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31 de outubro de 2020 | 12:54 pm

TAXA DE DESEMPREGADOS NO BRASIL ATINGE 14,4%, APONTA PESQUISA DO IBGE

Aumenta a taxa de desemprego no Brasil|| Foto Adenir Britto
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A taxa de desemprego chegou a 14,4% no trimestre encerrado em agosto, aumento de 1,6% em relação ao trimestre terminado em maio (12,9%). É a maior taxa registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012.

O número de desempregados atingiu 13,8 milhões, aumento de 8,5% frente ao trimestre anterior. São cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de pessoas ocupadas no país caiu 5% na comparação com o trimestre encerrado em maio, totalizando 81,7 milhões. Com essa retração de 4,3 milhões de pessoas, esse é o menor contingente já registrado na série da pesquisa. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, a queda é de 12,8%, o que representa 12 milhões de pessoas a menos no mercado de trabalho.

NÃO PROCURAVA EMPREGO

A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, afirma que, no trimestre anterior, havia a perda da ocupação e o aumento da inatividade, ou seja, as pessoas perdiam seus empregos, mas não estavam pressionando o mercado em função das medidas mais restritivas de isolamento social.

“O cenário que temos agora é da queda da ocupação em paralelo com o aumento da desocupação. As pessoas continuam sendo dispensadas, mas essa perda da ocupação está sendo acompanhada por uma maior pressão no mercado”, afirma a pesquisadora.

Com isso, o nível de ocupação foi de 46,8%, também o mais baixo da série histórica, com queda de 2,7 pontos percentuais ante o trimestre anterior (49,5%), quando, pela primeira vez na história da pesquisa, o índice ficou abaixo de 50%. No mesmo período, o número de empregados com carteira assinada caiu 6,5%, chegando a 29,1 milhões de pessoas, o menor contingente da série. É uma retração de dois milhões de pessoas com trabalhos formais.

IBGE RECOMEÇA A RESTITUIÇÃO DO VALOR DAS INSCRIÇÕES EM PROCESSO SELETIVO

O valor da taxa pode ser sacado no Banco do Brasil
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Foi reiniciada nesta segunda-feira (26) e prossegue até sexta-feira (30) a devolução do valor da taxa de inscrição para os candidatos inscritos no processo seletivo simplificado do Censo 2020 que ainda não solicitaram a quantia. É preciso comparecer a uma agência do Banco do Brasil para receber o valor correspondente.

A devolução será feita por ordem bancária associada ao nome e ao CPF do candidato – ou seja, somente o próprio candidato poderá sacar o valor, mediante apresentação de documento oficial de identidade ou CPF.

No início de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou a devolução das taxas e vem fazendo a convocação dos beneficiários por meio de várias plataformas de comunicação. Cerca de 40 mil pessoas não resgataram a taxa na primeira etapa de restituição.

O valor pode ser sacado em qualquer agência do Banco do Brasil, exceto nas agências Estilo do Banco do Brasil. Caso haja inconsistência no CPF junto à Receita Federal, o saque pode não ser efetuado, assim como no caso de cancelamento por óbito.

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DESEMPREGO ATINGE 14 MILHÕES DE PESSOAS, APONTA PESQUISA DO IBGE

Desemprego atinge 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro|| Foto Bruno Cecim
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O número de desempregados chegou a 14 milhões na quarta semana de setembro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD COVID-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a taxa de desocupação ficou em 14,4%, também sem variação significativa frente à terceira semana de setembro (13,7%).

Esta é a última divulgação da PNAD COVID19 semanal. A coleta de dados por telefone continuará, para subsidiar as edições mensais da pesquisa, que devem continuar até o final do ano, trazendo dados por unidade da federação e desagregações segundo características sociodemográficas e de trabalho.

“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, diz a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

OCUPAÇÃO 

Já a população ocupada ficou em 83 milhões, estatisticamente estável na comparação com a terceira semana de setembro. “Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, acrescenta.

