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6 de julho de 2020 | 09:35 pm

ILHÉUS ANUNCIA LICITAÇÃO PARA A COLETA DE LIXO

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Com a saída da Marquise do serviço de coleta de lixo em Ilhéus, a prefeitura informa que o edital de licitação que definirá a nova empresa já está sendo elaborado e a sua divulgação ocorrerá nos próximos dias. O município, conforme a Assessoria de Comunicação, exigirá da empresa vencedora que disponibilize o mínimo de oito caminhões compactadores e oito caçambas para o serviço de coleta.
O secretário de Governo, Alcides Kruschewsky, espera que o valor do serviço fique abaixo do que era pago mensalmente à Marquise. A empresa deixou a coleta alegando dívida de, aproximadamente, R$ 4,8 milhões. A prefeitura rebateu e afirma que o ‘papagaio’ girava em torno de R$ 1 milhão. Enquanto a licitação não lançada e a empresa definida, o município locou equipamentos da Portocorp Ambiental.

PORTO CORP X MARQUISE

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Tem tudo para ir além de uma briguinha de notas públicas a saída da Construtora Marquise do serviço de coleta de lixo em Ilhéus.
O caso promete.

PREFEITURA DE ILHÉUS CONTESTA MARQUISE

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A nota publicada ontem pela empresa Marquise, que rompeu o contrato de prestação do serviço de coleta de lixo no município de Ilhéus, foi contestada em outra nota, publicada pelo governo local.
No texto, a prefeitura ilheense diz que sua dívida com a empresa é bem inferior aos anunciados R$ 4.965.078,80. “O resíduo financeiro do contrato firmado entre a Marquise e a Prefeitura Municipal de Ilhéus vinha sendo amortizado em parcelas periódicas, e atualmente se situa em cerca de R$ 1 milhão”, contrapõe o governo.
A gestão municipal também acusa a Marquise de não ter cumprido o contrato, alegando que a empresa cearense “não utilizou todos os equipamentos e pessoal constantes na obrigação contratual, resultando na redução do valor das faturas”.
A Prefeitura também diz que desconhece a previsão, que constaria do contrato, de reajuste anual de 8,5% no valor dos serviços, conforme divulgado pela Marquise.

MARQUISE DEMITE 60 GARIS EM ITABUNA

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A empresa terceirizada de limpeza pública em Itabuna demitiu, ontem à noite, 60 garis. A Construtora Marquise alegou uma dívida de R$ 5 milhões para demiti-los. Todos trabalhavam na varrição de ruas. Faz menos de um mês que o secretário de Desenvolvimento Urbano de Itabuna, Fernando Vita, reconheceu estar há seis meses sem pagar a empresa.

Os demitidos organizam protesto em frente à prefeitura, programado para a sexta, 11.

TCHAU PRA MARQUISE

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Alcides: tchau de mão fechada pra Marquise.

O secretário Alcides Kruschewsky tornou pública a insatisfação da administração com o serviço prestado pela Construtora Marquise, dona de um contrato de emergência para a limpeza pública que já dura mais de dois anos. O certo é que a cidade está uma sujeira só, da qual não escapa nem o centro histórico.

Alcides está propondo, de forma amigável, o imediato rompimento do contrato. A possibilidade, aliás, foi adiantada em primeira mão aqui (relembre).

Hoje, o titular da Pasta de Governo concedeu entrevista ao programa Tabuleiro, de Vila Nova, e anunciou mutirão de limpeza por toda a cidade já para a próxima semana.

Não se sabe, porém, como a Marquise receberá a notícia. Em Ilhéus, impera a velha relação “você finge que paga e eu finjo que presto o serviço”.

Talvez a própria prefeitura assuma a limpeza pública, o que demandaria investimento em aquisição de frota para a coleta de lixo e maquinário para conservação e higienização das vias públicas.

Vai feder, pois o tchau está sendo de mão fechada. Não se sabe o tamanho do débito real com o município.

CONTRATO E PLANILHAS DO LIXO SÃO ENTREGUES À CÂMARA

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A prefeitura de Itabuna entregou à Câmara de Vereadores, ao final da tarde de ontem, cópias do contrato milionário da limpeza pública e planilhas de custos dos serviços operados pela Construtora Marquise.

O legislativo abriu investigação para apurar o que está por trás do valor de R$ 1,2 milhão, em média, pago mensalmente à Marquise. O serviço é considerado ineficiente tanto por parte da bancada de oposição como por vereadores governistas.

Claudevane Leite (PT) disse que não tinha dúvidas de que há desvio de dinheiro no lixo de Itabuna. Na mesma toada, seguiram os governistas Ruy Machado (PRP) e Gerson Nascimento (PV). O vereador ‘verde’ disse que em um mês e meio a prefeitura teria dinheiro suficiente para comprar cinco caminhões compactadores de lixo e assumir a limpeza.

A partir de agora, os vereadores debruçam sobre as planilhas e os contratos (com lupa, binóculos ou não…) para confirmar se há corrupção no contrato do lixo. A conversa de bastidores é de que o contrato… fede.

MP E CÂMARA INVESTIGAM CONTRATO MILIONÁRIO DO LIXO

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Não é só o Ministério Público que investiga o contrato milionário (e de valor considerado exorbitante!) mantido entre a prefeitura e a Construtora Marquise para os serviços de limpeza pública em Itabuna.

O contrato mensal é de R$ 1,5 milhão (exatamente, R$ 1.509.919,38 por mês), valor 200% superior ao cobrado em Ilhéus, cidade do mesmo porte. Quem decidiu passar uma lupa no contrato e investigar o que há por trás desses valores foi o vereador Roberto de Souza (PR).

À repórter Celina Santos, do Diário Bahia, o primeiro-secretário da Câmara Municipal disse que são muitos os problemas no serviço prestado pela Marquise. “É greve de gari, é lixo acumulado… Empresas do ramo acham o valor pago altíssimo. Queremos saber como foi feita essa licitação”.

Que a investigação, pois, não seja apenas oba-oba.

ALÔ, MARQUISE!

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Moradores do Jardim Primavera reclamam que estão há uma semana sem o serviço de coleta de lixo. A senhora Marquise não dá as caras e o lixo se acumula pelas calçadas e quintais das residências, segundo as vítimas.

Quando entram em contato com a empresa, pelo 0800, os moradores ouvem a promessa de que o problema era desconhecido e será solucionado “imediatamente”. A Marquise detém contrato de R$ 1,5 milhão pelo serviço de limpeza pública.

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