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3 de março de 2021 | 08:14 am

BRASIL BATEU RECORDE DE DESEMPREGO EM 2020, APONTA IBGE

Taxa de desempregados no Brasil é a maior desde 2012
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A taxa de desemprego caiu para 13,9% no quarto trimestre de 2020, depois de atingir 14,6% no trimestre anterior. Mesmo assim a taxa média de desocupação para o ano passado foi de 13,5%, a maior desde 2012. Isso corresponde a cerca de 13,4 milhões de pessoas na fila por um trabalho no país.

No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas, chegando ao menor número da série anual. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Saímos da maior população ocupada da série, em 2019, com 93,4 milhões de pessoas, para 86,1 milhões em 2020. Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%”, explica a analista da pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy.

A pesquisa mostra que essa queda da ocupação foi disseminada por todos os trabalhadores. Em um ano, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) teve redução recorde, menos 2,6 milhões, um recuo de 7,8%, ficando em 30,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores domésticos (5,1 milhões) diminuíram 19,2%, também a maior retração já registrada.

Houve redução de 1,5 milhão de pessoas entre os trabalhadores por conta própria, que somaram 22,7 milhões, uma retração de 6,2% em relação a 2019. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,7 milhões) caiu 16,5%, menos 1,9 milhão de pessoas. Até o total de empregadores recuou 8,5%, ficando em 4,0 milhões.

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IBGE REABRE CONCURSO COM 204 MIL VAGAS PARA O CENSO 2021; NA BAHIA, SÃO 14.028 VAGAS

IBGE abre mais de 200 mil vagas em processo seletivo
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou hoje (18) o edital para o processo seletivo do Censo Demográfico 2021. No total, serão oferecidas, 204.307 vagas temporárias, das quais 181.898 para a função de recenseador, 16.959 para a atividade de agente censitário supervisor e 5.450 para o cargo de agente censitário municipal.

Para os cargos de agente censitário municipal e agente censitário supervisor, as inscrições começam amanhã (19) e vão até 15 de março. A taxa de inscrição é de R$ 39,49 e as inscrições podem ser feitas pelo site da banca de avaliação Cebraspe.

Já para as vagas de recenseador, as inscrições começam no dia 23 de fevereiro e vão até 19 de março. A taxa de inscrição é R$ 25,77 e a inscrição também pode ser feita pelo site do Cebraspe.

O salário previsto para agente censitário municipal é R$ 2.100. para agente supervisor, R$ 1.700. Já a remuneração do recenseador será por produção, calculada por setor censitário, conforme taxa fixada, unidades recenseadas (domicílios urbanos e/ou rurais), tipo de questionário (básico ou amostra), pessoas recenseadas e registro no controle da coleta de dados. O candidato poderá simular valores de remuneração por meio deste link.

A previsão é de que as provas objetivas sejam aplicadas presencialmente em 18 de abril para o cargo de agente censitário municipal e agente censitário supervisor. Já para a função de recenseador, as provas presenciais devem ocorrer no dia 25 de abril, “seguindo os protocolos sanitários de prevenção da covid-19”.

EDITAIS

De acordo com o edital, caberá ao recenseador realizar a coleta, presencialmente e/ou por telefone, das informações do Censo Demográfico 2021 em todos os domicílios do setor censitário que lhe foi atribuído no âmbito da sua área de trabalho.

Para concorrer à função de recenseador é preciso ter ensino fundamental completo. A jornada de trabalho é de, no mínimo, 25 horas semanais e a previsão de duração do contrato é de até 3 meses, podendo ser prorrogado mediante necessidade de conclusão das atividades do Censo e de disponibilidade orçamentária.

Já para as funções de agente censitário municipal e agente censitário, é exigido o ensino médio completo. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, cumprida em 8 horas diárias. A previsão de duração do contrato para as duas funções é de cinco meses, podendo ser prorrogado mediante a necessidade do Censo.

De acordo com o edital, caberá ao agente censitário municipal acompanhar as atividades da coleta de dados, garantindo a perfeita cobertura da área territorial, o cumprimento dos prazos e a qualidade das informações coletadas na cidade de trabalho. A função será ocupada pelos melhores colocados em cada município. Já aos agentes censitários caberá a supervisão, acompanhando as equipes de recenseadores em campo para esclarecimento de dúvidas.

