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29 de fevereiro de 2020 | 01:09 am

EX-VICE-PREFEITO DE AURELINO LEAL, PASTOR É ASSASSINADO

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QUASE TODOS OS ENVOLVIDOS NO ASSASSINATO
DE GILBERTO ANDRADE FORAM MORTOS

GiovanniO pastor Giovanni Lopes Gagliano, ex-vice-prefeito de Aurelino Leal, foi assassinado a tiros, hoje, na região central de Santo Antônio de Jesus. O político levou seis tiros.
Giovanni chegou a ser suspeito da morte do então prefeito de Aurelino Leal, Gilberto Andrade, em 5 de maio de 2007. O pastor era vice-prefeito do município sul-baiano, assumiu o governo, mas foi preso devido às suspeitas de envolvimento.
Suspeitava-se que Giovanni teria se unido ao ex-prefeito José Augusto dos Santos Neto para matar Gilberto. Em jogo, R$ 420 mil em precatórios que José Augusto desejava receber.
O valor seria pago assim que Giovanni assumisse a vaga. Ele não chegou a ir a julgamento. Já o ex-prefeito José Augusto foi a júri popular, sendo condenado a 19 anos de prisão. Todos os criminosos apontados como executores de Gilberto Andrade foram assassinados.

TJ-BA: EX-PREFEITO VAI A JÚRI POPULAR

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Giovanni também vai a júri popular.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) confirmou decisão de primeira instância que determina júri popular para o ex-prefeito de Aurelino Leal, Giovanni Lopes Gagliano, acusado de participação na morte de Gilberto Andrade, em 5 de maio de 2007, na BR-101. Gilberto era prefeito de Aurelino Leal quando foi assassinado.

Giovanni teria se unido ao ex-prefeito José Augusto dos Santos Neto para contratar pistoleiros visando matar Gilberto Andrade. José Augusto queria receber precatório de R$ 420 mil. Com a morte do prefeito, Giovanni assumiria (como assumiu) a prefeitura e pagaria a dívida do comparsa.

José Augusto já foi julgado e condenado a 19 anos de prisão em júri popular ocorrido no mês passado em Salvador (relembre aqui). Giovanni tinha boas relações na cidade e também era pastor evangélico. Com informações d´A Região Online.

ACUSADO DE MATAR PREFEITO VAI A JÚRI

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Andrade: morto na BR-101 (reprodução).

O ex-prefeito de Aurelino Leal, José Augusto Neto, vai ao banco dos réus nesta quinta (10) sob acusação de ter orquestrado o assassinato de Gilberto Andrade, em 5 de maio de 2007.

Andrade era prefeito do município sul-baiano à época do crime e foi morto com um tiro no peito. O júri popular será realizado no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador, a partir das 8 horas.

Além de José Augusto Neto, o pastor Giovane Gagliano Lopes é outro ex-prefeito acusado de participar do assassinato de Gilberto Andrade. Os dois, conforme investigações, teriam pago R$ 20 mil a quatro bandidos. Dois deles estão mortos e restaram Leonardo Ramos Santos, o Leo, e Florisvaldo Souza Santos, o Cojack. Leonardo depôs e incriminou a dupla de ex-prefeitos.

Ao contrário de José Augusto Neto, que está preso em Salvador e vai a júri amanhã, Giovane Gagliano espera pelo seu julgamento em liberdade. O assassinato do então prefeito de Aurelino Leal ocorreu na BR-101, já próximo da cidade, na tarde de 5 de maio de 2007, um sábado.

Logo após o crime, a ex-esposa de Gilberto Andrade, Patrícia Sanches, e o pai dela, Joaquim Englada Sanches, foram apontados como os mandantes do crime. Gilberto foi socorrido e levado para o Hospital de Base de Itabuna, mas chegou sem vida. Ele teria apontado a esposa como a mandante. Com o avanço das investigações, a polícia chegou aos bandidos e – depois – aos ex-prefeitos.

Os bandidos mortos são Renato Domiciano, o Corcoran, e Israel Santos Torres. Renato apareceu morto à beira de uma estrada em Valença, no baixo-sul baiano. Já Israel, tombou após uma troca de tiros com a polícia em Mascote.

PRESO SUSPEITO DA MORTE DE EX-PREFEITO DE AURELINO LEAL

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Uma guarnição da Polícia Militar prendeu, ontem, em Camacan, Florisvaldo Souza Santos (“Cojack”), 32, um dos acusados de participar do assassinato do ex-prefeito de Aurelino Leal, Giberto Andrade, em 5 de maio de 2007, informa Agnaldo Santos.

“Cojack” caminhava tranquilamente pelo bairro Joana Angélica, em Camacan, quando foi preso. Estava em companhia de uma criança de 10 anos, que segurava 31 pedras de crack, e Fernando Santos da Silva, 27 anos.

O comandante da Companhia Independente da PM de Camacan, major Silvério, há algum tempo vinha monitorando os criminosos. Fernando Santos tinha tatuado no corpo o nome de uma facção criminosa do extremo-sul baiano, identificada como Facção Central.

De acordo com a polícia, Cojack fazia parte do grupo liderado por José Renato Domiciano dos Santos, “Corcoran”, que foi encontrado morto na quinta-feira, 21, na rodovia que liga Camamu a Valença. Com a dupla, a polícia ainda encontrou dois celulares e R$ 10,00 em dinheiro. O menor foi liberado mediante a presença dos pais e do conselho tutelar.

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