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11 de julho de 2020 | 02:12 pm

NO TABULEIRO DA SUCESSÃO EM ILHÉUS, ESQUENTAM AS ARTICULAÇÕES DE BASTIDORES

Tempo de leitura: 3 minutos

Jerberson Josué

 

 

 

 

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016.

 

No tabuleiro da sucessão municipal de Ilhéus, esquentam as articulações de bastidores.

Há um grande número de pré-candidatos já sinalizados por seus respectivos partidos e outros, nem tem filiações, ou definições partidárias. E existem aqueles que nem grupos, ou liderança possuem e são pretendentes de seus próprios interesses e devaneios.

Ainda assim todos possuem direito de concorrer e merecem respeito. Afinal, depois de Bolsonaro, qualquer cidadão, ou cidadã pode surpreender e se eleger, contrariando todos prognósticos e avaliações de pesquisas de opinião pública.

Basta saber fazer as coisas acontecer e aproveitar as oportunidades.

Voltando a Ilhéus e aos ilheenses, segundo sondagens recentes, mais de 70% dos eleitores, não tem ou não querem saber, nem pensam em candidatos.

Isso deixa o jogo aberto e com muitas possibilidades em aberto.

Os mais experientes não ousam arriscar prognósticos sobre o resultado do pleito. Alguns apontam que no frigir dos ovos, só o prefeito e um seu opositor, polarizarão a disputa. Mas não há no panorama atual, a definição de quem seria esse desafio.

O prefeito segue atuando e se empenhando para reduzir a rejeição a que está submetida sua gestão e talvez esteja aí, seu maior obstáculo eleitoral.

As oposições seguem sem emplacar uma alternativa convergente.

Cada movimento de bastidores e avançar dos dias, resultam em possibilidades que vislumbram esperanças, ou desmotivam candidaturas proporcionais e majoritárias.

Um ator importante nesse tabuleiro, é o governador Rui Costa. Mas não está claro até onde e por quem ele pretende participar na eleição ilheense.

A aprovação de 80% e ausência de oposição em Ilhéus, deixam o governador em situação confortável.

Outro ator importante no jogo local é o ex-prefeito Jabes Ribeiro. Silencioso e calculista, raros foram os momentos em que o professor foi traído pela sorte nos últimos 40 anos de política em Ilhéus.

Até pra quem perder, o professor costuma escolher.

O calouro do pleito é o jovem Júnior Reis, que segue tentando ser a terceira via. Já ouço seu nome nas classes predominantes. A dúvida é se isto será uma tendência ou apenas um “balão de ensaio”! Essa trinca dá o norte até essa hora.

A noiva predileta para esses três grupos acima citados é o PT, que segue com o empresário Nilton Cruz, lutando e se esforçando para viabilizar sua candidatura. Os adversários do PT, querem ele ao lado para herdar a força da máquina estadual e influência do governador mais bem avaliado do Brasil.

Ao PT, resta saber qual caminho melhor lhe convém. Seguir no projeto Nilton Cruz e fazer uma boa bancada para Câmara Municipal, ou aliar-se ao que melhor lhe convier.

Na avaliação de especialistas, o apoio do PT é promissor e preponderante para quem quiser se eleger, ou reeleger!
Eu, como militante e pré-candidato a vereador, torço pelo projeto Nilton Cruz.

O jogo só está no início, no primeiro chute. Todavia, dezenas de pré-candidatos estão rodando, andando, conversando e articulando.

Em 2020, os 130 mil eleitores ilheense terão a certeza da disputa mais aberta da nossa história. Muitas são as possibilidades… inclusive para não mudar nada. Ou aparecer um nome arrasador como o doutor em 2016. Porém, entretanto, todavia, vida que segue…

Eu sou Jerberson Josué, um aprendiz na escola da vida.