BAHIA LIDERA CRESCIMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL, DIZ IBGE

Indústria baiana lidera crescimento
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Na passagem de outubro para novembro, a produção industrial apresentou alta em 10 dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-Regional). O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostra que a Bahia foi o estado que apresentou o melhor resultado, com crescimento de 4,9%.

A indústria no estado nordestino voltou a crescer após recuar em outubro (-0,1%), sendo a terceira influência positiva no resultado geral, além de maior taxa no absoluto. “Esse aumento em novembro na Bahia foi impulsionado pelo resultado do setor de celulose e do setor de bebidas”, afirma o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida. A Bahia é seguida por Rio Grande do Sul (3,8%) e Amazonas (3,4%).

A pesquisa do IBGE mostra também que oito localidades superaram o patamar de fevereiro, período anterior à pandemia: Amazonas (14,9%), Santa Catarina (9,5%), Ceará (7,5%), Minas Gerais (6,2%), São Paulo (6%), Paraná (5,9%), Rio Grande do Sul (5,2%) e Pernambuco (1,8%).

NÚMERO DE DESEMPREGADOS NO BRASIL CHEGA A 14,1 MILHÕES NO 3º TRIMESTRE

14,1 milhões estão desempregados, segundo IBGE || José Cruz/Agência Brasil
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O número de pessoas desempregadas chegou a 14,1 milhões no trimestre encerrado em outubro. É um aumento de 7,1% em relação ao trimestre terminado em julho, o que representa 931 mil pessoas a mais à procura de emprego no país. Com isso, a taxa de desocupação ficou em 14,3%, um crescimento de 0,5% em relação ao trimestre anterior. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além do aumento no número de pessoas à procura de emprego, houve alta de 2,8% na população ocupada, que chegou a 84,3 milhões de pessoas. “Esse cenário pode estar relacionado a uma recomposição, ao retorno das pessoas que estavam em afastamento. Nesse trimestre percebemos uma redução da população fora da força de trabalho e isso pode ter refletido no aumento de pessoas sendo absorvidas pelo mercado de trabalho e também no crescimento da procura por trabalho”, explica a analista da pesquisa Adriana Beringuy.

Apesar do aumento no número de pessoas ocupadas frente ao trimestre anterior, ainda há queda na ocupação e aumento na população fora da força quando a comparação é feita com o mesmo período de 2019.

“Se compararmos com o mesmo trimestre do ano anterior, temos uma população ocupada que é menor em quase 10 milhões de pessoas e um aumento de 12 milhões na população fora da força. Então esse pode ser um início de uma recomposição, mas as perdas acumuladas na ocupação durante o ano ainda são muito significativas”, afirma.

A analista acrescenta que a maior parte do aumento no número de ocupados veio do trabalho informal, que soma os profissionais sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores e por conta própria) ou sem remuneração (auxiliam em trabalhos para a família).

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71 MUNICÍPIOS CONCENTRAM QUASE METADE DO PIB BRASILEIRO

Cidade de São Paulo concentra PIB||Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias
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71 municípios concentram quase metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país, em 2018. Isso corresponde a apenas 1,3% das 5.570 das localidades brasileiras, e onde vivia um terço da população. Essa concentração da economia em poucos municípios, contudo, vem reduzindo, como mostra levantamento divulgado, nesta terça-feira (16), pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE).

“A ampliação do número de municípios, entre 2002 e 2018, permite identificar a tendência à desconcentração, com municípios de menor PIB ganhando participação em relação aos de maior. Em 2002, 48 municípios concentravam quase a metade do PIB (49,9%). Já em 2018, foram necessários 71 municípios para alcançar esse mesmo percentual”, explica o analista de Contas Nacionais, Luiz Antônio de Sá.

Essa desconcentração pode ser vista em outros recortes. Em 2018, oito municípios somaram quase 25% do PIB nacional: São Paulo (SP) com 10,2%; Rio de Janeiro (RJ) com 5,2%; Brasília  com 3,6%; Belo Horizonte (MG) com 1,3%; Curitiba (PR) com 1,2% e, com 1,1% cada, Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Osasco (SP). Em 2002, apenas quatro municípios detinham um quarto da economia nacional.

