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19 de fevereiro de 2020 | 07:56 am

IBGE ESTIMA CRESCIMENTO DE 5% NA PRODUÇÃO DE CACAU NA BAHIA

Produção de cacau na Bahia deve atingir 110 mil toneladas
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A safra de cacau baiana deve atingir, neste ano, 110 mil toneladas, uma alta de 4,8% em relação ao ano anterior. A previsão consta no primeiro Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA),do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo ao mês de janeiro. No geral, o órgão estima em torno de 8,6 milhões de toneladas a produção de cereais, oleaginosas e leguminosas para este ano na Bahia. O volume representa uma expansão de 3,5% na comparação com o mesmo período de 2019.

Em relação à área plantada, o IBGE calcula avanço de 0,7% na comparação anual, registrando uma extensão de cerca de 3,2 milhões de hectares.  As projeções indicam uma produção de mandioca de 963 mil toneladas, mantendo-se estável em relação à safra passada. Para a lavoura da cana-de-açúcar, produção deve ser de quatro milhões de toneladas, o que indica uma retração de 3,9% em relação à colheita anterior.

O algodão teve sua produção projetada em 1,5 milhão de toneladas, representando uma ligeira alta de 0,8%, em relação à safra anterior. A área plantada de 350 mil hectares corresponde a uma expansão de 5,4% na mesma base de comparação.

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SOJA SERÁ RESPONSÁVEL POR METADE DA PRODUÇÃO DE GRÃOS NESTE ANO, ESTIMA IBGE

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Soja deve bater recorde na safra 2020

A soja deve representar metade do volume de toda produção brasileira de grãos em 2020, segundo as estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa prevê que a safra brasileira deverá ser a maior da série histórica do instituto, iniciada em 1975, chegando a 246,7 milhões de toneladas, 2,2% acima do resultado de 2019.

A estimativa é de recorde também na produção de soja, com alta de 8,7% em relação a 2019, totalizando 123,3 milhões de toneladas, e na safra de algodão, com aumento de 1,6%, chegando a 7 milhões de toneladas.

A soja, o milho e o arroz são os três principais produtos, que, somados, representaram 93,2% da estimativa da produção e responderam por 87,2% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 1,3% na área do milho, de 2,4% na área da soja e declínio de 2,5% na área de arroz. Preços favoráveis ao produtor vêm incentivando o cultivo do milho e da soja.

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SAFRA DE GRÃOS DEVE SER RECORDE E ATINGIR 243 MILHÕES DE TONELADAS NESTE ANO

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Safra de grãos será recorde em 2020

As safras de grãos, cereais e leguminosas em 2019 e 2020 devem registrar dois recordes, tornando-se as maiores da série histórica iniciada em 1975. Com 241,5 milhões de toneladas em 2019, e 243,1 milhões de toneladas neste ano, as duas safras superam o recorde de 2017, de 238,4 milhões de toneladas. As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira (8).

Em 2020, houve crescimento de 1,7 milhão de toneladas (0,7%) em relação a 2019. Analisando os cinco produtos de maior importância para a próxima safra, apenas o milho, na 2ª safra apresentou estimativa de produção menor que em 2019, de 10,4%. Apresentam variação positiva o algodão  (2,7%), o feijão 1ª safra (3,3%), o arroz (0,9%), o milho 1ª safra (1,8%) e a soja (7,8%), essa última sendo um novo recorde da série histórica do IBGE.

Com relação à área prevista, apresentam variação positiva o algodão herbáceo em caroço (7,1%), o feijão 1ª safra (2,1%), a soja (2,3%) e o milho 1ª safra (1,9%). O arroz em casca apresenta variação negativa de 2,1%, enquanto o milho 2ª safra manteve a área do ano anterior (0%).

