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6 de junho de 2020 | 11:43 pm

QUEM DIRIA, HEIN?

Tempo de leitura: 2 minutos

Marco Wense

Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira, que já governou a cidade por quatro vezes, é a “noiva” mais cobiçada da sucessão de 2012.
O ex-patinho feio da política tupiniquim pode até escolher o noivo que achar mais interessante e atraente. Tem três opções: 1) Um magrinho de nariz alongado. 2) Um moreno com cabelos brancos. 3) Um jovem comunista.
E por falar na inusitada aproximação entre GS e FG, o aposentado marinheiro Raimundo Vieira tem uma difícil missão: uma audiência de Fernando Gomes com o governador Jaques Wagner.
Raimundo Vieira, sem dúvida o fernandista dos fernandistas, o fernandista-mor, é o grande responsável pelo namoro político entre os ex-prefeitos.

UFESBA

O vereador Wenceslau Júnior, do PCdoB, tem razão quando diz que a luta por uma universidade federal no sul da Bahia vem desde os tempos da política estudantil.
É óbvio que o parlamentar se refere a então Fespi, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz, quando o edil participava do movimento pelo ensino público.
É bom lembrar que a turma do Partido Democrático Trabalhista, o PDT do saudoso Leonel Brizola, autor da famosa frase “A educação é a prioridade das prioridades”, também marcou presença em todas as reivindicações.
Na época, este modesto comentarista político, até hoje filiado ao PDT – meu primeiro e único partido –, exercia o cargo de presidente do Diretório Acadêmico de Direito, o DA de Direito.
Marco Wense é articulista da Contudo.

GERALDO EXPLICARÁ (OU NÃO!) ALIANÇA COM FG

Tempo de leitura: < 1 minuto

O deputado federal Geraldo Simões (PT) terá reunião com os colegas do diretório municipal neste domingo. Na pauta, dentre outros assuntos, explicará sua aliança com o ex-prefeito e ex-inimigo Fernando Gomes.
Geraldo, pelo que foi adiantado ao PIMENTA, irá negar a aliança política com Fernando. Dirá que apenas conversa com o ex-inimigo para que o estado não perca – de vez – a área e o investimento de R$ 3 milhões já feito na construção do Centro de Convenções e Teatro Municipal. Fernando deixa claro que, a qualquer momento, toma o terreno de volta se a obra completar os cinco anos paralisada.
Ainda na reunião, o comandante da nau petista itabunense terá de trabalhar pela reconciliação do professor Denelísio Nobre com a diretora da Direc  7, Miralva Moitinho. Antigo aliado da dirigente, Denelísio rompeu com Miralva por discordar dos métodos da presidente do PT.
Outro problema é que a professora meteu bola nas costas do companheiro de longas jornadas e vai investir pesado na candidatura do filho, Edmundo Moitinho, a uma vaga na Câmara. Ou seja, Denelísio, também pré-candidato a vereador,  sentiu-se traído.

AS "PESQUISAS" E OS PREFEITURÁVEIS

Tempo de leitura: 2 minutos

Marco Wense

Ninguém duvida que a primeira posição seja do PT, com o deputado Geraldo Simões ou Juçara Feitosa.