Entre os 25 municípios de maior PIB, 13 eram não capitais e 12 capitais em 2018. Na comparação com 2017, Belém (PA) perdeu o posto nesse ranking para a Niterói (RJ). Dentre os que não eram capitais, todos estavam na região Sudeste: 10 eram paulistas, dois fluminenses e um mineiro.

“Em 2018, os municípios das capitais representavam 31,8% do PIB nacional, menor participação da série, iniciada em 2002. A cidade de São Paulo tinha maior participação (10,2%) e Rio Branco, no Acre, era a última da posição entre as capitais, com contribuição de 0,1% entre as capitais”, detalha o analista do IBGE.

A participação dos 100 municípios com os maiores PIBs também reduziu, entre 2002 e 2018, de 60% para 55,0%. Na comparação anual, a queda de concentração foi de 0,3% percentual em relação a 2017, quando a participação era de 55,3%. Três capitais estavam fora da lista dos 100 maiores PIBs: Boa Vista (RR), na 105ª posição; Palmas (TO), na 116ª; e Rio Branco (AC), na 127ª posição.

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BRASIL: INFLAÇÃO TEM ALTA DE 0,89% EM NOVEMBRO, APONTA IBGE

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Da Agência Brasil

A inflação de novembro ficou em 0,89% com a influência da alta nos preços dos alimentos e dos combustíveis. O percentual é mais alto do que o resultado de outubro, quando ficou em 0,86%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior resultado para um mês de novembro desde 2015. Naquele momento o indicador atingiu 1,01%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado hoje (8), pelo IBGE.

No ano, o IPCA acumula alta de 3,13% e, em 12 meses, de 4,31%, o que significa que é maior do que os 3,92% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2019, o indicador havia ficado em 0,51%.

Conforme o IBGE, faltando um mês para o fechamento do ano e com o acumulado de 4,31% em 12 meses, a inflação está dentro da meta do governo e próxima ao centro da meta, atualmente estipulada em 4,0%, com margem de 1,5% de tolerância, para mais ou para menos. O gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, informou que esse acumulado ainda está influenciado pela inflação forte de dezembro do ano passado por causa das carnes. “Vamos ter que esperar para ver como vai ser o comportamento de dezembro deste ano”, apontou.

O gerente disse que o cenário de novembro é parecido com o notado nos últimos meses, em que o grupo de alimentos e bebidas continua impactando bastante o resultado. “Dentro desse grupo, os componentes que mais têm pressionado são as carnes, que nesse mês tiveram uma alta de mais de 6%, a batata-inglesa, que subiu quase 30% e o tomate, com alta de 18,45%”, disse.

Os preços de outros produtos importantes na cesta das famílias também subiram, como o arroz (6,28%) e o óleo de soja (9,24%). Após as altas, o grupo de alimentos e bebidas variou 2,54%. Outras variações positivas foram da cerveja (1,33%) e do refrigerante e água mineral (1,05%) consumidos fora do domicílio. Esses dois produtos tinham registrado queda em outubro.

TRANSPORTES

A segunda maior influência no índice de novembro foi o grupo de transportes, que teve alta de 1,33%. Neste caso, segundo a pesquisa, a inflação do grupo foi causada pelo aumento no preço da gasolina (1,64%). “É a sexta alta consecutiva da gasolina e, além disso, tivemos a alta de 9,23% do etanol e de outros componentes que têm bastante peso dentro dos transportes, como é o caso dos automóveis tanto novos quanto usados”, observou.

O pesquisador destacou, ainda, as altas de seguro voluntário de veículos e do transporte por aplicativo. Os grupos de alimentos e bebidas e transportes representaram cerca de 89% da alta do IPCA de novembro.

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EXPECTATIVA DE VIDA DO BRASILEIRO SOBE PARA 76,7 ANOS, SEGUNDO IBGE

População usa máscaras nas ruas do Rio de Janeiro, desde ontem (23) a prefeitura tornou o uso obrigatório através de decreto.
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A expectativa de vida ao nascer no Brasil em 2019 era de 76,6 anos, segundo dados da Tábua da Mortalidade, divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é 0,3 ano superior à de 2018, divulgada na pesquisa do ano passado (76,3 anos).

