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4 de abril de 2020 | 05:27 pm

WAGNER: “BOLSONARO FOI O MAIOR IMPORTADOR DE CORONAVÍRUS NO BRASIL”

Jaques Wagner faz críticas ao presidente Bolsonaro || Foto Pimenta/Arquivo
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O senador Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, considera o presidente Jair Bolsonaro o maior importador do novo coronavírus para o Brasil ao ter viajado aos Estados Unidos para encontro com Donald Trump. A viagem ocorreu em período não recomendado. A comitiva do presidente Bolsonaro retornou ao país com mais de 20 infectados.

– O exemplo deveria vir de cima, mas o maior importador do vírus foi o presidente. Na delegação dele tem mais de 20 que voltaram de lá com coronavírus. A ideia de ir lá naquele momento era infeliz, tanto que o volume de contaminados foi grande – disse Wagner em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole.

Wagner criticou o presidente, mas fez ressalva quanto ao comportamento do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM). Para o senador, o ministro age de forma equilibrada e seria o responsável por fazer o presidente “parar de ficar de brincadeirinha” em relação ao coronavírus.

WAGNER E JOSIAS GOMES DESTACAM PRODUÇÃO E QUALIDADE DA BIOFÁBRICA BAHIA

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Senador Wagner conhece novas mudas produzidas pela Biofábrica Bahia

O senador e ex-governador da Bahia Jaques Wagner e o secretário estadual de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes, destacaram a presença da Biofábrica da Bahia com estande promocional da nova marca e novo nome lançados na 10ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, em Salvador. Senador e secretário conheceram, no evento, os lançamentos da Biofábrica, as mudas de palma forrageira e de cacau ortotrópicas.

Josias disse que a presença da Biofábrica na Feira em Salvador demonstra a vitalidade com que seus técnicos e a direção têm tratado o tema da maior relevância para a agricultura, a produção de mudas selecionadas, produzidas em laboratório, com todo rigor técnico. “Certeza de que com esses produtos nós estamos aumentando cada vez mais a produção agrícola de toda a Bahia. Sou um entusiasta do trabalho que hoje é praticado pela Biofábrica”, disse Josias Gomes.

Para Jaques Wagner, a Biofábrica da Bahia tem inovado. “Sou empolgado com a Biofábrica, sempre fui, Lanns sabe disso, no governo e mesmo fora do governo, sempre tentei ajudar. Achei que foi uma grande ideia comemorar os 20 anos da Biofábrica aqui na Feira Baiana da Agricultura Familiar, renovando o formato, a marca, mas mantendo a mesma energia e paixão que nós temos em ajudar o povo da agricultura em geral. Parabéns a Lanns e a toda a sua equipe. Espero que a gente consiga inovar cada vez mais”, afirmou Jaques Wagner.

O secretário Josias Gomes, ao lado de Lanns, destaca o vigor da Biofábrica

“Nós, da Biofábrica da Bahia, ficamos muito felizes com esse momento de novos desafios e metas, que escolhemos expor aqui na 10ª Feira Baiana da Agricultura Familiar, por toda sua importância e representatividade”, disse o diretor-presidente da Biofábrica, Lanns Almeida. “Temos muito trabalho pela frente para continuarmos produzindo mudas de excelência e fomentando o desenvolvimento rural na Bahia e no Brasil, com responsabilidade ambiental e social, envolvendo diversos setores da agricultura, desde a pesquisa e produção à extensão rural, num esforço conjunto em prol do nosso estado e do nosso país. Gratidão ao governo do estado, por meio do governador Rui Costa, à SDR, por meio do secretário Josias, ao senador Jaques Wagner e a todos que acreditam no potencial da Biofábica, que é de todos nós”.

A Biofábrica da Bahia, organização social sem fins lucrativos, possui parceria com o Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural. Por seu estande na Feira Baiana da Agricultura Familiar passaram milhares de pessoas de diversas regiões do Brasil durante os nove dias de evento, que terminou no domingo (1º). A Feira ocorre, anualmente, durante a Fenagro, no Parque de Exposições de Salvador.

WAGNER SE CONSOLIDA COMO O MAIOR ARTICULISTA PARA ELEIÇÕES BAIANAS DE 2022

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Jerberson Josué

 

 

Os petistas propõem para as eleições de 2022 uma chapa com Wagner governador, tendo um pepista como vice e Otto assegurado na chapa para reeleição ao Senado Federal.