DEPOIS DA GUERRA VERBAL, A RECONCILIAÇÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto

Jabes, o secretário Vilas-Boas e o deputado Eduardo Salles

O ex-prefeito Jabes Ribeiro se reuniu, ontem (21), com o secretário Estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, em Salvador. O encontro foi uma espécie de reconciliação.  Jabes e Vilas-Boas travavam guerras verbais publicamente, enquanto o ex-prefeito estava no poder em Ilhéus.
Por meio de sua assessoria, Jabes diz ter apresentado sugestões de ajustes para tornar o acesso ao Hospital da Costa do Cacau mais ágil, além de manutenção do apoio da Sesab às Santas Casas de Misericórdia de Ilhéus e de Itabuna. “A experiência e visão políticas de Jabes serão muito úteis na condução desse processo de reestruturação da Saúde de Ilhéus”, teria dito Vilas-Boas.
Vilas-Boas faz fortes críticas a Jabes Ribeiro. O ex-prefeito é acusado de ter sucateado a rede de atenção básica do município. Para se ter ideia, menos de 20% da população é coberta pela rede básica (postos e unidades de Saúde da Família).
O encontro em Salvador foi acompanhado pelo deputado estadual Eduardo Sales (PP), que agendou o encontro.

JABES CULPA A CRISE POLÍTICA NACIONAL PELA DERROTA DE CACÁ

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Jabes quando anunciou que não disputaria reeleição (Foto Ciro Zatele/Arquivo).

Jabes quando anunciou que não disputaria reeleição (Foto Ciro Zatele/Arquivo).

As crises política e econômica são apontadas como principais fatores que levaram à  derrota de Cacá Colchões (PP) no último domingo (2), na avaliação do prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro. O candidato derrotado tinha o apoio do prefeito ilheense. A disputa foi vencida pelo médico Mário Alexandre, conhecido como Marão (PSD).

Segundo Jabes, a combinação de crise política e econômica foi combustão para o sentimento de mudança, dificultando candidaturas governistas e reeleição de prefeitos bem-avaliados.

– Aconteceu aqui, o que aconteceu em todo Brasil.  Vivemos uma crise.  A população demonstra uma insatisfação com a política por causa dos problemas enfrentados pelas atuais administrações, que passam por dificuldades, independentemente de suas avaliações.

Secretário-geral do PP baiano, Jabes enumerou gestões bem avaliadas na Bahia e em outros estados que não conseguiram reeleição ou fazer sucessor, a exemplo do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB). Jabes não fez mea culpa. Paes apoio o também peemedebista Pedro Paulo, contra quem havia denúncia de irregularidades e de agressões físicas contra a ex-esposa.

O prefeito ilheense também se queixou do empobrecimento dos municípios e dos seus reflexos nas gestões. Segundo ele, será possível pagar o funcionalismo em dia, até dezembro, graças à reforma tributária ocorrida em seu governo.

NÃO DISPUTOU REELEIÇÃO

Jabes desistiu de disputar a reeleição ao alegar problemas de saúde. Submeteu-se a várias cirurgias no olho esquerdo por causa de um glaucoma. Corria o risco de perder a visão.

JAMIL NÃO DÁ “OK” PARA NOME DE CACÁ

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Para Jamil, nome de Cacá não está definido (Foto Alfredo Filho).

Para Jamil, nome de Cacá não está definido (Foto Alfredo Filho).

Anunciado ontem como o pré-candidato oficial à sucessão do prefeito Jabes Ribeiro (PP), o vice Cacá Colchões pode enfrentar um obstáculo: ele atende pelo nome de Jamil Ocké,vereador, jabista da velha guarda e até pouco tempo secretário municipal de Ação Social.

Mesmo com o nome de Cacá ungido pelo prefeito e já em fase de arrumação de coligações, Jamil divulgou hoje uma nota na qual dá a entender que o PP ainda definirá seu candidato. Atribuindo o posicionamento ao próprio gestor municipal, o vereador diz que “a decisão de quem irá assumir a chapa depende do partido”.

Mais adiante, ele acrescenta, com açúcar e afeto:  “sabemos que a força e a história do nosso prefeito torna esta uma decisão difícil, mas que é importante que todos os membros do PP se unam para fortalecer a indicação do nome que assumirá a brilhante tarefa de dar continuidade ao bom trabalho executado por Jabes”. E promete que estará empenhado em apoiar o nome indicado pela legenda.