A Tábua da Mortalidade é divulgada anualmente pelo IBGE e usa como referência dados de 1º de julho do ano anterior.

O dado, que é uma média da expectativa de vida dos dois sexos, foi publicado na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União. A divisão do dado, por sexo, será feita às 10h pelo IBGE.

VENDAS DO VAREJO BAIANO CRESCEM 7,1% EM SETEMBRO

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Venda de material de construção teve aumento superior a 30%

As vendas no comércio varejista baiano cresceram 7,1% em setembro de 2020, na comparação com igual mês do ano anterior. Na análise sazonal, o comércio varejista na Bahia registrou taxa positiva de 0,8% frente a agosto. Devido à influencia da pandemia do Coronavírus, no acumulado do ano a taxa foi negativa em 6,2%.

Os dados, divulgados nesta quarta-feira (11), foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – realizada em âmbito nacional – e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

“Este resultado evidencia que o setor vem se recuperando, apresentando taxa positiva pelo segundo mês consecutivo na comparação anual, sendo a maior desde dezembro de 2019, e quinto na análise sazonal”, disse o secretário estadual de Planejamento, Walter Pinheiro, que ainda apontou a geração de 16.923 postos de trabalho com carteira assinada em setembro, o melhor resultado do ano e o maior saldo em setembro da última década na Bahia.

Por atividade, em setembro de 2020, os dados do comércio varejista do estado baiano, quando comparados aos de setembro de 2019, revelam que quatro dos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraram comportamento positivo: Móveis e eletrodomésticos (51,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (17,9%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,1%) e Combustíveis e lubrificantes (5,7%).

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção apresentou crescimento de 3,9% nas vendas, em relação à igual mês do ano anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação foi negativa em 5,9%.

Em relação a Material de construção, as vendas no mês de setembro foram positivas em 30,2%, na comparação com o mesmo mês de 2019. Já o segmento Veículos, motos, partes e peças registrou queda de 13,9% nas vendas em setembro de 2020, em relação à igual mês do ano anterior.

TAXA DE DESEMPREGADOS NO BRASIL ATINGE 14,4%, APONTA PESQUISA DO IBGE

Aumenta a taxa de desemprego no Brasil|| Foto Adenir Britto
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A taxa de desemprego chegou a 14,4% no trimestre encerrado em agosto, aumento de 1,6% em relação ao trimestre terminado em maio (12,9%). É a maior taxa registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012.

O número de desempregados atingiu 13,8 milhões, aumento de 8,5% frente ao trimestre anterior. São cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE).

O número de pessoas ocupadas no país caiu 5% na comparação com o trimestre encerrado em maio, totalizando 81,7 milhões. Com essa retração de 4,3 milhões de pessoas, esse é o menor contingente já registrado na série da pesquisa. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, a queda é de 12,8%, o que representa 12 milhões de pessoas a menos no mercado de trabalho.

NÃO PROCURAVA EMPREGO

A analista da pesquisa, Adriana Beringuy, afirma que, no trimestre anterior, havia a perda da ocupação e o aumento da inatividade, ou seja, as pessoas perdiam seus empregos, mas não estavam pressionando o mercado em função das medidas mais restritivas de isolamento social.

“O cenário que temos agora é da queda da ocupação em paralelo com o aumento da desocupação. As pessoas continuam sendo dispensadas, mas essa perda da ocupação está sendo acompanhada por uma maior pressão no mercado”, afirma a pesquisadora.

Com isso, o nível de ocupação foi de 46,8%, também o mais baixo da série histórica, com queda de 2,7 pontos percentuais ante o trimestre anterior (49,5%), quando, pela primeira vez na história da pesquisa, o índice ficou abaixo de 50%. No mesmo período, o número de empregados com carteira assinada caiu 6,5%, chegando a 29,1 milhões de pessoas, o menor contingente da série. É uma retração de dois milhões de pessoas com trabalhos formais.

