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1 de dezembro de 2020 | 06:02 am

IMPOSSÍVEL CALAR A IMPRENSA ILHEENSE

Luke Rey foi alvo de nove processos movidos pelo prefeito Marão
Tempo de leitura: 4 minutos

Mas o que importa aos poderosos é continuar com suas homéricas farras nos condomínios de luxo, incomodando vizinhos madrugada afora, com músicas ao som mais alto. Estão felizes, comemoram seus feitos, quem sabe calar a voz de Luke Rey e de outros comunicadores que não rezem pela cartilha palaciana. Como disse Luke, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Walmir Rosário 

Conheço o radialista Luke Rey há muitos anos, com quem tive o prazer de trabalhar junto. Um repórter nato, daqueles que não briga com a notícia, dos que numa análise rápida enxerga o futuro, sabe perguntar e respeita o entrevistado. Há muito não nos vemos e recentemente soube que virou notícia, daquelas que ele sabe fazer. O que me intrigou foi que o bom comunicador faz notícia, não se transforma em notícia.

Imediatamente, pensei… tem alguma coisa errada, pois Luke Rey nunca foi de pular para o outro lado do balcão. Após uma busca na internet, chego aos fatos. Luke Rey foi obrigado a deixar o comando do programa Gabriela News, na Gabriela FM. Até aí tudo bem, não fosse a violência perpetrada contra ele pelo prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, o conhecido Marão.

E Marão usou contra Luke Rey – um fiscal da sociedade – uma arma torpe, aquela usada pelos poderosos, os de alto poder econômico: as ações judiciais, num total de nove, contra um comunicador indefenso, cuja uma única arma que possui é o microfone e as ondas do rádio. O crime cometido – pasmem os senhores e senhora –, apontar erros de uma administração pífia, desorientada, de olhar enviesado para os problemas da cidade.

– A minha voz ficará muda, não sei até quando – reclama o radialista.

E Luke Rey não é um menino afoito, daquele que empunha um microfone como se fosse um justiceiro, policial, membro do Ministério Público, um juiz ao sentenciar. O profissional Luke Rey sabe muito bem distinguir a qualidade da notícia, a análise dos fatos, o que dizer aos seus ouvintes. Não agradará a todos e isso é fato, principalmente aos que prometem administrar uma cidade e nem sempre cumprem o compromisso.

Em Ilhéus um fato é notório: quem administra a cidade é o governador Rui Costa e não Marão. Luke Rey também sabe disto, afinal, são 35 anos de experiência. Por ser um grande comunicador, é ameaçado por uma tempestade de ações judiciais contra o exercício legal de sua profissão. Nove ações judiciais o forçam a encerrar o programa e a carreira por conta da velha política do manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Se tornou uma prática corriqueira em todo o Brasil ingressar com ações judiciais contra os comunicadores. É a luta dos filisteus com o gigante Golias à frente, contra os israelitas liderados pelo pequenino Davi. Poderoso, Marão e seu exército de advogados entulham o poder judiciário com ações, com o mero objetivo de apequenar, calar a voz de um defensor da sociedade.

É a luta do milhão contra o tostão. Sim, pois ingressar com ações no poder judiciário, mesmo sendo um preceito constitucional garantido no artigo 5.º, inciso XXXV, ao determinar que “a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito”, independentemente de ter razão em uma demanda, qualquer pessoa pode iniciar um processo judicial.

Ora, qualquer pessoa, por mais desinformada, sabe que para manejar a justiça é preciso poder econômico, bancas de advogados que cobram os olhos da cara, custas judiciais altíssimas. E esses são atributos intrínsecos ao poder político, notadamente quando se exerce um cargo executivo, com uma grande procuradoria política a promover o ataque ou a defesa do mandante de plantão.

Enquanto os interessados buscam ser amigos dos poderosos, aparecendo nas fotos, colunas sociais, defendendo polpudos contratos, Luke Rey tem apenas na sua carteira de clientes os ouvintes, milhares deles ávidos que a notícia de uma rua esburacada chegue ao conhecimento do prefeito e consiga sensibilizá-lo. O que nos parece ser o dever cumprido, é tema iminentemente pueril para os palacianos.

Não é a primeira vez que um comunicador se depara com esse golpe contra a dignidade da pessoa, em que um poderoso tenta lhe tirar o emprego. Mais que isso, querem lhe tirar a dignidade, a capacidade de trabalhar e com o suor do seu rosto manter as obrigações mínimas de sua casa, cuidar de sua família, levar para casa o pão de cada dia, como todo o trabalhador.

