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14 de julho de 2020 | 02:10 pm

FÁBIO LUCIANO REASSUME COMANDO DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CÂMARA DE ITABUNA

Fábio Luciano reassume comando da Ascom da Câmara de Itabuna
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O radialista e jornalista Fábio Luciano reassumiu o comando da Assessoria de Imprensa e Comunicação (Ascom) da Câmara de Vereadores de Itabuna em substituição à administradora e psicanalista Mariana Benedito, que decidiu focar na área de formação. No Legislativo há mais de 15 anos, o comunicador manifestou expectativa de o setor ter alcance ainda maior junto à comunidade.

Segundo Fábio, a rádio web da Câmara está prestes a ser inaugurada, as sessões passaram a contar com intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e a casa conta com profissionais nas áreas de jornalismo, rádio e televisão. “Reassumo com o compromisso de manter a sociedade de Itabuna informada sobre as ações do Poder Legislativo”, afirmou profissional.

Sempre próximo à pujante comunicação de Itabuna, Fábio Luciano começou aos 14 anos de idade, quando era chefe de circulação do então jornal Correio da Bahia, hoje Correio24h. Fábio começou no rádio em Itabuna há 22 anos e acumula experiências nas três emissoras AMs de Itabuna – Difusora, Jornal e Nacional.

POLÍCIA DETÉM JORNALISTAS NA BAHIA E SINJORBA EXIGE RETRATAÇÃO DO ESTADO

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) manifesta veemente repúdio pela prisão, nesta sexta (14), de dois jornalistas que apuravam as circunstâncias da morte do ex-capitão Adriano da Nóbrega, acusado de ser chefe da Milícia Escritório do Crime, após “confronto” com a Polícia Militar da Bahia, em Esplanada (BA), domingo passado (9).

Os dois jornalistas da revista Veja, Hugo Marques e Cristiano Mariz, estavam em pleno e livre exercício profissional e se identificaram quando abordados pela viatura da PM-BA. Mesmo assim, foram conduzidos a uma delegacia e tiveram o gravador de trabalho inspecionado, antes de sua devolução, em claro sinal de intimidação a consecução de suas tarefas.

A Constituição do Brasil garante a liberdade no trabalho da imprensa, preceito magno que vem sendo atropelado pelas autoridades de Segurança Pública. Vivemos um quadro de clara intimidação a quem tenta cumprir o papel social do jornalismo: informar os fatos, de forma transparente e responsável, aos cidadãos brasileiros.

Uma morte cujas circunstâncias e motivações são cercadas de dúvidas impõe que o trabalho da imprensa seja livre de sanções, para um melhor acompanhamento das investigações e divulgação dos fatos. O ocorrido com os dois jornalistas da Veja só ajuda a alimentar as suspeitas de que há mais a se informar do que foi até agora revelado.

O Sinjorba exige do Governo do Estado uma retratação e, sobretudo, uma mudança de postura dos agentes policiais para que cessem os abusos contra o trabalho da imprensa na Bahia.

FAKE NEWS É TEMA SEMINÁRIO PROMOVIDO EM ITABUNA POR SINJORBA, ABI E SINAPRO

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Moacy, Ernesto, Coronel, Fábio e Lídice são os palestrantes do evento em Itabuna

Sensibilizar a sociedade para a crescente onda de notícias falsas, as chamadas fakes news, no Brasil, em especial neste ano de eleições municipais, e mobilizar os profissionais da área do sul da Bahia na luta pela preservação da profissão de jornalista são dois dos objetivos do Seminário Jornalismo do sul da Bahia – Realidade e desafios no combate a Fake News. O evento ocorrerá na manhã da próxima quinta-feira (30), no auditório da Coopec/Sicoob, na Avenida do Cinquentenário, em Itabuna.

Durante uma manhã, das 8h às 12h30min, com intervalo para coffee-break, representantes da sociedade participarão de dois painéis com a presença do senador Angelo Coronel, presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito das Fake News do Congresso Nacional; da deputada Lídice da Mata, relatora da Comissão, do advogado Fábio Santos, especialista em Direito Digital, e dos jornalistas Moacy Neves, presidente do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), e Ernesto Marques, diretor da Associação Bahiana de Imprensa (ABI).

