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20 de fevereiro de 2020 | 05:50 pm

GEDDEL "SE VIRA NOS TRINTA"

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Ter o maior tempo no horário eleitoral e usá-lo em intensa artilharia contra o governador Jaques Wagner não ajudou o peemedebista Geddel Vieira Lima a evoluir nas pesquisas de intenção de voto. Por isso, a pouco mais de 30 dias para a eleição, o candidato tenta conquistar o eleitor em sucessivas viagens pelo interior baiano.
Neste fim de semana, a maratona de Geddel incluiu carreatas em Ilhéus, Itajuípe e Ipiaú, além de carreata e comício em Ubatã e Ibirataia. A programação deve ficar ainda mais apertada a partir desta semana, quando os candidatos entram na reta final da campanha.
Vale destacar que as últimas pesquisas de intenção de voto indicam grande possibilidade de que o atual governador se reeleja no primeiro turno.

SOUTO CAI SETE PONTOS, DIZ VOX POPULI

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O principal dado que a nova pesquisa Vox Populi traz, na edição d´A Tarde deste domingo, é a queda abrupta do ex-governador Paulo Souto (DEM). Ele tinha 24% das intenções de voto na pesquisa feita no início deste mês (7 a10 de agosto) e caiu agora para 17% (21 a 23 de agosto). O que explicaria essa queda?
O governador Jaques Wagner ganhou dois pontinhos, saindo de 45% para 47%. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) também engordou em dois pontos percentuais, foi de 9% para 11%. Todos os números serão conferidos ainda nesta manhã de domingo, 29. A pesquisa Vox Populi foi encomendada pelo principal diário baiano.

WAGNER AMPLIA VANTAGEM TAMBÉM NO IBOPE

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O governador Jaques Wagner (PT) subiu de 46% para 49% das intenções de voto na pesquisa Ibope/Rede Bahia, divulgada há pouco no BA-TV (veja a pesquisa anterior).
O ex-governador Paulo Souto oscilou negativamente um ponto e caiu para 18%. O peemedebista Geddel Vieira Lima saiu de 11% para 12%.
(Confira aqui os números do Datafolha)
A pesquisa foi realizada de 24 a 26 de agosto e ouviu 1.008 eleitores em toda a Bahia. A margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento ainda traz Bassuma (PV) com 1%. Votos brancos e nulos representam 7% e os indecisos são 12%
O Ibope também aferiu a rejeição dos candidatos. Paulo Souto tem 25% de rejeição; Bassuma, 19%; Geddel, 18%; e Santa Bárbara (PCB) aparece 14%.  Os candidatos com menor reprovação por parte do eleitorado são Wagner, Marcos Mendes (PSOL) e Professor Carlos (PSTU), com 12% cada um.

GEDDEL SOBRE LULA: "GOSTARIA QUE ELE ESTIVESSE ME APOIANDO"

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O candidato a governador da Bahia pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, disse que permanecerá “amigo” de Lula, embora o petista tenha feito opção eleitoral por Jaques Wagner na corrida ao Palácio de Ondina. Na praça Castro Alves, ontem, o presidente Lula pediu aos baianos a reeleição de Jaques Wagner em primeiro turno.
Numa entrevista concedida à Folha Online, Geddel disse entender a posição do presidente, afirma ser amigo de Lula e que continuará usando a sua imagem nos programas e inserções eleitorais no rádio e na televisão:
– Não tenho crítica a fazer a quem me deu a oportunidade de servir ao Brasil e à Bahia. Vejo com absoluta naturalidade Lula manifestar preferência por alguém de seu partido. Gostaria que ele estivesse me apoiando. Não podendo, fazer o quê? É a vida como ela é.
Nesta sexta, 27, saiu uma nova pesquisa Datafolha e o peemedebista ganhou um pontinho nas intenções de voto, saindo de 10% para 11%, enquanto Wagner ganhou mais dois e foi a 47% e Paulo Souto estabilizou em 23%. O queridinho de Lula seria reeleito em primeiro turno (confira).

REJEIÇÃO A SOUTO AUMENTA; WAGNER SERIA REELEITO NO 1º TURNO

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Além da vitória do petista Jaques Wagner no primeiro turno, a pesquisa Datafolha sobre a sucessão baiana traz o principal adversário do governador com rejeição cinco pontos percentuais maior do que no levantamento anterior. 31% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Paulo Souto (DEM), enquanto 15% rejeitam Wagner.
O novo levantamento do Datafolha aponta Wagner com 47%, Souto com 23% e Geddel com 11%. Mas há uma tripla novidade na rabeira da pesquisa. Bassuma (PV), Professor Carlos (PSTU) e Sandro Santa Bárbara (PCB) têm 1% das intenções de voto, cada um. Marcos Mendes (PSOL) não pontua.
O percentual de indecisos é de 12% e o de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo alcança 5%. A pesquisa “pega” efeitos da primeira e início da segunda semana do horário eleitoral gratuito no rádio e na tevê, mas foi feita antes da visita do presidente Lula a Salvador, ontem, quando defendeu a reeleição do petista.
SEGUNDO TURNO

Afora a pontuação dos “nanicos”, a pesquisa é boa para Wagner quando vista superficialmente. Ele ganhou dois pontos percentuais na estimulada em primeiro turno. Aguardemos os números totais e cruzamentos, além da espontânea.
Já na simulação de segundo turno, Wagner consegue impor uma diferença maior que a obtida na pesquisa divulgada há quase duas semanas. O governador saiu de 54% para 58% das intenções de voto. Souto caiu de 32% para 29%. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais.

