Acusados de estuprar adolescente são presos em Coaraci
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Policiais militares e civis prenderam, nesta quinta-feira (10), em Coaraci, no sul da Bahia, os irmãos gêmeos Alex e Alan Cunha dos Santos. Eles são acusados de estupro de vulnerável e tiveram a prisão determinada pela Justiça, que acatou pedido do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Além dos irmãos Cunha, um terceiro homem foi denunciado pelo crime. Ele foi identificado como Everton Santos Silva e está sendo procurado pela polícia. Os acusados respondem a ação penal ajuizada pelo promotor de Justiça Inocêncio de Carvalho. O PIMENTA não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos.

De acordo com o representante do MP-BA, os três homens estupraram uma adolescente de 12 anos no último dia 9 de maio em região próxima à rodoviária de Coaraci. Os mandados de prisão preventiva foram expedidos na quarta-feira (9). Na decisão, o juiz Pedro Andrade Santos concordou com o MP-BA de que a prisão preventiva seria necessária para assegurar a manutenção da ordem pública, conveniência da instrução criminal e a aplicação da lei penal.

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A Justiça decretou a prisão preventiva de uma mulher acusada de produzir material pornográfico envolvendo uma adolescente de 14 anos e constranger a vítima a praticar ato sexual, em Coaraci. A acusada do crime foi identificada como Jéssica Rodrigues, que teve a prisão pedida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Segundo o promotor de Justiça Inocêncio de Carvalho Santana, a adolescente estaria sendo ameaçada de ter o material divulgado pela acusada. O pedido de detenção foi acatado pelo juiz André Luiz Santos Brito, que determinou ainda na determinação da busca e apreensão de aparelhos eletrônicos na residência de Jéssica, a exemplo de celulares, tablets e similares.

A denúncia do promotor de Justiça Inocêncio de Carvalho traz mensagens trocadas por aplicativo de conversação e catalogadas no relatório de investigação criminal, que, segundo ele, permitem inferir que a adolescente foi submetida a violência sexual e psicológica capazes de causar abalos à sua formação psicossocial e emocional.

A denúncia aponta que a adolescente foi coagida de julho de 2020 a janeiro de 2021, quando os fatos foram levados ao conhecimento da polícia. A partir daí, a acusada teria passado a tentar persuadir a vítima e seus familiares a não dar continuidade ao procedimento policial, o que, entendeu a Justiça, justifica a determinação da prisão preventiva.