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14 de abril de 2021 | 02:08 am

NORDESTE REGISTROU AUMENTO NA CONCENTRAÇÃO DE RENDA EM 2019

Nordeste tem aumento na concentração de renda|| Foto Rita Martins/Agência IBGE Notícias
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A concentração de renda per capita, medida pelo índice de Gini, mostrou estabilidade (0,543) no Brasil, em 2019, na comparação com o ano anterior (0,545). Houve redução em todas as regiões, com exceção do Nordeste, onde a desigualdade aumentou de 0,545 para 0,559. Os dados são do módulo Rendimento de Todas as Fontes, da PNAD Contínua, divulgado nesta quarta-feira  (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um dos principais indicadores de medida da desigualdade de renda, o índice de Gini varia de zero a um. Quanto mais próximo de zero, melhor é a distribuição de renda de um país e quanto mais perto de um, mais desigual é a economia.

“Essa estabilidade do índice de Gini no ano passado, com uma leve tendência de queda, deve-se aos ganhos de renda em praticamente todas as faixas. Os maiores foram registrados nas faixas centrais de distribuição (2,6%) e entre o 1% mais rico (2,7%). Os importantes ganhos das faixas intermediárias equalizaram a distribuição desigual de renda, mantendo-a relativamente estável. O rendimento médio per capita de todas fontes subiu 1,4% e chegou a R$ 1.406 em 2019”, disse a analista da pesquisa, Alessandra Scalioni Brito.

Embora a concentração de renda tenha caído em quase todas as grandes regiões brasileiras, sendo o menor índice no Sul (0,467) e a maior redução no Norte (de 0,551 para 0,537), a alta na desigualdade do Nordeste, que passou de 0,545 para 0,559, contribuiu com a estabilidade do índice de Gini em 2019.

SUDESTE

“O Sudeste pesa muito no indicador de distribuição de renda. Nessa região, tivemos uma redução importante na concentração de renda (0,533 para 0,527), mas o Nordeste também concentra população, e sua alta desigualdade parece ter pesado, impedindo a redução do Gini nacional. No Nordeste, tivemos uma forte alta na renda da população 1% mais rica (14,9%) e uma perda de rendimentos (-5%) na fatia 10% mais pobre. Isso aumentou a desigualdade na região”, acrescentou a analista.

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NÚMERO DE DESEMPREGADOS NO BRASIL SOBE PARA 12,9 MILHÕES NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Aumenta a taxa de desempregado no primeiro trimestre, diz IBGE
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A taxa de desocupação subiu para 12,2% no primeiro trimestre deste ano.  Um aumento de 1,3% em relação ao último trimestre de 2019, segundo a PNAD Contínua divulgada, nesta quinta-feira (30), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se de 1,2 milhão de pessoas a mais na fila por um emprego. O Brasil soma 12,9 milhões de desempregados.

“Esse crescimento da taxa de desocupação já era esperado.  O primeiro trimestre de um ano não costuma sustentar as contratações feitas no último trimestre do ano anterior. Essa alta na taxa, porém, não foi a das mais elevadas. Em 2017, por exemplo, registramos 1,7%”, disse a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, observando que na comparação com o primeiro trimestre de 2019 (12,7%), a taxa de desocupação do primeiro trimestre deste ano caiu (-0,5%).

Beringuy destaca também a queda de 2,5% no contingente da população ocupada, cerca de 2,3 milhões de pessoas. Segundo ela, foi o maior recuo de toda a série histórica e refletiu nos serviços domésticos (-5,9%), que também apresentou a maior queda da série. O recuo de 7% no emprego sem carteira assinada do setor privado também foi recorde. Emprego com carteira e o conta própria sem o CNPJ também caíram. 

“Ou seja, foi uma queda disseminada nas diversas formas de inserção do trabalhador, seja na condição de trabalhador formal ou informal. O movimento, contudo, foi mais acentuado entre os trabalhadores informais. Das 2,3 milhões de pessoas que deixaram o contingente de ocupados, 1,9 milhão é de trabalhadores informais”, disse a analista da pesquisa.

