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28 de fevereiro de 2020 | 02:49 pm

GERALDO DEFENDE POSIÇÃO DE VANE E ELEIÇÃO DE RUY MACHADO

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O deputado federal Geraldo Simões reconhece que a Câmara de Itabuna está uma lama, mas acredita que o vereador Claudevane Leite (Vane do Renascer), o único vereador do PT na Casa, agiu corretamente ao apoiar a eleição de Ruy Machado para a presidência do legislativo itabunense.
– Eu sei que [a Câmara] está uma lama, mas Ruy Machado assumiu compromisso pela moralização, pela realização de concurso público.
Acompanhe um papo rápido, logo após o parlamentar comemorar a aprovação – na Câmara dos Deputados – de uma emenda de sua autoria que beneficiará 10 mil produtores de cacau, caso passe pelo Senado Federal e seja sancionada pelo presidente Lula.
Por que o senhor apoiou a decisão de Vane, que preferiu Ruy Machado para a presidência da Câmara?
Não é apoiar ou não apoiar. Temos um único vereador do PT e ele tem mais conhecimento do que eu sobre o que acontece na Câmara. Ele tomou uma posição
Mas tomou posição sem consultar o partido.
É uma cultura que se estabeleceu de tomar decisão sem consulta. E é até cultura de Vane. Mas o partido tem que ser mais flexível. Acho que a melhor posição é a dele, que conhece a realidade da câmara.
Ou seja, conhece o lamaçal por dentro, né?
Eu prefiro trabalhar com a realidade concreta. O que tínhamos lá? As candidaturas de Milton Gramacho, de Milton Cerqueira e de Ruy Machado.  Não tenho nenhuma dúvida de que a decisão foi acertada.
Por que o senhor pensa assim?
Por isso que eu lhe falei. E tem um detalhe, os partidos que compõem o nosso bloco, o PSB, o PCdoB, todos fizeram opção por Ruy. Eu sei que [a Câmara] está uma lama, mas Ruy Machado assumiu compromisso pela moralização, pela realização de concurso público.

TSE LIBERA GERALDO SIMÕES

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Acabou a agonia para o deputado federal reeleit0 Geraldo Simões (PT-BA). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de liberar o registro de candidatura do parlamentar. O tribunal analisava um recurso do PMDB do ex-ministro Geddel Vieira Lima que tentava incluir o deputado entre os fichas-sujas e, assim, impedir a sua posse.
A defesa de Geraldo insistiu na tese de que os fatos que levaram à reprovação de contas como prefeito de Itabuna, por parte do Tribunal de Contas da União (TCU) não caracterizavam dolo, mas erro técnico. Geraldo Simões foi reeleito com 75.977 votos e vai cumprir o seu terceiro mandato como federal.

CÂMARA APROVA MP QUE INCLUI 10 MIL PRODUTORES NO PAC DO CACAU

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Geraldo: emenda beneficia 10 mil produtores.

A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, a Medida Provisória 500, que permite ao governo federal e empresas públicas comprar e vender ações sem deixar de ser majoritário. Na prática, foi uma MP para validar a capitalização de R$ 120 bilhões da Petrobras. A medida teve como relator o deputado federal Geraldo Simões, que incluiu emenda beneficiando diretamente 10 mil produtores de cacau.
A MP, acredita Geraldo, fará deslanchar o PAC do Cacau. “Antes, não havia legislação que amparasse as negociações no caso de produtores de outros programas de financiamento da lavoura. Faltava o arcabouço jurídico”, diz. A aprovação da medida provisória foi confirmada há pouco pelo deputado, em contato com o PIMENTA. “Antes, não havia prazo nem tabela de desconto para estes produtores”, assinala, numa referência à Emenda 472, de autoria do senador César Borges.
Com a emenda, que ainda precisa ser aprovada pelo Senado, o prazo de renegociação da dívida (que havia encerrado em dezembro do ano passado) vai até 30 de junho de 2011. Os produtores agora incluídos com a MP 500, assinala Geraldo, terão oito anos de carência e prazo de 20 anos para quitar a dívida da renegociação.
Geraldo Simões comemora a aprovação. “O mais difícil eram os recursos e a vontade do governo em conceder desconto. Isso já temos”. O PAC do Cacau foi lançado em maio de 2008 pelo presidente Lula, na praça Dom Eduardo, em Ilhéus. Até agora, pouco mais de dois mil produtores tiveram acesso a parte dos R$ 2,52 bilhões do Programa.

