skip to Main Content
10 de julho de 2020 | 08:44 am

‘LIVE’ ABORDA HISTÓRIA DO CACAU NO BRASIL E SUA EXPANSÃO PELO MUNDO

Fernando Mendes participará da live e contará a história do cacau no Brasil e no mundo
Tempo de leitura: < 1 minuto

A história do cacau no Brasil e a importância de Portugal e Espanha para sua expansão no mundo. É sobre esse tema que o empresário Marco Lessa conversa com o pesquisador Fernando Mendes, chefe de pesquisa e extensão rural no Pará e no Amazonas. O bate-papo será nesta quinta-feira (14), às 17h, durante live (transmissão ao vivo) no perfil do Chocolat Festival no Instagram.

Idealizador do Chocolat Festival, o maior do segmento no Brasil, Marco Lessa brinca. “É fundamental para quem trabalha com cacau e chocolate, e muito interessante para quem gosta, portanto 99% das pessoas (1% faz charme), conhecer a incrível história do fruto de ouro e alimento dos Deuses, o cacau, principalmente em nosso país e na América Latina”, diz Marco Lessa, idealizador do Chocolat Festival, maior evento do segmento no Brasil.

As lives do Chocolat Festival são sempre às quintas-feiras e trazem temas variados e curiosos sobre o universo do cacau e do chocolate.

CHOCOLAT BAHIA MOVIMENTOU R$ 15 MILHÕES EM NEGÓCIOS, AFIRMA ORGANIZAÇÃO

Tempo de leitura: 2 minutos

Festival do Chocolate movimenta mais de R$ 15 milhões e atrai 60 mil pessoas

A 11ª edição do Chocolat Bahia – Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Bahia chegou ao fim na noite deste domingo (21) com números ainda mais robustos que os da edição de 2018. De acordo com a MVU, empresa detentora da marca Chocolat Bahia e organizadora do evento, o festival atraiu mais de 60 mil pessoas nos quatro dias e movimentou R$ 15 milhões em negócios, com 170 expositores e 70 marcas de chocolate.

Segundo o coordenador do Festival, Marco Lessa, os resultados superaram todas as expectativas, numa demonstração de que os consumidores passam a valorizar o chocolate de origem. “Tivemos muitos lançamentos de produtos, com diversidade e inovação, que atraíram pessoas da região e de outros estados”.

Para ele, é importante conscientizar os 30 mil produtores de cacau, que sustentaram a economia sul-baiana por décadas, de que eles podem se restabelecer dentro de um novo conceito, o do chocolate de origem. “Dessa maneira, iremos retomar, em bases sólidas e sustentáveis, o caminho do desenvolvimento”.

NOVOS NEGÓCIOS

Gerson Marques, da Fazenda Yrerê, produz chocolates e atua no turismo rural. A Fazenda Yrerê é referência no sul da Bahia com a produção de chocolates de origem e na atração de turistas de várias partes do país e do mundo. Ele participou do festival, assim como nas edições anteriores.

– As vendas diretas aumentaram e também os acordos comerciais com parceiros da Bahia e de outros estados, consolidando a qualidade e o potencial do chocolate, além de criar um novo atrativo para o setor turístico – disse ele, que também participou de festivais de promoção da marca do chocolate sul-baiano em outras praças, como São Paulo.

Para Leo Maia, que aproveitou o evento para lançar o chocolate branco com nibs de cacau, esse é um mercado que exige sempre inovações capazes de cativar e atrair novos consumidores. “As vendas foram ótimas”.

Fernando Botelho, da Modaka, é um dos pioneiros na produção de chocolate de origem. Para ele, o momento é de colheita. “Esse movimento que estamos vivendo no Sul da Bahia é fantástico. Agrega valor ao nosso principal produto, o cacau, tornando a região conhecida pelo chocolate de qualidade”.

A difusão de novas tecnologias também tem sido uma das tônicas do festival. O diretor executivo do Centro de Inovação do Cacau, da Universidade Estadual de Santa Cruz, Cristiano Vilela, vê um processo de modernização e valorização do cacau e na qualidade do chocolate da região.