TAXA DE INFORMALIDADE

Com isso, a taxa de informalidade teve uma pequena variação de 41% no último trimestre  de 2019 para 39,9% no primeiro trimestre deste ano, o que representa 36,8 milhões de trabalhadores. Os informais são os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregadores sem CNPJ, os conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

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IBGE ESTIMA CRESCIMENTO DE 5% DA PRODUÇÃO DE GRÃOS NA BAHIA

Safra de grãos será recorde
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O terceiro Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo ao mês de março, estimou a produção baiana de cereais, oleaginosas e leguminosas para este ano em torno de 8,7 milhões de toneladas, o que representa uma expansão de 5,0% na comparação com 2019.

Em fevereiro, o levantamento apontava uma produção total de 8,8 milhões de toneladas. Em relação à área plantada, o IBGE projeta uma ligeira retração de 0,7% na comparação anual, registrando uma extensão de cerca de 3,1 milhões de hectares. As informações, divulgadas nesta quinta-feira (9), foram sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

A produção de soja, lavoura cuja colheita já está em andamento, continuou estimada em 5,5 milhões de toneladas, em área plantada de 1,6 milhão de hectares, o que resulta numa expansão de 4,0% em comparação com o volume produzido na safra anterior.

A estimativa para a safra de milho foi mantida em 1,9 milhão de toneladas, plantadas em 593,5 mil hectares, representando uma alta de 14,8% em relação a 2019. A primeira safra do cereal deve ser responsável  por 1,5 milhão de toneladas, em 363,5 mil hectares. Por sua vez, a expectativa para a segunda safra da lavoura é de 359 mil toneladas plantadas em 230 mil hectares.

A previsão para o feijão também foi mantida, sendo estimado um total de 321 mil toneladas, superando em 10,7% a produção de 2019. A área plantada totaliza 456 mil hectares. A principal contribuição virá da segunda safra cujo volume estimado é de 184,2 mil toneladas, o que representa uma alta de 56,6% na comparação anual.

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IBGE APONTA QUEDA DE 50% NO CONSUMO DE FEIJÃO PELOS BRASILEIROS

Consumo de feijão pelos brasileiros cai pela metade
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O arroz com feijão, dupla clássica na alimentação do brasileiro, teve uma redução considerável nas quantidades adquiridas no consumo domiciliar. É o que mostra uma análise histórica do módulo Avaliação Nutricional da Disponibilidade Domiciliar de Alimentos da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017/2018, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, em 15 anos, a quantidade média per capita anual de feijão caiu 52%, variando de 12,394 kg, na edição 2002/2003 da pesquisa, para 5,908 kg em 2017/2018. Já a quantidade de arroz caiu 37% nesse período, indo de 31,578 kg para 19,763 kg.

Para o analista da pesquisa, José Mauro de Freitas, a queda na aquisição desses dois produtos é bastante significativa e pode ter múltiplas causas, como o aumento da importância da alimentação fora de casa e as mudanças de hábitos alimentares. “Questões econômicas como a variação de preços e da renda também são importantes e devem ser consideradas”, analisa.

Embora a pesquisa aponte a queda na aquisição dos dois produtos, José Mauro chama atenção para a relevância que eles ainda têm na mesa dos brasileiros. “É importante também notar que tanto o arroz quanto o feijão ainda contribuem significativamente na composição das calorias disponíveis dos produtos in natura adquiridos pelas famílias brasileiras. Até mesmo quando consideramos as calorias totais. O arroz, por exemplo, contribui com 15,6% e o feijão com 4,3%”, explica.

Assim como o feijão e o arroz, outros produtos também tiveram uma queda relevante. A farinha de mandioca (2,332 kg por pessoa/por ano), por exemplo, teve sua aquisição média per capita caindo em 70% entre a POF 2002/2003 e 2017/2018, enquanto a farinha de trigo caiu 56% no mesmo período. Esses foram os produtos que apresentaram o maior percentual de queda. Já o leite teve uma redução de 42%, indo de 44,405 kg para 25,808 kg.

AUMENTA O CONSUMO DE OVOS

Nesse mesmo período, os produtos que se destacaram no aumento de suas quantidades per capita média adquiridas foram os ovos (94%), os alimentos preparados e misturas industriais (56%) e as bebidas alcoólicas (19%). Para o pesquisador do IBGE, o aumento na aquisição dos ovos pode ser explicado por uma mudança de percepção da sociedade em relação ao alimento, que, de acordo com ele, não era considerado saudável na época em que a POF 2002/2003 foi feita.