 

O senador Jaques Wagner é, reconhecidamente, incansável em suas movimentações políticas e este fato resultou na convergência de um arco de alianças entre correntes internas do PT, que acabou elegendo um aliado seu para o comando do partido no estado, Eden Valadares, embora o grupo do deputado federal licenciado, Josias Gomes, seja mais sólido e detenha prerrogativas para debates e decisões da Executiva do partido.

O placar ficou 14 a 12 pra o ampliado grupo de Wagner, na Executiva Estadual do PT. Quase que simultaneamente, um movimento assertivo foi feito e o nome do ex-governador Wagner virou quase que unanimidade na base e um trunfo internamente no PT. Foi praticamente alijada qualquer possibilidade de convergência à candidatura majoritária do senador Otto Alencar (PSD), para unificação do situacionismo na sucessão de Rui Costa.

Até o deputado federal Otto filho (PSD) considera impertinente o alinhamento do PSD ao grupo da oposição, tendo em vista os laços do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), com o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Os petistas propõem para as eleições de 2022 uma chapa com Wagner governador, tendo um pepista como vice e Otto assegurado na chapa para reeleição ao Senado Federal. Para os aliados do PSB e PC do B, os esforços sinalizariam para viabilizar-se a eleição de um maior número de seus representantes para o Congresso Nacional e Assembleia Legislativa da Bahia.

Este processo eleitoral tem sido, meticulosamente, bem articulado e capitaneado pelo habilidoso Jaques Wagner. Sua desenvoltura assegura favoritismo para a permanência do petismo no comando de mais quatro anos de governo estadual na Bahia e tem merecido reconhecimento, até de adversários políticos, e este é o caso do senador Flávio Bolsonaro, que vê em Wagner um dos mais inteligentes políticos do país.

Jerberson Josué se define como um estudante na escola da vida.

PARA WAGNER, DIÁLOGOS REVELAM ARMAÇÃO E QUE A OPERAÇÃO LAVA JATO ATROPELOU A LEI

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Wagner vê armação e intenção da Lava Jato de prejudicar pessoas || Foto Pimenta

O vazamento de conversas de procuradores federais e o ex-juiz Sérgio Moro revela, na opinião do senador Jaques Wagner (PT-BA), uma armação e atropelo da lei de atores da Operação Lava Jato para prejudicar, deliberadamente, algumas pessoas, dentre elas o ex-presidente Lula.

Wagner esteve na abertura do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, em Ilhéus, nesta quinta (18). Os diálogos de procuradores com o ex-juiz e hoje ministro da Justiça no Governo Bolsonaro vêm sendo revelados em reportagens do The Intercept, Folha de São Paulo e a revista Veja, além da Rádio Band.

Para o ex-governador baiano e senador, a revelação das conversas de procuradores federais, como Deltan Dallagnol, com Moro deixa claro que “a lei foi atropelada” e a “armação” contra pessoas, notadamente políticos do PT ou próximos à legenda. Ontem (18), novos trechos de diálogos de Moro e procuradores revelam a interferência do ex-juiz e hoje ministro na negociação de delações, segundo a Folha.

O senador citou, ainda, a tentativa de Dallagnol de promover uma operação da Lava Jato contra ele, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial do ano passado, para prejudicar o petista Fernando Haddad.

– Não tenho nenhuma dúvida de que todo esse processo foi feito para prejudicar algumas pessoas e não para fazer justiça –  disse ao PIMENTA durante a visita ao festival em Ilhéus, no sul da Bahia.

Para o senador baiano, com o que já foi divulgado das conversas, mostrando diálogos de combinações entre procuradores federais e o então juiz da Operação Lava Jato, Sergio Moro,  a Justiça não terá outra opção a não ser soltar o ex-presidente Lula. “Esses fatos são inquestionáveis”, afirmou Wagner.

GERALDO SIMÕES E A REFORMA DE RUI

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Marco Wense
 

Nos bastidores, o que se comenta é que o ex-governador e senador eleito Jaques Wagner pode levar Geraldo para Brasília, se o companheiro ficar de fora do Governo Rui Costa neste segundo mandato.

