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14 de julho de 2020 | 10:14 pm

KÁTIA ABREU JOGA VINHO NA CARA DE SERRA, APÓS SER CHAMADA DE NAMORADEIRA

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Kátia Abreu jogou vinho na cara de Serra, após ser chamada de namoradeira.

Kátia Abreu jogou vinho na cara de Serra, após ser chamada de namoradeira.

A senadora licenciada e ministra da Agricultura, Kátia Abreu (PMDB), reagiu a uma atitude considerada machista e jogou vinho na cara do senador José Serra (PSDB). O “barraco” oconteceu durante a festa de final de ano na casa do senador Eunício Oliveira (PMDB). Serra chamou Kátia Abreu de “namoradeira”.

Casada há quase um ano, Kátia não gostou e reagiu jogando vinho na cara do senador. A revelação da atitude machista do senador foi feita pela colunista Mônica Bergamo, da Folha.

– Eu fiz o que qualquer mulher honrada faria. Respondi à altura de quem preza a sua honra – disse Kátia Abreu.

A ministra e senadora estava em uma roda com colegas, quando Serra se aproximou e disse “Kátia, dizem por aí que você é muito namoradeira”.

À atitude de Serra, Renan Calheiros, presidente do Senado, corrigiu: “Serra, a ministra se casou neste ano”.

A ministra afirma ter dito ao senador tucano que ele era “homem deselegante, descortês, arrogante, prepotente. É por isso que você nunca chegará à Presidência da República”. A senadora disse ter completado com a afirmação de que nunca traiu ninguém em sua vida.

Após jogar vinho na cara do tucano, a ministra mandou outro recado: “Nunca lhe dei esse direito nem essa ousadia. Por favor, saia dessa roda, saia daqui imediatamente”.

Serra admitiu ter dito à senadora que ela era “namoradeira”. E afirma que estava apenas elogiando a colega de Senado que, por enquanto, é ministra da Agricultura.

SERRA, AÉCIO E A DIFERENÇA DE ESTILOS

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Serra desceu Cinquentenário na "paleta"; Aécio, foi de trio elétrio (Fotos Pimenta).

Serra, em 2010, desceu a Cinquentenário na “paleta”; Aécio, foi de trio elétrico (Fotos Pimenta).

Eleição presidencial de 2010. O candidato tucano era José Serra, que hoje disputa vaga ao Senado por São Paulo. Serra visita Itabuna em um sábado de calor infernal. Segundo colocado nas pesquisas, o tucano e ex-ministro da Saúde desce a Cinquentenário cumprimentando cada um dos lojistas e comerciários.
Hoje, o colega de partido, Aécio Neves, fez diferente. Terceiro colocado nas pesquisas de A a Z, o ex-governador de Minas Gerais não resistiu ao trio elétrico à sua frente. Abandonou a caminhada e desceu a Cinquentenário acenando para o povo em cima de um exemplar da invenção dos baianos Dodô&Osmar. E o fez acompanhado de Paulo Souto, ACM Neto e Geddel Vieira.E olhe que a fama de Serra é outra…

IBOPE/ESTADÃO: DILMA VAI A 43%, AÉCIO MANTÉM 14% E CAMPOS CAI PARA 7%

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Dilma amplia vantagem eleitoral, segundo Ibope.

Dilma amplia vantagem, segundo Ibope.

A presidente Dilma Rousseff (PT) conseguiu aumentar sua vantagem eleitoral na pesquisa Ibope/Estadão. No cenário principal, Dilma vai de 41% a 43%, enquanto Aécio Neves (PSDB) mantém 14% das intenções de voto e Eduardo Campos (PSB) desliza de 10% para 7%, quando comparados os percentuais divulgados em 24 de outubro e nesta segunda (18).

Dilma salta de 39% para 42% no cenário com Aécio Neves (13%) e Marina Silva (PSB), que caiu de 21% para 16%. Neste cenário, a vantagem de Dilma para os adversários saltou de 5 para 13 pontos percentuais.

O cenário com José Serra é o melhor para as oposições, mas o tucano é o mais rejeitado pelo eleitor. Serra obtém de 17% a 19%, a depender do candidato do PSB.