A nota encaminhada pela assessoria encerra com um autoelogio: “Jamil Ocké [é] uma das mais atuantes e fortes personalidades políticas da cidade”.

Resta alguma dúvida de que essa alma quer falar?

A SAÍDA DE ISAAC ALBAGLI DO GOVERNO ILHEENSE

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Isaac tenta recuperar terreno perdido

Isaac tenta recuperar terreno perdido

Ao deixar a Secretaria de Infraestrutura da Prefeitura de Ilhéus, conforme publicação no Diário Oficial do Município nesta quarta-feira (1º), Isaac Albagli afirma ter dois caminhos à frente. Poderá ser candidato a prefeito pelo PR ou até vice em uma chapa talvez encabeçada pelo vice-prefeito e hoje prefeito interino Cacá Colchões (PP).

O blog Agravo, de Ilhéus, cogita uma disputa de espaço político entre Isaac e Cacá, mas o ex-secretário nega. Na versão do blog, Isaac estaria incomodado com a perda de terreno para o interino, que opera para ser candidato a prefeito, caso Jabes Ribeiro desista de tentar a reeleição.

Diplomaticamente, Isaac jura fidelidade a Cacá e sugere a possibilidade de ser seu vice. Porém, fora do campo das polidas e calculadas declarações públicas, acredita-se que o ex-secretário opere para reconquistar a área vip que já ocupou no jabismo, o que significa dar um chega pra lá no prefeito interino.

JABES PEDE LICENÇA PARA CUIDAR DA SAÚDE

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Jabes Ribeiro (Foto Pimenta).

Jabes Ribeiro (Foto Pimenta).

O prefeito Jabes Ribeiro pediu licença de 15 dias para cuidar de problemas de saúde. Durante entrevista coletiva concedida hoje,  no Centro Administrativo, ele afirmou que o glaucoma ficou fora de controle, tendo que ser submetido a cinco cirurgias no olho esquerdo.

Segundo ele, deveria passar dois dias em Belo Horizonte, onde fez a cirurgia. As complicações levaram JR a ficar dez dias na capital mineira. Contra recomendação médica, Jabes retornou a Ilhéus na última segunda.

DESFILE DE PRÉ-CANDIDATOS NO LANÇAMENTO DE BEBETO

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Bebeto quer oposição unida contra Jabes

Bebeto quer oposição unida contra Jabes

O deputado federal e pré-candidato a prefeito de Ilhéus, Bebeto Galvão (PSB), tem um senhor desafio pela frente, e ontem (15), no lançamento de sua pré-candidatura, mostrou que está disposto a encará-lo. A tarefa do socialista é unir os partidos que fazem oposição ao prefeito Jabes Ribeiro (PP) em uma única chapa, algo que esbarra em pretensões pessoais.

Bebeto reuniu uma dezena de partidos e pré-candidatos, a exemplo da Professora Carmelita (PT) e do médico Mário Alexandre (PSD). Também participaram do evento a deputada estadual Ângela Sousa, o secretário geral do PSB da Bahia, Domingos Leonelli, e o coordenador da Defesa Civil do Estado, Rodrigo Hitta.

O discurso, como não poderia deixar de ser, foi lastreado na proposta de unidade. Segundo consta, Bebeto tem aparecido bem em consultas eleitorais e hoje teria condições de pedir preferência.

VEREADOR COBRA ESCLARECIMENTOS SOBRE OBRA EM CENTRAL DE ABASTECIMENTO

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Central está fechada há mais de um ano para reformas. Demora na conclusão prejudica 70 famílias

Central está fechada há mais de um ano para reformas. Demora na conclusão prejudica 70 famílias

A paralisação das obras de reforma da Central de Abastecimento do bairro Hernani Sá, na zona sul de Ilhéus, levou o vereador Fábio Magal (PSB) a cobrar esclarecimentos do prefeito Jabes Ribeiro (PP).

