skip to Main Content
14 de julho de 2020 | 06:32 pm

PARA WAGNER, TEMER FOI VÍTIMA DE INTRIGAS

Tempo de leitura: 2 minutos
Para Wagner, vice-presidente acabou sendo vítima de intriga.

Para Wagner, vice-presidente acabou sendo vítima de intriga.

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, apoiou hoje (7) o vice-presidente da República, Michel Temer, em razão de suas declarações recentes sobre a popularidade do governo. Wagner disse que a fala de Temer de que “nenhum governo resiste três anos e meio com esse índice de popularidade” é “óbvia”.

Para Jaques Wagner, as pessoas deram uma “conotação diferente” ao que foi dito pelo vice-presidente. “É óbvio que todos nós que estamos no governo estamos trabalhando para que o índice de aprovação do governo cresça. Ninguém acha bom ter 7%, 8%, 9% [de aprovação]”. Para Wagner, Dilma chegará sim ao fim de seu mandato “porque nós já começamos o processo de recuperação”.

O ministro da Defesa disse que há pessoas querendo “fazer intrigas” contra o vice-presidente, mas Temer continua contando com o apoio dos colegas de governo. “Pessoalmente não vejo nenhum constrangimento e continuo assinando embaixo das declarações dele. Temer é um homem que tem uma história, é um constitucionalista e eu acho que tem muita gente que gostaria de intrigá-lo. E eu tenho certeza que todo trabalho que ele está fazendo é no sentido de desfazer essa intriga. Pelo menos comigo a conversa foi exatamente essa e eu continuo tendo o maior apreço por ele”.

Ontem (6), a assessoria de imprensa do vice-presidente divulgou nota na qual afirma que Temer não é um “frasista” e que age dentro dos limites da lei. Na nota, a assessoria também afirma que Temer não tem atitudes conspiratórias e que “a divisão e a intriga são hoje grandes adversárias do Brasil”, agravando a crise política e econômica. Informações da Agência Brasil.

ATO DE APOIO A DILMA REUNIU MIL PESSOAS EM ITABUNA

Tempo de leitura: < 1 minuto
Ato em defesa do Governo Dilma reuniu partidos e centrais sindicais em Itabuna.

Ato em defesa do Governo Dilma reuniu partidos e centrais sindicais em Itabuna.

O protesto em defesa da continuidade do governo da presidente Dilma Rousseff reuniu mil pessoas em Itabuna, de acordo com a Polícia Militar. O ato percorreu a Avenida do Cinquentenário, no centro, após concentração no Jardim do Ó, e teve participação de centrais sindicais e membros de partidos como o PT e o PCdoB.

O destaque do ato foi a caminhada de partidários petistas e comunistas lado a lado, a exemplo de Geraldo Simões e Luís Sena, além do presidente da Câmara de Itabuna, Aldenes Meira (PCdoB). Para os organizadores, o evento reuniu 2,5 mil pessoas.

 

O PATINHO FEIO E O GOLPE

Tempo de leitura: 4 minutos

marco wense1Marco Wense

 

O Brasil vai sair dessa grave crise, mais política e ética do que econômica. Os bons políticos querem. Todos nós queremos. Só os idiotas e imbecis torcem pelo “quanto pior, melhor”.

 

O quarteto tucaniano, composto por Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, não tem um ponto de equilíbrio em relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

FHC e Aécio defendem dois caminhos: o da renúncia de Dilma, que é um ato unilateral, e o do Tribunal Superior Eleitoral, que vai julgar se houve abuso de poder e financiamento irregular na campanha de 2014.

O posicionamento pela renúncia, que leva o vice a assumir a presidência da República, é de mentirinha. Querem um desfecho contra Dilma e Temer. Ou seja, via TSE, que, julgando procedente a ação do PSDB, poderia definir por novas eleições, no prazo de até 90 dias, ou pela posse de Aécio Neves, segundo colocado no processo sucessório. O comando do Palácio do Planalto ficaria, interinamente, com o incendiário Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. É bom lembrar que Cunha pode virar réu a qualquer momento. O evangélico parlamentar é investigado pela Lava Jato, acusado de ter recebido uma propina de cinco milhões de dólares no esquema do petrolão.

O senador José Serra concorda com a renúncia de Dilma, mas não quer nem ouvir falar do TSE. Torce por uma decisão do TCU condenando as chamadas “pedaladas fiscais”. Por mais estranho que pareça, Serra é um pró-Temer. Trabalha, sorrateiramente, contra o “companheiro” Aécio. Serra quer ser uma espécie de super-ministro em um eventual governo peemedebista. Com Aécio Neves no poder, o tucano-temista seria impiedosamente isolado, tratado com desdém, defenestrado. O roqueiro e doidão Lobão, cotado para ser o titular do ministério da Cultura, teria mais prestígio do que Serra.