Toda vez que a reforma administrativa do governador Rui Costa emerge nas conversas entre petistas, o nome de Geraldo Simões é logo lembrado.
Prefeito de Itabuna por duas vezes, 1993-1996 e 2001-2004, também conhecido como “Minha Pedinha”, Geraldo divide a cúpula estadual do Partido dos Trabalhadores.
Tem os que defendem sua indicação para um cargo de primeiro escalão e os que torcem para Simões continuar a ver navios. Os mais religiosos fazem até promessas ao Senhor do Bonfim e colocam fitinhas no pulso.
Geraldo se mostra tranquilo.
Compreende que o chefe do Executivo não tem muita simpatia por ele. Até as freiras do convento das Carmelitas sabem da frieza de Rui com o ex-alcaide. Deve ter seus motivos, nunca revelados de público, mas sempre comentados em conversas reservadas.
A situação de Geraldo, quando comparada com a de priscas eras, como diria o saudoso, inquieto e polêmico jornalista Eduardo Anunciação, hoje em um lugar chamado Eternidade, é infinitamente melhor.
Teve um período em que Geraldo era uma espécie de “patinho feio” para Everaldo Anunciação, presidente estadual do PT, e Josias Gomes, então secretário de Relações Institucionais de Rui Costa. O apoio de Geraldo à reeleição de Josias para o Parlamento federal amenizou o pega-pega do passado.
Nos bastidores, o que se comenta é que o ex-governador e senador eleito Jaques Wagner pode levar Geraldo para Brasília, se o companheiro ficar de fora do Governo Rui Costa neste segundo mandato.
Geraldo Simões, que tem o controle do diretório do PT de Itabuna há muito tempo, é adorado por muitos e também odiado na mesma proporção.
O maior obstáculo no caminho de GS é sua performance nas últimas eleições que disputou, com resultados muito abaixo do esperado, provocando uma derrota atrás da outra.
Uma pergunta, no entanto, é oportuna e pertinente: Geraldo Simões estaria mesmo interessado em ocupar um cargo no Governo do Estado?
No mais, esperar o que vai acontecer com a reforma de Rui Costa, que terminou oxigenando o discurso oposicionista de que o morador mais ilustre do Palácio de Ondina cometeu “estelionato eleitoral” ao passar para o eleitor que a situação financeira do governo estava sob controle, que tudo corria conforme o figurino da boa e exemplar administração da coisa pública.
PS – Geraldo Simões, um dos fundadores do PT de Itabuna, é portador de uma invejável coerência na sua vida pública. O exemplo bem tupiniquim desse seu nexo político, se deu com a inusitada aliança entre Rui Costa e Fernando Gomes, atual gestor de Itabuna e considerado, por muito tempo, o maior inimigo do PT no sul da Bahia, daqueles que não perdiam a oportunidade de esculhambar com o partido e os petistas. Geraldo, quando questionado sobre o enlace político entre Rui e Fernando, foi hilariante: “casamento de cobra com jacaré”. A dúvida, até hoje não esclarecida, ficou por conta de quem seria a cobra e o jacaré.

FG E SEUS CANDIDATOS

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Marco Wense
 

É evidente que Wagner não criaria nenhum obstáculo para essa iniciativa de aproximá-lo do chefe do Executivo. Pragmático como é, não vai contrariar a máxima de que todo apoio é bem-vindo.