QUEBRA DA SAFRA EM 2018

O pesquisador do IBGE Carlos Barradas explica que o recorde consecutivo ocorre após uma quebra de safra em 2018, comprometida por problemas climáticos de seca e aumento de temperatura enfrentados em estados como Paraná, São Paulo, Goiás, Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

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EMPREGO: IBGE ABRE VAGAS NO SUL DA BAHIA COM SALÁRIO QUE CHEGA A R$ 3,1 MIL

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Processo seletivo oferece mais de R$ 2,6 mil vagas em todo o País

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou, nesta quarta-feira (25), um novo edital para o Censo Demográfico 2020. São oferecidas 1.343 vagas para coordenador censitário subárea e outras 1.315 para agente censitário operacional, distribuídas por 1.031 municípios de todos os estados. Ambas as funções exigem nível médio completo.

No sul da Bahia, as vagas são para lotação nos municípios de Camacan, Ibicaraí, Ilhéus, Ipiaú, Itabuna, Itacaré e Uruçuca. As oportunidades nessas localidades são para a função de coordenador censitário subárea. No estado, o  maior número de vagas é para Salvador, com previsão de contratar 68 agentes censitários operacionais.

As inscrições estão abertas até 15 de outubro de 2019 e serão feitas pelo site da Fundação Getúlio Vargas, banca organizadora do processo seletivo. A taxa varia de R$ 42,50 a R$ 58,00. As provas estão previstas para 8 de dezembro e serão realizadas em todos os municípios onde há vagas.

SALÁRIO CHEGA A R$ 3,1 MIL MENSAIS

As remunerações mensais serão de R$ 3.100 para coordenador censitário subárea e de R$ 1.700 para agente censitário operacional. Além disso, os candidatos a coordenador censitário subárea devem ter carteira nacional de habilitação definitiva ou provisória, dentro do prazo de validade, no mínimo para categoria B.

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DIÁRIO OFICIAL PUBLICA LEI QUE INCLUI AUTISMO NOS CENSOS DO IBGE

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Diário Oficial da União publica em sua edição desta sexta-feira (19) a Lei nº 13.861/2019, sancionada nessa quinta-feira (18) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ela trata da inclusão de informações específicas sobre pessoas com autismo, nos censos demográficos realizados a partir deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Atendendo à necessidade da comunidade autista no Brasil e reconhecendo a importância do tema, sancionamos hoje a Lei 13.861/2019 que inclui dados específicos sobre autismo no Censo do IBGE. Uma boa tarde a todos!”, escreveu o presidente da República, em sua conta no Twitter.

A lei sancionada pelo presidente altera a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, para incluir as especificidades inerentes ao transtorno do espectro autista nos censos demográficos. Atualmente, não existem dados oficiais sobre as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Brasil.

A expectativa inicial era que presidente vetasse o texto e tentasse incluir eventuais questionamentos sobre os autistas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Pelo Twitter, Bolsonaro chegou a compartilhar, na semana passada, um vídeo da presidente do IBGE, Susana Guerra, em que ela defendia a inclusão dos autistas na PNAD e não no censo demográfico.

Os dois levantamentos são organizados pelo IBGE, mas o censo é realizado a cada dez anos e apura a totalidade dos dados demográficos. Nesta quinta-feira pela manhã, no Palácio do Alvorada, o presidente chegou a dizer, a um grupo de pessoas que pediam a sanção do projeto, que seguiria a orientação de sua equipe, favorável ao veto.

AUTISMO

O Transtorno do Espectro Autista resulta de uma desordem no desenvolvimento cerebral e engloba o autismo e a Síndrome de Asperger, além de outros transtornos, que acarretam modificações na capacidade de comunicação, na interação social e no comportamento. A estimativa é que existam 70 milhões de pessoas no mundo com autismo, sendo 2 milhões delas no Brasil.

IBGE ABRE 400 VAGAS EM PROCESSO SELETIVO DE ANALISTA CENSITÁRIO; O SALÁRIO É R$ 4,2 MIL

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Inscrições até o final deste mês e há vagas para a Bahia

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu, nesta segunda-feira (8), para o processo seletivo que oferece 400 vagas temporárias para trabalhar no Censo Demográfico, em 20 áreas de conhecimento de nível superior. O candidato tem até o dia 23 deste mês para se inscrever e as provas estão previstas para 1º de setembro.

