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26 de fevereiro de 2020 | 06:04 am

LUIZ TITO É PREMIADO EM CONCURSO NACIONAL DE FOTOGRAFIA

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Tito é um dos vencedores de concurso dos Correios.

Tito é um dos vencedores de concurso dos Correios.

O fotógrafo Luiz Tito, d´A Tarde, está entre os vencedores do 1º Concurso Nacional de Fotografia dos Correios realizado este mês. Com o tema “Vá mais longe”, o prêmio tem o objetivo de comemorar os 350 anos dos Correios e visando reunir imagens que representem a atuação da empresa, especialmente a relação com a sociedade ao longo de toda sua trajetória. Além de incentivar e estimular as pessoas a irem mais longe, superando fronteiras em busca de seus sonhos.
A foto que deu ao repórter fotográfico o prêmio foi feita exclusivamente para o concurso e não pode ser publicada uma vez que será apresentada em uma exposição no dia 30 deste mês no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro (RJ), mas a imagem foi feita no bairro do Tomba em Feira de Santana em uma caixa d’agua que mais parece um disco voador e um carteiro em primeiro plano.
“Eu quis passar a mensagem que os agentes dos correios vão à qualquer lugar, até mesmo em outros planetas”, disse o fotojornalista. Informações Alean Rodrigues, d´A Tarde.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REÚNE 20 ANOS DE TRABALHO DE LUIZ TITO

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Imagem captada pelas lentes de Luiz Tito em Barreiras, no oeste baiano, integra exposição.

Tito reúne trabalho de 20 anos em exposição.

O cotidiano de cidades baianas como Feira de Santana e Itabuna será retratado na exposição do fotógrafo Luiz Tito, do jornal A Tarde, no Museu Parque do Saber, Bairro São João, em Feira de Santana.

“Luiz Tito: 20 anos escrevendo com a luz” traz uma coleção de alguns dos melhores trabalhos do profissional nas mais de duas décadas de trabalho. São 60 fotografias em tamanho 50×60, “expondo a verdade nua e crua, sem abdicar da poesia”.

Tito trabalhou por quase dois anos na sucursal d´A Tarde em Itabuna. Ele destaca a qualidade das imagens e o espontâneo presente nas fotos jornalísticas. “Não são frutos de ensaios, mas da apresentação de pequenos fragmentos do cotidiano”, diz.

“As imagens tanto falam, quanto gritam, como sussurram, sorriem e choram, numa mistura formidável de emoções”, diz, confirmando a proposta de não abdicar do poético na exposição em Feira.

PALESTRAS NA ABERTURA

A exposição também reunirá grandes figuras do jornalismo baiano, como o feirense e mestre da fotografia Reginaldo Pereira, que terá a companhia de outro palestrante, o editor de fotografia do Grupo A Tarde, José Carlos Casaes, que falará sobre “Fotojornalismo na era digital”. A programação desta sexta também trará o editor da coluna Tempo Presente, d´A Tarde, Levi Vasconcelos.

Foto de Tito traz usuária de crack, adolescente, dormindo na calçada da Cinquentenário, em Itabuna.

UM TIGRE SEM GARRA

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Luiz Tito

Sabemos que o Leão é o rei da Selva, porém, quem deveria mandar na “Selva de Pedras”, do estádio Mário Pessoa, em Ilhéus, deveria ser sempre o Tigre, certo?

Não, engano!

O Vitória deitou e rolou, no aconchego do Colo Colo,  no último domingo,venceu  pelo placar de 3 x1, e, um pouco mais de seriedade de seus atletas, poderia ter aplicado uma goleada histórica no confronto entre ambos.

Um Tigre desnutrido, desdentado e sem garra foi o que a torcida amarela e azul assistiu na tarde de ontem. Domado por seu adversário, o Tigre, virou tigrinho e, para tristeza dos torcedores do sul, principalmente do eixo Itabuna-Ilhéus, o prazer do futebol de primeira divisão aos finais de semana (esse quadrangular da morte é coisa de segunda), foi adiado para 2012. Isso, se o Itabuna subir e o Colo Colo, não cair.

Essa situação é lamentável, já que o futebol, além de paixão, é uma das formas de lazer preferidas de todas as classes sociais. Além de entretenimento, esse esporte universal gera também receitas. Ganha dinheiro a vendedora de acarajés, o vendedor de pipocas, de refrigerantes, o taxista, o mototaxista, o flanelinha etc…

Ganha também o município. Imaginem a mídia que Ilhéus ganhou em 2006, ano que o Colo Colo rugiu de verdade e quebrou a hegemonia futebolística no estado da dupla BA- VI? Jornal A Tarde, Globo Esporte, Fantástico, Revista Placar, Jornal Nacional, Band Esportes, Pimenta na Muqueca, Rádio Globo, enfim, todos os veículos impressos, televisionados, on-lines e falados do país, todos os dias tinham como pauta, o Colo Colo de Ilhéus.

