skip to Main Content
7 de abril de 2020 | 01:50 pm

WAGNER E GEDDEL CRESCEM; SOUTO TEM QUEDA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Nesta madrugada, o Datafolha divulgou apenas os percentuais de votos válidos da pesquisa sobre a sucessão baiana. Mas quando são computados os votos em branco e nulo e o percentual de indecisos, Jaques Wagner (PT) sai de 48% para 50% – embora tenha atingido 52% há 10 dias. Paulo Souto (DEM) oscila de 21% para 19% e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) sobe de 12% para 15%.
As oscilações ocorrem dentro da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais. Bassuma (PV) atingiu 2% e Professor Carlos (PSTU) obteve 1%. Mendes e Sandro Santa Bárbara não pontuaram. Brancos e nulos somam 4% e o percentual de indecisos atinge 8%.
Quando comparados os números da largada eleitoral, em julho, com estes do levantamento divulgado hoje, eis o cenário:
Wagner tinha 44% no levantamento de 20 a 23 de julho e aparece com 50% agora.
Paulo Souto largou com 23% e chega à reta final com 19%
Geddel saiu com 13% e chega a 15% agora.
Na corrida ao Senado, a pesquisa desta quinta aponta César (PR) e Lídice (PSB) com 34% e Pinheiro (PT) com 30%. Já Aleluia (DEM), obtém 13%, um a mais que o companheiro de partido, José Ronaldo.
Edvaldo Brito tem 11%. Edson Duarte (PV) tem 3%. Na lanterna, aparecem Zilmar (PSOL) e França (PSOL) com 1% e Albione (PSTU), que não pontuou.

DATAFOLHA: WAGNER SERIA REELEITO NO 1º TURNO

Tempo de leitura: < 1 minuto

O Instituto Datafolha divulgou pesquisa sobre a sucessão baiana e confirma a tendência de reeleição do governador Jaques Wagner (PT) ainda no primeiro turno. Foram divulgados apenas os percentuais de votos válidos dos principais concorrentes ao Palácio de Ondina.
Wagner aparece com 57% (era 58%); Paulo Souto (DEM) pontua com 21% (era 25%) e Geddel (PMDB) saiu de 14% para 17%. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais. O instituto ouviu 1.198 eleitores em 49 municípios baianos.
SENADO
Na disputa ao Senado, o Datafolha mostra empate técnico entre Lídice da Mata (PSB), César Borges (PR) e Walter Pinheiro (PT). Lídice e Borges têm 25% e Pinheiro 22%. Quando computados os votos válidos, Lídice e Borges vão a 34%. Pinheiro atinge 30%.

GEDDEL AINDA ACREDITA EM SEGUNDO TURNO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Geddel: crença no segundo turno (Foto Ari Rodrigues).

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) é dos poucos que ainda creem na possibilidade de uma mudança no quadro eleitoral baiano e aposta em segundo turno, embora as pesquisas apontem reeleição do petista Jaques Wagner (PT).
Houve quem achasse graça do vaticínio do peemedebista, na praça do bairro Santo Antônio, em Itabuna, quando ele disse que voltaria ao município, no dia 4 de outubro, e nele iniciaria a campanha do segundo turno. Geddel talvez tenha se empolgado com a pesquisa Ibope, de sexta, que o mostrou empatado com Paulo Souto (DEM), em 15%, mas a anos-luz de Wagner, com 52%.
O peemedebista, claro, tratou de “lembrar do filme” de 2006, quando as pesquisas apontavam reeleição de Souto, que dormiu de cabeça inchada e tendo de passar o bastão estadual ao petista Wagner, vitorioso naquela disputa e contrariando todas as aferições de institutos.

GEDDEL E SOUTO NO SEGUNDO TURNO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Com o empate registrado entre Geddel (PMDB) e Paulo Souto (DEM) na última pesquisa (cada um com 15%, e Wagner com 52%), o Ibope fará três simulações de segundo turno na pesquisa com campo de 29 de setembro a 2 de outubro, véspera do Dia D. Eis os cenários que serão apresentados aos 2.002 eleitores:
1º cenário – Wagner x Geddel
2º cenário – Geddel x Souto
3º cenário – Wagner x Souto
A pesquisa, contratada pela Rede Bahia, será divulgada no BA-TV do dia 2, e tem margem de erro de 2 pontos percentuais. Será a maior já feita em solo baiano desde o início da corrida eleitoral, O registro foi feito ontem, conforme disponibilizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Esta semana que se inicia terá ainda, pelo menos, duas pesquisas. O Datafolha consulta 1.170 eleitores nos dias 28 e 29. O Vox Populi ouvirá mil eleitores, nos dias 25 a 27 de setembro, afora as de boca de urna.

