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10 de julho de 2020 | 03:42 pm

ILHÉUS: JUSTIÇA MANDA PRESIDENTE DA CÂMARA DAR POSSE A SUPLENTE DE LUKAS PAIVA

Alex Venícius manda César Porto dar posse a Augustão
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O juiz da Vara da Fazenda Pública de Ilhéus, Alex Venícius Miranda, determinou ao presidente da Câmara de Vereadores, César Porto, dar posse a Augusto Cardoso, Augustão, suplente do vereador Lukas Paiva. A decisão é da última segunda (1º). Paiva foi afastado ao ser investigado e preso na Operação Xavier, deflagrada pelo Ministério Público Estadual (MP-BA) e Polícia Civil.

Além determinar que a Casa adote as “providências imediatas” para a posse de Augusto Cardoso, Augustão, o magistrado também cita a obrigação da Câmara de exonerar todo o gabinete de Lukas Paiva, “possibilitando ao novo vereador a indicação” dos seus assessores, informa o Ilhéus Comércio.

Na interpretação do juiz Alex Venícius Miranda, a Câmara de Vereadores deveria dar posse a Augustão desde novembro do ano passado. Foi naquele mês que Lukas Paiva acabou afastado do cargo na ação cível movida pelo MP-BA contra ele e outros envolvidos em esquema de corrupção na Câmara de Ilhéus.

NA PRISÃO, LUKAS PAIVA IRRITA GEDDEL

Lukas Paiva tenta puxar papo e incomoda Geddel
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O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que voltou ao noticiário por ter um dos seus ex-assessores nomeado para o Iphan, disse a um advogado que não aguenta mais o assédio de dois fãs políticos, o advogado Vasco Rusciolleli e o vereador Lukas Paiva, ex-presidente da Câmara Municipal de Ilhéus, segundo anota o Política Livre. O trio divide cela no Centro de Observação Penal, na capital baiana.

Geddel divide cela com o advogado e Lukas Paiva e se irrita com as tentativas frequentes de ambos de abordar um tema do qual ele está, como se diz, de saco cheio na prisão: política. “Ansiosos, não se tocam”.

TJ-BA MANTÉM VEREADOR LUKAS PAIVA NA CADEIA

Lukas Paiva tem habeas corpus negado por unanimidade pelo TJ-BA
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Do Ilhéus Comércio

Na tarde desta terça-feira (19), o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) decidiu negar o pedido de liberdade feito pela defesa do vereador Lukas Paiva (PSB), que está preso preventivamente em Salvador desde março de 2020.

O Ilhéus Comércio apurou que a decisão da 2ª Turma da 1ª Câmara Criminal foi unânime contra o Habeas Corpus. Esse é o segundo pedido de liberdade que o tribunal nega ao vereador de Ilhéus. Atualizado às 17h02min.

ILHÉUS: MP-BA QUER A PERDA DE MANDATO DE LUKAS PAIVA, PRESO NA OPERAÇÃO XAVIER

Lukas Paiva tem negado pedido de habeas corpus
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O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) protocolou, nesta segunda (18), pedido de perda de mandato contra o vereador Lukas Paiva (PSB), de Ilhéus, que está preso preventivamente em Salvador. Paiva é réu em ações civil e penal decorrentes da Operação Xavier.

O pedido foi feito no âmbito da Ação Civil Pública que corre na 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus. No pedido, a promotora de Justiça Mayanna Ferreira argumenta que a perda do mandato deve ser declarada “em razão da ausência” de Lukas em mais de um terço das sessões legislativas de 2020.

De acordo com a promotora de Justiça, o Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Ilhéus estabelece a ausência em um terço das sessões ordinárias, na mesma Sessão Legislativa, como fundamento para a perda do mandato, exceto nos casos de afastamento “com devida licença ou por motivo de missão” autorizada pela Casa. Nessas circunstâncias, a competência para decretar a perda do mandato é da Mesa Diretora da Câmara.

Se Lukas for impedido de voltar ao cargo, o primeiro suplente de vereador do PSB, Augustão, vai assumir a cadeira.

O MP também pediu à 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus que, independentemente da eventual perda do mandato, a Câmara suspenda os pagamentos feitos a Lukas Paiva. Apesar de preso, ele já recebeu R$ 60.127,02 no período afastado dos trabalhos legislativos.

A Justiça decretou a segunda prisão do edil em dezembro de 2019. Ele ficou foragido até março deste ano, quando se apresentou à Polícia Civil na capital baiana. Confira a íntegra da matéria no site Ilhéus Comércio.

