skip to Main Content
23 de novembro de 2020 | 01:45 pm

REITORA DA UFSB DIZ QUE CORTE DE VERBA AUMENTARÁ CRISE NO SUL E EXTREMO-SUL

Tempo de leitura: 4 minutos

Reitora Joana Angélica Guimarães: corte de verbas da UFSB vai prejudicar a região

A reitora da Universidade Federal do Sul Bahia (UFSB), Joana Angélica Guimarães, afirmou ao PIMENTA, que está muito preocupada com o anúncio de bloqueio de recursos das instituições federais de ensino superior do País pelo Ministério da Educação. Ela estará em Brasília nesta segunda-feira (6) para tentar reverter os bloqueios no orçamento da UFSB e cortes de verbas de emendas parlamentares.

Segundo a reitora, os cortes de repasses pelo governo vão causar impactos negativos não só para a UFSB, mas também para economia do sul e extremo-sul da Bahia, onde a universidade está fazendo investimentos de mais de R$ 110 milhões em obras em núcleos pedagógicos, laboratórios e infraestrutura nos seus três campi – Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

“Estou muito preocupada, pois caso ocorra a suspensão dessas obras, o prejuízo será enorme não só para a comunidade acadêmica e para administração pública, mas para toda a economia do sul e extremo-sul da Bahia, porque aumentará o número de desempregados e a crise financeira”. A seguir, trechos da entrevista com a reitora.

PIMENTA- Qual o impacto da decisão do MEC de bloquear os recursos da UFSB?

JOANA ANGÉLICA – Um impacto negativo muito grande, porque temos um orçamento sem reajuste desde 2015. Nesse período, como a universidade está expansão, precisamos aumentar as nossas despesas, principalmente de custeio. Por isso, tivemos de fazer contratações de professores, servidores técnicos e terceirizados, por exemplo.

PIMENTA- Qual o orçamento global para este ano?  

JOANA ANGÉLICA – Temos um orçamento de cerca de R$ 113 milhões, o mesmo do ano passado, que foi integralmente executado. Como somos uma instituição que começou do zero, necessitávamos e estamos fazendo investimentos de cerca de R$ 113 milhões nos três campi. Somente no Jorge Amado, em Itabuna, são R$ 64 milhões em investimentos, sendo R$ 24 milhões na construção do núcleo pedagógico e laboratórios e R$ 40 milhões em obras de infraestrutura.

PIMENTA- Qual o prazo para a conclusão do campus Jorge Amado?

JOANA ANGÉLICA – Hoje, estamos trabalhando para que o núcleo pedagógico esteja pronto no final do ano e a transferência das atividades para o início de 2020. Além disso, nossas equipes de arquitetos e engenheiros estão elaborando o projeto para reforma do prédio do antigo Fórum Ruy Barbosa, no centro de Itabuna, para que possamos transferir a sede da reitoria para lá. Com isso, vamos usar o dinheiro do aluguel em outras despesas.

PIMENTA- E as obras no extremo-sul?

JOANA ANGÉLICA – A nossa meta é que sejam concluídas entre o final de 2020 e início de 2021, se o cronograma for mantido como planejado. Estamos fazendo um investimento de R$ 49 milhões para que possamos contar com instalações adequadas para o melhor andamento das pesquisas e a realização das atividades acadêmicas diárias.

_______________

 

BLOQUEIO DE RECURSOS: O prejuízo será enorme não só para a comunidade acadêmica e para administração pública, mas para toda a economia do sul e extremo-sul da Bahia, porque aumentará o número de desempregados e a crise financeira.

_______________

 

PIMENTA- Será possível o andamento dessas obras com os cortes?

JOANA ANGÉLICA – Estou muito preocupada, pois caso ocorra a suspensão das obras, o prejuízo será enorme não só para a comunidade acadêmica e para administração pública, mas para toda a economia do sul e extremo-sul da Bahia, porque aumentará o número de desempregados e crise financeira. São muitos operários que correm o risco de desemprego. Menos dinheiro circulando só vai aumentar a crise financeira nessas regiões. Precisamos evitar que isso ocorra nesse momento.

PIMENTA- E o impacto para os cofres públicos?

JOANA ANGÉLICA – A depender de quanto tempo fiquem paralisadas, caso isso ocorra, o gasto para execução será muito maior. Podemos até ter de reconstruir prédios. Isso não será bom para população, que corre o risco de pagar duas vezes para a conclusão de uma obra. Entendo que ninguém quer isso.

PIMENTA – Acha que pode reverter essa situação?