Segundo Magal, a obra teve início em 31 de janeiro do ano passado, portanto há mais de um ano. Mas o trabalhos acabaram interrompidos sem maiores explicações.

Em requerimento encaminhado à Mesa Diretora da Câmara, o vereador solicita que o prefeito e o secretário de Indústria e Comércio de Ilhéus, Roberto Garcia, apresentem informações sobre a reforma.

Entre outros dados, Magal questiona o nome da empresa responsável pela obra, com cópias do contrato, processo licitatório e notas de empenho. Pede também que o governo dê uma previsão de data para a conclusão dos trabalhos.

Segundo o vereador, 70 famílias de comerciantes dependem dessa obra para retomar suas atividades na Central de Abastecimento.

PREFEITURA DE ILHÉUS PAGA ALUGUEL EXORBITANTE

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Jabes para R$ 12 mil de aluguel por imóvel no Banco da Vitória

Jabes para R$ 12 mil de aluguel por imóvel no Banco da Vitória

Conforme notícia do Blog do Gusmão, a Prefeitura de Ilhéus renovou o contrato de locação do imóvel onde funciona a Escola Municipal do Banco da Vitória. O que causa espanto é o valor do contrato, fechado em R$ 146.484,00 para o período de 4 de janeiro a 31 de dezembro de 2016. Por mês, o aluguel é de “módicos” R$ 12.207,00.

O imóvel pertence a Maria Natália Oliveira, que pode se considerar uma felizarda. Segundo um experiente corretor de imóveis ouvido pelo PIMENTA, Ilhéus tem pouquíssimos imóveis que poderiam ser alugados na faixa de R$ 12 mil. O valor está restrito a casas de luxo, situadas em áreas nobres da cidade, o que não é o caso do Banco da Vitória.

O prefeito Jabes Ribeiro precisa tomar cuidado para não inflacionar o mercado de locação de imóveis na Terra da Gabriela…

ITABUNA: NOME DA BASE SERÁ DEFINIDO ATÉ ABRIL, DIZ JOSIAS GOMES

Tempo de leitura: 4 minutos
(Foto Pimenta)

(Foto Pimenta)

O governador Rui Costa espera haver unidade da sua base nas eleições municipais de Itabuna, lançando apenas um nome para disputar a sucessão no maior município sul-baiano. No último final de semana, o secretário estadual de Relações Institucionais, Josias Gomes, se reuniu com o ex-prefeito Geraldo Simões, pré-candidato a prefeito de Itabuna, e o presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação, para costurar essa unidade.

Ao Pimenta, Josias disse que as negociações envolvem outros nomes do arco de alianças – Davidson Magalhães (PCdoB) e Carlos Leahy (PSB). “Esse processo será conduzido com calma. O nome da base deve sair até abril”.

Segundo Josias, o prefeito Vane do Renascer, que desistiu da reeleição, ajuda no processo de construção da unidade da base. Confira principais trechos da entrevista.

Blog Pimenta – O senhor se reuniu com petistas, o prefeiturável Geraldo Simões entre eles. Já existe uma definição do nome da base?

Josias Gomes – Conversamos com Geraldo e vamos construir essa unidade da base, identificar o melhor nome. Esse processo será conduzido com calma. O nome deve sair até abril. Estamos conversando com Vane, que ajuda nesse processo. Além de Geraldo, vamos também conversar com os outros candidatos da base, Davidson Magalhães e Carlos Leahy.

Pimenta – E Roberto José?

Josias – O que estamos propondo são as condições para que nossos partidos tenham uma candidatura. Nesse sentido, é de nosso interesse que ele consiga entender o propósito. E acho que dá para fazer isso muito bem. Vou aí [em Itabuna] para conversa com Davidson e, em seguida, fazer esse caminho.

Pimenta – O PSD apoiará o nome da base?

Josias – Otto [Alencar] tem sido um grande parceiro nosso. Temos estado com ele, já analisamos uma série de questões como, por exemplo, onde o partido tem interesse. Estamos muito alinhados. O PSD, assim como todos da base, tem sido parceiro. Nenhum [partido] tem se colocado em situação de confronto. Agora, é claro que cada partido tem um interesse eleitoral, ampliar número de prefeitos e vereadores.