Uma decisão desfavorável a Dilma no Tribunal de Contas da União abriria as portas do Congresso para um processo de impeachment por crime de responsabilidade. Temer assumiria o comando do País se o afastamento fosse concretizado.

Sobre as “pedaladas”, escrevi, em 31 de julho, que os governos de FHC (1995-2002) e o de Lula (2003-2010) maquiaram as contas públicas para garantir o pagamento do seguro desemprego. O TCU não tomou nenhuma providência. O que antes era aceitável é agora crime contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Bastou um piscar de olhos na direção do impeachment.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, com o corpo, a alma e o espírito voltados para a eleição de 2018, é contra o impeachment. É outro que vem rifando Aécio Neves. Para que o projeto seja aberto pela Câmara, é preciso o apoio de 342 deputados. Seguindo para o Senado, o aval tem que ser dado por 54 senadores.

Parabéns a Renan Calheiros, presidente do Senado, que, juntamente com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, trabalham na criação de uma agenda positiva, suprapartidária, de interesse nacional. O Brasil acima da politicagem.

Quando questionado sobre a grave crise, o senhor Aécio Neves, até hoje inconformado com o inquestionável resultado das urnas, diz, com aquele inerente deboche, que “cabe ao governo, e não à oposição, buscar soluções”.

Ora, o PSDB não aponta soluções porque não tem competência para apontá-las. A sinceridade parte do próprio tucanato, do vice-presidente nacional da legenda e ex-governador de São Paulo Alberto Goldman: “o PSDB não tem projeto de País”. Finaliza dizendo que “a legenda não é capaz de dizer o que faria se tivesse vencido as eleições do ano passado”.

Setores da chamada “grande imprensa” e importantes lideranças políticas de oposição começam a perceber que o impeachment é o pior dos cenários. João Roberto Marinho, um dos três sócios majoritários das Organizações Globo, diz que “o sucessor da presidente Dilma será quem vencer as eleições de 2018”. Editorial da Folha de São Paulo que “a ala aecista não pode subordinar os meios jurídicos a seus fins eleitorais, vergando as regras da democracia para encurtar o caminho até o poder”.

Clique no link abaixo para ler o artigo na íntegra.

Leia Mais

“JAMAIS COGITO RENUNCIAR”, AFIRMA DILMA

Tempo de leitura: < 1 minuto

A presidente Dilma Rousseff disse hoje em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, do SBT, que o Brasil vive uma tentativa “artificial” de golpe. Ao ser questionada sobre renúncia, foi enfática: “Jamais cogito renunciar”.

Dilma lembrou ter sido “legitimamente eleita” e até citou Carlos Lacerda ao relembrar pensamento de que, se eleita, não tomaria posse, se tomasse, não governadoria, e se governasse, seria destituído. Ainda na entrevista, Dilma diz que o passado de golpe não coaduna com os novos tempos, apesar de ainda existir uma cultura do golpe no país.

Confira íntegra da entrevista no vídeo abaixo:

RUI COSTA DIZ QUE BRASIL NÃO PRECISA DE GOLPE E RECOMENDA “PACIÊNCIA” À OPOSIÇÃO

Tempo de leitura: 2 minutos
Rui recomenda à oposição ganhar poder no voto (Foto Daniel Thame).

Rui recomenda à oposição ganhar poder no voto (Foto Daniel Thame).

A oposição ao governo de Dilma Rousseff tenta jogar o Brasil em uma aventura e levar o país a um abismo social com a proposta de impeachment da presidente da República, na opinião do governador baiano, Rui Costa. Ao responder a um questionamento do Pimenta, Rui disse que o país já viveu um golpe e é necessário respeitar a escolha do eleitor.

– Vivemos um golpe em 64. O povo brasileiro não precisa de golpe, mas de respeito ao voto. Quem está fora do poder e quer chegar lá um dia novamente, terá que ter, acima de tudo, responsabilidade com o Brasil e não jogar o país numa aventura ou abismo – disse ele em uma entrevista logo após entregar trecho de 19 quilômetros pavimentados da BA-654, em Itacaré, no sul da Bahia.

Para Rui, o povo pobre será quem mais sofrerá por uma aventura da oposição, caso ocorra impeachment. “O Brasil não pode passar por isso, por que quem vai pagar o preço alto de um abismo social e político é o povo mais simples, mais pobre”.