 
Só falta um nome para o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, sem partido depois que deixou o DEM, fechar sua chapa nas eleições de 2018.
Para o governo da Bahia, o alcaide vai votar na reeleição de Rui Costa (PT). Deputado federal e estadual, respectivamente Jonga Bacelar e Sérgio Gomes. Para o senado da República, em Ângelo Coronel.
O candidato de FG à presidência da República é Jair Bolsonaro, do PSL, que é também do vice-prefeito Fernando Vita e da maioria do secretariado do Centro Administrativo Firmino Alves.
O sólido antipetismo da campanha bolsonariana e a defesa do porte de armas são os pontos que são mais elogiados no staff fernandista.
Aliás, o próprio Fernando Gomes não cansa de dizer que seu único compromisso é com o governador Rui Costa, que quer distância do PT.
Seria uma inominável ingratidão se o prefeito tivesse outro comportamento com o governador, que o apoiou na última sucessão municipal, tanto no campo político como no jurídico.
Como são duas vagas para senador, fica faltando um voto do alcaide. A única certeza é que FG já descartou Jaques Wagner. As apostas giram em torno do Irmão Lázaro e Jutahy Júnior.
O único pedido que Fernando faz, de maneira mais incisiva, principalmente entre os que ocupam cargos de confiança, é em relação ao filho Sérgio Gomes, postulante a uma vaga na Assembleia Legislativa.
A cobrança de FG está sendo ignorada por alguns secretários simpatizantes da candidatura de Rafael Moreira, hoje neopetista e muito próximo de Josias Gomes, ex-secretário estadual de Relações Institucionais.
Nos bastidores, longe dos holofotes e do povão de Deus, a informação é de uma articulação para aproximar o prefeito do ex-governador Jaques Wagner.
É evidente que Wagner não criaria nenhum obstáculo para essa iniciativa de aproximá-lo do chefe do Executivo. Pragmático como é, não vai contrariar a máxima de que todo apoio é bem-vindo.
Não se sabe a opinião de FG sobre a tentativa de fazer as pazes com o responsável direto pela eleição de Rui Costa ao Palácio de Ondina.
Somente o governador Rui Costa pode ter sucesso nessa difícil missão, dizem os correligionários mais próximos do prefeito.
Marco Wense é articulista e editor d´O Busílis.

ROSEMBERG: "CANDIDATURA DE LULA É UM GRANDE DESAFIO PARA A DEMOCRACIA"

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Rosemberg, na foto ao lado do ex-presidente, defende candidatura de Lula  

O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) considera a presença do ex-presidente Lula na corrida eleitoral de 2018 “um grande desafio para a democracia brasileira”. O pedido de registro da candidatura está sendo feito nesta tarde de quarta (15). “O registro significa a disputa do retorno do Estado de Direito. Estamos enfrentando um segmento conservador do Judiciário, do Ministério Público e um segmento conservador da elite brasileira”, condenou.
Para Rosemberg, que já liderou a bancada do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deferimento do registro de candidatura não será uma tarefa simples. “Mas vamos registrar e disputar até o último minuto, porque eu só acredito num Brasil que volte a se desenvolver com Lula, o único capaz de unificar o país com uma previsão para o seu desenvolvimento”, defendeu.
Uma marcha reúne milhares de apoiadores do ex-presidente em direção à corte eleitoral. O governador Rui Costa e o ex-governador Jaques Wagner acompanham o ato na capital federal.

GERALDO FALA DE ELEIÇÕES E ALFINETA FERNANDO: "ITABUNA PARECE QUE FOI BOMBARDEADA"

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Foto Pimenta 28.07.2018

(Foto Pimenta)

O ex-deputado e ex-prefeito de Itabuna Geraldo Simões (PT) deverá ter o nome confirmado em convenção do PT, no próximo sábado (4), em Salvador, como um dos nomes do partido na disputa por vagas à Assembleia Legislativa. Ao PIMENTA, ele afirmou que pretende fazer uma campanha regional, focando em Itabuna, Ilhéus e no sul da Bahia. Numa rápida entrevista, o ex-deputado falou de eleições 2018, Lula, gestão do adversário histórico, Fernando Gomes, e de Rui Costa. Confira abaixo.
PIMENTA – O “bloco” já está na rua?
GERALDO SIMÕES – Começamos a andar na última semana, atentos à nova legislação. Vamos levar nosso nome à convenção do partido, no sábado (4), e aí a campanha deslancha. Nossa proposta é de uma candidatura regional. Sempre fui favorável ao voto distrital. Vou centrar minha campanha em Itabuna, Ilhéus e no sul da Bahia.
PIMENTA – Como avalia a gestão em Itabuna?
GERALDO – Estou muito preocupado com violência altíssima, saúde a mesma dificuldade, educação não funciona. A cidade parece que foi bombardeada. Tem buraco em tudo que é lugar. Semana passada um carro caiu em um buraco no centro da nossa cidade. Aquilo é o retrato de uma Itabuna que está sem perspectiva. A administração local está nesse desastre inteiro e não está pior ainda por conta do apoio que o governador Rui Costa está dando à gestão. Apoio é coisa que nunca tive nos meus dois governos, quando o pessoal do DEM governava o Estado.
PIMENTA – Avaliando a disputa nacional e estadual, o PT deve insistir com Lula?
GERALDO – Lula é inocente. Está preso porque a elite não gosta de governos que trabalham pela população. Foi assim com Getúlio Vargas, João Goulart e Juscelino Kubitschek. E, por último, com a presidenta Dilma Rousseff. Nós vamos registrar a candidatura de Lula no dia 15 de agosto e vamos provar que Lula é inocente e, portanto, tem direito a ser candidato.
PIMENTA – Apesar de todos os sinais no Judiciário, o sr. acredita que ele possa disputar e, vencendo, assumir a presidência?
GERALDO – As pesquisas mostram até Lula ganhando em primeiro turno. O meu desejo é que aconteça. O povo está com Lula. Quem está contra? A grande imprensa e o Judiciário.