Pimenta – E o PT, como se coloca nesse processo?

Josias – O presidente estadual do PT me disse que o partido deve apoiar aliados em mais de 300 municípios. E vai concorrer em pouco mais de 100. Ou seja, o partido vai apoiar, abrir mão na maioria dos municípios. Estamos buscando essa construção.

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PINHEIRO DE SAÍDA – Na visão dele próprio, seu ciclo no PT já se encerrou. E temos conversado no sentido de contribuir. É um grande parlamentar, é uma opção.

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Pimenta – O senador Walter Pinheiro deixará o PT? De fato, irá para o PSD?

Josias – Ele me disse que ainda não havia decidido. Na visão dele próprio, seu ciclo no PT já se encerrou. E temos conversado no sentido de contribuir. É um grande parlamentar, é uma opção. Ele deve ir para um partido da base [governista]. Conversou com o PDT, teve com Otto e com o pessoal da Rede.

Pimenta – Ou vai para a base de ACM Neto, como já foi especulado?

Josias – Eu não sei se houve isso, essa conversa. Seria uma coisa tão extravagante para a história dele fazer uma movimentação dessa… Não está no horizonte dele. Para mim, ele sempre negou [a ida para a base de Neto]. Pinheiro em 2010 não era o queridinho [do partido, quando foi eleito senador]. Teve nosso apoio. Fomos para cima e foi o escolhido com 80% dos votos da minha corrente [no PT, sendo depois eleito senador].

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CARMELITA, JABES E BEBETO – Como são nomes da base, preferimos que os partidos discutam, definam. Diferente de Itabuna. Estive com Carmelita, com Bebeto. Tenho conversado bastante.

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Pimenta – Falando da disputa no eixo Ilhéus-Itabuna, Professora Carmelita (PT) é candidata?

Josias – É sim. Lá, em Ilhéus, temos situação diferente da de Itabuna. Existem as candidaturas de Jabes e Carmelita. Podemos ter, também, Jabes e Bebeto. Carmelita pode fazer movimentação no sentido de apoiar Bebeto ou receber apoio do PSB. Pode resultar nisso: PT e PSB contra Jabes, esse tipo de situação. Como são nomes da base, preferimos que os partidos discutam, definam. Diferente de Itabuna. Estive com Carmelita, com Bebeto. Tenho conversado bastante. Demora um pouco mais pra definir em Itabuna.

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PESQUISA ELEITORAL EM ITABUNA – É o tipo de situação que não recomenda fazer projeção. Rui é um exemplo disso. Acabou eleito. Hoje, o que há é um sentimento. E pesquisa quantitativa não consegue identificar isso.

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Pimenta – O que as pesquisas sinalizam em Itabuna?

Josias – Não temos trabalhado com pesquisa quantitativa. Hoje, em fevereiro, não faz muita diferença para a eleição, que ocorre em outubro. Em 2012, [Jaques] Wagner pedia a desistência de Carmelita no início daquele ano. No período da campanha, chegamos a ter 32% a 30% entre ela e Jabes. É o tipo de situação que não recomenda fazer projeção. Rui é um exemplo disso. Acabou eleito. Hoje, o que há é um sentimento. E pesquisa quantitativa não consegue identificar isso. Em Itabuna, há o sentimento de setores da sociedade de que, isoladamente, sem ter esse diálogo com Estado e sem União, o prefeito não vai resolver as grandes questões daí.

Pimenta – E Salvador?

Josias – Há essa movimentação de PT mais PCdoB, PSD. Tem a candidatura de Sargento Isidório. Se esses partidos se entenderem para fazer confrontação política e ideológica com o Neto… Isso, espero que a gente consiga construir. Essa eleição não é fácil para Neto. Não se iluda. Sem ter contraponto, é fácil. Essa eleição em Salvador ainda tem desdobramentos. Rui é bem avaliado aqui. Teremos um confronto político bem interessante.

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