O disse-me-disse das pesquisas de intenção de voto, cada vez mais intenso na medida em que o ano eleitoral (2012) se aproxima, vai continuar.
Os boateiros de plantão, de todas as agremiações partidárias, a maioria remunerada pelos respectivos pré-candidatos a prefeito de Itabuna, não perdem tempo.
Todo fim de semana, começando na sexta-feira, tem, no mínimo, quatro pesquisas sobre a sucessão municipal: fulano na frente, beltrano logo atrás, cicrano em terceiro e deltrano como último colocado.
Não há nenhum problema com o fulano. Ninguém duvida que a primeira posição seja do PT, com o deputado Geraldo Simões ou Juçara Feitosa.
Outro ponto inquestionável é a diferença entre fulano e beltrano. Quando fulano é Geraldo Simões, beltrano fica mais distante. Quando é Juçara Feitosa, o segundo colocado fica mais perto.
O pessoal do prefeito Azevedo espalha que o chefe do Executivo é o beltrano. Discordando dos azevistas, a turma de Fernando Gomes diz que a segunda colocação é do ex-alcaide.
Os meninos do PCdoB, agora com o reforço do ex-petista e ex-geraldista Carlinhos Cardoso, apostam que um deles – Sena, Wenceslau ou Davidson Magalhães – é o beltrano.
Marilene Duarte (a Leninha da Autoescola), o vereador Claudevane Leite (o Vane do Renascer) e Roberto Barbosa (o Roberto Minas Aço) seriam os “deltranos” da sucessão municipal. Os últimos da fila.
Somente uma pesquisa séria, registrada na justiça eleitoral, realizada por uma empresa de reconhecida credibilidade, pode acabar com o disse-me-disse inerente ao processo político.
Marco Wense é articulista da Contudo.

O SECRETARIADO DE GERALDO

Tempo de leitura: 2 minutos

Oscar Licâncio, clone do Amigo da Onça.

A confirmação de que os antigos inimigos políticos Fernando Gomes (sem partido) e Geraldo Simões (PT) esqueceram as trocas de acusações do passado e agora travam papos intensos por telefone causou rebuliço na política local. Eleitores fiéis de Fernando e Geraldo reprovam a ideia de união visando 2012. Mas há quem se divirta com o que seria um futuro secretariado do petista Geraldo Simões, apoiado pelo fernandismo.
Veja o caso do leitor Oscar Licâncio. Provocador, ele escala quase todo o time que ocuparia, na visão dele, o governo do petista. Licâncio deixou em aberto algumas áreas, a exemplo das secretaria de Planejamento e da Educação. Seria para contemplar amigos que, antecipadamente, lhe revelaram desgosto por terem ficado fora da lista.
Licâncio traduz em palavras o humor cortante do Amigo da Onça. “Espero que todos entendam que esta lista é sinal de prestígio dos escolhidos dentro dos seus respectivos grupos”. Alguns foram cotados pelo conhecimento e/ou afinidade com a área. Outros, por pura maldade.
Secretária de Governo: Maria Alice Pereira
Secretária Particular: Maria Fernanda Galvão
Chefe de Gabinete: Paulo “Índio” Lima
Secretario de Finanças: Jesuíno Oliveira
Secretária de Ação Social: Juçara Feitosa
Secretário de Infraestrutura: Paulo Sérgio (Paulo Seboso)
Secretário de Saúde: José Henrique
Presidente da FICC: Vera Rabelo
Secretário de Agricultura: Marcelino Oliveira
Secretário de Esporte: Paulo Roberto Rezende (Paulão)
Secretário de Indústria e Comércio: Raimundo Vieira (Raimundo do Caixão)
Secretário de Comunicação: Eduardo Anunciação ou Maria Antonieta
Procurador-Geral: Carlos Burgos
Presidente da Fundação Marimbeta: Sandra Nilma (esposa de Cuma)
Presidente da FASI: João Marcos de Lima (Marcão)
Chefe da Guarda Municipal: Marcone Sarmento

DEPUTADOS LAMENTAM MORTE DE GUSTAVÃO

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Os deputados federais Geraldo Simões e Josias Gomes manifestaram pesar pela morte do fisioterapeuta e diretor do Hospital Geral Luiz Viana Filho (HGLVF), Gustavo César, ocorrida nesta madrugada.
Josias ressaltou o compromisso de Gustavão com o desenvolvimento de Ilhéus. O parlamentar diz que a cidade “fica visivelmente desfalcada, mais pobre”. Para Geraldo Simões, “o sul da Bahia perde não apenas uma grande liderança, mas um ser humano exemplar, que fez de sua vida uma luta em defesa da justiça social e do bem-estar dos menos favorecidos”.