Apesar destes dados positivos para a presidente, 62% dos eleitores consultados querem mudanças no governo e 12% falam em um novo governo de continuidade. A pesquisa Ibope/Estadão consultou 2.002 eleitores, no período de 7 a 11 de novembro, em 142 municípios.

IBOPE/ESTADÃO: DILMA AMPLIA LIDERANÇA E VÊ QUEDA DE MARINA

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Dilma mantém nível de recuperação após protestos.

Dilma mantém nível de recuperação após protestos.

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), ampliou a vantagem que já possuía em relação aos seus adversários na corrida eleitoral de 2014, segundo a última pesquisa Ibope encomendada pelo Estadão. Dilma ampliou de 8 para 22 pontos a diferença sobre Marina Silva (sem partido): 38% a 16%. Antes, na pesquisa de julho, Dilma aparecia com 30% a 22%.

Aécio Neves (PSDB) oscilou de 13% para 11%, apesar de ser a estrela da propaganda do PSDB em exibição na televisão aberta. Eduardo Campos (PSB) tinha 5% e escorregou para 4%. A mesma pesquisa anota que o percentual de eleitores sem candidato permanece alta: 31% do universo pesquisado.

Quando o candidato do PSDB é José Serra, Dilma aparece com 37%, Marina tem 16% e Serra surge com 12%. Campos fica nos 4%. O percentual de “sem candidatos” cai apenas um ponto: 30%. Nos dois cenários, revela a pesquisa, Dilma teria chances de levar a disputa no primeiro turno.

A pesquisa foi feita de 12 a 16 de setembro em 141 municípios, em todas as regiões, com 2.002 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

JUTAHY DIZ QUE PSDB DESEJA E ESTIMULA "CANDIDATURAS DE MARINA E EDUARDO CAMPOS"

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Jutahy defende Marina e Campos como estratégia para fortalecer oposição (Foto Pimenta).

Jutahy defende Marina e Campos como estratégia para fortalecer oposição (Foto Pimenta).

O deputado federal Jutahy Júnior disse  ontem à noite, 19, na inauguração da sede do PSDB em Itabuna, que o seu partido está “muito safisfeito” com a possibilidade das candidaturas de Marina Silva (Rede) e Eduardo Campos (PSB) à presidência da República em 2014.
“Estamos estimulando as candidaturas de Eduardo e Marina. Esse é o nosso desejo. Lógico que vamos trabalhar para que o segundo turno seja com o PSDB”. Os tucanos avaliam que a candidatura de Eduardo Campos sugaria votos da candidatura petista, provocando um segundo turno, como ocorreu em 2010, pleito em que a ex-petista Marina Silva, então no PV, obteve 19,6 milhões de votos. José Serra e Dilma Rousseff foram para o segundo turno.
O parlamentar atacou o PT. Para Jutahy, o partido da presidente Dilma Rousseff “assaltou o Estado na ocupação de cargos”. O deputado também fez críticas à gestão do governador Jaques Wagner e defendeu a união das oposições, na Bahia, já no primeiro turno em 2014. Para isso, lembrou a disputa pela Prefeitura de Salvador:
– Ganhamos pela capacidade de ACM Neto e a aglutinação das oposições [no segundo turno] – afirmou, sem esquecer que o PMDB de Geddel Vieira Lima lançou candidatura [de Mário Kértesz] no primeiro turno. O PSDB lançou o empresário João Gualberto como pré-candidato à sucessão estadual. Desde o cerimonial aos discursos, o ex-prefeito de Mata de São João era tratado como “o futuro governador da Bahia”.
TROCA DE COMANDO NO PSDB
Castro: "PSDB é maior do que qualquer picuinha" (Foto Pimenta).

Castro: “PSDB é maior do que qualquer picuinha” (Foto Pimenta).