“Se isso era científico ou não é uma outra discussão. O fato é que, de lá para cá, o ovo, pelo menos, publicamente, deixou de ser um alimento a ser evitado. Por uma outra perspectiva, os ovos são uma fonte comum de substituição de proteína animal quando os preços das carnes aumentam. Se é uma substituição econômica ou mudança de hábitos alimentares é difícil dizer. O que a pesquisa mostra, e esses são os dados, é que a aquisição de ovos aumentou significativamente”, afirma o pesquisador.

IBGE VAI MONITORAR REGISTROS DE CASOS DO CORONAVÍRUS

Sul da Bahia tem 270 casos de coronavírus confirmados
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai iniciar um monitoramento nacional do novo coronavírus, que teve o primeiro paciente registrado no Brasil no dia 26 de fevereiro. Nesta terça-feira (2) os casos chegam 6,8 mil, com 241 mortes confirmadas em decorrência da doença no país.

Segundo o IBGE, a parceria fechada com o Ministério da Saúde vai implementar uma versão inédita da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), com foco no monitoramento da covid-19.

O estudo formará um “painel longitudinal representativo da população brasileira”, de acordo com o instituto, aplicando o questionário para o mesmo grupo de pessoas, a fim de apresentar os resultados dos casos de síndrome gripal em dados agrupados para Brasil, grandes regiões e unidades da Federação.

Chamado de Pnad-Covid, o levantamento será feito pelo IBGE de forma remota, com pesquisa por meio do telefone com as mesmas pessoas por pelo menos três meses. As estatísticas oficiais obtidas serão divulgadas semanalmente. O detalhamento da pesquisa e o cronograma ainda não foram finalizados pelo IBGE. Da Agência Brasil.

DESEMPREGO AUMENTA PARA 11,6%, DIZ IBGE

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A taxa de desocupação subiu para 11,6% no trimestre encerrado em fevereiro, atingindo 12,3 milhões de desempregados, segundo a PNAD Contínua, divulgada nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desempenho, na comparação com o trimestre terminado em novembro (11,2%), interrompeu dois trimestres seguidos de quedas estatisticamente significativas no desemprego.

Já a taxa de informalidade caiu de 41,1% no trimestre de setembro a novembro de 2019 para 40,6% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano, mais ainda representando um total de 38 milhões de informais. Nesse grupo estão os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregadores sem CNPJ, os conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

De acordo com a analista da pesquisa do IBGE, Adriana Beringuy, essa queda da informalidade está concentrada na redução de contingentes de trabalhadores por conta própria sem CNPJ e também de trabalhadores empregados sem carteira.

“A gente ainda vive sob a influência do mês de dezembro, em que tivemos um desempenho muito bom das contratações com carteira trabalho. Muitas pessoas foram contratadas via carteira de trabalho no comércio, o que deu um pouco mais de consistência aos dados de formalidade. Isso pode estar contribuindo para a queda na quantidade de informais”, avaliou, lembrando que o rendimento médio real habitual (R$ 2.375) no trimestre terminado em fevereiro ficou estável nas duas comparações.

Ainda de acordo com a PNAD Contínua, o total de pessoas fora da força de trabalho chegou a 65,9 milhões, patamar recorde desde o início da pesquisa, no primeiro trimestre de 2012. São pessoas que não procuram trabalho, mas que não se enquadram no desalento (pessoas que desistiram de procurar emprego). Os desalentados somam 4,7 milhões, quadro estatisticamente estável em ambas as comparações.

ÁREA AGRÍCOLA CRESCE 44% E OCUPA 7,6% DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

Brasil registra crescimento de área agrícola
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A área agrícola do Brasil cresceu 3,3% entre 2016 e 2018, como aponta o Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra, divulgado nesta quinta-feira  (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Desde o início da série histórica da pesquisa, em 2000, a área agrícola cresceu 44,8%, chegando a 664.784 km² em 2018, o equivalente a 7,6% do território nacional, considerando a parte terrestre e marítima do país.

Entre 2000 e 2012, cerca de 20% das novas áreas agrícolas vieram da conversão de pastagem com manejo, mas, a partir de 2012, esse número subiu para 53%.  “De todas as mudanças de cobertura e uso que aconteceram em 2016, 2018,16% delas foram conversão de pasto com manejo para área agrícola”, destaca o gerente de Recursos Naturais do IBGE, Fernando Peres, explicando que o tipo de pastagem é caracterizado pela limpeza, adubação, aplicação de herbicidas e plantio.

