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5 de julho de 2020 | 02:29 pm

TELHADO DE VIDRO

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

Geddel anda com a pulga atrás da orelha. Desconfia que o “não” do prefeito ACM Neto, quando questionado sobre uma possível candidatura, é de mentirinha.

As legendas de oposição ao governo Wagner, com destaque para o DEM, PSDB e o PMDB, apostavam em um desentendimento envolvendo o PT e os partidos aliados.

Não haveria consenso em torno do candidato ao cobiçado Palácio de Ondina. O governador Jaques Wagner perderia o controle sobre o movediço e traiçoeiro processo político.

Céu de brigadeiro, sem nuvens escuras e cinzentas, só entre democratas, tucanos e peemedebistas. O imbróglio só aconteceria no governismo, com labaredas cada vez mais intensas.

Os opositores chegaram ao ponto de imaginar um cenário catastrófico, com o PT totalmente isolado e sem nenhuma perspectiva de se manter no poder.

Parece que a mandinga virou contra o feiticeiro. O PMDB de Geddel Vieira Lima, em tom de ultimato ameaçador, quer que a oposição defina logo o candidato.

Geddel anda com a pulga atrás da orelha. Desconfia que o “não” do prefeito ACM Neto, quando questionado sobre uma possível candidatura, é de mentirinha.

É bom avisar, pelo menos para os mais incautos, que o ex-ministro da Integração Nacional tem pavio curto. Pode chutar o pau da barraca a qualquer momento.

O pega-pega agora é na oposição, principalmente entre o PMDB e o DEM, com Geddel versus Paulo Souto, já que a possibilidade do tucanato emplacar João Gualberto, ex-prefeito de Mata de São João, é zero.

Só resta ao oposicionismo a imprescindível união com candidatura única, na base do “um por todos, todos por um”, sob pena de mais uma derrota protagonizada pelo PT.

Quem tem telhado de vidro, não joga pedras no do vizinho.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GEDDEL SE APRESENTA PARA ENCABEÇAR CHAPA OPOSICIONISTA

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geddelO vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima (PMDB), mantém o discurso de união dos partidos de oposição na Bahia, mas se coloca como postulante à cabeça da chapa majoritária em 2014. Em entrevista à Rádio Metrópole, o peemedebista opinou que definição deve ocorrer de dez a quinze dias após o anúncio do candidato da base governista.

A arrumação de Geddel se completaria com o empresário e ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), como vice, e o ex-governador Paulo Souto (DEM), como candidato a uma cadeira no Senado.

“Essa é a chapa dos sonhos”, acredita.

GEDDEL, O OBSTINADO

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marco wense1Marco Wense

A tarefa mais espinhosa seria a de convencer o ex-governador Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), a disputar o Senado, deixando Geddel como candidato único da oposição ao PT e ao governo Wagner.

O ex-ministro Geddel, pré-candidato ao Palácio de Ondina pelo PMDB de Michel Temer, vice-presidente da República, não tem outro caminho que não seja o de oposição ao governo Dilma Rousseff.

A surpreendente filiação de Marina Silva no PSB, que tem o governador Eduardo Campos como presidenciável, leva Geddel a uma nova reflexão sobre o processo sucessório de 2014.

Antes de Marina virar outra Marina, se igualando a todos no modo de fazer política, Geddel estava disposto a apoiar o tucano Aécio Neves, obviamente do PSDB.

Em troca, como contrapartida, o PSDB, hoje sob o comando do deputado federal Juthay Magalhães Júnior, indicaria o candidato a vice na chapa do PMDB.

A tarefa mais espinhosa seria a de convencer o ex-governador Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), a disputar o Senado, deixando Geddel como candidato único da oposição ao PT e ao governo Wagner.

A candidatura de Campos, que agora precisa de um palanque na Bahia, assim como em outros Estados, obriga a senadora Lídice da Mata a disputar a sucessão estadual.

Lídice ainda não tomou nenhuma posição em relação ao seu futuro político. A possibilidade de sair candidata com o apoio do governador Jaques Wagner é nula. O sonho virou pesadelo.

Se Lídice não for candidata, e o DEM lançar Paulo Souto, o palanque de Geddel Vieira Lima pode alojar Eduardo Campos, Marina Silva, socialistas e marineiros.

Geddel aguarda os fatos e suas consequências com cautela. Não vai tomar nenhuma decisão atabalhoada. Uma coisa é certa: o obstinado Geddel Vieira Lima é candidatíssimo, independente de DEM, PSDB e PSB.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

GEDDEL DIZ QUE JÁ ENTREGOU CARGO

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geddelSegundo matéria publicada na edição do jornal A Tarde desta terça-feira, 1º, o peemedebista Geddel Vieira Lima já teria colocado à disposição o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. A informação foi transmitida pelo próprio Geddel.

Pré-candidato ao governo baiano, o cacique do PMDB estadual diz que ainda não há definição sobre como o partido se posicionará na Bahia  com relação à eleição nacional. Mas as opções ficam entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB-PE), descartando o apoio a reeleição de Dilma Rousseff.

“É evidente que no momento em que se aproxima a hora de repactuar nossa relação com a sociedade através das urnas, e eu não tenho ainda a dimensão exata do papel do PMDB da Bahia, fiz o que tinha que fazer”, declarou Geddel.

GEDDEL COM AÉCIO

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Geddel: irregularidades em convênios (foto Bah

O governador Jaques Wagner há muito tempo anda queixoso por causa da estranha condição do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, apesar de ocupar cargo de confiança no Governo Federal – é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica -, vive dando estocadas no PT.

