da Uesc por essa mais que apropriada homenagem. Viva a obra amadiana!

Do leitor “Juca Bala” em comentário ao post sobre a homenagem de pesquisadores da Uesc a Jorge Amado, que empresta o sobrenome à nova espécie de perereca descoberta no sul da Bahia, a Phyllodytes amadoi.

POLÍCIA INVESTIGA ASSASSINATO DE ADOLESCENTE EM ITABUNA

Tempo de leitura: < 1 minuto
Corpo de Gabriela foi deixado embaixo de uma árvore, perto da casa onde ela morava com os pais

Corpo de Gabriela foi deixado embaixo de uma árvore, perto da casa onde ela morava com os pais

O misterioso assassinato de uma adolescente, ocorrido no último fim de semana, no bairro Santa Inês, em Itabuna, ainda desafia a polícia. De acordo com a perícia, já se sabe que a vítima, Gabriela Silva Santos, de 12 anos, foi estrangulada e pode ter sofrido também violência sexual.

Segundo os pais, Gabriela assistia televisão na sala de sua casa na noite de sexta-feira (22). Sem que eles percebessem, a menina saiu da residência e só reapareceu na manhã de sábado, mas já sem vida. O corpo de Gabriela foi deixado embaixo de uma árvore, próximo à casa dela. A adolescente estava parcialmente nua.

Para a polícia, tudo leva a crer que o crime foi cometido por pessoas do próprio bairro. Os pais, inconformados, dizem que Gabriela era uma menina pacata, que quase não saía de casa. Um dos poucos lugares que costumava frequentar era uma igreja evangélica na comunidade.

EXPOSIÇÃO CORES DA BAHIA

Tempo de leitura: < 1 minuto

nadja 7

A artista plástica Nadja Alves expõe 15 telas na mostra Cores da Bahia, que será aberta nesta quarta-feira, 4, em frente à loja Le Biscuit, no Shopping Jequitibá. As obras, em estilo primitivista, enfatizam o cotidiano das terras do cacau e figuras como baianas de acarajé, pescadores, capoeiristas e trabalhadores rurais.

Em sua obra, Nadja também presta um tributo a Jorge Amado, apresentando alguns dos principais personagens do escritor, como Tieta e Gabriela.

A mostra fica aberta até o dia 17.

BELA INTERPRETAÇÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto

A baiana e itapetinguense Marielle Antunes, da Babada Novo, manda ver ao interpretar Lindinalva, composição de Gilberto Gil e sucesso na voz de Gal Costa. A música é tema da novela Gabriela.

JORGE FEZ UM BOM MARKETING DE ILHÉUS?

Tempo de leitura: 3 minutos

Ricardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

Em “Gabriela”, tudo é negativo; as mulheres vivem como em um campo de concentração e só podem falar de liberdade aos cochichos. 

Sem querer estragar a festa de ninguém, já que o momento é de comemoração e, vale adiantar: Jorge Amado merece cada confete que lhe cai sobre a memória e sua obra única. A intenção aqui não é tirar o mérito, mas abordar o formidável escritor sob outro ângulo, o de sua relação com Ilhéus e as terras do cacau como um todo.

Indo direto ao assunto, há uma nítida diferença entre a abordagem que a obra amadiana faz de Salvador e da região cacaueira, sendo que esta é claramente apresentada como o lugar dominado pelo patriarcalismo, o atraso, a violência das tocaias e um solo que, como é descrito em Terras do Sem Fim, foi “adubado com sangue”.

A história de Gabriela, Cravo e Canela, ora em reprise em forma de novela na Rede Globo, mostra os fazendeiros de cacau como coronéis truculentos, que tratavam as mulheres como bicho, as usavam e, se bobeassem, matavam-nas. Prazer mesmo, só com as teúdas e manteúdas ou as “quengas” do Bataclan. A hipocrisia ditava o ritmo em Ilhéus, uma cidade onde – da forma que é descrita em Gabriela, poucos gostariam de viver. Pelo contrário, o que a narrativa desperta é uma incontida pena de quem tinha a desventura de morar naquele lugar de tanta gente desprezível.

Ainda que justifiquem tratar-se de uma Ilhéus de outro tempo, o cotidiano descrito é perverso e de tintas carregadas em tudo que é deplorável. Por outro lado, Jorge não descreve as belezas de Ilhéus. Em sua obra não aparecem os belos mirantes da cidade, suas praias de areia branca e fina, seus coqueirais, o mar, os rios, as matas. Estas, quando entram na trama, é como esconderijo de jagunços, cenário de batalhas intermináveis e sangrentas pela posse de uma terra onde vicejava, ao mesmo tempo e paradoxalmente, a riqueza do cacau e a miséria de uma região que se teimava em ser primária: na monocultura e nos costumes.

