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8 de maio de 2021 | 10:48 pm

O CORAÇÃO DE DONA GILDETE E A DESFAÇATEZ DO SECRETÁRIO

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O secretário “samba de uma nota só” Geraldo Magela, que ora responde pela Saúde de Itabuna, lamentavelmente insiste em sua cantilena pelo comando único do setor, visando a auferir mais recursos e supostamente aplicá-los na melhoria do atendimento prestado ao cidadão.
Tudo bem que Magela empunhe essa bandeira, afinal ele tem todo o direito de brigar por melhores condições financeiras para gerir sua pasta, mas o que surpreende é a falta de criatividade do professor de história (essa é a profissão original do secretário). Desprovido de qualquer resquício de imaginação, Magela não tem propostas nem apresenta um feito de relevo em sua Secretaria, na qual aportou com promessa de resolver tudo em 90 dias, como se fosse um desses charlatães de praça, que vendem remédios miraculosos capazes de curar de frieira a metástase óssea.
Magela segue a entoar o cântico da gestão plena, como um mantra ou um velho disco de vinil arranhado, apesar de ter sido ele um dos que  no passado votaram pela “tesoura” na Secretaria de Saúde de Itabuna. Pior é quando chega ao ponto de se aproveitar do infarto sofrido por uma paciente que aguardava a liberação de exame pela Sesab para voltar à carga contra o Governo do Estado.
Aí é falta de respeito com Dona Gildete, a paciente cujo sofrimento foi usado indevidamente como argumento, e também com a população de Itabuna, que não aguenta mais esse reme reme. Menos, Magela!

SECRETÁRIO "GARGANTEIRO"

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Sem ter ainda “dito a que veio”, o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela – aquele que ao assumir prometeu colocar a saúde em ordem no prazo de 90 dias – mantém a estratégia de embate com a Secretaria da Saúde do Estado. A última história é a de que as unidades de PSF estão há seis meses sem receber os repasses da Sesab, que também seria responsável pelo atraso de salários no Creadh, Hospital de Base, Caps e outros setores da saúde municipal.
A estratégia escolhida deixa claro o problema da saúde em Itabuna: uma absoluta falta de gestão e a busca de subterfúgios na tentativa de justificar o injustificável. A própria casa está suja, mas a culpa é de quem está fora.
Tem sido assim o trabalho de Geraldo Magela, cuja aspiração máxima é conseguir a gestão plena da saúde e vitaminar os cofres de sua pasta. A ideia não anda exatamente pelo perfil do governo local e pelo temor de que os recursos da saúde venham a servir a outros objetivos.
O governo não desperta confiança e o secretário Magela dá expressiva contribuição para isso. À frente da Secretaria, nada realizou, além de criar factoides e exercitar uma política burra e infrutífera de bate-boca com a Sesab, seja o assunto a plena, a dengue, o Hospital de Base ou os repasses para o município.
Magela, apresentado como o hábil articulador, amigo de Jorge Solla, de livre trânsito no Governo do Estado, vai se confirmando como um ilusionista de marca maior  ou, como se diz por aí, um belíssimo garganteiro. Para ser secretário de Saúde de Itabuna, falta-lhe muita coisa, principalmente competência.

MAGELA DIZ QUE SESAB BOICOTA ITABUNA

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Secretário diz que postura da Sesab é absurda e autoritária

O jornal Agora, de Itabuna, traz neste sábado uma matéria na qual o secretário municipal da Saúde, Geraldo Magela, afirma sem rodeios que a Secretaria da Saúde do Estado opera deliberadamente para sabotar a rede de atendimento do SUS em Itabuna. Magela diz que já solicitou providências ao Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e ao ministro Alexandre Padilha, para resolver a questão.
Reclamando de prejuízos decorrentes da perda da gestão plena, o secretário acusou a Sesab de ser responsável pelas filas nas unidades básicas de saúde. “As pessoas estão dormindo nas filas das unidades de saúde, não por culpa do município, mas porque a Sesab está cortando exames que deveriam estar disponíveis”, declarou Magela ao jornal.
A publicação também ouviu uma prestadora de serviços ao SUS, não identificada, que falou de dificuldades para manter os atendimentos. “Quando a demanda ultrapassa a cota estabelecida para determinado procedimento, o que sempre acontece, as pessoas ficam sem realizar exames porque a Sesab retém os recursos”, apontou a prestadora.
Geraldo Magela voltou a repelir a ideia de transferir a gestão do Hospital de Base para o Estado, alegando que os hospitais já administrados pela Sesab também enfrentam problemas. A possibilidade de terceirizar a gestão também não é aceita pelo secretário, que briga pela ampliação dos repasses financeiros para R$ 2 milhões mensais, ficando o município responsável por uma contrapartida de R$ 500 mil.
O secretário também citou na matéria os problemas enfrentados pelo Centro Médico Pediátrico de Itabuna (Cemepi) e pela Maternidade Esther Gomes, ambos sob ameaça de fechar as portas. Apesar de serem instituições privadas, os dois hospitais dependem do SUS para sobreviver, mas as mudanças na forma de apuração dos serviços teria gerado sérias dificuldades tanto para o Cemepi como para a maternidade. Magela disse que a forma como a Sesab trata o assunto é “absurda” e “autoritária”.

