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7 de junho de 2020 | 03:43 am

PAULO HENRIQUE AMORIM, SÍLVIO SANTOS, ROBERTO MARINHO E ADOLPHO BLOCH

Tempo de leitura: 2 minutos

marivalguedesMarival Guedes | marivalguedes@gmail.com

 

A outra história aconteceu com o próprio autor, quando estava desempregado. Ele conta que recebeu ligação telefônica de Hebe Camargo, “com quem sempre manteve relações afetuosas”.

 

O jornalista Paulo Henrique Amorim deu um show de conhecimento, ironia e criatividade no lançamento do seu novo livro, O Quarto Poder – Uma Outra História

Com maestria, relatou acontecimentos. Alguns estão no livro, escolhi dois, independente do grau de importância em relação aos outros.

Quando Brizola se elegeu governador, construiu o sambódromo e decidiu escolher a emissora que faria a cobertura do carnaval por meio de licitação. Boni, diretor da Globo, num vacilo, não participou e a Manchete ganhou a exclusividade.

Roberto Marinho ficou retado com Brizola e com Boni e com o dono da Manchete, Adolpho Bloch. Tentando reduzir os danos, telefonou para Bloch, com o objetivo de propor um pool para a transmissão. Mas não era atendido. Bloch mandava dizer que não estava.

Anos depois, a Manchete “quebrou”. Adolpho Bloch foi à Globo pedir ajuda. Esperou duas horas e, quando atendido, foi logo adiantando:

– Roberto, a Manchete faliu e só você pode me salvar.

– Adolpho, há dez anos estou esperando você retornar aqueles telefonemas. Passar bem.

E Bloch foi conduzido para a saída pela secretária de Roberto Marinho.

A outra história aconteceu com o próprio autor, quando estava desempregado. Ele conta que recebeu ligação telefônica de Hebe Camargo, “com quem sempre manteve relações afetuosas”.

– Paulo Henrique, estou aqui na sala do Silvio. Estou dizendo a ele que você topa vir pra cá. Você toparia?

– Claro Hebe, estou desempregado. A vida é dura.

-Viu Silvio, ele topa! Fala com ele, Silvio.

Silvio pega telefone:

– Olá, Paulo Henrique, eu gosto muito do seu trabalho. Muito mesmo. Mas eu gosto do seu trabalho na televisão dos outros.

Caso semelhante aconteceu no jornal A Tarde na década de 80. Os jornalistas Benedito Simões, Marcos Luedy e Luiz Guilherme Tavares faziam free-lance. Em função da qualidade, o chefe de redação sugeriu a contratação do trio.

O diretor Jorge Calmon, “direitista até a medula”, foi curto e sincero com eles:

– Aqui vocês jamais serão contratados.

Marival Guedes é jornalista e escreve crônicas aos domingos no Pimenta.

LUEDY TORNA-SE FENÔMENO NA INTERNET COM POESIA DAS MÃES

Tempo de leitura: 2 minutos
Poesia teve mais de 2 milhões de visualizações.

Poesia teve de Luedy (foto abaixo) mais de 2 milhões de visualizações.

Luedy se diz surpreso com sucesso de poema.

Viviane Cabral

O poeta itajuipense Marcos Luedy alcançou a surpreendente marca de mais de 2,3 milhões de visualizações, no Facebook, com um poema em homenagem ao Dia das Mães. Além das pessoas alcançadas, a poesia está sendo compartilhada por mais de 43 mil pessoas e comentada por um número aproximado de 22 mil leitores.

Os números continuam subindo. O autor tem uma página literária na internet – Marcos Luedy Poeta e Convidados – há menos de um ano e, publica semanalmente seus poemas em mais de 350 comunidades de letras do Brasil e do exterior. Lançou, recentemente, o livro O Silêncio e as Palavras e outros poemas, em Itajuípe, Itabuna e Salvador (Bahia).

Marcos Luedy se diz surpreso com o fenômeno. “Esperava uma boa quantidade de acessos, mas nunca nessa dimensão”. A administradora da Comunidade Literária Célia’s Célia, Célia Lino, de São Paulo, afirmou que “a qualidade poética do artista já é reconhecida no Brasil inteiro, então não me admirei com esse sucesso”. Ela garante que o poema também repercutiu bem nas comunidades brasileiras nos Estados Unidos e em vários países da Europa.

Cleusa Maria Gonzalez, de Florianópolis, destaca a importância do trabalho poético do autor como uma das grandes revelações da poesia nacional: “Aqui em Floripa temos um grupo de admiradores de Luedy já trabalhando na divulgação do seu trabalho”. O autor já está com seu segundo livro sendo editado para lançamento em setembro.

ESCRITORES LANÇAM LIVROS DE POESIA E SUSTENTABILIDADE NA QUINTA

Tempo de leitura: 2 minutos
Andréia, Luedy e Lavigne lançam livros na quinta, em Itabuna.