Segundo o pesquisador do IBGE, a conversão de pastagem com manejo para área agrícola é um método habitual entre os produtores brasileiros. “Temos observado que a dinâmica de ocupação, tanto em áreas florestais como de cerrado, segue uma sequência. Primeiro vem a retirada da vegetação nativa, seguida da instalação de pastagens e, depois de alguns anos, a implantação de áreas agrícolas”, explica.

A expansão agrícola, no entanto, apresentou um ritmo mais lento que o observado em levantamentos anteriores. O maior crescimento das áreas agrícolas foi verificado entre 2012 e 2014, quando subiu 7%, ao passo que o menor foi entre os anos de 2014 e 2016, com 3,1%.

PERDA DE VEGETAÇÃO

O estudo também mostra que, em 18 anos, o Brasil perdeu 7,6% de sua vegetação florestal. A área, que era de 4.017.505 km² em 2000, passou a ser de 3.712.058 km² em 2018, equivalente a 42,4% do território. Já a vegetação campestre, que corresponde às áreas de Cerrado, de Caatinga e dos Pampas, perdeu 10,1% de sua área nesse mesmo período.

O Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra é o único estudo de geociências do IBGE que tem uma série histórica desde 2000, o que permite a observação da evolução e dos padrões de ocupação do território brasileiro. Ele tem o objetivo de espacializar e quantificar a cobertura da terra, em períodos regulares, a partir do mapeamento sistemático.

VENDAS NO VAREJO CAEM 1% E SETOR TEM DOIS MESES SEGUIDOS NEGATIVOS

Comércio varejista brasileiro registra queda pelo segundo mês consecutivo
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O comércio varejista abriu o ano com queda de 1% no volume de vendas em janeiro, em relação a dezembro, acumulando dois meses negativos seguidos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o recuo mais intenso para janeiro desde 2016, quando o setor registrou -2,6%. O instituto também revisou de -0,1% para -0,5% o índice de dezembro de 2019.

Em relação a janeiro do ano passado, as vendas aumentaram 1,3%, mas o analista da pesquisa, Cristiano Santos, explica que mesmo com essa alta, o resultado voltou a mostrar um quadro de perda de ritmo. “É um crescimento, mas menor a cada ano. A taxa permanece 5,4% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014”, explica, descartando, por enquanto, qualquer impacto da pandemia global do novo coronavírus. “Precisamos esperar os resultados dos próximos meses para avaliar”.

Na comparação com dezembro, duas atividades que puxaram o resultado para baixo foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com recuo de 1,2%; e combustíveis e lubrificantes, com -1,4%.

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BRASIL REGISTRA PRODUÇÃO DE 3,8 BILHÕES DE DÚZIAS DE OVOS

País registra produção recorde de ovos
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O ano de 2019 do setor pecuário foi marcado por recordes no abate de suínos e na produção de ovos, impulsionados pela demanda da China, que sofre efeitos da peste suína africana. O abate de suínos alcançou 46,33 milhões de cabeças, aumento de 4,5% em relação a 2018,

A alta foi registrada em 20 dos 25 estados pesquisados, enquanto a produção de ovos chegou a 3,83 bilhões de dúzias em 2019, aumento de 6,3% em relação ao ano anterior, com crescimento em 21 dos 26 estados. Outro recorde foi a produção de leite, que atingiu 25,01 bilhões de litros, alta de 2,3% sobre a quantidade registrada em 2018.

Os dados são da Estatística da Produção Pecuária, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga nesta quinta-feira (19). A pesquisa mostra também que o abate de bovinos cresceu 1,2%, somando 32,44 milhões de cabeças, com expansão em 15 dos 27 estados.

O abate de frangos cresceu 1,9% para 5,81 bilhões de cabeças, após dois anos consecutivos de queda na comparação anual. As altas no abate de frangos foram registradas em 15 dos 25 estados pesquisados.

Em contrapartida, os curtumes tiveram queda de 5% ao registrarem 33,34 milhões de peças inteiras de couro cru bovino, com decréscimo em 11 dos 20 estados que possuem pelo menos um curtume ativo.