OPERAÇÃO CHAVE E: LUKAS PAIVA SE ENTREGA À POLÍCIA

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Paiva se entrega à polícia

O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus Lukas Paiva (PSB) se apresentou à polícia nesta terça-feira (28), informou há pouco o Blog do Gusmão. Acusado de ser um dos integrantes da quadrilha que desviou dinheiro público, o vereador estava foragido desde último dia 15, quando foi deflagrada a Operação Xavier (Chave E).

De acordo com a publicação, o parlamentar foi até a Delegacia da Mata Escura, em Salvador, e se apresentou ao delegado Jorge Figueiredo por volta das 15h40min de hoje. Lukas Paiva, que foi afastado do cargo, deverá ser transferido ainda nesta semana para Ilhéus.

Outro acusado de fazer parte do esquema de corrupção, o empresário Leandro Silva Santos, que também teve a prisão preventiva decretada pela 1ª Vara Criminal de Ilhéus, se apresentou à mesma delegacia que Lukas Paiva, nesta terça-feira .

Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), a organização criminosa, da qual Paiva teria feito parte, desenvolvia “múltiplos esquemas de corrupção ao longo de sucessivas gestões na Casa Legislativa” e tinha o apoio de empresas de assessoria contábil e de licitações, contratadas para maquiar documentalmente a prática dos diversos ilícitos apurados.

APÓS OPERAÇÃO XAVIER, TRÊS VEREADORES SUPLENTES TOMAM POSSE EM ILHÉUS

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Vereadores suplentes tomaram posse na tarde desta terça (21)

Três suplentes de vereadores assumiram mandato nesta terça (21) na Câmara de Ilhéus. Augustão (PSB), Gilmar Sodré (PP) e Reinaldo Oliveira, Zé Neguinho (PP) tomaram posse em lugar de Lukas Paiva (PSB), Tarcísio Paixão (PP) e Aldemir Almeida (PP). Lukas está foragido, Tarcísio foi preso e Aldemir permanece afastado do mandato.

Os três foram alcançados pela Operação Xavier (Chave E), deflagrada há uma semana pelo Ministério Público Estadual (MP-BA) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), acusados de participar de atos de corrupção na Câmara de Vereadores no período de 2011 a 2018, conforme investigações.

Augustão, Zé Neguinho e Gilmar tomaram posse após a Mesa Diretora se reunir na manhã de hoje e decidir pela assunção dos suplentes. Três servidores foram exonerados, a pedido, de acordo com a Assessoria de Comunicação do legislativo. Outras exonerações foram determinadas pelo presidente da Casa, César Porto (PDT), porém os nomes não foram divulgados. As ações, conforme a assessoria, seguem recomendações do MP-BA.

OPERAÇÃO CHAVE E: LUKAS PAIVA E TARCÍSIO PAIXÃO SÃO CONSIDERADOS FORAGIDOS

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Tarcísio e Lukas Paiva são alvos de mandados de prisão preventiva

Dois dos alvos da Operação Chave E, os vereadores Lucas Paiva (PSB) e Tarcísio Paixão (PP), ex-presidentes da Câmara de Ilhéus, ainda não se entregaram à polícia e já são considerados foragidos. Desde ontem (15), os dois são procurados pela polícia e pelo Ministério Público Estadual (MP-BA) em ação que investiga sequência de crimes nas gestões de ambos na presidência do legislativo ilheense. Também estão foragidos Leandro da Silva Santos e Paulo Leal. Contra os quatro há mandados de prisão preventiva.

Nesta quarta, o MP e as polícias Rodoviária Federal (PRF) e Civil cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão na Operação Chave E. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Ilhéus, que também determinou o afastamento do vereador Aldemir Almeida (PP).

Até agora, foram presos o ex-vereador e secretário de Agricultura de Ilhéus, Valmir Freitas, e os empresários Aêdo Laranjeiras e Cleomir Santana, conduzidos para o Presídio Ariston Cardoso. Valmir Freitas foi afastado e, na sequência, exonerado do cargo de secretário pelo prefeito Mário Alexandre (Marão).

A Operação Chave E foi deflagrada após dois anos de investigações. Segundo o MP-BA, a “organização criminosa múltiplos esquemas de corrupção ao longo de sucessivas gestões na Casa Legislativa” e tinha o apoio de empresas de assessoria contábil e de licitações, contratadas para maquiar documentalmente a prática dos diversos ilícitos apurados.