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VENDAS DO VAREJO BAIANO CRESCEM MAIS DE 9% EM JULHO

Comércio varejista registra crescimento de 9,7% em julho na Bahia || Foto Foto Josenildo Júnior
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As vendas no comércio varejista baiano registraram em julho de 2020 crescimento de 9,7%, frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após aumentos de 7,7% e 11,1%, respectivamente em junho e maio de 2020. No cenário nacional, a expansão nos negócios foi de 5,2 %, na mesma base de comparação. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em âmbito nacional, divulgados nesta quinta-feira (10), e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

Em relação a igual mês do ano anterior, devido à pandemia do coronavírus, as vendas no comércio varejista baiano registraram, em julho de 2020, recuo de 2,7%. No acumulado do ano, a taxa do volume de negócios foi negativa em 10,1%.

“O crescimento das vendas do varejo no mês de julho, em relação a junho, além refletir um impacto menor do quadro de isolamento social, evidencia uma melhora na expectativa em relação ao comportamento da economia nos próximos meses. Vale destacar que esse comportamento representa o terceiro resultado positivo verificado consecutivamente nos últimos três meses, na comparação sazonal”, ressalta o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

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AFASTADAS PELA PANDEMIA, 1,1 MILHÃO DE PESSOAS RETORNAM AO TRABALHO

Brasileiros começam a retornar ao trabalho|| Lucio BernardonJr
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Cerca de 1,1 milhão de pessoas afastadas do trabalho devido ao distanciamento social provocado pela pandemia de Covid-19 retornaram às suas atividades na primeira semana de agosto, na comparação com a quarta semana de julho. O dado é da edição semanal da PNAD COVID-19, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Não houve resultados na quinta semana de julho por causa de uma parada técnica na pesquisa.

Entre a quarta semana de julho e a primeira semana de agosto, caiu de 5,8 milhões para 4,7 milhões o número de pessoas que estavam afastadas por causa da pandemia. Também reduziu de 3,0 milhões para pouco mais de 2,2 milhões o grupo que estava distante do trabalho por outro motivo, seja por licença maternidade ou doença. Por outro lado, aumentou a população ocupada que não estava afastada (74,7 milhões).

“Isso significa que essa população afastada, por conta da pandemia ou por outros fatores, está retornando ao trabalho que tinha”, analisou a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, acrescentando que desde o início de maio, quando a pesquisa começou, a população ocupada que não estava afastada aumentou em 10,8 milhões.

TRABALHO REMOTO

Já o contingente de ocupados que trabalhavam de forma remota ficou estável (8,6 milhões) na primeira semana de agosto. O grupo de pessoas que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por causa da pandemia ou por falta de trabalho na localidade em que vive somou 18,3 milhões.

Maria Lúcia também destaca estabilidade na população ocupada (81,6 milhões) e desocupada (12,6 milhões). A taxa de desocupação ficou em 13,3%. No início da PNAD COVID19, em maio, 9,8 milhões estavam sem trabalho. “A gente observou uma queda na população desocupada no início de julho, mas houve uma estabilidade a partir de então”, disse a coordenadora da pesquisa.

A taxa de informalidade (34,2%) também ficou estável na comparação com a quarta semana de julho. Isso representava 27,9 milhões de pessoas na informalidade, cerca de 2,0 milhões a menos do que o contingente do início de maio (29,9 milhões).

Entre os informais estão os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente.

IBGE APONTA NOVA QUEDA POPULACIONAL EM ILHÉUS E CRESCIMENTO EM ITABUNA

Aumenta o índice de curados da Covid-19 em Itabuna e Ilhéus
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Estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (27) mostra queda do contingente populacional do município de Ilhéus e pequeno avanço em Itabuna.

Conforme a estimativa, Itabuna é o sexto município mais populoso do Estado, com 213.685 habitantes em 1º de julho deste ano. Eram 213.223 em 2019.

Ilhéus registrou outra queda, conforme o IBGE. Eram 162.327 habitantes em 2019. Neste ano, a estimativa caiu para 159.923.

Comparando os números de 2020 com a realidade do Censo de 2010, a queda em Ilhéus é ainda maior. Naquele ano, o Censo apontou 222.127 habitantes na Terra da Gabriela, enquanto Itabuna registrava 196.675.