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Rui está sendo um bom governador para a Bahia e o melhor governador da história para a nossa região.

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PIMENTA – José Dirceu diz que Wagner seria bom candidato do PT. Há o nome de Fernando Haddad. Não avalia como possíveis substitutos?
GERALDO – Meu candidato é Lula. Se lá na frente tiver alguma coisa, a gente para e analisa.
PIMENTA – E a disputa estadual?
GERALDO – Rui está sendo um bom governador para a Bahia e o melhor governador da história para a nossa região sul da Bahia. Com essas obras importantes, Barragem do Colônia, Hospital da Costa do Cacau, duplicação da estrada Ilhéus-Itabuna, que começa a qualquer momento – nós precisamos romper com essa dificuldade lá no TCU -, a nova ponte nova em Ilhéus e outras ações…. Tudo isso dá a Rui o título de melhor governador que o sul da Bahia já teve.

"MINHA RETIRADA DA CHAPA É INJUSTIFICÁVEL", AFIRMA LÍDICE

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Lídice da Mata diz que retirada é injustificável

A senadora baiana Lídice da Mata (PSB) foi obrigada a retirar a sua pré-candidatura à reeleição para abrir espaço ao presidente da Assembleia Legislativa, Angelo Coronel (PSD), na chapa majoritária do governador e candidato à reeleição da Bahia, Rui Costa. Viu-se obrigada, pela conjuntura, a disputar vaga à Câmara dos Deputados em 2018.
Ela já reclamou e seu lamento está nas páginas da Folha, que traz reportagem sobre a baixa presença feminina no Senado Federal. Das 81 cadeiras, apenas 13 são ocupadas por mulheres. A publicação também fala da preferência dos partidos e chapas por homens na composição. Lídice deixa claro que não gostou da posição dos segmentos progressistas, apesar do apoio de alas petistas.
– É lamentável que nem mesmo os segmentos progressistas tenham entendido o valor que é a presença das mulheres no Parlamento. Pessoalmente, acho que a minha retirada da chapa é injustificável – disse a senadora, que anunciou seu apoio ao pré-candidato a senador Jaques Wagner (PT) e à reeleição de Rui Costa, deixando de fora o nome de Coronel.
Das 13 senadoras, oito encerram mandato em 31 de janeiro de 2019. Destas, apenas três têm candidatura à reeleição assegurada, conforme  a publicação: Ana Amélia (PP-RS), Ângela Portela (PDT-RR) e Marta Suplicy (MDB-SP).

SEM LULA NA DISPUTA, FÉLIX JR. CRÊ EM APOIO DE RUI COSTA E DO PT A CIRO GOMES

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Félix cobra apoio do PT e crê em adesão de Rui a Ciro

Deputado federal e presidente do PDT baiano, Félix Jr. disse esperar o apoio do PT à candidatura de Ciro Gomes à presidência da República. O parlamentar, que é da base aliada do governador Rui Costa, cita que tanto o gestor baiano como o ex-governador Jaques Wagner já tornaram público a possibilidade de apoio.
– Quando eles abrem mão de ter candidato para apoiar um nome de outro partido, mostra visão globalizada da política – disse Félix Jr.
Mais que isso, Félix cobrou o PT, caso Lula não possa ser candidato. Para ele, “após dar apoio aos petistas por tanto tempo, chegou a hora da recíproca”.
– Esperamos que o PT agora tenha capacidade de apoiar o nosso partido, da mesma forma que apoiamos ele no passado. Principalmente, pelo fato de termos Ciro Gomes como candidato, o nome mais capacitado e mais qualificado à Presidência entre os concorrentes.

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