ESCOLA DO PONTAL LEVARÁ O NOME DO PROFESSOR DORIVAL DE FREITAS

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Dorival de Freitas é homenageado dando nome a escola em Ilhéus

Lukas Paiva presta homenagem ao professor Dorival de Freitas || Foto Clodoaldo Ribeiro

Na tarde desta quarta-feira (19), a Câmara de Vereadores de Ilhéus aprovou, por unanimidade, o projeto de lei que muda o nome da Escola Municipal do Pontal para Escola Municipal Dorival de Freitas. A iniciativa é de autoria do vereador e presidente da Casa, Lukas Paiva (PSB).
Convidado para falar da trajetória do educador Dorival de Freitas, o advogado e professor Josevandro Nascimento relatou um pouco da rica história e do que representou Dorival para o município.
Dorival de Freitas iniciou no sacerdócio, lecionou na Universidade de Santa Cruz (Uesc) nas disciplinas de História da Filosofia e Deontologia, sendo um dos homens mais cultos que passaram pela história da Educação em Ilhéus.
“Além de ser membro da Academia de Letras de Ilhéus, tinha uma postura digna e caráter irrepreensível. Agradeço em nome de uma legião de professores pela justiça que a Câmara faz a esse que foi um dos maiores educadores de Ilhéus”, disse Josevandro. O projeto segue para o Executivo Municipal para avaliação e sanção do prefeito Mário Alexandre.
Dorival de Freitas faleceu em 28 de junho de 2016, aos 83 anos. Nascido em Santa Inês, chegou a Ilhéus quando ainda tinha um ano de idade. Com vocação para o sacerdócio, foi padre até os anos 60. Casou-se com Maria de Freitas, com quem teve três filhos.
Além de professor da Uesc e de escolas das redes estadual e municipal, o mestre também integrou a Academia de Letras de Ilhéus, dono da cadeira 11. Foi dos nomes da fundação da Faculdade de Filosofia, além da antiga Fespi, da qual originou-se a Uesc.
 

O ALVO DE LUKAS PAIVA É 2020

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Lukas Paiva não disputará vaga à Assembleia Legislativa

O vereador Lukas Paiva (PSB) dificilmente sairá candidato a deputado estadual, como querem líderes do DEM baiano, dentre eles ACM Neto. O presidente da Câmara de Ilhéus já não era tão simpático à ideia. Aí, veio o fechamento da “janela partidária” para vereadores por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reforçando argumentos de Lukas. Ele teria que disputar vaga à Assembleia Legislativa baiana pelo PSB, e não pelo DEM. Para completar, o PSB permanecerá na base do governador Rui Costa.
Por enquanto, o vereador pensa em fortalecer o projeto de disputar a Prefeitura de Ilhéus em 2020. O presidente pertence à base do prefeito Mário Alexandre (Marão), mas tem fortes críticas à gestão do médico. Lukas contará com o apoio do DEM para o seu projeto em 2020, para o qual poderá migrar no ano das eleições municipais, se mantida a legislação em vigor.

MARÃO ENFRENTA REBELDIA NA BASE

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Lukas, de roupa clara, é entrevistado por Robertinho Scarpita e Marinho Santos (de boné).

Ilhéus começa a assistir à reprise de novela já rodada em Itabuna nesta semana. Vereadores insatisfeitos na relação com o prefeito começam a se rebelar. Ou, como diriam, fazer críticas construtivas. Em Itabuna, 13 vereadores revogaram decreto de aumento da passagem de ônibus. Na vizinha cidade, pelo menos um dos vereadores, Jerbson Moraes (PSD), do mesmo partido do prefeito, já cogita a possibilidade de colocar o decreto que reajustou a passagem para R$ 3,50.
Desde ontem (5), o presidente da Câmara de Ilhéus, Lukas Paiva (PSD), intensificou as críticas à gestão do prefeito Mário Alexandre (PSD). Com razão, bateu na qualidade de serviços como iluminação pública e coleta de lixo.
– Acho que desde o início do governo a cidade está com aspecto sujo, e a limpeza pública está deixando a desejar. Com a iluminação pública, a situação é igual – disse Lukas em entrevista ao Tropa de Elite, programa que vai ao ar na Rádio Bahiana.
Para Lukas Paixa, o governo de Marão precisa ouvir – e atender – mais os vereadores. “Sei que nem tudo pode ser atendido, sei das limitações do governo, mas o vereador é o político mais próximo do povo, e precisa ter suas reivindicações em prol do povo atendidas”.
Na cidade administrada pelo prefeito Fernando Gomes, a pedida dos vereadores era por mais cargos – pelo menos, a julgar pela fala do gestor. Quanto a Ilhéus, ainda não se tem claramente os motivos da rebeldia na base.

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