JOANA ANGÉLICA – Vamos lutar muito para que possamos ter as condições mínimas de funcionamento das nossas unidades e as obras não possam sofrer atrasos. Espero não precisar desfazer contratos e, mais adiante, com os prédios deteriorados com ação do tempo, sermos obrigados a fazer um novo processo para a conclusão das obras. Estarei em Brasília na segunda-feira (6) e pretendo explicar toda a situação ao MEC [Ministério da Educação].

PIMENTA- Por que a UFSB precisa de tratamento diferente das demais instituições?

JOANA ANGÉLICA – O que posso e vou argumentar é que somos uma universidade que ainda está em processo de implantação, que começou do zero, sem imóveis e instalações adequadas para os nossos professores, estudantes e servidores técnicos. Precisamos concluir essa etapa do trabalho que está em andamento. Caso contrário, repito, toda a sociedade terá um grande prejuízo.

_______________

REDUÇÃO DE VERBAS: Hoje, contamos com 282 professores e 251 técnicos-administrativo. Isso representa menos de um terço do que estava previsto no planejamento inicial, que foi prejudicado pela redução de verbas repassadas desde 2016.

_______________

PIMENTA – O quadro de funcionários atende às necessidades da UFSB?

JOANA ANGÉLICA – Hoje, contamos com 282 professores e 251 técnicos-administrativo. Isso representa menos de um terço do que estava previsto no planejamento inicial, que foi prejudicado pela redução de verbas repassadas desde 2016. Precisamos contratar pessoal, mas não há autorização para novos concursos. Talvez, como existe uma pequena reserva de vagas, possamos ainda contratar professores.

PIMENTA- E a contratação de técnicos?

JOANA ANGÉLICA – Não existe previsão de quando será realizado concurso público para técnico-administrativo. A previsão inicial era de que, quando todos os campi entrassem em pleno funcionamento, contássemos com 1.300 ou 1.400 servidores, entre professores e técnico administrativo. Isso não deve mais ocorrer.

PIMENTA – A senhora não acha que há um distanciamento das universidades da população?

JOANA ANGÉLICA – Temos debatido muito esse assunto durante as reuniões da Associação Nacional dos dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifs) e já definimos uma série de ações institucionais para trazer as pessoas da sociedade para dentro dos campi. Elas precisam conhecer melhor o trabalho desenvolvido pelos nossos estudantes e professores/pesquisadores.

_______________

PESQUISA NAS UNIVERSIDADES: São nas universidades públicas brasileiras, principalmente nas federais, onde são desenvolvidas as grandes pesquisas, tratamentos para muitas doenças. As federais, com seus hospitais universitários, prestam atendimento de alta qualidade e gratuito.

_______________

PIMENTA- A senhora diria que há muito trabalho e pouca divulgação…

JOANA ANGÉLICA – São nas universidades públicas brasileiras, principalmente nas federais, onde são desenvolvidas as grandes pesquisas, tratamentos para muitas doenças. As federais, com seus hospitais universitários, prestam atendimento de alta qualidade e gratuito. Os beneficiados são, principalmente, as pessoas carentes, que não possuem um plano de saúde e não têm condições de pagar uma consulta médica, exames etc.

MEC PUBLICA LISTA DE PRÉ-SELECIONADOS NA SEGUNDA LISTA DO PROUNI

Tempo de leitura: < 1 minuto

MEC publica lista de pré-secionados na segunda lista

O Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta quarta-feira (20), a lista com os nomes dos estudantes pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni), referente ao primeiro semestre de 2019. Acesse aqui a página do programa.

Para garantir a bolsa, os estudantes devem comparecer à instituição para a qual foram pré-selecionados e apresentar os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição. A entrega da documentação deve ser realizada entre os dias 20 e 27 de fevereiro.

Os candidatos que não tiverem sido pré-selecionados na primeira e nem na segunda chamada poderão manifestar interesse em participar da lista de espera entre os dias 7 e 8 de março, na página do ProUni. Os candidatos participantes da lista de espera terão que comparecer, entre os dias 12 e 13 de março, às respectivas instituições para apresentar a documentação para comprovação das informações fornecidas na ficha de inscrição.

UFBA E UESC SÃO AS MELHORES UNIVERSIDADES DA BAHIA, APONTA MEC

Tempo de leitura: < 1 minuto

Uesc é a melhor entre as universidades estaduais pelo IGC, do MEC

As universidades Federal da Bahia (UFBA) e Estadual de Santa Cruz (Uesc) são as melhores instituições de ensino superior pelo Índice Geral de Cursos (IGC), aferido pelo Ministério da Educação.  Na escala que vai de 1 a 5, UFBA e Uesc obtiveram nota 4, consideradas excelentes de acordo com os critérios do MEC.
As notas foram divulgadas nesta terça-feira (18) e levam em conta os dados de 2017. Com índice contínuo 3,7518, a UFBA ficou em 20º entre as universidades. A Uesc obteve índice 3,3926, situando-se em 48ª colocação. A Uesc, que possui campus na Rodovia Ilhéus-Itabuna, teve 24 cursos de graduação avaliados.
Em 89º lugar, vem a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), com índice contínuo 3,1152. A Universidade Salvador, privada, aparece em 101º lugar, com índice 3,0504. Em 112ª posição, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), com 3,0047. Todas elas têm conceito 4.
Quando também consideradas as faculdades, quem lidera no Estado é a Faculdade Nobre de Feira de Santana (FAN), privada, com conceito 4.