OS MAIS POPULOSOS DO ESTADO

Os números do Instituto mostram que Salvador tinha, conforme estimativa, 2.886.698 habitantes no último dia 1º de julho, seguido por Feira de Santana (619,6 mil), Vitória da Conquista (341,1 mil) e Camaçari (304,3 mil). Abaixo, confira os 15 municípios mais populosos do Estado, segundo a estimativa do IBGE.

A divulgação das estimativas populacionais é feita anualmente pelo IBGE e serve de parâmetro para definir a participação de municípios e estados no FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e FPE (Fundo de Participação dos Estados). Estados e municípios podem pedir a revisão dos dados.

OS 15+ POPULOSOS DA BAHIA

Salvador – 2.886.698

Feira de Santana – 619.609

Vitória da Conquista – 341.128

Camaçari – 304.302

Juazeiro – 218.162

Itabuna – 213.685

Lauro de Freitas – 201.635

Teixeira de Freitas – 162.438

Ilhéus – 159.923

10º Jequié – 156.126

11º Alagoinhas – 152.327

12º Porto Seguro – 150.658

13º Paulo Afonso – 118.516

14º Eunápolis – 114.396

15º Santo Antônio de Jesus – 102.380

CLIQUE E CONFIRA A ESTIMATIVA POR ESTADO E MUNICÍPIO

BRASIL TEM 211,7 MILHÕES DE HABITANTES, ESTIMA IBGE

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Diário Oficial da União publica, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.  

As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado,

Os estados mais populosos são São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666), Rio de Janeiro (17.366.189) e Bahia (14.930.634).

A tabela completa, por estado, pode ser conferida no Diário Oficial.O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).

DESEMPREGO NO BRASIL SOBE PARA 13,3% NO SEGUNDO TRIMESTRE

Aumenta a taxa de desempregados|| Foto Adenir Britto
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O número de pessoas ocupadas no Brasil teve redução recorde de 9,6% no trimestre encerrado em junho. Em relação ao trimestre anterior, a queda foi de 8,9 milhões de ocupados. Com isso, a taxa de desocupação subiu para 13,3%, uma alta de 1,1% frente ao trimestre encerrado em março.

Já o número de desocupados apresentou estabilidade e foi estimado em 12,8 milhões. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

Todos os grupamentos de atividade analisados pela pesquisa sofreram queda em relação ao número de ocupados. O comércio foi o setor mais atingido: 2,1 milhões de pessoas perderam suas vagas no mercado de trabalho, uma redução de 12,3% em relação ao último trimestre.

CONSTRUÇÃO CIVIL

O contingente de ocupados na construção teve uma redução de 16,6%, o que representa menos 1,1 milhão de pessoas trabalhando no setor. Outra perda considerável foi na categoria de serviços domésticos, em que os ocupados foram reduzidos em 21,1% frente ao trimestre encerrado em março. São 1,3 milhão de pessoas a menos nesse grupamento de atividades.

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PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA CRESCE 8,9% EM JUNHO

Produção industrial registra crescimento em junho
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A produção da indústria brasileira cresceu 8,9% em junho, na comparação com maio, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a segunda alta seguida, mas ainda insuficiente para reverter a perda de 26,6%, acumulada pelo setor nos meses de março e abril, após o início do isolamento social para controle da pandemia de Covid-19.

“Embora tenha crescido numa magnitude importante, acumulando expansão de 17,9% nos meses de maio e junho, a produção industrial ainda está longe de eliminar a perda concentrada nos meses de março e de abril. O saldo negativo desses quatro meses é bastante relevante (-13,5%)”, afirma o gerente da pesquisa, André Macedo.

A produção está abaixo do que operava em 2019. Na comparação com junho do ano passado, o setor recuou 9,0%. A indústria registrou recorde negativo no fechamento do segundo trimestre deste ano (-19,4%). No acumulado do primeiro semestre, caiu 10,9%, e no ano, recuou 5,6%, queda mais elevada desde dezembro de 2016 (-6,4%).