Salvador já aparece bem diferente nos livros de Jorge. Apesar de também descrever a pobreza que já havia na capital, o escritor demonstra que esta era a cidade de seu coração. Da multiplicidade cultural, do ecumenismo religioso, dos pescadores e saveiros, de um mar hipnótico. Não é à toa que seus livros atraíram para Salvador figuras como o francês Pierre Verger e o argentino Caribé, curiosos por tanta beleza que transpirava das páginas de Jorge. Vieram e ficaram.

Ser a cidade quase natal (para lá o escritor, nascido em Itabuna, foi aos quatro anos de idade) é sem dúvida alguma um privilégio para Ilhéus. Foi nela que o autor idealizou suas primeiras obras, está nela a inspiração para tantas histórias e tantos personagens. Mas ser conhecida como “A terra da Gabriela”, com tudo a que a história da morena cor de cravo e canela remete, talvez não seja o melhor marketing para Ilhéus.

A impressão que se tem é de que o sul da Bahia ficou para o escritor como o lugar do passado, do qual ele comemorava a libertação. Em “Gabriela”, tudo é negativo; as mulheres vivem como em um campo de concentração e só podem falar de liberdade aos cochichos. O contraponto positivo está nos personagens que negam Ilhéus e tudo que ela representa na obra. Malvina, com sua coragem e nobreza que destoam de tudo que a cerca; Mundinho Falcão com sua visão liberal e cosmopolita; e Gabriela, que confronta aquele mundo arcaico com um sorriso infantil e a convicção da liberdade, a antítese perfeita da podridão que a cerca.

Loas a Jorge, mas Ilhéus definitivamente tem muito mais a oferecer do que carregar esse ranço de ser a eterna “Terra da Gabriela”.

Ricardo Ribeiro é advogado e editor do Cenabahiana.com.br

GABRIELA EXISTIU MESMO? FILHA DE LOURDES MARON FALA PELA PRIMEIRA VEZ SOBRE O ASSUNTO

Tempo de leitura: 2 minutos

Amélia Maron, filha de Lourdes, e a repórter Marta Almeida.

Desde o final da década de 50, quando foi lançado o livro Gabriela Cravo e Canela, do escritor baiano Jorge Amado, persiste um grande mistério: Afinal a personagem Gabriela existiu mesmo em Ilhéus no Sul da Bahia?

Uma revista da época, a extinta Manchete, divulgou um artigo associando moradores da cidade aos personagens do livro. Foi quando começou a ganhar força a versão de que Gabriela seria Dona Maria de Lourdes Maron, que era casada com o dono do Bar Vesúvio, o libanês Emílio Maron, na década de 40.

Historiadores como Maria Luiza Heiner contam que não é bem assim. Jorge Amado em entrevista em 1992, feita no próprio Vesúvio, declarou que o casal não era Nacib e Gabriela. Mas mesmo assim a história acabou virando um “mito” com a mistura entre ficção e realidade.

Hoje, do livro, podemos observar em Ilhéus um rico patrimônio histórico: O bar Vesúvio, que ainda funciona como restaurante, o Bataclan, que agora é uma casa de shows e também restaurante, o Cine Teatro de Ilhéus, a Catedral de São Sebastião e ainda tem o sobrado onde Jorge Amado passou a infância, a Casa de Jorge Amado.

Pelas ruas da cidade, os turistas chegam em busca dos locais descritos no romance e são recebidos por artistas locais como Janete Lainha, que interpreta Gabriela, no Centro Histórico de Ilhéus. O atual dono do Vesúvio, Guido Paternostro, brinca com a confusão entre realidade e ficção que as pessoas ainda fazem.

REPÓRTERES AJUDAM A PÔR FIM NO MISTÉRIO

A repórter Marta Almeida e o cinegrafista Marcelino Silva, da TV Santa Cruz, conseguiram entrevistar a filha de Loudes Maron, pondo fim às histórias e boatos que cercam o assunto. A reportagem foi ao ar ontem e marca o retorno de Almeida às telinhas.

Na cidade onde moram parentes de Dona Maria de Lourdes, o neto Júnior Maron não se incomoda com a associação que foi feita entre seus avós e os personagens do livro e brinca com a comparação, pois é chamado de “Nacibinho”.

Mas os filhos do casal que ainda estão vivos e moram na Bahia nunca quiseram falar do assunto. A artista plástica Amélia Maron, no entanto, falou com exclusividade para a TV Santa Cruz, em entrevista para a jornalista Marta Almeida. Quebrou o silêncio de anos, depois de muita insistência e contou como era sua mãe, uma exímia cozinheira.

O assunto sempre foi muito delicado na família Maron, mas Dona Amélia decidiu falar para esclarecer de uma vez por todas a confusão feita com sua mãe, que, segundo ela, não tinha as características físicas da personagem.