SAFRA DE CACAU DEVERÁ SER 4,8% MAIS ALTA NA BAHIA EM 2020

Safra de cacau de 2020 deverá ser quase 5% mais alta que a do ano passado
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A safra do cacau na Bahia para este ano de 2020 está estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 110 mil toneladas, correspondendo a uma alta de 4,8% na comparação com a safra de 2019. A informação faz parte do segundo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) relativo ao mês de fevereiro, cujas informações foram sistematizadas e analisadas nesta terça-feira (10), pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

O levantamento do IBGE estimou a produção baiana de cereais, oleaginosas e leguminosas para este ano em torno de 8,8 milhões de toneladas, o que representa uma expansão de 6,1% na comparação com 2019. Em relação à área plantada, o IBGE projeta avanço de 0,4% na comparação anual, registrando uma extensão de cerca de 3,1 milhões de hectares.

“Este é um resultado expressivo para nossa produção agrícola, inclusive com expansão da área plantada, fruto das políticas acertadas do governo do Estado para o setor. Destaque para a produção de algodão, cacau, feijão e soja, com contribuição decisiva para este crescimento. Com isso, a Bahia ficou entre os quatro estados com as variações mais acentuadas nas estimativas das produções”, ressaltou o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

As projeções indicam uma produção de mandioca de 963 mil toneladas, mantendo-se estável em relação à safra passada. O algodão teve sua produção projetada em 1,5 milhão de toneladas, representando uma alta de 1,7%, em relação à safra anterior. A área plantada de 350 mil hectares corresponde a uma expansão de 5,4% na mesma base de comparação.

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PRODUÇÃO INDUSTRIAL BRASILEIRA INTERROMPE DOIS MESES SEGUIDOS DE QUEDA

Confiança da indústria recua 3,9 pontos em março || Foto Portal Brasil
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A produção industrial brasileira cresceu 0,9% em janeiro, em relação a dezembro, de acordo com a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado interrompeu dois meses de taxas negativas e é o melhor janeiro desde 2017, quando ficou em 1,1%. Na comparação com janeiro do ano passado, o setor teve queda de 0,9%, com recuo também no acumulado dos últimos 12 meses, de -1%.

Na comparação com dezembro, 17 dos 26 ramos industriais pesquisados e três das quatro grandes categorias econômicas apresentaram taxas positivas em janeiro. “Isso não ocorria desde abril do ano passado. Os resultados positivos ficaram concentrados em poucas áreas da indústria por oito meses seguidos em 2019”, destaca o gerente da pesquisa, André Macedo.

As principais influências positivas vieram de máquinas e equipamentos (11,5%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,0%), metalurgia (6,1%) e produtos alimentícios (1,6%), depois dos recuos registrados em dezembro. Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,3%) avançaram pelo terceiro mês seguido.

Entre os oito ramos que reduziram a produção em janeiro, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados por impressão e reprodução de gravações (-54,7%) e indústrias extrativas (-3,1%), que teve o quinto mês consecutivo de queda na produção e acumulou perda de 8,9% desde então.

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PROCESSO SELETIVO DO IBGE OFERECE 14 MIL VAGAS NA BAHIA; 1,5 MIL DELAS NO SUL E EXTREMO-SUL

BGE abre inscrições para processo seletivo
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu, nesta quinta-feira (5), inscrições para dois Processos Seletivos Simplificados para a contratação temporária de 208.695 pessoas que vão trabalhar no censo deste ano.Para os 417 municípios baianos, são 14 mil vagas para Recenseador, Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS).

O maior número de vagas são para municípios como Itabuna, Ilhéus, Salvador, Feira de Santana, Vitória da  Conquista, Camaçari, Simões Filho,  Lauro de Freitas, Teixeira de Freitas, Barreiras, Eunápolis, Jequié e Porto Seguro.  No sul da Bahia, são mais de 1,5 mil vagas para as três funções, o maior quantidade para recenseador.  Em Itabuna, por exemplo, são 190 vagas para essa função. Ilhéus ficou com 147, Teixeira de Freitas 138 e Porto Seguro outras 131 oportunidades.

Em todo o país, a função que oferece maior número de vagas (180.557) é a de Recenseador, exigindo nível de ensino fundamental.Além de 5.462 vagas para Agente Censitário Municipal e outras 22.676 oportunidade para Agente Censitário Supervisor, ambas as funções de nível médio. As inscrições podem ser feitas até o dia 24 deste mês, no site do Cebraspe.

