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21 de fevereiro de 2020 | 09:41 pm

MÍDIA CARIOCA CRITICA GEDDEL

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Mais uma vez os jornais cariocas acusam o baiano Geddel Vieira Lima de ter distribuído indevidamente os recursos do Ministério da Integração Nacional, no período em que comandou a pasta. As críticas ocorrem no momento em que a região serrana do Rio de Janeiro enfrenta a maior tragédia de toda a sua história, com registro de mais de 500 mortos em decorrência das chuvas.

Geddel é apontado como um dos responsáveis pelo caos no Rio, que em 2010 recebeu apenas 0,6% (R$ 1 milhão) das verbas do Programa de Prevenção e Preparação para Desastres. Já a Bahia sozinha levou 50% dos recursos, num total de R$ 84 milhões.

O ex-ministro atribui as críticas à “disputa política”. No Twitter, Geddel já foi contemplado com o troféu Justo Veríssimo.

WAGNER FAZ BALANÇO E PROJETA 2011

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Wagner faz balanço do ano e projeta segundo mandato (Foto Manu Dias).

O governador Jaques Wagner teve encontro com jornalistas dos principais veículos de comunicação da Bahia. Contratempos impediram este blog de atender ao convite, mas sabe-se que o almoço tornou-se uma legítima prestação de contas dos quatro primeiros anos de governo e projeção para o novo mandato que se inicia em 2011.

Wagner diz que este novo mandato será de uma gestão mais moderna, após “azeitar” a máquina. O governador chamou atenção para um fato importante: secretaria não será espaço para cabo eleitoral. Ou seja, que os aliados indiquem nomes que possam contribuir para o governo. Sobrou estocada para Geddel Vieira Lima e alertas para o futuro ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), para que não siga o exemplo do ex-ministro peemedebista.
O petista também falou de projetos  importantes para o segundo mandato, como o Complexo Intermodal Porto Sul, que prevê investimentos de R$ 6,5 bilhões e a construção de porto, aeroporto e a Ferrovia Oeste-Leste, que integrará a região Norte e Centro-Oeste brasileiras ao sul da Bahia.

OS QUATRO MOICANOS

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Marco Wense
Nenhuma surpresa com os quatro deputados federais da Bahia que farão oposição de verdade ao governo da eleita presidente Dilma Rousseff: ACM Neto, Fábio Souto, Antônio Imbassahy e Jutahy Júnior.
E os outros deputados, eleitos pelo DEM e PSDB? A resposta é que não são confiáveis. Vão se aproximar do governo federal assim que a petista Dilma Rousseff assumir o comando do Palácio do Planalto.
ACM Neto, com sua atuação parlamentar, pode se transformar na principal figura nacional do Partido Democratas (DEM). Fábio Souto é filho do presidente estadual da legenda, o ex-governador Paulo Souto.
Em relação aos tucanos, Imbassahy preside o PSDB baiano. O deputado Jutahy Júnior é amicíssimo de José Serra, que ainda sonha com uma candidatura à presidência da República na eleição de 2014.
INDIRETAS & DIRETAS
1) Mudança no PSDB só com o senador eleito Aécio Neves no comando nacional da legenda. Se continuar sob o domínio do tucanato da Avenida Paulista, o sonho da Presidência da República vira um eterno e angustiante pesadelo.
2)  Dagoberto Brandão vai comemorar, em Salvador, junto com sua companheira Marielza, os 50 anos de engenharia civil com os colegas de formatura. Dagô, fundador do PDT de Itabuna, é exemplo de político com P maiúsculo.
3) Michel Temer, eleito vice-presidente da República, não vai deixar Geddel na rua da amargura.  Se Geddel ficar de fora do governo Dilma, será o próximo comandante nacional do PMDB.
4) Imbassahy, presidente estadual do PSDB, quer o partido longe de qualquer apoio ao governo do reeleito Jaques Wagner. O deputado Jutahy Júnior, também tucano, não concorda com a posição intransigente do ex-prefeito de Salvador.
5) Imbassahy versus Jutahy. O diretório do PSDB de Itabuna, tendo a frente o jornalista José Adervan, deve ficar do lado de Imbassahy. Adervan é dirigente partidário obediente, refratário a qualquer atitude rebelde.
6) O PDT de Itabuna, que já foi um partido de respeito, um grande partido político, não existe perante a justiça eleitoral.  Pobre PDT. Hoje insípido, inodoro, incolor, acéfalo, sem rumo, sem nada.
7) “Bom cabrito não berra”, diz um velho ditado popular. Na política, em determinadas circunstâncias, é preciso “berrar”. A Bahia, por exemplo, não pode ficar em segundo plano na composição ministerial do governo Dilma Rousseff.
8 ) A dobradinha entre os deputados Coronel Santana(estadual-PTN) e Félix Mendonça Júnior(federal-PDT) vai movimentar a sucessão do prefeito Azevedo(DEM).
9) Saudades do blog Política, Gente e Poder, do irreverente jornalista Eduardo Anunciação e este modesto comentarista político.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