PLANOS DO PT

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Marco Wense
Qual o melhor nome do Partido dos Trabalhadores (PT) para disputar a prefeitura de Itabuna na sucessão de 2012, Geraldo Simões ou Juçara Feitosa?
Como existe um equilíbrio nas opiniões, com argumentos favoráveis a Geraldo e Juçara, a pertinente pergunta, mais cedo ou mais tarde, vai tomar conta do diretório municipal da legenda, presidido pela professora Miralva Moutinho.
A favor do macho, como diria o irreverente jornalista Eduardo Anunciação, um melhor jogo de cintura para buscar alianças com outras agremiações partidárias. A favor da fêmea, o argumento de que a eleição de Dilma Rousseff vai influenciar o voto feminino.
Certeza mesmo, sem nenhuma pontinha de dúvida, é que o PT terá candidatura própria e fará todo o esforço para ter um comunista – Wenceslau Júnior ou Luis Sena – como vice na chapa encabeçada por Geraldo ou Juçara.
O plano B do PT, depois de esgotadas todas as possibilidades de coligação com o PCdoB, é uma chapa com Juçara Feitosa e o Capitão Fábio. Uma chapa puro-sangue, tendo o vereador Vane como vice, não está descartada. O PT-PT é o plano C.
PARLAMENTO
A derrota de Josias Gomes, ex-presidente estadual do PT, para a Câmara Federal, iria provocar um natural relaxamento na atuação parlamentar do reeleito deputado Geraldo Simões.
Com a eleição de Josias Gomes, adversário de Geraldo nas hostes internas do petismo, o ex-prefeito de Itabuna vai ter que mostrar serviço como deputado, já que sua atuação será, inevitavelmente, comparada com a do “companheiro” de partido.
Josias e Geraldo, ambos prefeituráveis, respectivamente de Ilhéus e Itabuna, sabem que ser bom deputado fortalece a legítima e democrática pretensão de suceder Newton Lima (PSB) e o Capitão Azevedo (DEM).
Josias versus Geraldo. Um bom duelo. A sabedoria popular costuma dizer que é “briga de cachorro grande”. Como os protagonistas são políticos civilizados, não há motivos para preocupações.
PDT
O Partido Democrático Trabalhista, presidido aqui na Bahia pelo bom gaúcho Alexandre Brust, pode abrigar duas ilustres figuras do cenário político de Itabuna: Leninha Alcântara e Acácia Pinho.
Leninha e Acácia estão insatisfeitas com seus partidos políticos, respectivamente o PPS e o PMDB.  Para o ex-vereador Otávio Menezes, pedetista histórico, “o PDT só tem a crescer com filiações de pessoas de bem”.
PSDB VERSUS PSDB
2006. O PSDB mineiro concorda com a candidatura de Geraldo Alckmin à presidência da República. Alckmin representa o tucanato da Avenida Paulista.
2010. O PSDB mineiro abre mão da pré-candidatura de Aécio Neves e aceita, mesmo contrariado, a candidatura de José Serra, então governador de São Paulo.
Novembro de 2010. José Serra quer ser presidente nacional do PSDB para impedir a pré-candidatura de Aécio Neves. O ex-governador de São Paulo pretende disputar pela terceira vez o Palácio do Planalto.
2014. Se o insistente José Serra sair novamente candidato, o povo mineiro, com toda razão, promete triturá-lo nas urnas, linchá-lo eleitoralmente.
Serra versus Aécio. Os tucanos, com as bicadas entre eles, ficam cada vez mais depenados.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

MINHA PEDINHA, MINHA PEDINHA…

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O deputado federal Geraldo Simões (PT) muda a face quando é chamado de “coroné” do diretório itabunense. Agora, sabe-se que vai além disso. Na sexta, o diretório do partido condenou a opção do vereador Claudevane Leite pelo colega Ruy  Machado para a presidência da Câmara. E o que fez Geraldo? Aconselhou Vane a relevar a posição do PT. E teria afirmado que o edil petista está no “caminho certo”.
Se não fica claro que caminho é esse citado pelo deputado, não é necessário muito esforço para entendê-lo. Machado é muito próximo de Geraldo. Como também é da cozinha de Fernando Gomes e de Capitão Azevedo. É tido nos bastidores como o mais habilidoso “leva-e-traz” da (porca) política itabunense. Tendo Machado na presidência, Geraldo pensa ter, assim, algum poder (ou naco de poder) na Câmara – num enredo já cheio de traições.
Não se sabe, aliás, o que teria feito Geraldo voltar atrás nesse lamaçal da Câmara. Na sexta, dizia a amigos que só a candidatura de Vane à presidência da Casa seria fator de moralização. Entre o “leva-e-traz” e a “moralização”, já está claro com quem o deputado ficou.