O líder do PSDB baiano participou da solenidade em Itabuna. Para ele, a mudança de comando no diretório local do partido era “reconhecimento, justiça” ao novo presidente, o deputado estadual Augusto Castro. “Augusto conquistou isso no voto e com a capacidade de aglutinar”, afirmou. Ele agradeceu ao ex-presidente, Adervan Oliveira, mas sem deixar de alfinetá-lo: “nos últimos tempos, ele só fala mal de mim e Augusto Castro”.
Castro disse que agradecia ao apoio que teve de Adervan e emendou: “o PSDB é maior do que qualquer picuinha. O PSDB dá demonstração de força e de união [hoje]”, afirmou. O evento lotou a nova sede do partido com lideranças locais e estaduais do PSDB e representantes de partidos, como Acácia Pinho (PDT), Ubaldo Dantas e Renato Costa (ambos do PMDB) e Capitão Azevedo (DEM).

E AGORA, JOSÉ SERRA?

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Sócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

A ascensão do PSB nas cidades mais pobres do país simboliza também a redescoberta de uma quarta força partidária no Brasil, antes ocupada pelo metafisico DEM/PFL, reanimado com a vitória em Salvador e Aracaju.

Não existe mais uma pedra no meio do caminho do senador Aécio Neves. Ao menos, no PSDB. Afinal de contas, a derrota de José Serra não significou apenas a vitória do PT em São Paulo. Representou o término de um ciclo paulista no ninho tucano, onde a mensagem de despedida dos serristas à presidência passou de um até logo para um adeus melancólico das urnas do seu principal reduto eleitoral. “A festa acabou”, diria o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, que comemoraria hoje – se vivo fosse – 110 anos.

Em Minas Gerais, o PSDB venceu em 143 municípios, enquanto o PT elegeu 114 e o PMDB 119 prefeituras. Mas, restou ao PSB do governador pernambucano Eduardo Campos a cereja do bolo: Belo Horizonte. Com o apoio de Aécio Neves, o prefeito reeleito Márcio Lacerda (PSB) derrotou o ex-ministro Patrus Ananias (PT), apoiado pela presidenta Dilma Rousseff. Mas, a única cidade acima de 200 mil eleitores governada pelo PT a partir de 2013 em território mineiro será Uberlândia.

A disputa na capital mineira serviu como uma prévia da eleição presidencial de 2014. De um lado, a aliança entre o PSDB e o PSB. Do outro, a manutenção de um casamento temerário entre PT e PMDB. Fora da disputa, após perder a eleição municipal para Fernando Haddad (PT), o ex-presidenciável José Serra, com a chave na mão, “quer abrir a porta”, mas, “não existe porta”, porque, Aécio Neves levou para Minas Gerais.

O deslocamento político do ninho tucano para Minas Gerais é acelerado na mesma medida que ocorre também um reposicionamento da hegemonia petista do nordeste de volta para o eixo sul do país. Dos eleitores a serem governados por prefeitos petistas a partir de janeiro, a maioria absoluta (51%) estará no Estado de São Paulo. Além da capital, o partido ganhou em municípios de peso na Região Metropolitana, como Guarulhos, Osasco e São Bernardo do Campo.

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ALIADA, SONINHA DIZ QUE SERRA “É ESTÚPIDO COM A IMPRENSA”

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A jornalista e ex-candidata a prefeita de São Paulo Soninha Francine (PPS) concedeu entrevista ao jornal Brasil Econômico e não economizou em críticas ao PT, ao ex-presidente Lula e até a quem admira muito, o ex-governador José Serra:

– O Serra é um cara esquentado e cai muito fácil em provocação. Quando está no front, sai faísca. Mas ele também é estúpido com a imprensa – disse.

Soninha fez leitura da campanha eleitoral em São Paulo e explica por que chamou (?) o petista Fernando Haddad de “filho da p…” em escritos nas redes sociais. Haddad lidera as pesquisas de intenções de voto na disputa em São Paulo, no próximo domingo, 28.

Confira a entrevista de Soninha na íntegra

JUTAHY VÊ DISPUTA ENTRE AZEVEDO E VANE E DIZ QUE PT ERRA AO NACIONALIZAR ELEIÇÕES

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O deputado federal Jutahy Júnior circulou neste final de semana no sul da Bahia em atividades de apoio a candidaturas do arco de alianças do PSDB. Ontem à noite, o parlamentar falou do mensalões do PT e do PSDB mineiro (claro, diferenciando-os), eleições de 2014 e fez avaliação das disputas eleitorais em Ilhéus e Itabuna.