Mas o que importa aos poderosos é continuar com suas homéricas farras nos condomínios de luxo, incomodando vizinhos madrugada afora, com músicas ao som mais alto. Estão felizes, comemoram seus feitos, quem sabe calar a voz de Luke Rey e de outros comunicadores que não rezem pela cartilha palaciana. Como disse Luke, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

E assim, Luke Rey encerrou o programa lembrando o trabalho de comunicação social que fez ao longo da carreira, defendendo os ouvintes e agradecendo a todos que estiveram com ele durante a caminhada no rádio.

– Me recuso a crer que fracassei, apenas me sinto injustiçado – desabafou.

Sem condições emocionais de apresentar o programa, Luke encerrou o Gabriela News antes do terceiro minuto de duração. Mas como não há mal que sempre dure, neste sábado (10), após a repercussão do caso, o radialista recebeu inúmeros manifestações de solidariedade, inclusive de advogados se oferecendo para defendê-lo das ações judiciais.

Uma verdadeira campanha social para que a justiça seja feita e Luke Rey possa continuar sendo o grande secretário a elaborar a ata dos acontecimentos sociais.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

O PREÇO DA LIBERDADE

Tempo de leitura: 2 minutos

Josias Gomes

Luto para que os jovens tenham a liberdade de discordar de qualquer sistema político, tenham o direito sagrado de contestar, inclusive, desse texto.

Quanto vale a liberdade de expressão? Sabemos que a liberdade não se negocia, não pode ser precificada. Esse texto tem o compromisso histórico de alertar muitos jovens que apoiam regimes totalitários e golpes militares com toda força que os opressores conseguiram penetrar em suas mentes.

O jovem, por si só, é um libertário e contestador nato, contudo num mundo opressor teriam as suas palavras e ações silenciadas. Durante os regimes democráticos, todo cidadão tem o direito de concordar ou não com um modelo político.

Na Ditadura Militar, não!

Uma ilustração clara é a do jornalista Reinaldo de Azevedo, que falou: “Eu escrevi uma matéria contra o Bolsonaro e fui ameaçado de morte. Eu escrevi quatro livros contra o PT e nunca fui ameaçado de morte”.

Cálice é uma canção de Chico Buarque e Gilberto Gil, feita durante os anos atômicos da Ditadura Militar. Escolhi essa canção emblemática que foi censurada pelos milicos porque tem diversas metáforas que denunciavam um Brasil amputado e podemos fazer analogias com os dias atuais.

Cálice é uma canção poética poderosa que se refere ao silêncio obrigado da população brasileira. De uma maneira magistral, Chico e Gil (com interpretação livre) denunciam a tragédia vivida pelo povo brasileiro, comparando com o calvário que Jesus sofreu até a sua crucificação.

Em um verso da canção eles cantam: “Como beber dessa bebida amarga”. O vinho, que é para celebrar a vida, está cheio de sangue, amargo, adulterado por censura, desaparecimentos, torturas e morte. O cale-se da Ditadura é feito de ópio.

Jovens, não caiam no canto da serpente. Este canto triste pode durar décadas, gerações, e amanhã vocês podem ser senhores e senhoras arrependidos.

Provavelmente, muitos jovens não conheçam a canção Cálice, porque existe um processo de alienação brutal provocado pela mídia, indústria cultural, onde tentam apagar a memória de luta do povo, artistas e intelectuais brasileiros. Cálice é um hino da minha geração que lutou por um mundo livre, plural, sem vinhos envenenados de ódio e paranoia.

Luto para que os jovens tenham a liberdade de discordar de qualquer sistema político, tenham o direito sagrado de contestar, inclusive, desse texto.

“Mesmo calada a boca, resta o peito”.

Josias Gomes é deputado federal licenciado e secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia (SDR-BA).

DEPUTADA E JUIZ CENSURAM BLOG ILHEENSE

Tempo de leitura: < 1 minuto

A deputada estadual Ângela Sousa (PSC) conseguiu, por via judicial e em segunda tentativa, censurar o Blog do Gusmão. O site foi obrigado a retirar postagens que tratavam das suspeitas de gatunagem e desvios de dinheiro da Secretaria de Ação Social, quando era comandada por Augusto Macedo, ex-assessor de gabinete da parlamentar.
Ângela havia ingressado com ação no Juizado Especial Cível no ano passado, mas a juíza Raquel François negou o pedido, alegando atentado à liberdade de imprensa e livre manifestação de pensamento. A deputada estadual decidiu entrar com a mesma ação na 3ª Vara Cível. O juiz Jorge Luiz Dias Ferreira entendeu diferente da colega do Juizado Especial e obrigou o blog a retirar três postagens que relacionavam apontavam suspeitas dos desvios de dinheiro na Secretaria de Ação Social para a campanha da deputada.
Editor do blog, Emílio Gusmão disse que retirou as postagens, mas seus advogados já recorreram ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). No primeiro semestre deste ano, o mesmo juiz Jorge Luiz Dias Ferreira já havia imposto censura ao Blog do Gusmão, em processo movido pelo secretário de Serviços Públicos de Ilhéus, Carlos Freitas. A decisão do juiz ilheense foi cassada pelo TJ-BA em decisão da desembargadora Ilza Maria da Anunciação (relembre aqui).

