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14 de julho de 2020 | 08:31 pm

HOSPITAL OU SALÃO DE BELEZA?

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hospital luiz viana filho pbO Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, passou por “maquiagem” nestes últimos dias para enganar trouxa e o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla. É o que conta o Blog do Gusmão.
Na tentativa de esconder a realidade, pacientes estão sendo transferidos para outras unidades de saúde. Quando a festa da posse do novo diretor, Júlio Guzman, acabar, os “transferidos” voltarão a encarnar os personagens reais do caos,

EMOCIONADO, DAVIDSON AGRADECE HOMENAGEM A CONCEIÇÃO BENIGNO

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Maria Luiza e Davidson, à direita, participam de homenagens à médica.

Maria Luiza e Davidson, à direita, participam de homenagens à médica.

O presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, emocionou-se, ontem, 16, com a homenagem prestada pelo município de Itabuna à médica Conceição Benigno, que dá nome ao Centro de Referência em Doenças de Anemia Falciforme de Itabuna (Cerdofi), reinaugurado na terça.
– Esse é um momento de resgate, de reconhecimento ao trabalho realizado pela doutora Conceição, que sempre se preocupou com a saúde pública, especialmente com as crianças. Somos muito gratos por essa homenagem – agradeceu Davidson, esposo de Conceição, acompanhado da filha, Maria Luiza.
Médica pediátrica, Conceição Benigno foi das responsáveis pelo título de Hospital Amigo da Criança, concedido pelo Unicef ao Manoel Novaes, presidiu a Fundação de Assistência à Saúde de Itabuna (Fasi), em 2003, e compôs a equipe de Jorge Solla na Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).
Solla reconheceu “a contribuição importante” de Conceição “à saúde em Itabuna e na Bahia”. Já o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, ressaltou a dedicação profissional de Conceição e a contribuição da médica à saúde pública no município e, também, no Estado.

E ITABUNA, Ó…

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Porto Seguro ganha hoje uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) 24h, inaugurada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla.

E quem perguntar pela UPA de Itabuna, prometida em 2009, saiba que a resposta é a mesma de tempos atrás: nada.

Não por acaso, Jorge Solla – e, por consequência, Jaques Wagner – não tem sido bem-vindo ao município sul-baiano.

 

PROPAGANDA ENGANOSA?

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Magela e Solla: mal na foto.

Soou estranho o conteúdo da entrevista do secretário Geraldo Magela neste final de semana, quando atacou diretamente a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) e acusou um suposto boicote do titular da Pasta, Jorge Solla, ao município de Itabuna.
O porquê da estranheza: há mais de seis meses Magela assumiu a secretaria apontado (e vendido) como a panaceia para todos os males que afligia a saúde itabunense. Dentre os fatores levados em conta para que o homem assumisse o posto estava o fato de “ser amicíssimo e contar com ótimo trânsito na Sesab”.
O que teria mudado nesse curto espaço de tempo? Estaria mesmo a Sesab, e o seu titular Jorge Solla, promovendo boicote ao sistema de saúde pública de Itabuna?

SOLLA: GESTÃO PLENA SÓ COM APROVAÇÃO DO CONSELHO DE SAÚDE

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É bom o secretário Geraldo Magela e o prefeito Capitão Azevedo (DEM) tratarem de atender as exigências do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna para que a cidade volte a ter a gestão plena.

O secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, deixou isso claro. “Passar o comando único para o município começa pela aprovação [da proposta] no Conselho Municipal de Saúde de Itabuna”.

O conselho aponta vários problemas que ainda persistem na rede de atenção básica. Dentre pontos elencados pela instância consultiva e de fiscalização, eis alguns: a prefeitura acumula atraso de até oito meses com laboratórios e clínicas contratados como “extra-teto”, descredenciamento de unidades do Programa Saúde da Família – devido a irregularidades e atenção básica precária, e auditorias do Denasus com recomendações de descredenciamento da atenção básica devido a “irregularidades gravíssimas”.

Maria das Graças: equilíbrio nas discussões.

A presidenta da Conselho Municipal de Saúde, Maria das Graças Souza, conversou com o PIMENTA há pouco. Ela diz que o conselho já sentou várias vezes com a administração para apontar correções necessárias.

Segundo Graça, o município ainda não adotou providências mínimas para que se comece a discutir a volta do comando único do SUS. Desde novembro de 2008, os recursos de média e alta complexidade em saúde são adminstratados pelo governo estadual.

– A saúde de Itabuna não está bem. É preciso primeiro que se organize a casa, organize os serviços para que tenhamos não apenas uma análise técnica, mas também humana. Os usuários estão sendo punidos. O Departamento de Atenção Básica não tem nem mesmo diretor – revela a presidenta.

A organização da Atenção Básica é ponto crucial na discussão sobre o retorno da gestão plena. Graça volta a enfatizar que o prefeito Capitão Azevedo nem mesmo enviou projeto à Câmara revogando a Lei 2.114, de janeiro de 2009, que tirou do secretário de Saúde a gestão do Fundo Municipal de Saúde.

A gerência sobre os recursos do fundo passou às mãos do prefeito e do secretário da Fazenda. A lei municipal, aponta Graça, passando por cima até de duas outras, federais, 8.142/90 e 8.080/90. A presidenta do Conselho também alerta que o retorno da gestão plena não pode ser tratado “como salvador de todo o sistema”. Para ela, o governo precisa definir ações concretas e o secretário tem de visitar as unidades de saúde, ouvir os usuários para conhecer a situação real.