“O Sinjorba e a ABI-Bahia, juntamente com a Fenaj-Federação Nacional dos jornalistas, lançaram uma campanha em defesa da categoria. A proposta do seminário é reunir os diversos segmentos representativos e fortalecer a luta contra a onda crescente de “fakes news” que, além de prejudicar a imagem dos profissionais de imprensa, vem causando um grande mal à sociedade”, afirmou jornalista Daniel Thame, diretor do Sinjorba.

O encontro, promovido pela AM3-Assessoria e Consultoria em Comunicação, Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e Sindicato das Agências de Propaganda da Bahia (Sinapro-Bahia), está previsto para as 8h e deverá reunir 230 participantes, dentre eles, jornalistas, radialistas, publicitários, empresários, parlamentares, professores, estudantes e dirigentes de veículos de Comunicação e líderes comunitários.

Em Itabuna, o tema “Fake News” e os limites da informação na Internet vem sendo discutido publicamente desde o início de junho do ano passado, quando a Câmara de Vereadores promoveu uma edição do projeto “Queremos Saber”, com a participação da delegada da Polícia Civil e professora de Direito, Katiana Amorim. A proposta foi discutir e coibir os possíveis casos de violação do direito à intimidade das pessoas ou de divulgação de informações ofensivas e discriminatórias.

Além de participarem dos painéis, os inscritos no Seminário “Jornalismo do sul da Bahia–Realidade e desafios no combate a Fake News” debaterão o tema com os palestrantes e apresentarão propostas e sugestões enfrentar combater as “fakes news em nosso meio. Conta com o apoio da Coopec/Sicoob, da UniFTC-Itabuna, RCM-Propaganda, Visão Propaganda, Itabuna Palace Hotel e da Câmara de Vereadores de Itabuna. O auditório da Coopec/Sicoob está situado na avenida Cinquentenário, n.º 1.100, centro de Itabuna. Inscrições: Gratuitas, limitadas e online, até o dia 28 de janeiro, pelo site “Eventbrite” – www.eventbrite.com.br.

MORRE EMPRESÁRIO HANS SCHAEPPI, DO CHOCOLATE CASEIRO ILHÉUS

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Hans Schaeppi: paixão pelo jornalismo e literatura || Foto Daniel Thame

O empresário Hans Schaeppi faleceu aos 90 anos de idade, às 4h desta quarta-feira (16), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Rafael, em Salvador. As causas da morte não foram informadas, mas o empresário enfrentava câncer de pele há vários anos.
Hans Schaeppi fundou, em outubro de 1985, a Chocolate Caseiro Ilhéus, fábrica que se tornou famosa mundialmente pela produção de chocolates de origem e que levavam nomes de personagens de romances do escritor grapiúna Jorge Amado. Era presença cativa em festivais de chocolate, como o ilheense.
Ele também era proprietário do Ilhéus Praia Hotel, inaugurado também na década de 80, e do Pontal Praia Hotel, ambos no município sul-baiano.
O corpo do empresário será enterrado no Cemitério Campo Santo, em Salvador, nesta quinta-feira (17), às 11 horas.
A morte de Hans Schaeppi foi lamentada pelos ilheenses. O presidente da Câmara de Dirigentes de Ilhéus (CDL Ilhéus), Clóvis Júnior, emitiu nota na qual confirmou que a homenagem do Troféu CDL deste ano.