Os contratados terão direito aos auxílios alimentação, transporte e pré-escolar, assim como a férias e 13º salário proporcionais, de acordo com a legislação que regulamenta este tipo de contratação. A remuneração mensal prevista é de R$ 4.200,00.

O período máximo da contratação é de 12 meses. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período, de acordo com a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários. O desempenho dos contratados será avaliado mensalmente.

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O NORDESTE, CABRA DA PESTE

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Efson Lima

 

Nordeste é um complexo de múltiplas identidades. De múltiplos sonhos. Nordeste – tu, você, cê, oxente, continua sendo uma terra abençoada. Compreendê-lo é um desafio para nós, que aqui nascemos e/ou moramos e o mundo. Oxalá!

 

O mês de junho de 2019 chegou ao fim. Para nós baianos e nordestinos é um dos meses – para não ser taxativo – que as tradições ganham fôlego e mostram o quanto temos de identidade. Na, quinta-feira última (04), no almoço com colegas de trabalho e à noite, após encontro de grupos de pesquisa sobre Direito e Literatura, o tema Nordeste voltou à mesa.  E tinha que voltar, afinal, o povo do sertão com o povo da capital juntos reascendem a fogueira. Na mesa havia um gaúcho. Assim, melhor ficou evidenciado o ser nordeste para os baianos. Não é o debate do pior e/ou melhor, apenas discorrendo sobre o sujeito cultural.

De início, a expressão “cabra da peste” marcante e ligada a nossa gente possui mais de uma versão. Há quem considere que a expressão é usada referendar o sujeito destemido, mas também pode ser dita em situação de ofensa. Será que no primeiro caso seria a confirmação do registro de Euclides da Cunha em Os Sertões, onde “o sertanejo antes de tudo é um forte”?

No Dicionário do Folclore Brasileiro, Luiz da Câmara Cascudo afirma que “cabra” era como os navegadores portugueses referendavam os índios que “ruminavam o bétel” planta com folhas de mascar. Ao longo do tempo, o animal pode ter sido visto como sinônimo de homem forte em decorrência do leite – percebido mais denso e nutritivo que o da vaca.  Há indicativo que a conotação com “peste” surgiu em virtude da má fama da cabra, identificada como sendo simpática ao diabo na tradição nordestina. Lembro que quando criança, falar o termo “peste” merecia uma tapa da minha mãe, pai, tio, irmãos…

Na Bahia, quem ainda não ouviu Raiz de Todo Bem, do compositor Saulo Fernandes, cantada na voz do mesmo, que parece um hino para Salvador, identifica a expressão facilmente: “Oxente, ‘cê num ‘tá vendo que a gente é nordeste?/Cabra da peste Sai daí batucador”? Mais que um conjunto de palavras, é a representação da nossa identidade, dos nossos sentidos e signos. Sou eu e você! Somos nós!

Do ponto de vista das regiões do Brasil, no ano de 1940, o país tinha as seguintes regiões: Norte, Nordeste, Este, Centro e Sul. No ano de 1950, os Estados do Maranhão e Piauí passaram a compor a Região Nordeste (antes estavam relacionadas ao Norte). O Estado da Bahia só foi incorporado ao Nordeste a partir de 1970.  Antes, estávamos de mãos dadas com os Estados de Sergipe e Espírito Santo na denominada região “ESTE”. Sudeste nem existia.  Registra-se que essas divisões foram sendo sistematizadas a partir de 1913. Geográfico o parágrafo, mas nos oferece uma dimensão política e como foi processada a construção das identidades regionais. A forma do mapinha atual tem sua divisão estabelecida em 1970 pelo IBGE. Aí, sim, caba da peste, somos Nordeste? Não, já nutríamos esse sentimento. Foi um redesenhar.