Porém, é preciso mais consciência pública e privada em investir nessas grandes marcas do sul do estado. Fazer o Dragão e Tigre ressurgirem das cinzas e darem voos altos não é um dever, é mais do que uma obrigação. É também um grande investimento de quem ama Itabuna-Ilhéus. Não basta comer filé, é preciso também roer o osso.

Luiz Tito é repórter-fotográfico d´A Tarde e amante do bom futebol.

AVENIDA DE CONTRASTES

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Foto Luiz Tito

Moradores de rua dormem sobre a calçada da avenida do Cinquentenário, em Itabuna, durante o período de folia momesca – e de liquidações. Em tempo de queima de estoque, um exemplo nítido de exclusão social num dos cartões-postais do comércio grapiúna. À direita, faixa que anuncia “vale-compra” é usada para aquecer o super-herói… da vida. A foto é de Luiz Tito/Agência A Tarde.

2 DE SETEMBRO, DIA DO REPÓRTER FOTOGRÁFICO

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Jussara de Barros

Dona Eliete na porta do Hblem, na busca por uma vaga para internar a irmã (Fotos Luiz Tito).

No dia 02 de setembro é comemorado o Dia do Repórter Fotográfico, o profissional que consegue registrar fatos e acontecimentos marcantes, capturando as imagens no exato momento em que os mesmos acontecem.
As imagens podem ser de fatos políticos, históricos, sociais, esportivos, culturais, natureza, dentre outros, retratando alegria, sofrimento, dor, esperança, etc.
A história da fotografia surgiu através do físico francês Joseph Nicéphore Niépce, em 1816, através da “transformação de compostos químicos sob a ação da luz”.
A fotografia é importante para a atividade jornalística, pois serve para complementar a ideia do texto, bem como comprovar a veracidade dos fatos.
Ao longo dos anos, a fotojornalismo tornou-se um estilo de trabalho que se baseia no uso das imagens fotográficas para se veicular às notícias. O surgimento dessa área se deu através do britânico Roger Fenton, que fotografou a Guerra de Crimeia, no período de 1853 a 1856.

Itabuna, 31 de agosto, policiais acionados para conter protesto na BR-415

Mas a primeira publicação de uma imagem em um veículo de comunicação aconteceu em 1880, através do jornal Daily Herald, de Nova Iorque, com a finalidade de inovar seu estilo de publicação, buscando chamar mais a atenção dos leitores.
Porém, a genialidade da ideia somente se tornou popular com a chegada do século XX, sendo possível devido à invenção da primeira máquina fotográfica portátil, a Kodak, que podia ser facilmente carregada por todos os lados.
No tempo dos nossos bisavôs e avôs, as fotografias não eram comuns. Ao pesquisarmos a história de nossas famílias podemos perceber o quanto as imagens mudaram de lá para cá, tornando-se mais límpidas, com muito mais qualidade que antes, o que somente foi possível com os avanços tecnológicos.
As primeiras máquinas fotografavam em preto e branco. Mais adiante, o homem inventou o filme, que possibilitava a revelação em cores, chegando aos modelos da atualidade, os digitais, que capturam as imagens através da memorização das mesmas.
Um estilo jornalístico que tem chamado grande atenção do público nos últimos anos são os paparazzi (no singular, paparazzo).

Assalto a banco em Ibicaraí: curiosos à porta da agência e, no primeiro plano, moto da PM. Há sempre um ângulo diferente para quem é criativo.

Os mesmos fotografam celebridades do cinema e da televisão, expondo suas imagens em momentos mais descontraídos ou comprometedores. Essas matérias são alvo das revistas de fofoca, pois atingem grande sucesso nas vendas das mesmas.
A ideia desse trabalho fotográfico foi proposto no filme de Frederico Fellini, La Dolce Vita (1960), que teve o nome do fotógrafo Signore Paparazzo baseado no nome de um mosquito siciliano “paparaceo”. A atuação do fotógrafo era de Walter Santesso, que trabalhava com Marcello Mastroiani, interpretando o jornalista Marcello Rubini.
Mas independente da forma de atuação do repórter fotográfico, seu trabalho é muito importante para a população, pois registra os fatos como eles realmente acontecem, trazendo-nos a possibilidade de tomar conhecimento dos mesmos.
Jussara de Barros é graduada em Pedagogia e integra a equipe Brasil Escola
As imagens que ilustram este artigo são de autoria de Luiz Tito, repórter fotográfico da Agência A Tarde e da sucursal Itabuna d´A Tarde.

"OH, MUNDO TÃO DESIGUAL…"

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Às margens da BR-101, em Camacan, sul da Bahia, famílias tentam sobreviver em barracos que mal se sustentam em pé. Ao fundo, propaganda de grife, imagens que sugerem um mundo muito distante desse povo sofredor (a foto é de Luiz Tito)

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