GEDDEL ESNOBOU TV CABRÁLIA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do Cia da Notícia

Geddel deu "zig" na TV Cabrália.

Apesar de vir anunciando a participação de todos os candidatos num programa de entrevista com 15 minutos de duração, a TV Cabrália não vai poder cumprir sua promessa aos telespectadores nesta sexta-feira (24).
Simplesmente, o candidato a governador pelo PMDB, Geddel Vieira Lima esnobou o espaço concedido pela direção da Cabrália, emissora que alcança grande parte da população baiana e praticamente todo o Norte e Nordeste.
Desde o dia 5 de agosto que a Direção da Cabrália iniciou os contatos com a coordenação da campanha de Geddel, e para tanto ofereceu a alternativa da gravação ser realizada no estúdio da emissora em Itabuna, ou em Salvador, nas instalações da TV Itapoan.
Geddel estará em Itabuna neste sábado, 25, quando participa de carreata, a partir das 10 horas.
Leia mais no Cia da Notícia

VANTAGEM CAI MAS WAGNER VENCERIA NO 1º TURNO, DIZ DATAFOLHA

Tempo de leitura: < 1 minuto

O governador Jaques Wagner voltou a exibir no Datafolha o mesmo percentual de intenções de voto apurado no início de setembro e soma agora 48%, ante os 53% obtidos da pesquisa da semana passada, enquanto Paulo Souto (DEM) subiu de 16% para 21%. É o que revela a pesquisa feita na terça e ontem (dias 21 e 22). Geddel (PMDB) oscilou de 11% para 12%.
Com a queda de 53% para 48% e a subida de Paulo Souto de 16% para 21%, a vantagem do petista caiu 11 pontos, mas ele ainda venceria no primeiro turno. A vantagem em relação à soma dos adversários é de 12 pontos percentuais. Bassuma (PV) foi a 2% e Marcos Mendes (PSOL) tem 1%. Professor Carlos (PSTU) e Sandro Santa Bárbara (PCB) não pontuaram. O percentual de indecisos alcança 11% e o de brancos e nulos, 5%.
O Datafolha ouviu 1.100 eleitores em 43 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 31.421/2010.
DISPUTA AO SENADO
O Datafolha volta a mostrar empate técnico entre os três principais candidatos ao Senado até aqui. César Borges (PR) manteve 29%, assim como Lídice da Mata (PSB) segurou os 28%. Walter Pinheiro (PT) deslizou de 27% para 25%. Os democratas José Ronaldo e Aleluia aparecem com 12%, cada, e Edvaldo Brito, do PTB, 10%.

"NÃO VALE A PENA VOTAR EM CANDIDATO QUE TEM 8, 10 PONTOS", DIZ CÉSAR BORGES

Tempo de leitura: 2 minutos

Borges: voto útil para ser reeleito (Foto Pimenta).