Leia Mais

SUL DA BAHIA SE REINVENTA COM PRODUÇÃO DE CHOCOLATE DE ORIGEM E CACAU SELECIONADO

Tempo de leitura: 6 minutos

Sul da Bahia se reinventa produzindo cacau selecionado e chocolate de origem || Foto Ana Lee

O cacauicultor Fernando Botelho, 77 anos, lembra bem o cenário do final da década de 80. “Tivemos de demitir todos os 120 funcionários e fazer financiamentos na tentativa frustrada de recuperar totalmente a lavoura. Perdi alguns imóveis e uma fazenda. Jamais vivemos algo como a vassoura-de-bruxa, foi uma coisa altamente desastrosa”.

Exatos 30 anos depois do surgimento da praga que dizimou as plantações de cacau no Sul da Bahia, Botelho celebra o crescimento da sua marca de chocolate e outros derivados do cacau orgânico, a Modaka, e se prepara para participar da 11ª edição do Chocolat Bahia Festival, de 18 a 21 de julho, em Ilhéus.

O evento, hoje considerado o maior do setor no Brasil, teve um início modesto, com apenas quatro marcas nacionais. Este ano, 70 produtores de chocolate de origem, de um total de 170 expositores, ocuparão o pavilhão de feiras do Centro de Convenções da cidade.

Patrícia e o pai, Fernando Botelho, da Modaka: da crise à reinvenção || Foto Caixa Colonial

A crise que abateu a cacauicultura na região em 1989 levou os produtores a buscar alternativas. “Começamos a fazer polpa e geleia de cacau na cozinha da minha mãe”, conta a engenheira Patrícia Viana Lima, 50 anos, filha de Botelho e chocolate maker da Modaka.

O nome Modaka faz referência ao doce do deus hindu Ganesha, símbolo de prosperidade e força no rompimento de obstáculos. Desde 2012, é na única fazenda que restou à família Viana Lima, no município de Barro Preto, sul da Bahia, onde se produz o cacau 100% orgânico que dá origem aos nibs, amêndoas crocantes e chocolates certificados nacional e internacionalmente.

O beneficiamento da amêndoa foi a saída encontrada para a derrocada da produtividade. “O Chocolat Festival surgiu justamente para fomentar a profissionalização desse novo mercado que, em 2008, surgia ainda timidamente na região e hoje está em plena expansão”, afirma o empresário e publicitário Marco Lessa, idealizador do festival e uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro em 2016 e em 2018.

– Há 11 anos reunimos consumidores, especialistas e produtores nesse evento, uma grande oportunidade para discutir a industrialização, a verticalização da produção e, consequentemente, a melhoria da qualidade das amêndoas de cacau selecionado e produto final elaborado – pontua Lessa.

Lessa idealizou o Chocolat Bahia e produz chocolate || Foto Valter Pontes/Coperphoto-Fieb

O evento contribuiu diretamente para o crescimento vertiginoso desse mercado na região, tornando-se um marco na história recente do sul da Bahia. “Além de cumprir sua função de promover a cadeia do cacau e chocolate, o Festival serve como divisor de águas para a nossa história, mudando a forma de se pensar a economia, dando visibilidade e criando um espaço para a promoção e negócios de novas marcas de chocolates finos, fabricantes de equipamentos, produtores de cacau e derivados, inovação”, aponta Cristiano Santana.

Presidente da Associação Cacau Sul Bahia, Cristiano aponta que o evento atrai turistas e consumidores em geral. Segundo ele, o Festival cumpre “o papel educativo de levar ao público a oportunidade de degustar produtos singulares de alto nível gastronômico, a ter contato com o mundo do chocolate através de palestras, cursos, e elevar o nome da Bahia a padrões internacionais como referência em chocolates de alta qualidade”. A Associação representa cerca de 2,3 mil produtores da região.

Chocolat Bahia atrai mais de 30 mil visitantes a cada edição, em Ilhéus || Foto Divulgação

Com teor mínimo de 40% de cacau (contra os 25% das marcas de grandes indústrias no Brasil), o chocolate produzido a partir de amêndoas selecionadas – em um processo intitulado Bean to Bar (da amêndoa à barra) ou de Origem – tem conquistado consumidores mundo afora. “Em 2015 começamos a exportar nossos chocolates para a França. A receptividade é excelente e pretendemos avançar pela Europa”, revela Alexandre Soeiro, gerente da Mendoá Chocolates, uma das marcas em exposição no Chocolat Festival.