REMUNERAÇÃO

A remuneração mensal prevista para o Agente Censitário Municipal é de R$ 2.100,00. Ele desempenha a função de gestor de uma equipe de agentes supervisores e de recenseadores. O Agente Censitário Supervisor receberá R$ 1.700,00 por mês, cumprindo funções técnicas, administrativas e operacionais. Já o Recenseador ganhará por produtividade, a depender da área de coleta de dados e da quantidade de estabelecimentos recenseados.

As provas para ACM e ACS serão aplicadas no dia 17 de maio, nos 4.612 municípios onde há disponibilidade de vagas. No fim de semana seguinte (dia 24 de maio), ocorre em todos os 5.569 municípios do País a prova para Recenseador. A diferença de datas permite ao concorrente participar dos dois processos seletivos.

Como todas as cidades brasileiras terão pelo menos um local de prova para a função de Recenseador, não há necessidade de o candidato deslocar-se para um município vizinho. O IBGE realiza as provas de seus processos seletivos usualmente das 13h às 17h, o que permite aos candidatos que residem em municípios de grande extensão ou cujo deslocamento seja mais difícil chegarem aos locais de prova com tranquilidade.

A taxa de inscrição para as funções de nível médio é de R$ 35,80 e para Recenseador, de R$ 23,61. Os valores podem ser pagos em qualquer banco, casa lotérica ou pela internet.

TAXA DE DESOCUPADOS CAI NO BRASIL, MAS O DESEMPREGO AINDA ATINGE 11,9 MILHÕES

14,1 milhões estão desempregados, segundo IBGE || José Cruz/Agência Brasil
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A taxa de desocupação no Brasil baixou para 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, uma redução de 0,4% em relação ao trimestre anterior (de agosto a outubro de 2019), quando ficou em 11,6%. Mesmo com a redução, ainda existem 11,9 milhões de pessoas desocupadas no País.

Em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12,0%, houve queda de 0,8% ponto percentual. Os dados são da PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O nível da ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, manteve-se estável (54,8%) em relação ao trimestre antecedente, mas subiu em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era estimado em 54,2%”, comenta a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy.

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IBGE ESTIMA CRESCIMENTO DE 5% NA PRODUÇÃO DE CACAU NA BAHIA

Produção de cacau na Bahia deve atingir 110 mil toneladas
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A safra de cacau baiana deve atingir, neste ano, 110 mil toneladas, uma alta de 4,8% em relação ao ano anterior. A previsão consta no primeiro Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA),do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo ao mês de janeiro. No geral, o órgão estima em torno de 8,6 milhões de toneladas a produção de cereais, oleaginosas e leguminosas para este ano na Bahia. O volume representa uma expansão de 3,5% na comparação com o mesmo período de 2019.

Em relação à área plantada, o IBGE calcula avanço de 0,7% na comparação anual, registrando uma extensão de cerca de 3,2 milhões de hectares.  As projeções indicam uma produção de mandioca de 963 mil toneladas, mantendo-se estável em relação à safra passada. Para a lavoura da cana-de-açúcar, produção deve ser de quatro milhões de toneladas, o que indica uma retração de 3,9% em relação à colheita anterior.

O algodão teve sua produção projetada em 1,5 milhão de toneladas, representando uma ligeira alta de 0,8%, em relação à safra anterior. A área plantada de 350 mil hectares corresponde a uma expansão de 5,4% na mesma base de comparação.

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SOJA SERÁ RESPONSÁVEL POR METADE DA PRODUÇÃO DE GRÃOS NESTE ANO, ESTIMA IBGE

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Soja deve bater recorde na safra 2020

A soja deve representar metade do volume de toda produção brasileira de grãos em 2020, segundo as estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa prevê que a safra brasileira deverá ser a maior da série histórica do instituto, iniciada em 1975, chegando a 246,7 milhões de toneladas, 2,2% acima do resultado de 2019.

A estimativa é de recorde também na produção de soja, com alta de 8,7% em relação a 2019, totalizando 123,3 milhões de toneladas, e na safra de algodão, com aumento de 1,6%, chegando a 7 milhões de toneladas.

A soja, o milho e o arroz são os três principais produtos, que, somados, representaram 93,2% da estimativa da produção e responderam por 87,2% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 1,3% na área do milho, de 2,4% na área da soja e declínio de 2,5% na área de arroz. Preços favoráveis ao produtor vêm incentivando o cultivo do milho e da soja.

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