PMDB

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Marco Wense
Não sei o motivo de tanto espanto em relação a obsessiva fúria do PMDB na busca de cargos no governo da presidente eleita Dilma Rousseff. O PMDB é assim mesmo: monstruosamente pragmático.
O PMDB, com seu “blocão”, “megabloco” ou “superbloco”, formado pelo PTB, PR, PP e o PSC, com 202 deputados federais, pressionando por mais ministérios e centenas de cargos no segundo e terceiro escalões, é o óbvio ululante.
O sócio majoritário do governo Dilma Rousseff é o PT. A presidente eleita não pode, em nome da governabilidade, ficar refém do peemedebismo e, o que é pior, perder a autoridade inerente e imprescindível ao exercício da nobre função.
Os outros partidos, tendo na linha de frente o PSB, PDT e o PC do B, que também contribuíram para a vitória de Dilma, têm que se unir, sob pena de serem engolidos pelo PMDB. É bom lembrar que o PSB elegeu seis governadores.
VISITA INDIGESTA
Como não bastasse o tal do “blocão”, protagonizado pelo PMDB de Michel Temer (SP), vem agora José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, e solicita uma inesperada audiência com a presidente eleita Dilma Rousseff.
Depois de ser bombardeado no programa eleitoral do PSDB, como a principal figura da “turma da Dilma”, Dirceu deveria esperar a poeira assentar, evitando assim esse inevitável constrangimento para a futura presidente da República.
O problema de José Dirceu, ex-todo poderoso ministro do governo Lula, é sua doentia obsessão de querer aparecer na mídia de qualquer jeito e a qualquer custo. José Dirceu, neste aspecto, é incontrolável.
DUAS VERSÕES
O ex-candidato ao Palácio de Ondina, Geddel Vieira, fragorosamente derrotado pelo governador Jaques Wagner (reeleição-PT), aparece constantemente ao lado de Michel Temer nos encontros com a equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff.
Para os correligionários de Geddel, a presença dele ao lado de Temer, presidente nacional do PMDB, é a prova inconteste do seu prestígio junto ao comando maior da legenda. Os adversários, no entanto, propagam a versão de que Geddel estaria insistindo na sua permanência como ministro da Integração Nacional no governo Dilma.
A terceira interpretação (ou variante) fica por conta do caro leitor, caso ele não concorde com as versões dos correligionários e adversários do ex-ministro Geddel Vieira Lima.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

LÚCIO DIZ TER COBRADO EMPENHO DE PEEMEDEBISTAS

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Peemedebista pede que Wagner ligue apenas para os prefeitos do PT

De forma irônica, o deputado federal eleito Lúcio Vieira Lima, presidente do PMDB na Bahia, mandou recado ao governador Jaques Wagner, aconselhando-o a não se preocupar com o engajamento dos peemedebistas na campanha de Dilma Rousseff no segundo turno.
Segundo o Bahia Notícias, Lúcio afirmou que os prefeitos do PMDB já foram “acionados” por ele e pelo irmão Geddel Vieira Lima e “estão empenhados”. Lúcio aconselhou ainda o governador a se preocupar apenas com os prefeitos do PT, a fim de “economizar tempo e dinheiro com as ligações de telefone”.
A queixa petista com relação ao corpo-mole do PMDB tem sido frequente. Apesar de os peemedebistas terem um representante na majoritária (Michel Temer, vice de Dilma Rousseff), muitas de suas lideranças na Bahia esquivam-se do compromisso partidário.