FOGO AMIGO

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Marco Wense
Quem estaria por trás da insistente divulgação de que o deputado federal Geraldo Simões é um ficha-suja? Segundo a coluna Raio Laser, da Tribuna da Bahia, o petista está sendo vítima de “fogo amigo”.
Então, como se trata de fogo amigo, o DEM, PSDB e PMDB ficam de fora. A desconfiança recai sobre os partidos que compõem a base aliada do governador Jaques Wagner: PT, PP, PSB, PDT, PRB, PSL, PHS e o PC do B.
Os petistas de Itabuna apostam que os comunistas são os mais interessados em um possível enfraquecimento de Geraldo Simões em decorrência da divulgação de que o ex-prefeito é um ficha-suja.
O PC do B, segundo os geraldistas, está de olho na sucessão municipal de 2012, com os três prefeituráveis – Luís Sena, Wenceslau Júnior e Davidson Magalhães – disputando a indicação da legenda comunista.
O relacionamento político entre o PT e o PC do B sempre foi marcado por uma desconfiança recíproca. Petistas e comunistas só se juntam quando os interesses e as conveniências satisfazem os dois lados.
Uma eventual cisão entre o PT e PC do B, com candidatura própria no processo sucessório de 2012, alimenta o sonho de Fernando Gomes de comandar o Centro Administrativo pela quinta vez.
PS (1) – Esse pega-pega entre comunistas e petistas de Itabuna vem desde os tempos da então Fespi, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), quando a política estudantil fervilhava.
PS (2) – Eu era filiado (continuo sendo) ao PDT do saudoso Leonel de Moura Brizola. Quando sentiram que minha candidatura ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) poderia sair vitoriosa com o racha entre o PT e o PC do B, logo se uniram e ganharam a eleição.
PS (3) – No ano seguinte, nova eleição. Agora para o Diretório Acadêmico do curso de Direito, o cobiçado DA de Direito. Tornei a sair candidato. Desta vez, graças ao desentendimento entre petistas e comunistas, fui eleito.

PMDB

O presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, quando questionado sobre uma possível indicação de Geddel para um ministério no governo de Dilma Rousseff, diz que “o partido não está empenhado em conseguir cargos, e sim ajudar Dilma”.
Só faltava essa, hein! O Lúcio dando sua contribuição ao governo Dilma sem nenhuma contrapartida, sem o toma-lá-dá-cá, como se o PMDB pensasse exclusivamente no país, deixando de lado o histórico e enraizado pragmatismo.
É o PMDB puro. O PMDB santo. O novo PMDB. O PMDB de Lúcio Vieira Lima. O PMDB de outro planeta.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

QUEM TERÁ A PREFERÊNCIA?

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Do Política Etc
Na última carreata da campanha de Dilma Rousseff em Itabuna, um interessante registro fotográfico do carro que conduzia o deputado federal reeleito Geraldo Simões (PT). O veículo levava o próprio, o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB), o ex-vereador Luís Sena (mesmo partido) e, atrás, a esposa de GS e ex-candidata a prefeita de Itabuna, Juçara Feitosa.
O blog Políticos do Sul da Bahia observou bem que naquela caminhonete estavam alguns dos que possivelmente formarão a chapa de esquerda nas eleições municipais de 2012. E o posicionamento dos ocupantes no veículo serviu como um símbolo de que o clima político não favorece uma nova candidatura de Juçara Feitosa.
Geraldo, que – apesar de vitorioso- , reduziu seu cacife eleitoral nas últimas eleições, ainda é uma liderança forte. Mas perdeu a condição política de deter com exclusividade a batuta com a qual determinava o rumo da esquerda em Itabuna. Agora, terá que negociar e, naturalmente, ceder.
Nesse novo cenário, uma candidatura de Juçara é improvável. A de Geraldo, por ser de qualquer forma uma liderança autêntica, talvez, mas o PCdoB surge revigorado com a excelente votação obtida no município por Wenceslau Júnior, na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa (ficou somente com a primeira suplência do PCdoB, mas foi o mais votado em Itabuna).
Os comunistas querem ocupar espaços mais destacados, e não é somente na caminhonete de Geraldo Simões. Nos bastidores, os principais líderes do PCdoB já deixaram claro que não estão dispostos a ceder a caprichos nem imposições. A conversa terá que ser respeitosa, franca, de igual para igual. E somente assim a esquerda grapiúna poderá recuperar um vigor que vinha perdendo em virtude de projetos de caráter personalista.
HORA DE REFLETIR