Abordar Nordeste é muito mais que tomá-lo simplesmente como um espaço geográfico, é recorrer aos povos originários, às tradições orais, à História do Brasil, às invasões, à lavoura da cana de açúcar, falar do mar e das praias, da mata atlântica, do cacau. É enfrentar o problema da desigualdade socioeconômica e da concentração de terras. Euclides Neto, que pertenceu o quadro de membros da Academia de Letras de Ilhéus, já tratou deste assunto. É relembrar literatura e compreender um sentido de território muito mais amplo que um mero signo geográfico, como sinaliza Milton Santos, baiano e com circulação em Ilhéus, professor do IME e também pertenceu a Academia de Letras de Ilhéus.  Símbolo maior da geografia nacional e uma das estrelas da geografia no mundo. Pena que pessoas como ele  têm sido maltratadas na quadra atual.

O obscurantismo parece ser o caminho. Graças que estamos protegidos pelos nordestinos, que ousam não ser seduzidos pelos caminhos fáceis. Nordeste é tratar da proposta educacional de Paulo Freire, Anísio Teixeira… propostas emancipadoras e que apresentam sentidos mais humano e problematizador.

Nordeste é terra de Ariana Suassuna, que aulas mágicas sobre cultura foram proferidas. Encantador. O “oxente” tão bem defendido. De José Lins do Rego, dos engenhos de açúcar e as pontadas do regionalismo.  Do nosso eterno Jorge, o nosso Amado. De Rachel de Queiroz, saudade do Quinze.

Falar de nordeste é tocar na literatura de cordel. É ver a magia de Janete Lainha pelas ruas de Ilhéus e nas praias. De nossos cantores e compositores como Dorival Caymmi. É terra de Lampião e de Maria Bonita. Das lendas e dos mitos. Da Terra onde padre tem muler. É encontro de religiões… É terra de Padim Cícero e de Mãe Menininha, de Mãe Stella de Oxóssi. É ter suas histórias e estórias contadas por escolas de samba do Rio e de São Paulo. Por sinal, Mangueira já sambou o sertão, que enredo arrebatador.  É ver São Paulo com a ajuda de mãos nordestinas subir.  Nordeste é terra – mãe.

É terra de juristas: Teixeira de Freitas, de Rui Barbosa, de Orlando Gomes. É terra do nosso grande tributarista, a maior autoridade viva do direito na Bahia; um de nossos símbolos no Brasil, professor Edvaldo Brito, vivíssimo e atuante. A mim, mais que um advogado, um gigante na docência. Exemplo a ser seguido de comprometimento e dedicação à docência.

Recorri aos personagens recentes, que viveram no século XX ou alcançaram esse século. Muitos outros, que descansam na infinitude, poderiam ser convidados a falar, mas optei por deixá-los lá, quietos.  Com a vênia, como ainda estamos no clima do 2 de Julho, com carinho mencionamos Maria Quitéria, nossa heroína da Independência brasileira. Afinal, caso os portugueses não tivessem sido expulsos, imagino que Bahia não seria Brasil. Oh, céus! Perdoe-me. Isto é Nordeste. Isto é vida.

Nordeste é um complexo de múltiplas identidades. De múltiplos sonhos. Nordeste – tu, você, cê, oxente, continua sendo uma terra abençoada. Compreendê-lo é um desafio para nós, que aqui nascemos e/ou moramos e o mundo. Oxalá!

Efson Lima é advogado, coordenador-geral da Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da Faculdade 2 de Julho, coordena o Laboratório de Empreendedorismo, Criatividade e Inovação e é doutorando, mestre e bacharel em Direito pela UFBA.

1,2 MILHÃO PERDERAM EMPREGO NO PRIMEIRO TRIMESTRE E 13,4 MILHÕES BUSCAM TRABALHO

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Desemprego segue alto no Brasil|| Foto Pedro Ventura/Agência Brasília

Mais de 1,2 milhão de pessoas entraram para a população desocupada no primeiro trimestre do ano, na comparação com o último trimestre de 2018. Com isso, o total de pessoas à procura de emprego no país chegou a 13,4 milhões. A taxa de desocupação subiu para 12,7%, mas ainda é inferior aos 13,1% atingidos no primeiro trimestre do ano passado.

Esses são os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada na terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As maiores quedas no número de ocupados foram no setor da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com menos 332 mil pessoas, seguido por construção civil, com perda de 228 mil pessoas. Os outros setores ficaram estáveis.