Andréia, Luedy e Lavigne lançam livros na quinta, em Itabuna.

Os escritores Marcos Luedy, Geraldo Lavigne de Lemos e Andréia Quinto dos Santos lançam livros em Itabuna, na próxima quinta-feira (22), às 18 horas, na Livraria Nobel, na Rua Paulino Vieira, centro de Itabuna. As obras foram publicadas pela Editora Mondrongo. Os livros nascem do empenho de cada autor e do esforço da editora, que tem como princípio valorizar e publicar os bons valores da literatura baiana contemporânea. As obras de Marcos e Geraldo são de poesia. Já a de Andréia, que é bióloga e professora, traz uma série de artigos relacionados à preservação do meio ambiente.

O silêncio & As palavras, de Marcos Luedy, trata, segundo o autor, de um trabalho gestado há três gerações, sintetizado em impressões e expressões substancialmente inquietas do viver e sentir humano. A obra possui apreciações críticas da professora e crítica literária Maria de Lourdes Netto Simões, e de Gustavo Felicíssimo, escritor e editor da Mondrongo.

Já a obra de Geraldo Lavigne de Lemos, possui um inusitado projeto gráfico que reúne dois livros em um mesmo volume. De um lado, tem-se o livro Amenidades, do outro Alguma sinceridade, ambos com capa elaborada pelo artista plástico Rafael Pita. No centro da obra, onde um e outro livro se encontram, há um texto crítico do poeta e teórico capixaba Jorge Elias Neto. Os livros contam ainda com prefácios de André Rosa e Baísa Nora.

O livro Sustentabilidade: uma questão de consciência, da bióloga e professora Andréia Quinto dos Santos, é o primeiro publicado pela Mondrongo com artigos relacionados ao meio ambiente e preservação ambiental. Nele, a autora toca em assuntos relevantes, como gestão ambiental, política ambiental no Brasil, negócios sustentáveis, entre outros de enorme relevância para a preservação do ecossistema do planeta. Os livros estarão a venda por valores promocionais que variam entre R$ 25,00 e 30,00, cada.

Obras serão lançadas na Livraria Nobel.

Obras serão lançadas na Livraria Nobel.

LUEDY LANÇA NOVA OBRA POÉTICA

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Luedy lança obra poética em sua cidade natal.

Luedy lança obra poética em sua cidade natal.

Mais de cem pessoas prestigiaram o lançamento do livro O silêncio e as palavras e outros poemas, do poeta e jornalista Marcos Luedy, em Itajuípe, em evento que também reuniu a mostra Mulher – Poema Divino, da artista plástica Meire Nogueira com o tema “Mulher. Lideranças políticas, religiosas, professores, estudantes e amantes da literatura e pintura ainda assistiram à apresentação de atores locais declamando trechos do livro do poeta itajuipense.
Marcos Luedy foi o vencedor do Concurso Regional de Contos promovido pela Ceplac/Uesc em 1976 e articulador do movimento poético BaldeAção, em Salvador, em 1979. Também organizou três livros socioambientais publicados pelo Centro de Recursos Ambientais – CRA do Governo do Estado da Bahia, entre os anos de 2003 a 2006. Fez Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente pela UESC e, atualmente, elabora projetos socioambientais e culturais para a iniciativa privada e pública.

MARCOS LUEDY LANÇA "O SILÊNCIO E AS PALAVRAS"

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Luedy lança obra na quinta.

Luedy lança obra na quinta.

O poeta e jornalista Marcos Luedy lança O Silêncio e as Palavras e outros poemas, na próxima sexta-feira (19), às 19 horas, no Salão Paroquial da Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus, em Itajuípe. O lançamento terá declamações de poemas do livro feitas por atores regionais e mostra de pinturas da artista plástica Meire Nogueira.
Vencedor de concurso regional de contos promovido pela Ceplac e Uesc e articulador do movimento poético BaldeAção, em Salvador, em 1979,  Luedy, atualmente, elabora projetos socioambientais e culturais para a iniciativa privada e pública.
Maria de Lourdes Netto Simões (Tica Simões) escreve no prefácio da obra que O Silêncio e as Palavras e outros poemas “se realiza em tempos diversos de enunciação, onde a voz de Marcos Luedy se expressa de forma pluri, por caminhos labirínticos”. “Mas o certo é que todos os ‘tons’ de sua voz poética traduzem a força do seu ser inquieto, do seu estar na vida, do seu sensível olhar sobre o mundo”.
Gustavo Felicíssimo, da Editora Mondrongo, enxerga na obra “uma poesia culta, que celebra a vida e o estar do homem no mundo, uma poesia muitas vezes reflexiva, outras vezes cáustica na medida em que desvela o ser humano ensimesmado, egocêntrico, perdido dentro do seu tempo e na busca insólita pela reificação, pelo humanismo olvidado”.

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