Sentido bafejo indesejado dos adversários Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT), tal a proximidade nas pesquisas, o senador César Borges antecipou ao Pimenta qual será a sua estratégia para reverter, nesta reta final, a queda de nove pontos nas pesquisas Datafolha e Ibope.
– Vou lutar pelo voto útil, pois não vale a pena [para o eleitor] votar em candidatos que tenham oito ou dez pontos e não chegarão (a ser eleitos). A disputa vai ser travada hoje em meu nome e nos candidatos do governo (Lídice e Pinheiro).
Por esse raciocínio, Borges “Come-Come” avançará sobre o eleitorado do seu companheiro de chapa, Edvaldo Brito (PTB), e também dos candidatos José Ronaldo e José Carlos Aleluia, ambos do DEM, e que se situam entre 6% e 10% nas pesquisas de intenções de voto divulgadas durante as duas últimas semanas. Nestas eleições, serão escolhidos dois nomes ao Senado.
A entrevista de Borges, gravada, foi concedida na sua visita a Itabuna, ontem ao final da tarde, quando recebeu o apoio do prefeito José Nilton Azevedo (DEM), em um evento que também contou com a presença do candidato Edvaldo Brito e do ex-prefeito Fernando Gomes – este teria cobrado de Azevedo o apoio a Borges.
PESQUISAS E CRÍTICAS A LULA E DILMA
Sobre a sua queda nas pesquisas, ele atribui ao fato de, no início da corrida eleitoral, ainda não ter adversários fortes, ao contrário desta reta final. “Tinha 39% porque praticamente não havia adversários. Hoje são, pelo menos, oito candidatos”. Disse que, apesar disso, tem liderado em todas as pesquisas. A vantagem de Borges, no entanto, é de 1 ponto no último Datafolha (29% ante 28% de Lídice e 27% de Pinheiro).
Na entrevista, Borges criticou o presidente Lula e a presidenciável Dilma Rousseff por quebrar suposto compromisso de neutralidade  nas disputas ao governo e ao Senado na Bahia.
– Vejo isso como uma quebra de compromisso, porque o PMDB, assim como o PR, se coligaram (nacionalmente) com o PT. Nós, do PR e do PMDB, mantemos os nossos compromissos [com Dilma]. Vamos mantê-los, porque achamos que são os melhores para o país. Quem tem que explicar quando quebra os compromissos e quem os quebrou.
O senador acredita na possibilidade de um segundo turno na sucessão baiana. Para ele, o desequiilíbrio notado até aqui em favor de Jaques Wagner (53% ante 16% de Paulo Souto e 11% de Geddel) se deu porque “faltou que o presidente Lula e Dilma cumprissem o compromisso de isenção na disputa na Bahia”. Mas Borges vê “voto silencioso” no interior do estado e crê em segundo turno.

GEDDEL DESQUALIFICA TEMPORÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto

O peemedebista Geddel Vieira Lima, candidato ao governo baiano, está uma fera com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Este, apesar de ser do PMDB, apareceu no programa eleitoral da coligação encabeçada pelo PT na Bahia, pedindo votos para os candidatos ao Senado, Walter Pinheiro (PT) e Lídice da Mata (PSB).
Geddel estrilou. Na tentativa de desqualificar o correligionário, afirmou que Temporão “é uma figura que não tem nenhuma importância nem relevância para o PMDB”. Disse mais: que o ministro estaria preocupado apenas em garantir o emprego.
O chilique é compreensível, mas a situação em si deixa a impressão de que nem mesmo o PMDB nacional acredita mais na viabilidade eleitoral de seu filiado.

REJEIÇÃO MAIS QUE NATURAL

Tempo de leitura: < 1 minuto

Por conta do comportamento dos peemedebistas, imagem de Geddel é mais associada à de Serra

É fácil compreender a principal razão que leva a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, a rejeitar o peemedebista Geddel Vieira Lima (confira).
Tudo tem a ver com a esdrúxula situação do candidato ao Governo da Bahia, que pretende ser amigo do PT de Brasília, sendo ao mesmo tempo inimigo do PT no Estado. É uma situação complicada e que não se sustenta bem na prática política.
Para ficar mais claro, enquanto Geddel diz estar com Dilma, lideranças que o apoiam e até alguns de seus coordenadores de campanha têm verdadeira ojeriza à petista. Tome-se como exemplo o caso do coordenador da campanha geddelista no sul da Bahia, o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. É Serra e não tem conversa.
É esse tipo de coisa que fez entrar água na estratégia de dois palanques para Dilma na Bahia. Hoje, a petista tem um palanque só: o de Jaques Wagner.

DILMA REAFIRMA APOIO A WAGNER E DESCARTA GEDDEL

Tempo de leitura: < 1 minuto

A rápida passagem da presidenciável Dilma Rousseff (PT) por Salvador não foi boa para o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). Há pouco, ela fez a sua escolha nessa reta final ao dizer que apoia a reeleição de Jaques Wagner ao governo baiano. E ressaltou que Geddel tem seu apoio, mas está mal nas pesquisas e a disputa se dá entre Wagner e o segundo colocado, Paulo Souto.
A entrevista deixou ainda mais evidente as suas diferenças com o candidato peemedebista baiano. Nos bastidores, a versão corrente é a de que Dilma não suporta Geddel.
Na visita ao estado para gravar cenas para o seu programa de tevê, a petista ainda abordou a crise na Casa Civil. Dilma disse que não foi sua a indicação do nome de Erenice Guerra para a sua sucessão no ministério, apesar da mídia insistir no contrário.

Back To Top