INDICAÇÃO GEOGRÁFICA

Cacau com selo de Indicação Geográfica || Foto Maurício Maron

Conquistado no ano passado, o registro de Indicação Geográfica (IG) garante aos produtores de cacau do sul da Bahia o Selo de Origem. Ele é concedido a lugares que são conhecidos como tradicionais produtores de um determinado produto ou serviço ou cujas características do produto, quando originário do local, são únicas.

No caso do sul da Bahia, conta toda a tradição e história em torno da produção de cacau, como, por exemplo, o modo de produção cabruca, que minimiza o impacto no meio ambiente, ajudando a manter parte da flora e sem eliminar a fauna local. “Sem dúvida, o Selo de Origem chega no momento certo para valorizar ainda mais o trabalho que vem sendo desenvolvido, elevando o patamar tanto da matéria-prima quanto do nosso chocolate no mercado”, comenta Lessa. Atualmente, a Bahia lidera o ranking de produção de cacau no País, com mais de 200 mil toneladas produzidas entre 2017 e 2018.

PROGRAMAÇÃO

Voltado para consumidores e profissionais da área, o Chocolat Bahia Festival atrai anualmente milhares de visitantes, marcando o calendário turístico do estado e firmando o Sul da Bahia como principal região produtora de chocolate de origem do Brasil. Durante quatro dias, além da venda de chocolates e outros derivados do cacau selecionado, o 11º Chocolat Bahia promove experiências sensoriais, exposições históricas e artísticas, cursos de capacitação, workshops, debates sobre temas do setor e palestras ministradas por especialistas internacionais. Clique em Leia Mais e confira toda a programação do evento, com workshops, palestras etc.

Leia Mais

CHOCOLAT FESTIVAL REÚNE 40 MARCAS E PRODUTORES SUL-BAIANOS EM SÃO PAULO

Tempo de leitura: 2 minutos

Chocolate sul-baiano é estrela de festival em São Paulo

Dez anos depois do primeiro festival de cacau e chocolate da Bahia, em 2009, o evento ganha proporção ainda maior. Após chegar a Belém, no Pará, em 2013, na próxima sexta-feira (12) começa a edição paulista do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, o Chocolat Festival, reunindo produtores e marcas do sul da Bahia no pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, em São Paulo.

Chegará com a força de 72 expositores, dos quais 40 marcas de cacau e chocolate de origem sul-baiana, algumas das melhores amêndoas do mundo. Entre as marcas, chocolates produzidos pela agricultura familiar, a exemplo do Bahia Cacau, que tem investimentos do Bahia Produtiva, programa que incentiva a qualificação, aumento da produtividade, capacitação de mão de obra e comercialização.

EXPERIÊNCIA SENSORIAL

Lessa é o idealizador de festival

Além da exposição e venda de chocolates, o festival terá uma ampla programação com experiências sensoriais, uma série de atividades culturais, exposição A História do Chocolate, cursos e palestras como ChocoDay, Cozinha Show, Espaço Kids e Fórum do Cacau, com chocolatiers e palestrantes do Brasil e do exterior.

Idealizador do primeiro festival em Ilhéus, há dez anos, o publicitário e produtor de chocolate Marco Lessa, considera este passo, em São Paulo, um desafio muito grande. “Nossa expectativa é de que o evento abra espaço para o chocolate de origem do sul da Bahia no maior mercado consumidor do país”, afirma.

Para Lessa, o evento alinha e une dois setores importantes da economia, com a produção de cacau e chocolate e o turismo. “A Bahia precisa acelerar o processo de expansão e consolidação do polo chocolateiro, com profissionalização do setor e um trabalho permanente de promoção no Brasil e no exterior”, ressalta.

CHOCOLAT BAHIA MOVIMENTA R$ 15 MILHÕES E ATRAI 65 MIL VISITANTES

Tempo de leitura: 2 minutos

Festival do Chocolat atraiu 65 mil pessoas em 5 dias || Foto Renata Smith/Agência Sebrae

A 10ª edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, o Chocolat Bahia, em Ilhéus, bateu recorde de público e de negócios fechados, de acordo com a organização. Foram 120 expositores, 40 marcas regionais de chocolate de origem e R$ 15 milhões em negócios. Durante os cinco dias, o festival recebeu cerca de 65 mil visitantes, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Soares Lopes.
O evento também movimentou a rede hoteleira ilheense, que atingiu 85% de ocupação de acordo com o trade. “Decidimos apostar na produção de amêndoas de cacau de qualidade e de o chocolate de origem, com alto valor agregado. O Festival é uma espécie de vitrine, que está dando um novo impulso à economia regional”, destaca Marco Lessa, o coordenador do Chocolat Bahia.