Por fim, o governador baiano recomendou paciência aos opositores da presidente Dilma. “O que eu digo à oposição é que tenha paciência, cative o povo, apresente proposta e respeite o voto. Esperem a próxima eleição, para ganhar [o poder] no voto”, disse ele ao ser questionado se a base aliada teria forças para impedir a cogitada queda da presidente.

ITABUNA: FERNANDO GOMES PUXA ATO CONTRA CORRUPÇÃO E DILMA

Tempo de leitura: < 1 minuto
Fernando Gomes puxou manifestação contra Dilma Rousseff e corrupção.

Fernando Gomes puxou manifestação contra Dilma Rousseff e corrupção.

Cerca de 600 manifestantes participaram do ato contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff em Itabuna. O número de participantes foi muito menor do que em março, quando cerca de 2,5 mil pessoas caminharam pela Avenida do Cinquentenário.

Hoje, o destaque da manifestação contra a corrupção foi o ex-prefeito Fernando Gomes, condenado devido às Máfias dos Medicamentos e das Ambulâncias. A Justiça Federal, além de ordenar devolução de mais de R$ 800 mil, cassou os direitos políticos por oito anos.

AS MANIFESTAÇÕES, O PT E A CONSTITUINTE

Tempo de leitura: 2 minutos

adroaldo almeidaAdroaldo Almeida | adroaldoalmeida@hotmail.com

Não há uma crise de representação, nem política tampouco de governo. Existe o fim de um jeito e de uma maneira de tomar decisões. Não há destreza política necessária nem arranjo legal para a conveniência dos representados. Um tempo se acabou.

Agora em março de 2015 completamos 30 anos de democracia ininterrupta no Brasil. No mês passado, o PT fez 35 anos de existência e a Constituição Brasileira já tem mais de 26 anos e 85 emendas.

A nossa democracia ainda é jovem e sobrevive num arranjo que mantém atores expressivos dos tempos da ditadura em todos os setores dos poderes, sobretudo no parlamento, mas também no Executivo e no Judiciário. Ainda sobrevivem práticas, regulamentos e líderes do passado autoritário, um arremedo de concertação política que contamina um futuro de melhor representação popular e gestão democrática.

Entretanto, formal e tecnicamente, tudo está funcionando. Existem debates e produção de leis no Congresso, o Judiciário exara decisões, o Governo toca grandes obras, a Imprensa denuncia diuturnamente, a Polícia tem investigado e o Ministério Público denunciado crimes, inclusive com prisões de alguns maiorais tanto da política como dos detentores da riqueza.

Todavia, há uma tensão política que se agrava, vai para as ruas e pode tornar-se enfrentamento social. Mas, não é novidade, ocorreu em 1998 no tempo de FHC; em 2005, com Lula e nas manifestações de junho 2013. Então, o que está acontecendo e qual a saída menos dolorosa?

Parece-nos, apressadamente, que a resposta está no sistema e no modelo. O exercício dos poderes na democracia que temos está muito distante do povo, que, percebendo isso, cansou e resolveu mudar. As formas de gerir o Estado e distribuir o poder chegaram ao limite, estão esgotadas, finalizadas e exauridas. Não se trata apenas de corrupção numa empresa. Não há uma crise de representação, nem política tampouco de governo. Existe o fim de um jeito e de uma maneira de tomar decisões. Não há destreza política necessária nem arranjo legal para a conveniência dos representados. Um tempo se acabou.

Como membro ativo da legenda, ainda no calor da hora, entendo que o PT ainda é o partido legitimado para liderar essa nova jornada, por ser de massas, popular e democrático internamente, mas precisa se reerguer, levantar bandeiras e gritar nas ruas. Unir a sociedade não necessariamente para suas teses, mas para enxergar a virada no tempo histórico que se apresenta: Uma Constituinte Exclusiva, fora de Brasília e do Congresso, para a reforma dos Poderes, todos eles, Executivo, Judiciário, Legislativo e seus suplementares e complementares, o Ministério Público e a Polícia.

Um novo tempo, uma nova ordem.

Adroaldo Almeida é advogado e ex-prefeito de Itororó pelo PT (2009-2012).

PROTESTO CONTRA O GOVERNO EM ITABUNA

Tempo de leitura: < 1 minuto
Protesto em Itabuna ocorreu na Avenida do Cinquentenário.

Protesto em Itabuna ocorreu na Avenida do Cinquentenário.

Eleitores pedindo o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, e palavras de ordem contra o governo e o PT marcaram as manifestações pelo país neste domingo (15). Entre 2 mil e 2,5 mil pessoas participaram do ato em Itabuna.

A concentração, no Jardim do Ó, começou por volta das 14h30min, seguida de passeata pela Avenida do Cinquentenário, puxada por minitrios e políticos que se posicionaram pela eleição de Aécio Neves em 2014. A avaliação é que o evento atingiu as expectativas no município.

