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27 de setembro de 2020 | 08:49 pm

VIVO-GVT PREPARA OFENSIVA CONTRA OI-VELOX EM ITABUNA

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vivoitabuna

A Vivo ampliará a sua presença em Itabuna com mais investimento em telefonia fixa e passará a oferecer internet banda larga no município. É ofensiva contra o monopólio da Oi.

A operadora, que recentemente comprou a GVT, começou a instalar 240 mil metros de fibra ótica na cidade. Também oferecerá serviço de TV por assinatura.

Logo após comprar a GVT, a Telefônica-Vivo iniciou os estudos georreferenciados de Itabuna, há dois anos, como informou o PIMENTA (relembre aqui). A operadora concluiu pela viabilidade dos investimentos na principal economia sul-baiana e já iniciou a expansão.

De acordo com fonte do mercado, a empresa oferecerá internet com até 300 MB de velocidade no município. Já a Oi, que se encontra em processo de recuperação judicial, oferece velocidade máxima de 35MB, para empresas. Oficialmente, a empresa não fala do plano de investimentos no sul da Bahia.

Atualização às 18h11min (12/06) – A Vivo informou, por meio de sua assessoria, que a rede fixa será lançada em Itabuna ainda em 2017, assim como em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. De acordo com a empresa, Itabuna será a primeira cidade baiana a ter cobertura 100% fibra ótica até a residência do cliente.

GVT PÕE ITABUNA NO MAPA

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GVTA Oi reina sozinha em Itabuna, mas o fim do monopólio de telefonia e internet fixas pode estar próximo. Após ser adquirida pela Telefônica, a GVT colocou “para andar” o seu plano de investimentos na Bahia.

Itabuna entrou no mapa. Agora em julho, a empresa solicitou dados georreferenciados do município à prefeitura para análise e definição de investimento.

Hoje, a empresa está presente em apenas dois municípios fora da Região Metropolitana de Salvador (Feira de Santana, segundo maior município do estado, e Alagoinhas). Há mais de oito meses, um grupo criou movimento para pressionar o governo local para que a GVT comece a operar em Itabuna.

GVT EM ITABUNA

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gvt em itabunaA insatisfação com os serviços de telefonia fixa e internet prestados pela Oi em Itabuna levou à criação de um movimento para que a GVT também opere no município sul-baiano. Uma petição pública na rede já possui mais de uma centena de assinaturas para que o prefeito Claudevane Leite analise a viabilidade e atraia a companhia telefônica.
Clique e conheça a petição
A petição cita cidades que já possuem o serviço, como Camaçari, Alagoinhas e Simões Filho. A empresa opera, também, em Lauro de Freitas, Feira de Santana e Salvador.
A petição pública (abaixo-assinado eletrônico) enfatiza que a GVT pode oferecer até 150Mbps de velocidade – contra o máximo de 15Mbps da Oi no município – com valores inferiores ao da companhia brasileira.
Há cerca de seis meses, profissionais do mercado cogitavam a vinda da GVT para Itabuna já neste segundo semestre. O PIMENTA entrou em contato com a assessoria de imprensa da telefônica, mas a empresa, à época, não manifestou interesse em operar no município. Além de serviços de voz e dados, a empresa também possui serviço de TV por assinatura.

TELEFÔNICA FECHA COMPRA DA GVT

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O conselho do grupo francês Vivendi anunciou nesta sexta-feira (19) a venda da filial brasileira para a companhia espanhola Telefónica. Segundo a agência EFE, o grupo espanhol controlará 92,5% da empresa resultante da integração da Telefónica Brasil com a GVT. A Vivendi controlará 7,5%.

A Telefónica vai pagar 4,66 bilhões de euros (cerca de R$ 14 bilhões) para a Vivendi. A empresa francesa receberá ainda 12% do capital da sociedade resultante da integração da Telefônica Brasil e da GVT.

A GVT está presente em mais de de 10,4 milhões de locais, em 21 estados brasileiros, além de 2,5 milhões de clientes de banda larga. Agências e Correios.

TELEFÔNICA/VIVO PERTO DE COMPRAR A GVT

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GVT pode ser adquirida pela Telefônica/Vivo (Foto Luciano da Mata/A Tarde).

GVT pode ser adquirida pela Telefônica/Vivo (Foto Luciano da Mata/A Tarde).