Segundo Amélia, Lourdes era apenas uma criança na década de 20, quando se passa o romance e, por causa da associação feita, sofreu muito. As pessoas não entendiam que a personagem, diz, era fruto da imaginação do escritor que declarou ter na verdade se inspirado em várias pessoas para construir sua Gabriela.

FÁBIO LAGO PARA INTERPRETAR TONICO BASTOS

Tempo de leitura: < 1 minuto

Lago em Gabriela?

De Portugal e via Facebook, o ilheense Luisaldo Barreto comentava a escolha do ator Marcelo Serrado para o papel de Tonico Bastos no remake de Gabriela, que a Globo levará ao ar até o início do próximo semestre. Sem contestar a qualidade do artista que hoje faz sucesso interpretando o mordomo Crô, em Fina Estampoa, Luisaldo sugere o conterrâneo Fábio Lago para o papel: – Este personagem serviria bem a Fábio Lago.
Ilheense e aluno de Pedro Matos, Fábio Lago faz sucesso no teatro, interpretou personagens fortes no cinema (Tropa de Elite é exemplo) e em 2009 foi eleito o Ator Revelação ao interpretar o personagem Fabiano, na novela Caras & Bocas, também da Rede Globo. Talento é o que não falta ao ator.

DE CRÔ PARA TONICO BASTOS

Tempo de leitura: < 1 minuto

Marcelo Serrado, que interpreta o Crô, estará em Gabriela.

A TV Globo definiu mais um ator para a novela Gabriela. Marcelo Serrado, que interpreta o hilário Crodoaldo Valério, o Crô, em Fina Estampa, assumirá o papel de Tonico Bastos no remake homônimo do romance escrito pelo itabunense Jorge Amado.
Dentre outros nomes já escalados, estão o de Juliana Paes e Humberto Martins, que farão Gabriela e Nacib, respectivamente, além das cantoras Emanuelle Araújo e Ivete Sangalo. A musa do axé interpretará uma prostituta, segundo a produção do remake. As gravações da novela estão previstas para começar entre o final deste mês e o início de março. Algumas cenas serão gravadas em Ilhéus.

SEM CHANCE

Tempo de leitura: < 1 minuto

O Blog do Thame repercute nota postada na coluna Chat da Notícia, de Valério Magalhães, segundo a qual a novela Gabriela terá pouquíssimas cenas gravadas em Ilhéus. No máximo, algumas imagens de fazendas de cacau e do centro histórico da cidade, daquelas que se repetem na passagem entre dois momentos da novela.
No dia 26 de janeiro, quase 2 mil pessoas fizeram fila para um suposto teste pelo qual seriam escolhidos figurantes para Gabriela. Depois, a Globo tirou o dela da reta e foi informado que o tal teste não passava de uma seleção de tipos para compor um banco de imagens.
Muito provavelmente o esforço de quase todas, senão de todas aquelas pessoas, foi em vão…

ILHEENSE ENFRENTA FILA POR UMA PONTA EM "GABRIELA"

Tempo de leitura: < 1 minuto

Tudo para estar na novela (foto Clodoaldo Ribeiro)

Centenas de ilheenses – de crianças a idosos – enfrentaram uma fila que serpenteava pelo calçadão da Rua Jorge Amado, para realizar o sonho de participar como figurante da novela “Gabriela”, cujo remake começa a ser gravado em março, tendo os atores Humberto Martins e Juliana Paes, nos papéis principais do turco Nacib e da morena cor de cravo e canela que Jorge Amado tornou um dos principais símbolos de Ilhéus.
Os testes começaram pela manhã e continuam nesta tarde, no Teatro Municipal. O número de figurantes será confirmado pela equipe de produção, após definir as locações da novela em Ilhéus.

"GABRIELA": GLOBO SELECIONA ATORES EM ILHÉUS

Tempo de leitura: < 1 minuto

O núcleo de teledramaturgia da Rede Globo fará seleção de atores na próxima quinta (26), em Ilhéus. Os escolhidos vão integrar o elenco de apoio e de figurantes da novela Gabriela, que será exibida no segundo semestre deste ano na faixa das 23h.
Os atores e figurantes selecionados vão interpretar tipos regionais, como trabalhadores rurais, tropeiros e lavadeiras, além de jovens. Pawlo Cidade, da Fundação Cultural de Ilhéus (Fundaci), afirmou ao PIMENTA que a quantidade de pessoas contratadas será definida após a equipe responsável pelo remake fechar as locações para a novela em Ilhéus.
Parte da direção de Gabriela estará em Ilhéus já na quarta-feira (25) para visitar possíveis locais de gravação, conforme Pawlo. Os testes começarão às 10h da próxima quinta, no Teatro Municipal, e serão coordenados pelo produtor Rosival Silva.
O início das gravações está previsto para março. Os atores que interpretarão os papéis principais da novela inspirada na obra homônima do escritor Jorge Amado são Juliana Paes e Humberto Martins.

Back To Top