O CASO VIEIRA

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Marco Wense
Acusações em uma campanha eleitoral, principalmente quando se disputa o Palácio do Planalto, são como balas trocadas. O tiroteio entre os candidatos é tão intenso que termina empurrando o eleitor para o voto nulo (ou branco).
Fulano (a) é isso, é aquilo, é tudo que não presta. Fez isso, fez aquilo. A conclusão, se o eleitor acreditar no disse-me-disse, nos boatos e nas mentiras, é que os candidatos são verdadeiros diabinhos.
Sinceramente – ou francamente, como diria o saudoso Leonel de Moura Brizola –, não acredito no envolvimento da petista Dilma Roussef no “Caso Erenice” e nem do tucano José Serra no “Caso Vieira”.
O “Caso Vieira”, no entanto, deixa o eleitor com a pulga atrás da orelha. Conforme reportagem da revista Isto é, o engenheiro Paulo Vieira teria sumido com o dinheiro arrecadado na campanha de Serra, cerca de R$ 4 milhões.
O presidenciável do PSDB jurou que não conhecia Paulo Vieira: “Eu não sei quem é o Paulo Vieira. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês da imprensa fiquem perguntando”.
Assim que o “desconhecido” de Serra soube do desdém do tucano, foi logo dizendo: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada”. E, em tom ameaçador, finalizou: “Não cometam esse erro”.
No outro dia, sem pestanejar, sob a ameaça do próprio acusado do desvio de R$ 4 milhões, José Serra foi logo dizendo que “o Paulo é muito competente”.  Pois é. De totalmente desconhecido, o Paulo passou a ser elogiado.
José Serra ficou com medo. Esse medo é a prova inconteste de que Vieira sabe de detalhes que podem comprometer o tucano, provocando na reta final da campanha um estrago de difícil conserto.
GEDDEL E O PMDB

(Foto José Nazal)

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato derrotado na eleição para o governo da Bahia, sabe que terá dificuldades para manter sua base de apoio, principalmente em relação aos prefeitos do PMDB.
Muitos chefes de Executivo já pensam em mudar para uma agremiação partidária aliada do governador eleito Jaques Wagner (PT). Só esperam o resultado do segundo turno da eleição presidencial.
Alguns alcaides são da opinião de que a debandada é irreversível com a vitória de Dilma Rousseff. Outros, que são eleitores de José Serra, apostam na eleição do tucano, com Geddel assumindo um cargo importante no governo do PSDB.
Uma coisa é certa: ganhando Dilma ou Serra, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, com o seu conhecido e histórico pragmatismo, vai reivindicar preciosos espaços em troca do apoio parlamentar no Congresso Nacional. É o toma-lá-dá-cá.
ABORTO
A cúpula do tucanato, tendo a frente o senador Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, preocupadíssima com a repercussão do aborto praticado por Mônica Serra, esposa do candidato José Serra.
Ex-alunas da então professora Mônica Serra confirmaram a interrupção da gravidez no quarto mês de concepção. É bom lembrar que a tucana, em ato político na Baixada Fluminense, disse que “ela (Dilma) é a favor de matar criancinhas”.
Quem tem telhado de vidro…

ANÁLISE NÃO BATE COM AS PESQUISAS

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O jornal A Tarde divulga análise, neste domingo, que mostra os votos do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) divididos entre os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).
A publicação de Salvador atribui essa divisão em favor de Serra e Marina a uma declaração de Dilma Rousseff (PT) de apoio irrestrito, e na reta final, a Jaques Wagner, melhor posicionado nas pesquisas de então.
Não é por nada, mas… A decisão de Dilma em favor de Wagner se deu justamente porque as pesquisas feitas mais de um mês antes da eleição mostravam que mais de 70% dos que votavam com Geddel optavam por Serra ou Marina (veja aqui).
Apenas 20% dos que tinham intenção de votar no peemedebista apertariam o 13 de Dilma Rousseff nas urnas. Basta consultar, por exemplo, os relatórios dos levantamentos do Datafolha.