Em junho, o avanço foi generalizado, em todas as grandes categorias econômicas e em 24 dos 26 ramos pesquisados. A alta de 8,9% foi a maior desde junho de 2018 (12,9%), quando o setor retomou a produção logo após a greve dos caminhoneiros. Mesmo com o desempenho positivo em junho deste ano, a indústria ainda está 27,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

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IBGE DIZ QUE 6,2 MILHÕES DE ANALFABETOS COM MAIS DE 15 ANOS VIVEM NO NORDESTE

Nordeste segue com alto índice de analfabetismo
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A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais no Brasil ficou em 6,6% em 2019, o que corresponde a 11 milhões de pessoas. Mais da metade dos analfabetos (56,2% ou 6,2 milhões) viviam na região Nordeste e 21,7% (2,4 milhões de pessoas) viviam no Sudeste.

Em relação a 2018, houve uma redução de 0,2% na taxa de analfabetismo, correspondendo a cerca de 200 mil analfabetos a menos em 2019. Quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos. No grupo etário de 60 anos ou mais, a taxa foi de 18,0%, o que corresponde a quase 6 milhões de pessoas.

Por sexo, na população de 15 anos ou mais, a taxa das mulheres ficou em 6,3% e dos homens, em 6,9%, tendo caído mais para as mulheres do que para os homens em relação a 2018: 0,3% e 0,1%, respectivamente. No grupo etário de 60 anos ou mais, a taxa foi igual para homens e mulheres (18,0%), se mantendo estável para os homens, mas caindo 1,1% para as mulheres.

PRETOS E PARDOS

Já na análise por cor ou raça, chama atenção a magnitude da diferença entre pessoas brancas e pretas ou pardas. Em 2019, 3,6% das pessoas de 15 anos ou mais de cor branca eram analfabetas, percentual que se eleva para 8,9% entre pretos ou pardos (diferença de 5,3%). No grupo etário de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo dos brancos alcançou 9,5% e, entre as pessoas pretas ou pardas, chegou a 27,1%.

No Brasil, a proporção de pessoas de 25 anos ou mais de idade que concluíram, no mínimo, o ensino médio passou de 47,4% em 2018 para 48,8% em 2019. Em 2016, esse percentual era de 45,0%. Cresceu também o percentual de pessoas com o ensino superior completo, que passou de 16,5% para 17,4% entre 2018 e 2019.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a educação escolar é composta pela educação básica e pela educação superior. A educação básica contempla a educação infantil (creche e pré-escola), o ensino fundamental e o ensino médio. A educação superior, por sua vez, oferece cursos de graduação, pós-graduação, sequenciais e de extensão, não sendo os dois últimos investigados na PNAD Contínua.

ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO

Na população de 25 anos ou mais, 6,4% eram sem instrução, 32,2% tinham o ensino fundamental incompleto, 8,0% tinham o ensino fundamental completo e 4,5%, o ensino médio incompleto. Ainda que esses quatro grupos tenham apresentado pequenas quedas entre 2018 e 2019, mais da metade das pessoas de 25 anos ou mais não completaram o ensino médio no Brasil.

Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, mais da metade da população de 25 anos ou mais tinha o ensino médio completo. Por outro lado, no Nordeste, 60,1% dos adultos não tinha completado o ensino médio.

Mais da metade das mulheres (51,0%) do país tinha, ao menos, o ensino médio completo, enquanto entre os homens esse percentual foi de 46,3%. Com relação à cor ou raça, 57,0% das pessoas brancas haviam completado esta etapa, já entre pretas ou pardas, esse percentual foi de 41,8%, uma diferença de 15,2%.

Além disso, a média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade passou de 8,9 anos, em 2016, para 9,4 anos, em 2019. Para as mulheres, a média foi de 9,6 anos e, para os homens, 9,2 anos. Com relação à cor ou raça, mais uma vez, a diferença foi considerável: 10,4 anos de estudo para as pessoas brancas e 8,6 anos para as pretas ou pardas.

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