FERNANDO CONFIRMA NEGOCIAÇÃO COM GERALDO

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Foi durante entrevista a Paulo Lima, no programa Alô Cidade, da TVI, que o ex-prefeito Fernando Gomes confirmou o que todos já sabiam: ele está mesmo conversando, negociando com o ex-inimigo, o também ex-prefeito Geraldo Simões (PT).
Fernando disse ao jornalista, olhando para as lentes da verdade (e da desfaçatez) que um dos últimos papos com o agora amicíssimo Geraldo teve a ver com a conclusão do Teatro Municipal e Centro de Convenções.
Geraldo lhe perguntou se havia interesse por parte dele na conclusão da obra: – Disse que sim. Tenho um patrimônio [o terreno] meu lá.
Para quem duvida, é só recorrer à TVI.

COMO BONS AMIGOS

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Para quem ainda duvida da possibilidade, aí vai uma informação: o deputado federal Geraldo Simões (PT) e o fazendeiro Fernando Gomes (sem partido), ambos ex-prefeitos de Itabuna e inimigos até passado recente, continuam conversando… e muito.
Neste domingo, 14, Gomes almoçava com um grupo de seguidores das antigas, quando toca o telefone. Era Geraldo. O bate-papo rolou durante uma boa meia-hora, segundo relato dos presentes, entre os quais se encontrava o comerciante do ramo funerário Raimundo Vieira, popularmente conhecido como “Raimundo Caixão”.
Após desligar o telefone, o ex-prefeito foi bombardeado com perguntas sobre o assunto tratado com o ex-desafeto, mas deixou todo mundo na curiosidade. Aliás, nem precisava falar: basta dizer que Gomes e Simões têm 2012 motivos para entabularem boas conversas nos próximos meses.

UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA

Tempo de leitura: 2 minutos

Gerson Menezes | publixcriativo1987@hotmail.com

Geraldo via a conquista desse empreendimento como sendo a educação de nível universitário a principal conquista e da consolidação das vocações de Itabuna.

A criação da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsulba) é uma dessas paternidades assumidas por muitos que mal conheciam ou tiveram qualquer relacionamento com a “ideia-mãe”.
Ao ser feito o anúncio da decisão do Ministério da Educação, sobre a criação de mais duas universidades federais na Bahia – uma no Oeste, com sede em Luís Eduardo Magalhães, e outra no Sul da Bahia, com sede na cidade histórica de Porto Seguro ou Itabuna, omitiram que o verdadeiro “pai” da ideia foi o deputado federal Geraldo Simões.
Em 2002, a pedido de Geraldo, quando era prefeito de Itabuna, o então candidato a presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, se comprometeu publicamente em criar a Ufsulba, reconhecendo a dívida que o governo federal tinha com a Bahia, que só dispunha de uma universidade federal, a UFBA, em Salvador.
No seu pedido a Lula, Geraldo via a conquista desse empreendimento como sendo a educação de nível universitário a principal conquista e da consolidação das vocações de Itabuna, ao lado do comércio; da medicina e da prestação de serviços.
A vitória agora anunciada com a decisão do MEC em implantar a Universidade Federal do Sul da Bahia, foi fruto, mais uma vez, da luta silenciosa do deputado Geraldo Simões, ao solicitar ao deputado Nelson Pellegrino, líder da bancada baiana no Congresso Nacional, a reunião realizada no MEC, que contou com a presença de 22 deputados baianos em apoio à medida.
Vinte e um deputados presentes apoiaram o pleito de Geraldo para que a sede (Reitoria) seja instalada no campus de Itabuna ao invés de Porto Seguro, como havia sido definido pelo MEC, apenas levando em conta a questão histórica, ligada ao Descobrimento do Brasil.
Quando for concretizada, a luta iniciada por Geraldo deverá ser vista e considerada como o maior presente recebido por Itabuna, pelo seu centenário. Representará verdadeiramente a consolidação de Itabuna, como polo estadual e regional de educação universitária, abrindo as portas para a criação de um novo polo de desenvolvimento de excelência.
Gerson Menezes é publicitário.

