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22 de fevereiro de 2020 | 04:10 pm

GERALDO MEIRELES É EMPOSSADO COMO PASTOR TITULAR DA IGREJA TEOSÓPOLIS

Tempo de leitura: 2 minutos

Geraldo assume como titular na Teosópolis

A posse de Geraldo Santos Meireles como pastor da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna ficou marcada na história da igreja sul baiana.A cerimônia realizada no sábado (13) foi acompanhada por centenas de pessoas, incluindo pastores das mais variadas denominações.

A cerimônia teve como orador oficial o pastor Adelson Santa Cruz, presidente da Convenção Batista Baiana. “A posse foi uma cerimônia bonita e simples assim como pastor Geraldo”, disse a comerciante Flávia Layane Oliveira, que é membro da igreja em Itabuna.

SOCIAL

A Igreja Batista Teosópolis organiza, todos os anos, o Mutirão Cabra Macho, uma ideia concebida pelo Pastor Hélio Lourenço da Silva. Durante o mutirão são oferecidos, gratuitamente, exames de câncer próstata. Em 2018, 900 exames foram realizados e 40 pessoas identificadas com problemas de saúde são acompanhadas.

O Mutirão já foi levado a outras cidades, a exemplo de Itarantim no sudoeste baiano. Mantém, ainda, em pleno funcionamento, a Casa do Vovô, o Centro de Memória Teosópolis, o Instituto de Educação Teosópolis, além de prestar atendimento psicológico e suprir com cestas básicas dezenas de famílias cadastradas.

A igreja realiza anualmente o Encontro de Casais com Cristo, que é referência sendo implantado em diversas cidades e igrejas da região e outros estados, a exemplo da Igreja Memorial de Ilhéus, PIB de Itapetinga, PIB de Aracaju, Igreja Batista Avenida de Feira de Santana, PIB de Itapuã em Salvador, Igreja Batista Alvorada em Feira de Santana.

IGREJA BATISTA TEOSÓPOLIS EMPOSSA GERALDO MEIRELES COMO PASTOR PRESIDENTE NESTE SÁBADO (12)

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Pastor Geraldo Meireles tomará posse como pastor-presidente da IBT

A Igreja Batista Teosópolis, de Itabuna, no sul da Bahia, realizará no próximo sábado (12), culto de posse do pastor Geraldo Santos Meireles como titular do seu Ministério Pastoral. A cerimônia ocorrerá às 19h30min, no templo da igreja, situado na Avenida Felix Mendonça,75, Bairro da Conceição, em Itabuna.

O pastor, que vinha atuando interinamente há seis meses, foi eleito por 94% dos membros da igreja após um período de 40 dias de orações. Meireles, agora, assumirá a titularidade da Igreja Batista Teosópolis, uma das mais tradicionais do sul da Bahia.

Geraldo é formado em Administração de Empresas pela Uesc e pós-graduado com MBA em Gestão Empresarial. Meireles é servidor público federal vinculado à Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), onde trabalha há 35 anos. Atualmente, é Diretor do Serviço de Registro de Pessoas.

O pastor nasceu em Itabuna-Bahia em 30 de abril de 1965. Filho de Geraldino Pinto Meireles e Risalva Francisca dos Santos Meireles, é casado há 25 anos com Valdecy Eduvirgens de Oliveira Meireles, com quem tem três filhos – Daniel, Gabriel e Geraldo Júnior.

A conversão de Meireles, figura carismática e bastante conhecida em Itabuna, ocorreu em 1984, num domingo à noite, durante um culto coletivo da Igreja Batista Teosópolis, após uma mensagem proferida pelo professor Hilton Medeiros. Em 1989, foi batizado pelo Pastor Hélio Lourenço da Silva, com quem desenvolveu um forte relacionamento de cooperação, parceria, aprendizado e admiração.

Em 1993 foi eleito vice-presidente e relator da Comissão de Finanças e Patrimônio da Igreja Batista Teosópolis, cargos que ocupou até 1997. Durante esse período, juntamente com sua esposa, ajudou a implantar os Encontros de Casais com Cristo e Encontros de Jovens com Cristo, tornando-se também conselheiro dos Jovens, atuando em diversos outros departamentos da Igreja.

Em 1997 mudou-se para a cidade de Ipiaú onde congregou na Primeira Igreja Batista de Rio Novo, sob a liderança do pastor Carlos Cezar Januário. Ali ajudou a implantar o Encontro de Casais com Cristo, ministério que abraçou com sua família, tornando-se líder de ECCs em diversas cidades e igrejas da região e outros estados, a exemplo da Igreja Memorial de Ilhéus, PIB de Itapetinga, PIB de Aracaju, Igreja Batista Avenida de Feira de Santana, PIB de Itapuã em Salvador e Igreja Batista Alvorada em Feira de Santana, dentre outras.