O OUTRO LADO DOS PROTESTOS

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista na Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o toma-lá-dá-cá.  A eficaz e imprescindível Adin, proposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados, continua engavetada, empoeirada, fora da pauta. São quase 365 dias de “esquecimento”.

Só os insanos e inconsequentes torcem pelo “quanto pior, melhor”, como faz o senador Aloysio Nunes (PSDB), vice de Aécio Neves na última eleição presidencial.

“Quero ver a Dilma sangrar”, diz o tucano sem nenhum constrangimento, verberando com exaltada satisfação, feliz da vida com as palavras, gestos, opiniões e atitudes vampirescas.

Os protestos contra o governo Dilma são assegurados e protegidos pela Constituição Federal. O que é inaceitável é a incitação ao crime e os xingamentos incivilizados dirigidos à nossa presidenta.

O povo, os políticos de oposição, os que pregam o retorno dos militares e os defensores do impeachment têm todo o direito de protestar, desde que pacificamente, sem armas, como preceitua o art. 5°, inciso XVI da Carta Magna.

A aposentada juíza do TJ-BA, a sempre simpática Sônia Maron, tem razão quando diz que “o Brasil não é uma capitania hereditária do partido que elegeu o chefe do Executivo de um dos poderes”.

Mas não pode ser um Brasil de uma oposição raivosa, que, aos gritos, aos berros, chama a maior autoridade do país de “vaca” e “vagabunda”, como aconteceu recentemente em São Paulo.

O mais engraçado é o silêncio, a complacência em torno do que provocou toda essa roubalheira do dinheiro público, sem dúvida o financiamento empresarial de campanhas políticas.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista na Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o toma-lá-dá-cá.  A eficaz e imprescindível Adin, proposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados, continua engavetada, empoeirada, fora da pauta. São quase 365 dias de “esquecimento”.

A ladainha sobre a maléfica influência do dinheiro no processo eleitoral é de priscas eras. Todo presidenciável promete dar fim, mas depois de eleito foge da discussão como o diabo da cruz.

Veja o que disse o então candidato Juscelino Kubitschek de Oliveira em 11 de fevereiro de 1954: “Pretendo, se eleito presidente da República, propor uma reforma da Constituição, de modo a abolir a violência trazida no predomínio do dinheiro nas eleições”.

Se fosse um protesto para acabar com a impunidade, para colocar os larápios da Petrobras na cadeia, pedindo reforma política e o urgente julgamento da ação da OAB, eu seria o primeiro a comparecer.

Como sou contra o impeachment, a qualquer ruptura democrática, ao ódio, xingamentos e o retorno dos militares ao poder, prefiro ficar na minha modesta residência.

Que o legítimo movimento transcorra com paz e civilidade. E que os senhores políticos – obviamente os irresponsáveis – não coloquem mais lenha na fogueira.

Viva a democracia! Democracia, sim. Golpismo, não.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

LOBÃO E O "FORA DILMA"

Tempo de leitura: < 1 minuto

marco wense1Marco Wense
Quem diria, hein! João Luiz Woerdenbag Filho, conhecido como Lobão, é o mais novo guru da direita brasileira. Uma espécie de guia espiritual.
A última manifestação pró-impeachment, na Avenida Paulista, em São Paulo, deixou o músico irritado, se achando um bobo da corte: “Cadê os parlamentares? Cadê o Aécio, o Caiado? Estou pagando de otário”.
Lobão passou a tarde toda procurando pelo ainda candidato Aécio Neves, que, num vídeo postado, convocava as pessoas a ir para a rua, dando a entender que ele seria o primeiro a chegar no “Fora Dilma”.
O jornalista Paulo Nogueira, diretor do Diário do Centro do Mundo, definiu bem a ausência do tucano-mor: “Se Lobão imaginou que Aécio gastaria uma tarde ensolarada de sábado para ir a um protesto, é mesmo um otário”.
O vocalista Tico Santa Cruz, da banda Detonautas, aconselhou Lobão a cair fora do golpismo: “Se liga… Estão te deixando sozinho nessa. Já tem um monte de maluco pedindo intervenção militar e o negócio tá ficando estranho”.
Santa Cruz insinua que Lobão vai continuar como “otário” se teimar em ser o porta-voz do “Fora Dilma”: “Esses caras são bons de falar na internet, na hora de ir para as ruas ninguém aparece”.
Como não bastasse ser uma figura engraçada, até mesmo folclórica, Lobão, que já representa os engravatados da Avenida Paulista, corre o risco de ser o “Mané do impeachment”.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

Back To Top