SEC. DA SAÚDE FUNCIONARÁ EM ANTIGA SEDE DA JUSTIÇA DO TRABALHO

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Toda a estrutura da Secretaria da Saúde de Itabuna será transferida ainda este mês para o prédio onde funcionavam as Varas da Justiça do Trabalho, na Rua Barão do Rio Branco, centro da cidade. O imóvel passa por uma reforma, que deverá ser concluída em menos de dez dias, já que a intenção é realizar a mudança das unidades no dia 25 de julho.
Funcionarão no novo prédio inclusive os serviços da Central de Regulação do SUS, hoje abrigados em um prédio na Avenida Inácio Tosta Filho. Segundo o secretário Geraldo Magela, centralizar os serviços “visa assegurar uma melhoria no atendimento à população nos diversos serviços prestados pela Secretaria Municipal da Saúde”.

FAZ UMA VISITINHA, SECRETÁRIO!

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Como o secretário municipal da saúde, Geraldo Magela, anda falando em reestruturar o setor em Itabuna, vale a pena começar a dar uma boa olhada no Departamento de Atenção Básica. Grande parte das unidades, inclusive de PSF, encontra-se abandonada, em estado deplorável. Em muitas, os usuários são obrigados a ficar em salas de espera desconfortáveis, com estofado em frangalhos.

Na unidade básica de saúde Roberto Santos, no bairro Santo Antônio, a situação é das piores e não se resume apenas ao desconforto. Há também problemas que põem em risco a vida dos pacientes, como é o caso do acondicionamento incorreto das vacinas.

Quem trabalha em saúde sabe que as vacinas devem ficar em compartimentos refrigerados, com temperatura controlada. A sala onde os pacientes são imunizados deve, de preferência, ter ar-condicionado.

Pois nada disso ocorre no posto Roberto Santos, onde nem termômetros funcionam direito. Guardadas em ambiente desse tipo, as vacinas podem simplesmente não fazer qualquer efeito em quem receber a aplicação, o que é grave.

MAGELA APOSTA NO RETORNO DA PLENA

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Azevedo, Augusto Castro, Solla, Luiz Argôlo e Magela na reunião que discutiu o retorno da plena

 

O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), bateu nesta segunda-feira, 14, às portas da Secretaria da Saúde da Bahia, para reivindicar o retorno da gestão plena da saúde ao município. Da conversa com o titular da Sesab, Jorge Solla, participaram o secretário municipal da pasta, Geraldo Magela, o deputado federal Luiz Argôlo (PP) e o estadual Augusto Castro (PSDB).

Segundo Magela, que em 2008, quando era secretário de Saúde de Teixeira de Freitas, votou pela cassação da plena em Itabuna, agora a situação é outra e não há mais justificativa para manter o quadro atual. “Demonstramos que hoje não existem os problemas causadores da retirada da plena, o que foi comprovado pelo secretário Solla”, afirma Magela.

O secretário municipal acredita que, dentro de 60 dias, Itabuna já terá recuperado a gestão plena da saúde, mas isso ainda depende de alguns procedimentos. Primeiro, o município precisa apresentar um plano operativo ao Conselho Municipal da Saúde e aguardar que este emita seu parecer. Posteriormente, a situação será avaliada no âmbito da CIB (Comissão Intergestores Bipartite), que dará a palavra final sobre o caso.

O PIMENTA tentou falar sobre o assunto com a presidenta do Conselho Municipal da Saúde, Maria das Graças Santos, mas não conseguiu o contato.

AZEVEDO FAZ PEDIDO A MINISTRO

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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), encontra-se na capital baiana, em companhia do secretário municipal da Saúde, Geraldo Magela. Ambos participaram há pouco da entrega de novas ambulâncias do Samu para cidades baianas, num evento que contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Itabuna recebeu dois veículos.

Para não “perder a viagem”, Azevedo e Magela apresentaram ao ministro um pedido para que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães seja contemplado com mais recursos federais. Padilha teria abordado o caminho de estadualizar o Hblem, hipótese que prefeito e secretário voltaram a rechaçar.

Na visão de Magela, o problema do hospital não está relacionado à gestão, mas ao aporte de recursos. Segundo ele, a discussão estaria contaminada por questões “meramente político-partidárias”.

MAGELA E A DÍVIDA DE R$ 10 MILHÕES

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Magela desconhece dívida.

Os integrantes do movimento pela estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) ficaram de orelhas em pé, ontem, durante reunião com o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela. O novo titular da Pasta disse desconhecer a dívida de R$ 10 milhões do município com os prestadores de serviços na área de saúde.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, reagiu: – Ao ouvir uma resposta dessa sobre um problema grave, a gente fica preocupacado em relação a que tipo de tratamento os prestadores de serviços terão do governo.

A dívida é de outubro de 2008 e, segundo o ex-secretário Antônio Vieira, foi provocada pelos ex-gestores Fernando Gomes (prefeito) e Jesuíno Oliveira (secretário da Saúde). Naquele mês – e até hoje -, as empresas que prestavam serviços ao SUS não receberam do município. Itabuna perdeu a gestão plena da Saúde um mês depois.

O secretário Magela também é contrário à estadualização do Hblem. Ele disse que este não é o caminho e afirmou que pretende dobrar, imediatamente, o número de UTIs no Hospital de Base. “Não vemos consistência nas propostas de futuro apresentadas pelo secretário, pois elas não indicam quais as fontes de receita”, diz Santana.

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