ANALISANDO COM SANGUE FRIO

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Geraldo MeirelesGeraldo Meireles

Do nosso lado ficaram apenas os mais pobres, os mais conscientes, os mais sonhadores e os mais teimosos. Não foi o Aécio quem perdeu a eleição, foram os brasileiros que venceram.

“Não troco ofensas com ninguém, mas discuto ideias com todos”, disse um tempo atrás a alguém no Face que não estava preparado para uma conversa civilizada sobre política.
Passados os momentos de emoção da disputa eleitoral, quero registrar o que vi de mais importante durante os embates da campanha, porque as lições foram tão preciosas que não merecem cair no esquecimento depois da vitória.
Em primeiro lugar, vi a desconstrução da imagem da “presidenta” e do PT ser iniciada e patrocinada pela grande mídia e pelos demais partidos opositores com as manifestações de junho/2013.
O Brasil tornou-se um palco de guerras urbanas, sem controle e sem sentido, em que os patrimônios público e privado ficaram à mercê de “manifestantes” financiados por interesses escusos, posteriormente revelados por causa da morte de um cinegrafista da Band e acalmados pelo pacto de paz com a visita do Papa Francisco. Por conta disso, vi um bando de “coxinhas” vaiarem a maior autoridade do nosso país diante do mundo, ofendendo-a com palavras e gestos impublicáveis, talvez comuns em suas mesas de jantar e convívio familiar, mas ofensivos às demais famílias brasileiras. Ainda bem que a fraca seleção do Felipão venceu a Copa das Confederações, caso contrário a Dilma e o PT seriam culpados.
Vi o grito de que “não vai ter Copa” tomar as ruas, os “analistas midiáticos” e os políticos de ocasião decretarem que o Brasil passaria vergonha na Copa, porque nada funcionaria, as obras de mobilidade urbana inacabadas seriam um obstáculo intransponível ao acesso dos torcedores, os aeroportos travariam, os estádios não ficariam prontos, a internet não atenderia às exigências da mídia estrangeira. A única coisa que eles apontavam como pronta e inatacável era a seleção do da Felipão, já que Dilma não era a treinadora.
Atendendo o clamor das ruas, num clima de forte comoção, vi políticos envolvidos no chamado “mensalão do PT” (registre-se nem todos eram do PT) serem julgados, presos, ridicularizados e expostos como troféu anticorrupção. Enfim, vi o fim da era PT profetizado por aqueles que não suportavam a simples menção dos nomes do Lula e da Dilma.
Para contra-atacar, a Dilma lançou mais programas sociais, anunciou o “Mais Médicos” priorizando a entrada de médicos brasileiros no programa e, depois, estrangeiros de várias nacionalidades, inclusive cubanos. Incrementou mais recursos para o “Minha Casa Minha Vida” e sentenciou que teríamos a “Copa das Copas” – o que foi comprovado por toda imprensa estrangeira, pela FIFA e pela grande mídia do nosso país que destinou todos os créditos ao povo brasileiro, ignorando as ações do governo. Aliás, para uma parte da mídia, o PT já havia comprado a Copa e o Brasil seria, inexoravelmente, campeão.
Vi a “Máfia do Jaleco Branco” mobilizada numa campanha “nunca vista antes na história deste país”, cuja palavra de ordem era “Fora Dilma e leve o PT junto”. Para eles, pobre tinha que morrer sem assistência médica básica, porque quando a Atenção Básica funcionar adequadamente, seus Planos de Saúde, suas clínicas e seus hospitais terão menos lucro.
Vi o Brasil entrar dividido num processo eleitoral, de um lado aqueles que representavam o mercado, a grande mídia e o projeto de estado mínimo que, anos atrás, havia colocado o país de joelhos diante do mundo; do outro lado, o PT odiado, estigmatizado como partido da corrupção, ferido mortalmente em seus alicerces e os aliados que lhe restaram. No meio disso tudo, vi surgir uma terceira via, uma alternativa de escolha para quem não queria retornar ao passado sombrio e havia perdido a confiança no PT. Só que essas duas alternativas ao PT não demonstravam viabilidade eleitoral, porque o que restava do PT ainda era consistente, o povo não abriria mão de suas conquistas por causa de promessas sem garantia.

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