Jutahy vê corrida acirrada pelo voto em Itabuna sendo travada entre o prefeito e candidato à reeleição, Capitão Azevedo (DEM), que tem apoio do PSDB, e Claudevane Leite, Vane do Renascer (PRB).

Para ele, o cenário em Itabuna ficará mais nítido quando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) liberar o registro de candidatura de Azevedo, barrado em primeira instância por irregularidades insanáveis em licitações e contratos nos anos de 2009 e 2010.

Jutahy disse que, no geral, o PSDB acertou ao abrir mão de candidaturas próprias a prefeito nos grandes municípios baianos em favor de aliados mais viáveis eleitoralmente, a exemplo de Azevedo em Itabuna. E critica a estratégia petista de nacionalizar a disputa de 2012.

PIMENTA – O PSDB, taticamente, agiu certo ao abrir mão de ter candidaturas próprias a prefeito nos principais municípios da Bahia?

JUTAHY JÚNIOR – A estratégia foi exatamente essa: fortalecer as candidaturas aliadas mais viáveis. Mesmo onde abrimos mão, temos chapas fortes para vereador. Esperamos fazer três vereadores em Itabuna, onde tínhamos nome respeitado para disputar a prefeitura, Ronald Kalid. No geral, nossa estratégia é inversa à do PT, que preferiu nacionalizar as campanhas com o “time” de Lula, Dilma e Wagner.

A estratégia do PT é errada?

O PT cometeu maior equívoco. A [estratégia] é completamente furada. Impuseram candidaturas artificiais, esqueceram de propostas com identidades nas cidades. Achava que só o marketing político era suficiente. Mas é indiscutível que houve desgaste do PT com o mensalão. A imagem foi atingida. Somou-se ao erro de estratégia nacionalizada o mensalão.

No plano nacional, o PSDB lidera em duas capitais, mas não aquelas de grande expressão. As estratégias tucanas também não têm sido equivocadas?

Lideramos em Macéio (AL), Teresina (PI), Vitória-ES, Rio Branco (AC) e São Luís (MA).

O que está acontecendo em São Paulo, com José Serra?

A luta é levar o Serra para o segundo turno. E acho que isso é muito provável, que chegue ao segundo turno.

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Na cidade de São Paulo, tem quem o quer, mas também tem o petista e quem é próximo ao PT que tem em Serra o antagonista.

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Mas ele, segundo as pesquisas, tem rejeição superior a 40%. Como se explica essa rejeição?

Serra foi candidato tendo embates muito fortes. Foi para o segundo turno contra a Dilma em 2010. Foi contra Marta Suplicy em 2004, na disputa pela prefeitura. Na cidade de São Paulo, tem quem o quer, mas também tem o petista e quem é próximo ao PT que tem em Serra o antagonista. Tem o que vota e o que não vota nele. A campanha, dessa vez, é acirrada. É impositiva do Lula no apoio a [Fernando] Haddad. Dilma, também [apoia].

Qual a análise do senhor quanto às disputas em Itabuna e Ilhéus?

A questão de Ilhéus eu não tive participação. Estou mais envolvido com os vereadores. [Os deputados] Imbassahy e Augusto Castro que definiram [apoio a Jabes Ribeiro, do PP]. Já em Itabuna, eu participei diretamente na decisão, no convencimento do diretório municipal, de fazer essa aliança.

E a disputa em Itabuna, que cenário o senhor enxerga?

Em Itabuna, é disputa que ainda está em aberto. Acho que a eleição vai ser entre o Capitão [Azevedo] e Vane. Mas na hora que sair o registro [de Azevedo], teremos cenário mais nítido. Existem muitos eleitores indecisos.

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Em Itabuna, estamos muito otimistas [quanto à disputa no legislativo], esperamos fazer três vereadores do PSDB.

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Mas as sondagens revelam o contrário: o percentual de indecisos é muito baixo.

Acho que [a disputa] vai ser entre Azevedo e Vane, com boas perspectivas para o capitão. Em Itabuna, estamos muito otimistas [quanto à disputa no legislativo], esperamos fazer três vereadores do PSDB.