O presidente da Telefônica/Vivo, Antônio Carlos Valente, disse nesta terça-feira (2), estar otimista com relação à possibilidade da compra da GVT ser aprovada, sem maiores questionamentos, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Segundo ele, a GVT tem uma forte operação fora do Estado de São Paulo, onde haveria sobreposição de licenças com a Telefônica.
“Já em São Paulo, a GVT não está em muitas cidades e, nos municípios onde a empresa atua, existem muitos concorrentes. Esse conjunto nos dá certo otimismo de que a operação é boa e não teria grandes constrangimentos concorrenciais”, avaliou Valente.
Quando a operação foi anunciada, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, chegou a dizer que as empresas não poderiam fundir suas operações no Estado de São Paulo, justamente pelo fato da Telefônica ser concessionária do serviço de telefonia fixa no Estado.
Valente lembrou que o negócio só será protocolado junto aos órgãos reguladores após o prazo que a francesa Vivendi tem para avaliar a proposta da Telefônica, que é de 90 dias.
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ÍNDICE REVELA QUE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÃO PIORARAM EM DEZ ANOS

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telefoniaBruno Bocchini | Agência Brasil
O índice de satisfação do usuário referente a 2012, divulgado hoje (6) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mostra uma piora na avaliação dos serviços prestados pelas concessionárias, em comparação com a última pesquisa feita em 2002.
A nota dada pelos clientes ao serviço de telefonia celular pós pago foi 53,7 (em uma escala de 0 – muito insatisfeito – a 100 – muito satisfeito), ante a nota de 71,4 dada em 2002. Para o serviço de telefonia celular pré pago, a nota foi 60, na pequisa atual, e 77,5 em 2002. De acordo com a Anatel, a partir da nota 62,5 o usuário pode ser considerado satisfeito com o serviço.
Em relação à telefonia fixa residencial, a nota foi 58,9 contra 72,1 da em 2002. A telefonia fixa não residencial recebeu avaliação 60, ante a nota 77,5 dada pelos usuários há dez anos.
O serviço de telefonia pública (orelhões) foi o pior avaliado: recebeu nota 19,4, muito abaixo da avaliação de 2002 (44,6). Já o serviço de TV por assinatura via satélite foi um dos melhores avaliados: obteve nota 72,2, melhor que na avaliação de 2002 (71,6).
A TV por assinatura via rádio recebeu nota 60,7, ante 72 da pesquisa de 2002. A TV por assinatura a cabo foi avaliado com a nota 56,5 ante nota de 68,2 em 2002.
TIM É CONSIDERADA A PIOR DA TELEFONIA CELULAR
tim3A pesquisa ainda trouxe a avaliação dos usuários de acordo com as concessionárias que oferecem os serviços. No entanto, não foi fornecido o comparativo com 2002. Na telefonia celular pós-paga a empresa melhor avaliada foi a Sercomtel, com 61,1, e a pior, a TIM, com nota 49,8. Na telefonia celular pré-paga, a Sercomtel também obteve a melhor avaliação, 63,8, e a TIM a pior, 58,6.
Na telefonia fixa residencial, a GVT foi a melhor avaliada, com nota 67,1, e a Telefônica a pior, com 55,4. Na telefonia fixa não residencial, com 65,8,a Sercomtel recebeu maior nota. A Oi foi a pior. Ela obteve a nota 59. No serviço de telefonia pública (orelhões), a Sercomtel foi a melhor avaliada, 49,5, e a Embratel a pior, com 33,8.
No serviço de TV por assinatura via satélite, a NossaTV foi a melhor avaliada (75,89), e a CTBC, a pior. com 67,02. Na TV por assinatura via rádio, a GVT recebeu a maior nota (68,66) e a FlexTV NorTV obteve a pior, com 55,15. Na TV a cabo, a Jangadeiro recebeu a maior nota, 60,42, e a TV Nordeste a pior, com 49,75.
A pesquisa foi feita com base em cerca de 200 mil entrevistas com usuários dos serviços de telecomunicação no país. As avaliações reunidas conforme os grupos empresarias proprietários das concessionárias serão divulgadas em breve, informou a Anatel.
A reportagem tentou hoje, sem sucesso, contactar as assessorias de imprensa das empresas.

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