“Existe uma sazonalidade na administração pública, representada principalmente pelas prefeituras, que contratam servidores temporários e os demitem no início do ano”, explica o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

O contingente de 32,9 milhões de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada ficou estável frente ao último trimestre de 2018. Já a categoria dos empregados desse setor sem carteira de trabalho assinada registrou perda de 365 mil postos de trabalho, caindo para 11,1 milhões de pessoas. Observou-se também um aumento no rendimento médio dos trabalhadores sem carteira.

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FPM:JEQUIÉ, IBIRAPITANGA E PAU BRASIL RECEBERÃO MENOS DINHEIRO EM 2019

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Jequié e Ibirapitanga vão receber menos verbas

A estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada na edição de quarta-feira (29) no Diário Oficial da União, indica que 56 municípios baianos vão receber menos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Na lista, estão localidades do sul, extremo-sul, baixo-sul e sudoeste do estado.
No sul da Bahia, a redução no número de moradores terá impacto negativo nas finanças do município de Ibirapitanga, que terá o FPM reduzido de 1,4 para 1,2 no coeficiente de 2019. Em Pau Brasil, o repasse cai de 0,8 para 0,6. Em Ibirataia, o coeficiente será reduzido de 1,2 para 1,0; em Belmonte, a baixa será de 1,4 para 1,2, segundo cálculos da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
No sudoeste, a redução no número de habitantes afetará as receitas em Jequié. O coeficiente passará de 4,0 para 3,8. Em Itabela, no extremo-sul, o repasse sairá da classificação 1,6, para 1,4. Em Igrapiúna, no baixo-sul, a redução será de 1,0 para 0,8. A reclassificação, que será confirmada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), vale para o exercício 2019.

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ILHÉUS E ITABUNA PERDEM 21 MIL HABITANTES EM APENAS UM ANO, APONTA IBGE

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Itabuna e Ilhéus perdem mais de 21 mil habitantes em um ano, segundo IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quarta (29), estimativa populacional dos 5.570 municípios. De acordo com o órgão federal, a Bahia perdeu mais de 530 mil habitantes. Itabuna, que sempre apresentava números crescentes, também registrou queda nesta estimativa que tem como base 1º de julho de 2018. Ilhéus, idem.
Segundo o IBGE, o contingente populacional de Itabuna caiu de 221.046 para 212.740 habitantes, o que representa 8.306 moradores a menos.
Ilhéus, que chegou a ter cerca de 250 mil habitantes na década de 90, também registrou redução – e maior. De 178.210 habitantes em 2017 para 164.844 agora em 2018, menos 13.366 habitantes.
Juntos, Itabuna e Ilhéus “perderam”, pela estimativa do IBGE, 21.672 habitantes. Os dois municípios possuem os dois maiores contingentes populacionais do sul da Bahia.
ERRO HISTÓRICO DO IBGE

Nazal: erro histórico do IBGE em Ilhéus

Vice-prefeito de Ilhéus e ex-secretário de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável, José Nazal diz que Ilhéus vem anotando crescimento negativo irreal. A “Prova dos Nove”, sustenta, virá com a contagem populacional de 2020.
Ainda para ele, esse crescimento negativo é reflexo de engano nos censos populacionais de 1991 e 2000. Questionado pelo PIMENTA.blog se essa redução de 2017 para 2018 significará perdas em repasses constitucionais para Ilhéus, a exemplo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), Nazal disse que não.
10 MAIORES NO NEGATIVO
De acordo com a estimativa divulgada hoje, Salvador, que também teve crescimento negativo, tem 2.857.329 habitantes. Feira de Santana possui 609.913 habitantes e Vitória da Conquista é o terceiro mais populoso: 338.885 moradores. Camaçari caiu para 293.723 habitantes.
Juazeiro registrou queda menor que a de Itabuna e aparece agora como quinto mais populoso, com 215.183 habitantes. Lauro de Freitas tem 195.095. Teixeira de Freitas registrou queda, mas superou Jequié, com 158.445 e 155.800 habitantes, respectivamente. Barreiras aparece com 153.831, também em queda.

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