Lessa comemora mudança de paradigma na região produtora de cacau || Foto Daniel Thame

Durante o festival, foi lançada oficialmente a Rota do Chocolate. A primeira estrada temática da Bahia compreende fazendas de cacau,  fábricas de chocolate, áreas preservadas de Mata Atlântica, casarões históricos e gastronomia, às margens das rodovia Ilhéus-Uruçuca e Jorge Amado, que liga Ilhéus a Itabuna.

Os segmentos envolvidos estão passando por processos de capacitação e captação de negócios, através de parceria com o Sebrae. Entre as fazendas abertas à visitação estão Provisão, Riachuelo, Capela Velha, Yrerê e o pioneiro Chocolate Caseiro de Ilhéus.

TURISMO

O operador de turismo José Humberto Sá Nery vê uma ampliação no mercado do turismo. “Os turistas já estão optando por passeios que incluam a gastronomia e fazendas onde se fábrica o chocolate de origem. É um novo mercado que surge graças ao festival”, afirma.

“Curtimos praias belíssimas, conhecemos o Bataclan, o Vesúvio, a Casa Jorge Amado e pudemos saborear o verdadeiro chocolate. Vamos voltar outras vezes”, disse a advogada paulista Vanessa Souza Campos, que foi a Ilhéus acompanhada do marido e dos dois filhos.

O presidente da Associação dos Produtores de Chocolate do Sul da Bahia, Gerson Marques, apostou na produção de chocolates e no turismo rural. Ele recebe cerca de 2.500 turistas por ano na Fazenda Yrerê, às margens da Rodovia Jorge Amado. “As pessoas começam a se identificar com as nossas marcas de chocolate e ainda há muito que avançar, porque somos cerca de 50 produtores de chocolate num universo de 30 mil produtores de cacau”, diz.

BAIANO FIGURA ENTRE OS 100 MAIS INFLUENTES DO AGRONEGÓCIO PELA SEGUNDA VEZ

Tempo de leitura: < 1 minuto

Lessa entra na lista dos 100 mais influentes pela 2ª vez

O empresário e publicitário baiano Marco Lessa foi eleito, pela segunda vez, uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio no Brasil, conforme ranking publicado pela Istoé Dinheiro Rural.

O guanambiense, que adotou Ilhéus, a terra do cacau, no sul da Bahia, é sócio da ChOr – Chocolates de Origem e do Grupo M21 de Comunicação e é o idealizador do Chocolat Bahia – Festival Internacional de Chocolate e Cacau, realizado há 9 anos em Ilhéus e que ainda conta com edições no Pará. É também, há 9 anos, o coordenador da missão brasileira ao Salon du Chocolat de Paris.

“Recebo, mais uma vez, emocionado, essa grata notícia. É um reconhecimento coletivo, pois é fruto do trabalho e empenho de muita gente da maior qualidade profissional e humana. Divido, honrado, com todos os que sonham com um Brasil líder com o melhor cacau e o mais puro Chocolate de Origem”, disse Lessa. Da coluna Alô Alô, do parceiro Correio24h.

FESTIVAL DO CHOCOLATE TERÁ MAIS DE 80 EXPOSITORES EM 2017

Tempo de leitura: 2 minutos
Festival entra em sua 9ª edição em 2017 (Foto Pimenta).

Festival entra em sua 9ª edição em 2017 || Foto Pimenta/Arquivo.

O Festival Internacional do Chocolate e Cacau de Ilhéus de 2017 reunirá mais de 30 marcas de chocolate de origem e cerca de 80 expositores da cadeia produtiva do cacau, de acordo com a organização. O evento, que neste ano torna-se Chocolat Bahia, será realizado de 20 a 23 de julho, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus.

O centro será espaço para exposições, cursos de capacitação, debates, rodadas de negócios e palestras com especialistas internacionais, além de workshops gratuitos com receitas à base de chocolate. Um dos workshops será com Lucas Corazza, jurado do Que seja doce, reality show do GNT.