O quase empate entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra em Itabuna, neste segundo turno, sugere ao PT local um momento de reflexão. Como dizia aquele antigo comercial, é hora de “rever conceitos”.
Há muito tempo, o PT itabunense orbita num sistema “geraldocêntrico” (referência ao deputado federal Geraldo Simões, que controla o diretório municipal com mão de ferro). Não expande, não oxigena e, o que é pior, não muda. Fica na mesmice e, nesse ritmo, o partido tem se descaracterizado. Não é mais o PT que estimulava o debate, em que todos tinham direito a fazer valer suas opiniões. Virou partido de um grupinho ou, se preferir, de uma panelinha.
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STF: "FICHA LIMPA" VALE EM CASOS DE RENÚNCIA

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, no início da noite desta quarta-feira, 27, que a lei Ficha Limpa vale nestas eleições para candidatos que renunciaram aos seus mandatos para escapar de cassação.
Houve empate em 5 a 5 e os ministros então acabaram por entender que, em situação de empate, vale o que estipula a Lei. Os ministros analisavam o caso de Jader Barbalho (PMDB-PA), que renunciou em 2001 ao mandato de senador para escapar da cassação.
A decisão atinge outro candidato ao Senado pelo Pará, o petista Paulo Rocha, que renunciou ao mandato em 2005 no processo do Mensalão. Aos dois foi negado, definitivamente, o registro de candidatura.
A corte suprema ainda decidirá sobre os casos de inelegibilidade previstos na Ficha Limpa, como aqueles em que o candidato teve contas rejeitadas pelos tribunais de contas (Estado, Municípios ou União).
Assim, a decisão desta quarta não vale para os baianos Carlos Brasileiro (PT), Maria Luiza Laudano (PTdoB), Jânio Natal (PRP) e Geraldo Simões (PT). Os dois primeiros disputaram vaga à Assembleia Legislativa, enquanto Jânio e Geraldo foram eleitos (este último reeleito) para a Câmara Federal.

NILTON CRUZ DEIXA A SUDIC

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Conforme o Pimenta antecipou no início de setembro, o empresário Nilton Cruz deixou o comando da Sudic (Superintendência de Desenvolvimento da Indústria e do Comércio da Bahia). O pedido de exoneração foi entregue nesta quarta-feira, dia 20.
Segundo informações de fonte do governo, há pelo menos seis meses o empresário entrou em rota de colisão com o secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, James Correa. A exoneração já estava resolvida há mais de um mês, mas ficou adiada para o período pós-eleitoral (primeiro turno).
Nilton Cruz foi indicado para a Sudic pelo deputado federal Geraldo Simões.

PARA GERALDO, ESTADUALIZAR É SAÍDA PARA O HBLEM

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Geraldo quer definição sobre Hblem.

O deputado federal reeleito Geraldo Simões (PT) disse que não poupará esforços para reverter a situação (“calamitosa”) do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
Geraldo conversou com o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, e acredita na estadualização como a melhor saída para reverter, “urgentemente”, o quadro do Hblem. Faltam medicamentos e cirurgias eletivas não estão sendo realizadas há dois meses, conforme levantamentos.
Tendo em vista às resistências do governo municipal em aceitar a proposta, o deputado defende a realização de uma espécie de conferência – aberta a toda a sociedade – para que se defina o futuro do hospital (se estadualização ou até mesmo uma gestão compartilhada, por exemplo).
– O Conselho Municipal  [de Saúde] já opinou favoravelmente à estadualização. Se a prefeitura resiste à ideia, mas não garante a melhora do serviço público, a sociedade poderá definir o que é melhor para ela.
Conforme dados repassados pela Sesab, o Estado repassa 150% a mais do que deveria para o Hospital de Base, mensalmente. O hospital só fatura R$ 600 mil, mensalmente, mas o estado repassa R$ 1,5 milhão.
Mudar o gerenciamento garantiria maior aporte de recursos do governo baiano no hospital, sustenta Geraldo. Sob a sua gestão, o Estado poderia contratar em regime de urgência equipamentos para substituir os existentes, sucateados, ou comprar aqueles necessários. “Nem tomógrafo há no principal hospital público do sul da Bahia”.
A situação do Hblem tem levado pacientes a procurar outros municípios e Itabuna a perder a condição de polo de saúde do interior baiano. A situação, reforça Geraldo, é insustentável e o município precisa definir o que quer: se continuar no caos ou aderir a um sistema que tem dado certo em outras cidades, a exemplo de Ilhéus. “Vamos reunir todas as informações necessárias para que possamos encontrar uma saída urgente”.

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