ROBINSON ALMEIDA DESCARTA "CONTROLE DA MÍDIA"

Tempo de leitura: < 1 minuto

(Foto Vaner Casaes).

A Folha, edição de hoje, incluiu a Bahia dentre os estados brasileiros que pretendem exercer o controle da mídia. O assessor geral de Comunicação da Bahia, Robinson Almeida, rebate. Segundo ele, o conselho foi criado pela Constituição Estadual de 1989, nada tem a ver com o debate que hoje é travado no Brasil e possui mero caráter consultivo. “Sua missão é melhorar e aperfeiçoar a área de comunicação social no Estado. Tem caráter consultivo, sem ensejar qualquer controle sobre os conteúdos produzidos pela mídia”, esclarece.
Por fim, Robinson ressalta o “caráter democrático” do governo Wagner, defensor da “liberdade de expressão e de imprensa”. Jaques Wagner, aliás, foi dos primeiros a se insurgir contra a crescente crítica, em nível federal, contra os veículos de comunicação e a cobertura das eleições 2010.

RADIALISTA É ASSASSINADO NO RN

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João Antonio Barros | O Globo
O jornalista e radialista Francisco Gomes de Medeiros, conhecido como F. Gomes, da Rádio Caicó (RN), foi executado a tiros por pistoleiros na calçada de casa no município de Caicó, a cerca de 180 quilômetros de Natal, a capital do Rio Grande do Norte.
O crime ocorreu na noite dessa segunda-feira e chocou a comunidade de Caicó e da Região do Seridó, segundo informou o jornalista William Robson, editor-chefe do Jornal de Fato, de Natal.
O radialista e autor do blog do F. Gomes foi morto por dois homens numa motocicleta. Ele foi levado para um pronto-socorro próximo, mas não resistiu aos ferimentos.
F. Gomes era repórter policial e, segundo jornalistas potiguares informaram no Twitter, ele sofria ameaças de morte em consequência de denúncias feitas contra traficantes de drogas e policiais envolvidos com o crime.
Em protesto contra a morte, jornalistas do Rio Grande do Norte devem vestir preto nesta terça-feira.

FOLHA TIRA "FALHA DE SÃO PAULO" DO AR

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do Comunique-se
A Folha de S. Paulo conseguiu, por meio de uma liminar (antecipação de tutela), tirar o site Falha de S. Paulo do ar. A página foi criada a cerca de 20 dias e fazia uma paródia do jornal, com críticas à cobertura do veículo (clique na imagem ao lado para vê-la ampliada).
O site era mantido por Lino Ito Bocchini e Mario Ito Bocchini, que pretendem recorrer da decisão da 29ª Vara Cível de SP, que condena os irmãos a pagarem multa diária de R$ 1.000 caso descumpram a determinação.
A alegação da Folha de S.Paulo para mover a ação é o “uso indevido da marca” na página de paródia. O processo contém mais de 80 páginas.
Para Lino Bocchini, a atitude da Folha foi “violenta”. “Não recebemos nenhum e-mail antes, nenhuma ligação. A liminar chegou direto. É uma ação muito violenta”, afirmou. O jornalista disse ainda que o veículo se contradiz com o processo. “Eu sempre li a Folha e concordei com os editoriais que defendem a liberdade de expressão. Mas agora a Folha vai contra tudo o que ela defendeu”, criticou.
O Twitter do Falha de S. Paulo e um vídeo crítico, que satiriza uma campanha do jornal, continuam no ar, mas os autores temem que a Justiça decida retirá-los.

PT VERSUS JORNALÕES

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Marco Wense

Nem mesmo Leonel Brizola, então candidato ao Palácio do Planalto, sofreu tanta discriminação por parte dos “jornalões”.