WAGNER OBTEVE 4,1 MILHÕES DE VOTOS

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Após ser o primeiro petista a comandar a Bahia, Jaques Wagner se tornou neste domingo, 3, o primeiro governador baiano reeleito. Conforme os números divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Wagner obteve 63,83% dos votos válidos. Exatamente, 4.101.270 votos. Paulo Souto (DEM) sugou apenas 1.033.600 votos e Geddel Vieira Lima (PMDB), 1.000.038. Confira a votação geral:

Seq. Nº Cand. Nome Candidato Partido / Coligação Qtde. Votos
1 13 PT – PRB / PP / PDT / PT / PSL / PHS / PSB / PC do B 4.101.270 (63,83%)
2 25 DEM – DEM / PSDB 1.033.600 (16,09%)
3 15 PMDB – PTB / PMDB / PTN / PSC / PR / PPS / PSDC / PRTB / PMN / PTC / PRP / PT do B 1.000.038 (15,56%)
4 43 PV 253.523 (3,95%)
5 50 PSOL 31.705 (0,49%)
6 21 PCB 4.969 (0,08%)
7 16 PSTU 0 (0,00%)

VOX POPULI/A TARDE: WAGNER ATINGE 51%; SOUTO CAI E EMPATA COM GEDDEL

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Souto, Wagner e Geddel: vitória petista no 1º turno (Fotomontagem Google).

– Dilma tem 65% na BA, ante 15% de Serra e 9% de Marina

A mais nova pesquisa Vox Populi/A Tarde revela crescimento de cinco pontos percentuais do governador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT). No intervalo de 26 de agosto e 25 a 27 de setembro, o petista saltou de 46% para 51% das intenções de voto.
Bem atrás, Paulo Souto (DEM) oscilou negativamente – de 17% para 15%, enquanto Geddel Vieira Lima (PMDB) saiu de 11% e foi a 12%. Bassuma (PV) oscilou de 1% para 3% e os demais concorrentes não pontuaram.
O levantamento tem margem de erro de 3,1 pontos percentuais e ouviu mil eleitores em todo o estado, nos dias 25, 26  e 27. Votos Brancos e nulos atingiram 5%. O percentual de indecisos caiu de 18% para 14% em um mês. Para 68% da população, o governador sairá vitorioso das urnas no domingo.

Na pesquisa espontânea, Wagner pulou de 32% para 37% e Souto foi de 7% a 8%. Geddel saiu de 6% para 8%. Neste caso, o percentual de indecisos é de 37%, além de 6% de brancos e nulos e 1% atribuído a outros candidatos.
O Vox Populi/A Tarde também fez simulações de segundo turno. No confronto entre petistas e democratas, Wagner teria 63%, ante 22% de Paulo Souto. Quanto são confrontados Wagner e Geddel, o governador tem 64% e Geddel só 19%.
SENADO
Na corrida ao Senado, Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB) lideram com 18% e 17%, respectivamente. César Borges (PR) aparece com 14%. O trio está em situação de empate técnico.
PRESIDÊNCIA
A pesquisa também aferiu a corrida presidencial na Bahia. Dilma Roussef (PT) aparece com 65%, estável. José Serra (PSDB) tem 15% e Marina Silva (PV) pontua com 9%. A pesquisa completa você confere na edição d´A Tarde deste sábado, 2. Confira aqui se for assinante.

O SUL DA BAHIA NA MIRA

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Os dois principais candidatos ao governo baiano desembarcaram no sul do estado nesta sexta-feira, 1, a dois dia da eleição que definirá o novo ocupante do Palácio de Ondina.
O ex-governador Paulo Souto (DEM) faz carreata neste momento com os candidatos Augusto Castro (PMDB) e Coronel Santana (PTN), que concorrem a vagas na Assembleia Legislativa. Souto decidiu, de última hora, vir a Itabuna. Isso, porque haverá atividade de campanha da majoritária petista, às 15h, na avenida do Cinquentenário.
Já o candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT), faz carreata em seis municípios sul-baianos neste penúltimo dia de campanha. O roteiro começou por Coaraci e Itajuípe e inclui os municípios de Camacan, Aurelino Leal, Ubaitaba e Ipiaú.
SALVADOR
O peemedebista Geddel Vieira Lima concentrou sua agenda em Salvador, com visitas a feira de Paripe e shoppings e uma caminhada no Campo Grande, prevista para as 15h. Quarto colocado na última pesquisa Datafolha, Bassuma (PV) faz caminhadas e panfletagens em Salvador e no município de Candeias.

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