IBGE RECOMEÇA A RESTITUIÇÃO DO VALOR DAS INSCRIÇÕES EM PROCESSO SELETIVO

O valor da taxa pode ser sacado no Banco do Brasil
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Foi reiniciada nesta segunda-feira (26) e prossegue até sexta-feira (30) a devolução do valor da taxa de inscrição para os candidatos inscritos no processo seletivo simplificado do Censo 2020 que ainda não solicitaram a quantia. É preciso comparecer a uma agência do Banco do Brasil para receber o valor correspondente.

A devolução será feita por ordem bancária associada ao nome e ao CPF do candidato – ou seja, somente o próprio candidato poderá sacar o valor, mediante apresentação de documento oficial de identidade ou CPF.

No início de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou a devolução das taxas e vem fazendo a convocação dos beneficiários por meio de várias plataformas de comunicação. Cerca de 40 mil pessoas não resgataram a taxa na primeira etapa de restituição.

O valor pode ser sacado em qualquer agência do Banco do Brasil, exceto nas agências Estilo do Banco do Brasil. Caso haja inconsistência no CPF junto à Receita Federal, o saque pode não ser efetuado, assim como no caso de cancelamento por óbito.

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DESEMPREGO ATINGE 14 MILHÕES DE PESSOAS, APONTA PESQUISA DO IBGE

Desemprego atinge 14 milhões de pessoas na quarta semana de setembro|| Foto Bruno Cecim
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O número de desempregados chegou a 14 milhões na quarta semana de setembro, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD COVID-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a taxa de desocupação ficou em 14,4%, também sem variação significativa frente à terceira semana de setembro (13,7%).

Esta é a última divulgação da PNAD COVID19 semanal. A coleta de dados por telefone continuará, para subsidiar as edições mensais da pesquisa, que devem continuar até o final do ano, trazendo dados por unidade da federação e desagregações segundo características sociodemográficas e de trabalho.

“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, diz a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

OCUPAÇÃO 

Já a população ocupada ficou em 83 milhões, estatisticamente estável na comparação com a terceira semana de setembro. “Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, acrescenta.

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VENDAS DO VAREJO BAIANO CRESCEM MAIS DE 9% EM JULHO

Comércio varejista registra crescimento de 9,7% em julho na Bahia || Foto Foto Josenildo Júnior
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As vendas no comércio varejista baiano registraram em julho de 2020 crescimento de 9,7%, frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após aumentos de 7,7% e 11,1%, respectivamente em junho e maio de 2020. No cenário nacional, a expansão nos negócios foi de 5,2 %, na mesma base de comparação. Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em âmbito nacional, divulgados nesta quinta-feira (10), e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.

Em relação a igual mês do ano anterior, devido à pandemia do coronavírus, as vendas no comércio varejista baiano registraram, em julho de 2020, recuo de 2,7%. No acumulado do ano, a taxa do volume de negócios foi negativa em 10,1%.

“O crescimento das vendas do varejo no mês de julho, em relação a junho, além refletir um impacto menor do quadro de isolamento social, evidencia uma melhora na expectativa em relação ao comportamento da economia nos próximos meses. Vale destacar que esse comportamento representa o terceiro resultado positivo verificado consecutivamente nos últimos três meses, na comparação sazonal”, ressalta o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

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AFASTADAS PELA PANDEMIA, 1,1 MILHÃO DE PESSOAS RETORNAM AO TRABALHO

Brasileiros começam a retornar ao trabalho|| Lucio BernardonJr
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Cerca de 1,1 milhão de pessoas afastadas do trabalho devido ao distanciamento social provocado pela pandemia de Covid-19 retornaram às suas atividades na primeira semana de agosto, na comparação com a quarta semana de julho. O dado é da edição semanal da PNAD COVID-19, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Não houve resultados na quinta semana de julho por causa de uma parada técnica na pesquisa.

Entre a quarta semana de julho e a primeira semana de agosto, caiu de 5,8 milhões para 4,7 milhões o número de pessoas que estavam afastadas por causa da pandemia. Também reduziu de 3,0 milhões para pouco mais de 2,2 milhões o grupo que estava distante do trabalho por outro motivo, seja por licença maternidade ou doença. Por outro lado, aumentou a população ocupada que não estava afastada (74,7 milhões).