As queixas de Wagner devem aumentar, agora que Geddel está de affair  com o senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. Manifestações de carinho recíproco ocorreram na última sexta-feira, 20, quando da visita do tucano a Salvador.

Diante de um elogio de Aécio, Geddel afirmou que não tem a menor dificuldade em conversar (leia-se “apoiar”) o senador para a sucessão de Dilma, acrescentando que este poderá ser o caminho natural, dadas as relações do PMDB da Bahia, onde tem se alinhado com DEM e PSDB e combatido o governo do petista Wagner.

Aliás, Geddel declarou não apenas a facilidade de diálogo com Aécio, mas também com Eduardo Campos e Marina Silva, outros dois presidenciáveis.

Pelo visto, há dificuldade apenas com Dilma.

GATUNAGEM EM DECRETOS DE EMERGÊNCIA

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Geddel: irregularidades em convênios (foto Bahia Notícias)

Inspeção do Tribunal de Contas da União na Secretaria Nacional de Defesa Civil comprovou irregularidades na liberação de recursos para prefeituras uqe decretaram estado de emergência após enchentes. Seis prefeituras baianas receberam 11,5 milhões antes mesmo da emissão do parecer técnico avaliando estragos e custos.
O pagamento foi em 2009, na gestão de Geddel Vieira Lima (PMDB) no Ministério da Integração Nacional. Na inspeção, realizada em 2010, foram identificadas impropriedades em 48 convênios.
Na tentativa de reduzir o descontrole, o governo federal mandará ao Congresso proposta para que decretos de emergência apresentados pelos municípios sejam ratificados pelos estados.
Informações d’O Globo

GABRIELLI CHAMA GEDDEL DE "BARRIL DE GÁS"

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O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli concedeu entrevista ao jornal A Tarde, edição desta segunda, e discorreu sobre os nove anos na diretoria da estatal brasileira, política baiana e governo Wagner.
O repórter João Pedro Pitombo pergunta ao economista como avaliou as críticas de adversários como ACM Neto e Geddel Vieira Lima. Sobre o deputado federal – que o chamou de incompetente, Gabrielli afirma que a obra de ACM Neto foi destruir o DEM.
Geddel comparou Gabrielli a um piano de cauda, que talvez não tivesse espaço no governo baiano devido ao tamanho. Gabrielli, talvez lembrando do físico rechonchudo do oponente, das derrotas do peemedebista e do cargo que o peemedebista ocupa na Caixa, tascou:
– É melhor ser um piano de cauda, que é uma coisa boa e bonita, do que ser um barril de gás vazio numa dispensa, que não tem o que fazer.

VICE-PRESIDENTE DA CAIXA CHAMA DE BABACA INTERNAUTA QUE FEZ CRÍTICAS AO PMDB

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Geddel chama internauta de "babaca".

Não se atreva a lembrar ao peemedebista Geddel Vieira Lima uma das características mais marcantes da legenda do ex-deputado Ulisses Guimarães. Numa discussão travada com o internauta Raphael Lacerda pelo Twitter, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal partiu para a grosseria.
Lacerda aconselha:
– Está é na hora de vcs (vocês) do PMDB parar com essa fome de cargos e olhar pro povo! Seus malandros!
Geddel vai na canela:
– Vc (você) ta mais é para babaca.
Raphael se define como goiano, torcedor do Corinthians, técnico da Receita Federal e residente em Brasília (DF). Na troca de “afagos” pelo twitter, Raphael criticava os ataques do PMDB à presidenta Dilma Rousseff apenas para ter mais cargos no governo. Geddel sofreu “entrada de ar” quando o eleitor disse que o partido só quer “cargos, cargos, cargos” e sem cargos deixaria de existir.
Em tempo: A gentileza de Geddel, via Twitter, ocorreu num momento em que o ex-deputado e ex-ministro falava do medo (dele, claro!) do PMDB se transformar no DEM do PT. Trocando em miúdos, ele tem medo de que o PMDB esteja para o PT assim como o DEM para o PSDB. Como (quase) todos sabem, a legenda do neto de ACM caiu em processo de inanição e há tempos vem namorado os tucanos para uma fusão.

NEM PARA SÍNDICO

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Da Isto É
O prestígio do ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi acomodado numa vice-presidência da Caixa, anda mesmo em baixa. Morador do condomínio de luxo Interlagos, na famosa praia baiana de Arembepe, Geddel lançou candidatura para síndico. Mesmo com toda pompa e circunstância, acabou sendo derrotado. E logo por um correligionário do governador Jaques Wagner, com quem rompeu relações há dois anos.

OLHE A CABELEIRA DO GEDDEL…

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Depois de fazer um implante capilar, Geddel Vieira Lima encontrou-se com um amigo dos tempos de juventude rebelde em Brasília. O amigo não se conteve:
– Geddel, como você rejuvenesceu… Tá parecendo o Suíno que a gente conheceu…
Suíno era o apelido dado pelos amigos dos tempos do rock de garagem em Brasília, entre eles Renato Russo, do Legião Urbana.
Geddel, vaidoso com sua nova cabeleira, preferiu entender o Suíno como um elogio, reminiscência. E não partiu para o faroeste caboclo com o amigo, como costuma fazer com o ex-aliado Jaques Wagner, em quem tem por hábito jogar lama sempre que a chance lhe é oferecida.

Compare: Geddel eliminou as indesejáveis "entradinhas para careca".

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