DURVAL, ALELUIA E A CPI

Tempo de leitura: 3 minutos

Marco Wense

Ninguém, aí incluindo o próprio Aleluia, ousava desafiar as ordens do chefe ACM.

O senador João Durval, eleito pelo PDT do saudoso Leonel Brizola, não pode ser crucificado pelo fato de ter retirado sua assinatura do requerimento de criação da CPI dos Transportes.
Se a presidente Dilma Rousseff estivesse tratando com desdém os sucessivos escândalos que tomam conta da República, o recuo de Durval seria imperdoável.
A maior autoridade do país está sendo implacável com os abutres do dinheiro público. Não é à toa que a aprovação ao governo tem 50% de ótimo e bom.
A impunidade, sem dúvida o maior câncer da administração pública, não pode ser alimentada pelo pretexto da governabilidade, pelo medo de perder a maioria parlamentar nas duas Casas do Congresso Nacional.
Ao fazer o jogo da oposição, o ex-governador da Bahia foi politicamente ingênuo. Qualquer oposicionismo, seja do PT, PSDB ou outra legenda, é adepto do quanto pior, melhor.
O estranho da história, até certo ponto hilariante, é José Carlos Aleluia, presidente estadual do Democratas (DEM), ficar indignado com o “servilismo” do senador Durval.
Aleluia esquece dos tempos do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, quando o carlismo dominava a política da Bahia na base do mandonismo e do chicote.
Aleluia sabe que o “servilismo” e a subserviência foram marcas registradas do carlismo. Ninguém, aí incluindo o próprio Aleluia, ousava desafiar as ordens do chefe ACM.
O destempero emocional de ACM com os subordinados, como bem disse o jornalista Samuel Celestino, “ia do desrespeito total e público ao tratamento às vezes carinhoso que não supria os ataques pessoais, invadindo o campo familiar do auxiliar ou até do aliado”.
No então governo FHC, os governistas do PFL, hoje democratas, se recusaram a assinar o pedido de instalação de uma CPI para apurar as denúncias de corrupção nas privatizações.
Depois, no mesmo governo tucano, estourou outro escândalo envolvendo a PEC da Reeleição, que terminou permitindo o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso. Nada de CPI.
Na época, os jornais, inclusive os grandes de São Paulo, falavam em R$ 200 mil para cada voto de deputado e senador a favor da Proposta de Emenda Constitucional, a famosa PEC da Reeleição.
O discurso da moralidade da coisa pública, quando protagonizado por políticos que no passado eram contra a qualquer Comissão Parlamentar de Inquérito, não tem consistência e, muito menos, credibilidade.
PS – Ironicamente, o deputado Rubens Bueno, do PPS do Paraná, foi o que melhor definiu as sucessivas denúncias de corrupção no governo Dilma: “Parece saco de caranguejo. Você puxa um e vem outro grudado”.

O VICE DE AZEVEDO

O nome do candidato a vice na chapa encabeçada pelo prefeito Azevedo, que legitimamente busca sua reeleição, já faz parte das conversas entre os democratas (DEM).
O PMDB é o plano A não só do azevismo como do geraldismo. As duas correntes estão de olho no tempo da legenda no horário eleitoral destinado aos partidos políticos.
O PT tem outra preocupação: afastar qualquer possibilidade de coligação do PMDB com o PCdoB. A opinião de que os comunistas só terão candidatura própria com o apoio do PMDB é unânime entre os petistas.
O plano B do DEM é o PSDB do deputado estadual Augusto Castro. O jornalista José Adervan, presidente do diretório municipal, é o nome mais cotado do tucanato.
Falhando os planos A e B, vem o C com Marilene Duarte, a Leninha da Auto-Escola Regional, até agora a mais ilustre filiada do MSP (Movimento dos Sem Partidos).

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