CONSELHO SOFRE PRESSÕES

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Maria das Graças Souza afirma que há uma grande pressão em cima do conselho para que aprove o retorno do comando dos recursos da média e alta complexidade para as mãos do município. “A pressão tem sido grande em cima da gente. Culpam o conselho, mas na verdade a responsabilidade é da gestão, que ficou sem pagar prestadores. Quem executa as ações é o governo municipal, não somos nós”.

A dirigente afirma que o conselho irá discutir a questão com tranqüilidade. “Estamos lidando com vidas humanas. Não se pode apenas sentar na cadeira e definir as coisas tecnicamente, sem ouvir a população”, diz a presidenta, cobrando equilíbrio na discussão. A atenção básica, repete, está sucateada.

BICALHO É O NOVO DIRETOR DO ROBERTO SANTOS

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Solla dá posse a Bicalho como novo diretor do Roberto Santos.

O médico Paulo Bicalho, ex-secretário de Saúde de Itabuna, é o novo diretor do Hospital Roberto Santos, em Salvador. A posse ocorreu nesta quinta (3) em uma solenidade que contou com a presença de figuras como o ex-governador Roberto Santos.

Bicalho anunciou a incorporação de um núcleo de gestão do trabalho e educação em saúde com foco no desenvolvimento dos recursos humanos. Segundo ele, o núcleo permitirá que os “coordenadores de setores ou serviços passem a atuar como verdadeiros gestores”.

Dado a grandes desafios, Paulo Bicalho, além de secretário de Saúde de Itabuna, também respondeu pela pasta em Camaçari, implantou o Samu 192 em Itabuna, foi diretor médico da Santa Casa de Itabuna e participou da implantação do curso de Medicina da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

SESAB E MINISTÉRIO ANUNCIAM RENOVAÇÃO DA FROTA DO SAMU DE ILHÉUS

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A frota do Samu 192 de Ilhéus será renovada em fevereiro com a chegada de três ambulâncias novas, segundo antecipa o site Jornal Bahia Online. Os veículos para o serviço de emergência médica serão entregues pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário estadual, Jorge Sola.

A renovação atende, em parte, as reivindicações dos 14 médicos do Samu ilheense que ensaiavam uma greve a partir do dia 1º de fevereiro. As ambulâncias serão entregues em solenidade que ocorrerá em Salvador. “Estava na hora de mudar”, diz o secretário da Saúde de Ilhéus, Jorge Arouca. Os veículso que serão substituídos têm mais de cinco anos de uso.

Leia a íntegra da matéria do JBO

SOLLA PROMETE SOLUÇÃO PARA O HOSPITAL DE COARACI

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Notícias vindas de Coaraci dão conta de uma rearrumação que permitirá sobrevida ao Hospital de Coaraci. O secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla, se comprometeu a desapropriar o imóvel onde encontra-se instalado o hospital, garantindo a continuidade das operações da unidade de saúde.
Na semana passada, o hospital foi a leilão e acabou arrematado por R$ 390 mil, o que seria insuficiente até para quitar as pendências trabalhistas da Santa Casa de Misericórdia de Coaraci.  Espera-se que Solla cumpra, efetivamente, a promessa. A história é confirmada por membros da prefeitura local. Alívia para a gestora Josefina Castro (PT).

PARA GERALDO, ESTADUALIZAR É SAÍDA PARA O HBLEM

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Geraldo quer definição sobre Hblem.

O deputado federal reeleito Geraldo Simões (PT) disse que não poupará esforços para reverter a situação (“calamitosa”) do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
Geraldo conversou com o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, e acredita na estadualização como a melhor saída para reverter, “urgentemente”, o quadro do Hblem. Faltam medicamentos e cirurgias eletivas não estão sendo realizadas há dois meses, conforme levantamentos.
Tendo em vista às resistências do governo municipal em aceitar a proposta, o deputado defende a realização de uma espécie de conferência – aberta a toda a sociedade – para que se defina o futuro do hospital (se estadualização ou até mesmo uma gestão compartilhada, por exemplo).
– O Conselho Municipal  [de Saúde] já opinou favoravelmente à estadualização. Se a prefeitura resiste à ideia, mas não garante a melhora do serviço público, a sociedade poderá definir o que é melhor para ela.
Conforme dados repassados pela Sesab, o Estado repassa 150% a mais do que deveria para o Hospital de Base, mensalmente. O hospital só fatura R$ 600 mil, mensalmente, mas o estado repassa R$ 1,5 milhão.
Mudar o gerenciamento garantiria maior aporte de recursos do governo baiano no hospital, sustenta Geraldo. Sob a sua gestão, o Estado poderia contratar em regime de urgência equipamentos para substituir os existentes, sucateados, ou comprar aqueles necessários. “Nem tomógrafo há no principal hospital público do sul da Bahia”.
A situação do Hblem tem levado pacientes a procurar outros municípios e Itabuna a perder a condição de polo de saúde do interior baiano. A situação, reforça Geraldo, é insustentável e o município precisa definir o que quer: se continuar no caos ou aderir a um sistema que tem dado certo em outras cidades, a exemplo de Ilhéus. “Vamos reunir todas as informações necessárias para que possamos encontrar uma saída urgente”.

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