A livre manifestação do pensamento é imprescindível para o Estado de Direito. É condição sem a qual não existe democracia e, como consequência, o exercício pleno da cidadania.
Essa prerrogativa constitucional não poder servir de escudo para proteger os que violam a imagem, a vida privada e, principalmente, a honra das pessoas. Não é à toa que a Carta Magna assegura o direito de resposta e a indenização por dano moral.
Setores do PT estão chiando em relação aos chamados “jornalões”, que, segundo os petistas, maculam a imagem de Dilma Rousseff, candidata da legenda à Presidência da República. O alvo principal é a Folha de São Paulo.
Salta aos olhos – e não precisa ter olhos de coruja – que a Folha tem uma escancarada preferência pelo candidato do PSDB, o tucano José Serra, ex-governador do Estado de São Paulo.
Nem mesmo Leonel Brizola, então candidato ao Palácio do Planalto, sofreu tanta discriminação por parte dos “jornalões”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi vítima da parcialidade e do preconceito.
O tucano José Serra anda prometendo um salário mínimo de R$ 600,00 e reajuste de 10% para aposentados e pensionistas, sem falar no pagamento do décimo terceiro para os beneficiários do Programa Bolsa Família e dois professores para cada sala de aula.
Um estudo técnico do Ministério do Planejamento aponta que cada real acrescentado ao salário mínimo corresponde a um impacto de R$ 290 milhões nas contas públicas. O mínimo de Serra custaria R$ 17,7 bilhões a mais por ano.
Já que a possibilidade de um segundo turno é remota, o desespero do tucanato aponta para um único caminho: prometer tudo. A sabedoria popular costuma dizer que fulano está prometendo “Deus e o mundo”.
Em decorrência dessas mirabolantes e irresponsáveis promessas, o presidenciável do PSDB está sendo chamado, até mesmo por colegas economistas, de “tucano neopopulista”.
Se as promessas fossem da candidata do PT, a Folha e o Estadão, em editorial, estariam dizendo que a Previdência Social não suportaria esses aumentos, já que o déficit já ultrapassa R$ 5,4 bilhões.
O anti-Dilma da Folha e do Estadão, cada vez mais explícito, arranha a tão propagada credibilidade desses dois grandes jornais, que para o pessoal do PT são “jornalões”.
CEI

(Foto Duda Lessa)

O vereador Claudevane Leite, o Vane do Renascer, relator da Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades no Legislativo de Itabuna, tem a grande oportunidade de mostrar que é uma das poucas exceções da Casa, já que a regra, infelizmente, é o nivelamento por baixo.
Para isso, é preciso, com a coragem que o caso requer e em respeito ao seu cativo eleitorado, elaborar um relatório conclusivo, sem subterfúgios, dando nomes aos “bois”, apontando os vereadores envolvidos com o lamaçal que toma conta da “Casa do Povo”.
Se assim proceder, o vereador pode até se tornar um prefeiturável do PT, sendo mais uma opção aos nomes de Juçara Feitosa, Miralva Moitinho e do próprio Geraldo Simões.
Nas bolsas de apostas, a opinião de que a CEI vai virar uma gigantesca pizza, recheada com marmelada, é de 10 para 1. Ou seja, somente uma pessoa acredita que algum vereador seja punido.
DEBATE
No debate da TV Itapoan/Rede Record, o candidato do PMDB, Geddel Vieira Lima, presenteou o governador Jaques Wagner (reeleição-PT) com uma declaração de Paulo Souto.
Questionado pelo peemedebista sobre o aumento da violência no seu governo – o então pefelista governou a Bahia por oito anos -, o agora democrata (DEM) disse que não podia resolver tudo “em dois mandatos”.
Pois é. Quer dizer que o governador Jaques Wagner tem que solucionar todos os problemas de segurança pública em apenas quatro anos? Tenha santa paciência, diria o jornalista Luiz Conceição.
Com a reeleição, Wagner governaria a Bahia por oito anos, que é a metade dos 16 anos, o tempo que o carlismo mandou – ininterrupamente – na Bahia. O tempo do manda quem pode, obedece quem tem juízo (ou medo).
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

JUIZ NEGA LIMINAR CONTRA BLOG

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O titular do Juizado Especial Cível de Ilhéus, juiz Fábio Mello Veiga, negou liminar que era requerida pelo presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Jailson Nascimento, e pela ex-secretária da Saúde do município, Marleide Figueiredo, contra o Blog do Gusmão.
Os dois autores pediam, em caráter liminar, que todas as notas contendo críticas às suas atuações fossem excluídas do blog.
Em sua decisão, o juiz remete a questão para o julgamento de mérito, considerando a necessidade de “se apurar se se trata de crítica à atuação da parte demandante (o que é legítimo) ou se se trata de injúria e/ou difamação; até para não se impor, como quer a parte demandante, censura prévia a matéria, em tese, de cunho jornalístico, portanto, de interesse público”.

AMEAÇA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Inimigos da liberdade de expressão (normalmente são os mesmos que andam a transigir com o ilícito) estão tentando intimidar o blogueiro Emílio Gusmão. De estilo polêmico, o escriba incomoda muita gente e por isso é preciso estar atento à reação de quem não suporta ter os próprios malfeitos expostos à luz.
Clique aqui e veja a nota revelando a ameaça sofrida pelo blog ilheense. Pior é que, além do ataque à liberdade de expressão, o autor da advertência já começou assassinando barbaramente a língua portuguesa. Escreveu: “Voce esta mechendo em casa der marimbondo…”.
Homicídio qualificado.

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