WAGNER AMPLIA VANTAGEM, DIZ DATAFOLHA

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Pelo Facebook, a Folha antecipa que o mais recente levantamento do Datafolha, encomendado pelo jornal paulista, mostra o governador Jaques Wagner com 47% das intenções de voto e  o ex-governador Paulo Souto (DEM) com 23%. Geddel Vieira Lima (PMDB) vai a 11%. Por estes números, o petista seria reeleito no primeiro turno.
Os dados do levantamento serão publicados na edição da Folha desta sexta. O Datafolha ouviu 1.060 eleitores, de 23 a 25 de agosto. No último levantamento, Wagner aparecia com 45%, Souto com iguais 23% e Geddel pontuava com 10%.

TRE LIBERA "ACM DO PARAGUAI"

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Coluna Raio Laser, Tribuna da Bahia
A coligação A Bahia tem pressa, liderada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, recorreu ao TRE contra o termo ACM do Paraguai usado no programa de rádio da coligação do PT. Mesmo não fazendo alusão direta a Geddel, seus aliados resolveram entrar com um recurso no Tribunal para impedir a veiculação da frase. Reunido ontem, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia não aceitou o recurso peemedebista, concluindo não haver nada demais na frase.

LULA SOBRE GEDDEL: "ELE NÃO PERGUNTOU O QUE EU ACHAVA [DA CANDIDATURA]"

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A mesma edição da Folha que traz os números da nova pesquisa sobre a sucessão presidencial (confira abaixo) revela quem é o queridinho de Lula na corrida à sucessão ao governo da Bahia.
A coluna Painel, bastante frequentada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), narra que Lula dá de ombros quando lhe falam da pressão peemedebista para recuar de sua presença no comício na praça Castro Alves, nesta quinta, às 19h, em Salvador, promovido por Wagner:
– Quando o Geddel decidiu ser candidato, ele não perguntou o que eu achava. E palpite sobre onde vou só a Marisa dá – teria dito o presidente Lula, segundo a Folha.
Ainda ontem, comentava-se nos bastidores da política baiana que a decisão do presidente e de Dilma em aparecer em conjunto no comício de Wagner em Salvador foi embalado pelas pesquisas. Elas, em geral, apontam que mais de 60% dos eleitores de Geddel Vieira Lima têm como preferência o tucano José Serra na disputa pela presidência da República. Ou seja, Dilma pouco lucra. Geddel pontua com 9% ou 10% das intenções de voto, a depender das pesquisas (Datafolha ou Vox Populi, por exemplo).

O "HERMANO" GEDDEL

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O deputado federal e candidato ao Senado, Walter Pinheiro (PT), aproveitou uma ação do PMDB para “zoar” Geddel Vieira Lima. A coligação do peemedebista acionou a coligação de Wagner, no Tribunal Regional Eleitoral, para que seja retirado do ar um comercial de tevê. O material insinua que Geddel (e o senador César Borges, acrescentemos) é do time do Lula apenas por circunstância. Uma camisa da Seleção Brasileira é lavada e se revela… argentina. Confira.

GEDDEL E SOUTO JOGAM WAGNER NA DEFENSIVA

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Se vai dar resultado, só as urnas vão dizer. Certo é que a oposição bate duro na segurança pública na Bahia em tempos de Jaques Wagner (PT). De Geddel (PMDB) a Paulo Souto (DEM), o uníssono é que houve uma disparada da violência no estado.
Mas no programa que foi ao ar, há pouco, o peemedebista Geddel Vieira Lima focou os ataques tanto em Wagner como Paulo Souto, atribuindo aos dois a evolução da criminalidade em terras baianas.
E logo após Geddel criticar Paulo Souto e Wagner, aparece o presidenciável tucano José Serra afirmando que a violência na Bahia cresceu muito nos últimos anos. Pela sequência, acabou sobrando para o patrono de Serra na Bahia, o ex-governador democrata.
Wagner apareceu na sequência, repetição do programa de segunda à noite, assegurando que investiu R$ 2,1 bilhões a mais em segurança do que o seu antecessor e novamente adversário nas urnas. O tempo do petista foi quase integralmente destinado ao tema, salvo chamado para comício com Lula e Dilma, amanhã, às 19 horas, na praça Castro Alves.
Por enquanto, a oposição jogou o governador na defensiva e ditou o roteiro dos programas nesta semana, tal a intensidade dos ataques tanto no horário eleitoral como nas inserções ao longo das grades das emissoras de rádio e televisão.

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