“Isso significa que essa população afastada, por conta da pandemia ou por outros fatores, está retornando ao trabalho que tinha”, analisou a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, acrescentando que desde o início de maio, quando a pesquisa começou, a população ocupada que não estava afastada aumentou em 10,8 milhões.

TRABALHO REMOTO

Já o contingente de ocupados que trabalhavam de forma remota ficou estável (8,6 milhões) na primeira semana de agosto. O grupo de pessoas que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por causa da pandemia ou por falta de trabalho na localidade em que vive somou 18,3 milhões.

Maria Lúcia também destaca estabilidade na população ocupada (81,6 milhões) e desocupada (12,6 milhões). A taxa de desocupação ficou em 13,3%. No início da PNAD COVID19, em maio, 9,8 milhões estavam sem trabalho. “A gente observou uma queda na população desocupada no início de julho, mas houve uma estabilidade a partir de então”, disse a coordenadora da pesquisa.

A taxa de informalidade (34,2%) também ficou estável na comparação com a quarta semana de julho. Isso representava 27,9 milhões de pessoas na informalidade, cerca de 2,0 milhões a menos do que o contingente do início de maio (29,9 milhões).

Entre os informais estão os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente.

IBGE APONTA NOVA QUEDA POPULACIONAL EM ILHÉUS E CRESCIMENTO EM ITABUNA

PEC que prevê aumento de FPM para os municípios deve ser votada nesta terça
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Estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (27) mostra queda do contingente populacional do município de Ilhéus e pequeno avanço em Itabuna.

Conforme a estimativa, Itabuna é o sexto município mais populoso do Estado, com 213.685 habitantes em 1º de julho deste ano. Eram 213.223 em 2019.

Ilhéus registrou outra queda, conforme o IBGE. Eram 162.327 habitantes em 2019. Neste ano, a estimativa caiu para 159.923.

Comparando os números de 2020 com a realidade do Censo de 2010, a queda em Ilhéus é ainda maior. Naquele ano, o Censo apontou 222.127 habitantes na Terra da Gabriela, enquanto Itabuna registrava 196.675.

OS MAIS POPULOSOS DO ESTADO

Os números do Instituto mostram que Salvador tinha, conforme estimativa, 2.886.698 habitantes no último dia 1º de julho, seguido por Feira de Santana (619,6 mil), Vitória da Conquista (341,1 mil) e Camaçari (304,3 mil). Abaixo, confira os 16 municípios mais populosos do Estado, segundo a estimativa do IBGE.

A divulgação das estimativas populacionais é feita anualmente pelo IBGE e serve de parâmetro para definir a participação de municípios e estados no FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e FPE (Fundo de Participação dos Estados). Estados e municípios podem pedir a revisão dos dados.

OS 16+ POPULOSOS DA BAHIA

Salvador – 2.886.698

Feira de Santana – 619.609

Vitória da Conquista – 341.128

Camaçari – 304.302

Juazeiro – 218.162

Itabuna – 213.685

Lauro de Freitas – 201.635

Teixeira de Freitas – 162.438

Ilhéus – 159.923

10º Barreiras – 156.975

11º Jequié – 156.126

12º Alagoinhas – 152.327

13º Porto Seguro – 150.658

14º Paulo Afonso – 118.516

15º Eunápolis – 114.396

16º Santo Antônio de Jesus – 102.380

CLIQUE E CONFIRA A ESTIMATIVA POR ESTADO E MUNICÍPIO

BRASIL TEM 211,7 MILHÕES DE HABITANTES, ESTIMA IBGE

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Diário Oficial da União publica, nesta quinta-feira (27), portaria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga as estimativas da população para estados e municípios, com data de 1º de julho de 2020.  

As estimativas mostram que o Brasil já tem uma população de 211.755.692 de pessoas. Em 2019, a população estimada era de 210.147.125 pessoas. De acordo com a projeção, o Brasil ganhou mais 1,6 milhão de habitantes em relação ao ano passado,

Os estados mais populosos são São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666), Rio de Janeiro (17.366.189) e Bahia (14.930.634).

A tabela completa, por estado, pode ser conferida no Diário Oficial.O Distrito Federal já conta com uma população de 3.055.149 habitantes. Roraima é o estado com a menor estimativa populacional (631.181).

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