Como o PSDB sai das urnas na Bahia?

As projeções são razoáveis no quantitativo. No sentido político, será positivo.  Temos o vice em Conquista, abrimos mão em Salvador e em Camaçari [onde o partido renunciou em apoio a Maurício de Tude, do PTN]. Nossa estratégia foi apoiar, eleger prefeitos eficientes para pensar em 2014. O trabalho [de alianças] que o Augusto tem feito ajudou o PSDB a expandir muito aqui na região sul.

O senhor falou de Itabuna. E Ilhéus?

Jabes é favorito. Isso é indiscutível.

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PLANOS DO PT

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Marco Wense
Qual o melhor nome do Partido dos Trabalhadores (PT) para disputar a prefeitura de Itabuna na sucessão de 2012, Geraldo Simões ou Juçara Feitosa?
Como existe um equilíbrio nas opiniões, com argumentos favoráveis a Geraldo e Juçara, a pertinente pergunta, mais cedo ou mais tarde, vai tomar conta do diretório municipal da legenda, presidido pela professora Miralva Moutinho.
A favor do macho, como diria o irreverente jornalista Eduardo Anunciação, um melhor jogo de cintura para buscar alianças com outras agremiações partidárias. A favor da fêmea, o argumento de que a eleição de Dilma Rousseff vai influenciar o voto feminino.
Certeza mesmo, sem nenhuma pontinha de dúvida, é que o PT terá candidatura própria e fará todo o esforço para ter um comunista – Wenceslau Júnior ou Luis Sena – como vice na chapa encabeçada por Geraldo ou Juçara.
O plano B do PT, depois de esgotadas todas as possibilidades de coligação com o PCdoB, é uma chapa com Juçara Feitosa e o Capitão Fábio. Uma chapa puro-sangue, tendo o vereador Vane como vice, não está descartada. O PT-PT é o plano C.
PARLAMENTO
A derrota de Josias Gomes, ex-presidente estadual do PT, para a Câmara Federal, iria provocar um natural relaxamento na atuação parlamentar do reeleito deputado Geraldo Simões.
Com a eleição de Josias Gomes, adversário de Geraldo nas hostes internas do petismo, o ex-prefeito de Itabuna vai ter que mostrar serviço como deputado, já que sua atuação será, inevitavelmente, comparada com a do “companheiro” de partido.
Josias e Geraldo, ambos prefeituráveis, respectivamente de Ilhéus e Itabuna, sabem que ser bom deputado fortalece a legítima e democrática pretensão de suceder Newton Lima (PSB) e o Capitão Azevedo (DEM).
Josias versus Geraldo. Um bom duelo. A sabedoria popular costuma dizer que é “briga de cachorro grande”. Como os protagonistas são políticos civilizados, não há motivos para preocupações.
PDT
O Partido Democrático Trabalhista, presidido aqui na Bahia pelo bom gaúcho Alexandre Brust, pode abrigar duas ilustres figuras do cenário político de Itabuna: Leninha Alcântara e Acácia Pinho.
Leninha e Acácia estão insatisfeitas com seus partidos políticos, respectivamente o PPS e o PMDB.  Para o ex-vereador Otávio Menezes, pedetista histórico, “o PDT só tem a crescer com filiações de pessoas de bem”.
PSDB VERSUS PSDB
2006. O PSDB mineiro concorda com a candidatura de Geraldo Alckmin à presidência da República. Alckmin representa o tucanato da Avenida Paulista.
2010. O PSDB mineiro abre mão da pré-candidatura de Aécio Neves e aceita, mesmo contrariado, a candidatura de José Serra, então governador de São Paulo.
Novembro de 2010. José Serra quer ser presidente nacional do PSDB para impedir a pré-candidatura de Aécio Neves. O ex-governador de São Paulo pretende disputar pela terceira vez o Palácio do Planalto.
2014. Se o insistente José Serra sair novamente candidato, o povo mineiro, com toda razão, promete triturá-lo nas urnas, linchá-lo eleitoralmente.
Serra versus Aécio. Os tucanos, com as bicadas entre eles, ficam cada vez mais depenados.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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