Lessa, idealizador do festival | Foto Ana Lee

Lessa, idealizador do festival || Foto Ana Lee

OPORTUNIDADES

“Temos, durante quatro dias, o maior evento profissional dessa área, reunindo consumidores, especialistas e produtores”, observa o idealizador e coordenador do Chocolat Bahia, o publicitário Marco Lessa. Para ele, o evento é “oportunidade para discutir a industrialização, a verticalização da produção e, consequentemente, a melhoria da qualidade das amêndoas de cacau selecionado e produto final elaborado”.

O Chocolat Bahia – 9º Festival Internacional do Chocolate e Cacau é realizado pela MVU Eventos, com promoção do Costa do Cacau Convention Bureau e da Associação de Turismo de Ilhéus. São parceiros da iniciativa o Governo da Bahia, por meio das secretarias da Cultura, do Turismo, do Desenvolvimento Rural, da Agricultura e de Ciências Tecnologia e Inovação (Secti), Prefeitura de Ilhéus, Banco do Nordeste, Sebrae e Caixa.

CHOR EXPANDE MERCADO E CHEGA A PORTUGAL

Tempo de leitura: < 1 minuto
Marco e Luana Lessa expandem mercado da Chor no velho continente.

Marco e Luana Lessa expandem mercado da Chor no velho continente.

A Chocolate de Origem (Chor), de Ilhéus, ampliou mercado no continente europeu. Depois de exportar para países como a França, a fabricante de chocolates com até 70% de cacau coloca o “pé” em Portugal.

Barras de chocolates fabricados pela empresa ilheense serão vendidas, inicialmente, na DuMonde Chocolat, na cidade do Porto. A empresa é tocada pelos sócios Marco e Luana Lessa. Marco é o idealizador do Festival Internacional do Chocolate e Cacau, que entra em sua oitava edição neste ano.

CHOCOLATE DE ORIGEM LANÇA FRANQUIA MÓVEL

Tempo de leitura: < 1 minuto
Marco e Luana Lessa, sócios da ChOr (Chocolate de Origem).

Marco e Luana Lessa, sócios da ChOr (Chocolate de Origem).

Umas das principais marcas de chocolates finos do sul da Bahia, a ChOr ampliará mercado com pontos móveis de vendas por meio de franquias. Segundo Marco Lessa, sócio da marca, carrinhos com display foram posicionados em pontos estratégicos de aeroportos de Salvador, Recife e Ilhéus.

“A ação nos aeroportos é pontual e deve durar três meses. Os carrinhos também podem  ser inseridos em shoppings e eventos. A ideia é divulgar o nosso modelo de franquia ChOr”, revela o empresário Marco Lessa.

As barras de chocolate gourmet, feitas com alto teor de cacau selecionado (44% e 70% de teor de cacau), são comercializadas em embalagens de 85 e 100 gramas. Os preços variam entre R$ 16,00 e R$18,00.

De acordo com Marco e Luana Lessa, sócios da marca, o investimento na franquia é de aproximadamente R$ 60 mil, dos quais R$ 20 mil em chocolate.

MARCO LESSA ENTRE OS 100 MAIS INFLUENTES DO AGRONEGÓCIO NO BRASIL

Tempo de leitura: < 1 minuto
Lessa: reconhecimento.

Lessa: reconhecimento.

Idealizador do Festival Internacional do Chocolate e Cacau de Ilhéus, o publicitário Marco Lessa está entre as 100 personalidades mais influentes do agronegócio brasileiro 2015, de acordo com a publicação especializada Dinheiro Rural.

A publicação destaca o papel de Marco Lessa como indutor de novas práticas na agricultura, quando estimulou a produção de cacau fino e – mais ainda – de chocolate no sul da Bahia, levando a região a ganhar prêmios internacionais”. A publicação já está nas bancas. Lessa diz estar feliz não com o título em si, “mas pelos resultados”.

E o festival internacional, idealizado por ele, atraiu as atenções para a região, hoje reconhecida não apenas como de Jorge Amado e produtora de cacau, mas de chocolate de alta qualidade. O Festival Internacional do Chocolate e Cacau na Bahia deu tão certo que gerou versão paraense.

Publicitário, produtor de chocolate e idealizador de festival. Lessa está entre 100 mais influentes.

Publicitário e idealizador de festival, Lessa é dos 100 mais influentes (Reprodução).

Back To Top