Obra de Schaeppi lançada pela Via Literarum

DUAS PAIXÕES: LITERATURA E JORNALISMO
Hans nasceu em 1927, em Salvador, mas logo cedo foi levado para Ilhéus, no sul da Bahia. Formou-se em Engenharia Civil em 1951 pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). Depois, tornou-se superintendente de Obras da Odebrecht e presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado da Bahia (Sinduscon), além de diretor da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e diretor de Obras Públicas da Prefeitura de Salvador.
Uma das suas paixões era o jornalismo. Escreveu para jornais como A Tarde, Jornal da Bahia, Gazeta do Turismo e Agora, onde mantinha coluna semanal. Também era compositor (adorava MPB) e artista plástico.
No ano em que fundou a fábrica Chocolate Caseiros Ilhéus, recebeu o título de Cidadão Ilheense. Já em 2005, passou a ocupar a cadeira 3 da Academia de Letras de Ilhéus (ALI). Escreveu O velho Adolpho – A história de uma tocaia, pela Via Literarum. Em 2010, recebeu a Comenda do Mérito de São Jorge dos Ilhéus. Atualizado às 11h02min, com a colaboração do jornalista Daniel Thame.

DESISTÊNCIA DE CANDIDATURA É "ESPECULAÇÃO ABSURDA", AFIRMA ACM NETO

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ACM Neto durante desfile do Alavontê, hoje à tarde || Foto Max Haack/Agência Haack

O prefeito de Salvador, ACM Neto, disse neste domingo (11) que não vai “deixar para a última hora” para decidir sobre a candidatura a governador da Bahia. Durante coletiva hoje à tarde, o prefeito classificou como “especulação absurda” informação publicada pelo Estadão sobre suposta desistência da disputa pelo Palácio de Ondina.
– Não conversei com o Estado de São Paulo. Algumas notas que são publicadas… Existe uma torcida para que eu não seja [candidato]. Com todo respeito ao trabalho da imprensa, o que está na cabeça do povo é outra coisa. O povo não está pensando em eleição [agora].
O prefeito foi procurado pelo jornal antes da publicação da nota ontem (10), mas informou que não comentaria o assunto.
IRRITAÇÃO
Ainda durante a entrevista hoje à tarde, o prefeito de Salvador jogou para março a decisão se será ou não candidato a prefeito. Ao ser questionado por um repórter sobre as negociações com o PP e o diálogo dos progressistas com o governador Rui Costa, ACM Neto demonstrou irritação: – Eu não sou comentarista de decisão ou acerto do governador.

MORRE O JORNALISTA MANOEL VICTAL

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Ilheense, Manoel Victal trabalhou no Notícias Populares e Última Hora

Ilheense, Victal trabalhou no Notícias Populares e Última Hora

Jornalista da época de ouro do Notícias Populares, o ilheense Manoel Victal faleceu na última quarta-feira (20), em Ilhéus. Ele estava com 80 anos. O corpo do jornalista foi enterrado ontem à tarde, no Cemitério da Vitória.

De acordo com a jornalista Karoline Vital, sobrinha de Manoel, o profissional aposentado faleceu de insuficiência cardíaca. Deixa duas filhas, Soraia e Ana Eliete, e quatro netos.

Manoel Victal começou na profissão como repórter de rádio em Ilhéus. A trajetória foi marcada por passagens em grandes jornais da época, como o Última Hora e o Notícias Populares, em São Paulo.

Já aposentado e com 68 anos, o jornalista realizou um de seus sonhos ao caminhar da Praça da Sé em São Paulo à praça homônima de Salvador, em 2005. Uma distância de 2.214 quilômetros.

A aventura  se tornou recorde mundial de caminhada solitária. O feito teve o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Sindicatos dos Jornalistas dos estados de São Paulo, Espírito Santo e Bahia, dentre outros apoios. A aventura foi repetida dois anos depois, já sem o mesmo suporte institucional e aos 70 anos de idade.

MUDAM-SE OS COSTUMES – NEM SEMPRE PARA MELHOR

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walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

 

Acordos eram feitos dentro e fora dos recintos parlamentares, principalmente na calada da noite nos badalados restaurantes. Local melhor para conspirar, trair e até mesmo acordar não existiam e tudo era percebido no plenário.

É um sufoco diário para produtores e editores dos veículos de comunicação do Brasil. Têm que se virar nos 30, como diz Faustão, para conseguir fazer um programa redondinho. E o motivo não é outro, senão a política (e os políticos), que simplesmente mudaram de editoria: ao invés da tradicional e prestigiosa editoria de política, elas passaram a engordar a editoria de polícia, que nunca teve esses prestígios todos, a não ser em determinados horários ou meios de comunicação especializados.

E olha que os coitados dos jornalistas, radialistas e blogueiros até que tentam emplacar as notícias vindas de Brasília – sobretudo – na tradicional editoria de política, mas é muito difícil conseguir, e muitas vezes não encontram outro recurso que não seja a apelação. Como costumo dizer, não se deve brigar com a notícia, mas nem sempre essa máxima é seguida à risca e o público termina por não acreditar no que está vendo, lendo ou ouvindo. Ao invés de política, polícia no programa inteiro.

A depender o horário, aí é que o programa vai pro brejo. A escalada feita com todo o esmero para dar ênfase às chamadas e conseguir uma boa audiência é toda trocada no decorrer do programa, nos casos de emissoras de rádio e televisão. Já os impressos e blogs, passam o tempo esperando que a grande imprensa e agências de notícias transmitam os debates do Congresso Nacional, acerca de temas relevantes para as áreas econômica, saúde, educação e cidadania. Mas é tudo em vão.

Como sempre acontece de uns tempos pra cá, oposição e situação não costumam travar os fenomenais debates com políticos importantes e que faziam vibrar a nação com seus discursos. Os grandes tribunos do naipe de Ruy Barbosa, Tarcilo Vieira de Melo, Aliomar Baleeiro, Carlos Lacerda, ou raposas políticas, a exemplo de Tancredo Neves e Ulisses Guimarães, desapareceram e deram lugar à política de bastidores. Se antes se privilegiava o debate sobre os temas, à vista de todos, hoje a população costuma “comer o prato feito” preparado nos recônditos das cozinhas palacianas.

Não quero aqui afirmar que na política de antes corredores, gabinetes, salas, restaurantes e cafezinhos do Congresso Nacional não fossem testemunhas de olhos e ouvidos – de mercador – do que e sobre o que se conversava nesses locais. Acordos eram feitos dentro e fora dos recintos parlamentares, principalmente na calada da noite nos badalados restaurantes. Local melhor para conspirar, trair e até mesmo acordar não existiam e tudo era percebido no plenário.

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E até mesmo o Jornal Nacional, que evitava a notícia policial como “satanás corre da cruz”, adotou e proporciona espaços generosos, prometendo, ainda, mais desdobramentos para o dia seguinte.

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Uma das grandes diferenças era, àquela época, a presença das convicções, tempos ainda marcados pela ideologia política, comportamento tão escasso no Brasil de hoje, e prova melhor não há do que uma simples e perfunctória análise da mudança de partidos de nossos parlamentares. Transitam da esquerda à direita sem a menor cerimônia, sequer fazem um simples estágio no centro nessa temida e nefasta trajetória. E aí está o xis do problema: Hoje, em Brasília, até a raiva é combinada.

E os pensamentos são mudados, as consciências são compradas por qualquer dois mil réis. Aliás, essa antiga expressão não tem a menor chance de sobreviver em Brasília, onde as conversas começam com milhões, distribuídos generosamente pela nossas gentis empreiteiras, de forma das mais generosas. São todos bonzinhos e inteligentes ao interpretar a oração de São Francisco de Assis, principalmente naquela parte do é dando que se recebe. No popular, um caminho de duas vias: eu contribuo e você me devolve a gentileza com pequenas ações e atos no parlamento.

Mas ao fim e ao cabo, não conseguiram antever a recusa de cumplicidade dos Procuradores da República, Juízes Federais e da Polícia Federal. A partir daí, a atividade desenvolvida pelos políticos passou a ser publicada nas editorias de polícia. Ao invés de apresentações projetos de lei, operações da polícia federal; apreciações de projetos foram substituídas pela denúncia dos procuradores; e o espaço dado às ações parlamentares no dia a dia trocadas pelas prisões em casas, ao amanhecer do dia, embora todos se declarem inocentes.

Os jornais e revistas – inclusive os eletrônicos – que reservavam mais espaços para a vida em sociedade, o cotidiano, a economia, a cultura, passaram a dar manchetes sensacionalistas das atividades criminosas dos parlamentares. E até mesmo o Jornal Nacional, que evitava a notícia policial como “satanás corre da cruz”, adotou e proporciona espaços generosos, prometendo, ainda, mais desdobramentos para o dia seguinte.

É de matar de inveja antigos jornais como Notícias Populares, A Luta Democrática e o Jornal O Dia (em seu antigo formato) adjetivados como do tipo “se espremer, sai sangue”. Hoje, esses modelos são copiado largamente pelos blogs, que expõem imagens cruéis de pessoas mortas e esquartejadas, sejam pelas chacinas ou em acidentes automobilísticos. Quanto aos coitados dos editores, só duas alternativas: manter o novo formato policialesco ou perder audiência para os concorrentes.

Não esqueçamos, porém, que a sociedade mudou em seus costumes, com o embrutecimento das pessoas, para os quais miséria pouca é bobagem.

Walmir Rosário é jornalista, radialista e advogado.

COSTA FILHO NA DIFUSORA

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Costa Filho: de volta à Difusora.

Costa Filho: de volta à Difusora.

Costa Filho está de volta à Rádio Difusora. Ontem (10), o radialista estreou atuando na unidade móvel da emissora líder de audiência do AM em Itabuna.

O profissional teve passagem pela Difusora e migrou para a Rádio Jornal, onde atuou com o Tribuna Livre, com enfoque em informações de trânsito e política.

Costa atuava na Rádio Nacional, quando recebeu convite de Antônio Badaró para retornar à casa em um novo projeto que imprime maior dinamismo ao trabalho de cobertura com a unidade móvel.

“A REGIÃO” DECIDE MANTER EDIÇÃO IMPRESSA

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Jornal manterá edição impressa.

Jornal manterá edição impressa.

O Jornal A Região decidiu manter a sua versão impressa, porém com foco na edição online, segundo anúncio feito nesta semana. A edição impressa terá algumas mudanças.

Dentre as mudanças, a redução de 20 para 16 páginas e da cobrança por anúncio. O Balaio passará a cobrar R$ 2,00 por classificado publicado. “A gente sentiu a obrigação de resistir por mais tempo”, informa a publicação.

A Região foi fundado em abril de 1987 por Manuel Leal e Hélio Pólvora e circulava com 5 mil exemplares a cada edição até o final da década de 90. A tiragem começou a cair por causa dos altos custos da operação impressa e o impacto da internet, que passa a ser o foco maior da própria publicação.

“A REGIÃO” ANUNCIA O FIM DA EDIÇÃO IMPRESSA

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Primeiras páginas históricas: numa, a denúncia do tráfico de drogas; noutra, um crime ainda impune, a morte de Leal.

Primeiras páginas históricas: numa, a denúncia do tráfico de crianças; noutra, um crime ainda impune, a morte de Leal.

Em sua “Carta ao Leitor” desta semana, o diretor e editor de A Região, Marcel Leal, anunciou o fim da edição impressa do jornal a partir de outubro, após 29 anos de circulação semanal no sul da Bahia.

Marcel justifica o fim da edição impressa afirmando que “embora seja o jornal mais lido, é ignorado pelos anunciantes. A venda nas bancas continua boa, mas não cobre nem 10% do custo de fazer um jornal de qualidade”. “Não temos mais como bancar uma edição impressa que não se paga e é responsável por 80% dos custos. Só faremos edição impressa em ocasiões especiais, como o Natal”, afirma Marcel.

Fundando por Manoel Leal, pai de Marcel, A Região se consolidou como um dos mais combativos órgãos de imprensa do  Estado e, em sua primeira década, leitores chegavam a esperar nas bancas pelo jornal, famoso por reportagens exclusivas e pelas ´Malhas Finas` e `Malhas Grossas`, que traziam a marca da irreverência de Leal.

Manoel Leal foi assassinado num crime de mando em 1998 e até hoje os mandantes não foram identificados ou punidos. Marcel Leal assumiu o jornal e manteve a publicação, que com o fim da edição impressa, terá apenas a edição online. Do Blog do Thame.

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