 ______________

MEC CRIA LINHA PARA CANDIDATOS DO ENEM DENUNCIAR FAKE NEWS

Tempo de leitura: 2 minutos

O ministro da Educação, Rossieli Soares, e a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, fizeram um alerta para que os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não caiam em notícias falsas, as chamadas fake news, e para que estejam atentos ao horário de verão para não perderem a prova e chegarem após o fechamento dos portões.
Segundo Maria Inês, nos últimos dias, circulou um boato de que o Enem seria adiado, o que é mentira, o exame está mantido nos dias 4 e 11 de novembro. “A fake news é uma doença social e nesse período de exame em que os participantes estão no grau máximo de ansiedade, elas atrapalham e muito”, diz.
Para se proteger, os candidatos devem se informar pelos canais oficiais de comunicação.
Candidatos podem alertar o Inep sobre notícias falsas pela Página do Participante e pelo aplicativo do Enem, disponível para os sistemas Android e IOS. Os participantes podem também entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800-616161. Maria Inês pede que os estudantes denunciem as fake news “para que a gente possa desmentir esse tipo de notícia que causa tanto transtorno aos participantes”.
HORÁRIO DE VERÃO
Outro alerta do MEC e do Inep foi para que os participantes estejam atentos ao horário de verão, que começa no primeiro dia de prova do Enem, neste domingo (4). “Temos diferença grande nos estados brasileiros em relação ao horário oficial que é o de Brasília. No estado do Amazonas temos alguns municípios que não seguem as demais cidades. É fundamental que os participantes estejam atentos e procurem se informar”, diz Maria Inês. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, no horário da capital.
Até a manhã de hoje, cerca 1 milhão de candidatos ainda não tinham acessado o cartão de confirmação de inscrição e não sabiam o local de prova do Enem. O Inep vai enviar e-mail e mensagens SMS para esses candidatos. A orientação é que o participante faça o trajeto até o local de prova antes do dia da prova, para conhecer o caminho e evitar imprevistos. O cartão pode ser acessado pela Página do Participante e pelo aplicativo do Enem.

Leia Mais

QUALIDADE DO ENSINO PIOROU NO MUNICÍPIO DE ITABUNA EM 2017, APONTA MEC

Tempo de leitura: 4 minutos

Imeam é uma das escolas onde o ensino piorou.

Dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) confirmam queda na qualidade do ensino nas escolas municipais em Itabuna. De acordo com o levantamento, somente duas das 16 escolas da zona urbana alcançaram o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Os dados oficiais revelam também que mais de 80% registraram regressão na qualidade do ensino nos últimos anos, tanto nas séries iniciais quanto nas séries finais do Ensino Fundamental. O Ideb é feito a cada dois anos em todos os municípios brasileiros.
Um dos exemplos de educação ruim em Itabuna foi verificado no Colégio Sesquicentenário (Ciso), que estava com nota acima da meta há 10 anos e hoje capenga. Segundo o MEC, em 2007 a unidade situada no bairro de Fátima atingiu 5,1, quando a meta era de 4,4 para as séries finais do Ensino Fundamental (do 6º ao 9º ano). Uma década depois a nota baixou para 3,5, quase 2 pontos abaixo da meta prevista de 5,8. A nota de 2017 ficou abaixo dos 4,4 pontos de 2015.
O Ciso não teve número mínimo de alunos participantes nas séries iniciais (1º ao 5º ano do ensino fundamental) em 2017, mas os dados dos anos anteriores mostram quedas seguidas nas notas. Para 2015, a meta era 5,2, mas ficou em 4,7. Muito abaixo da nota de 2013, quando a escola conseguiu 5,2, superando a meta de 4,9.
IMEAM
Outra unidade escolar com resultado muito ruim no Ideb foi o Instituto Municipal de Educação Aziz Maron (Imeam), que em 2017 teve nota Ideb de 2,6, muito distante da meta de 4,9 estabelecida pelo MEC. No ano passado, a unidade instalada no centro de Itabuna registrou número insuficiente de participantes na avaliação para as séries finais.
A Escola Genival Correia de Almeida, localizada no bairro João Soares, também ficou longe de atingir o Ideb nas séries iniciais. O desafio era alcançar 5,8 em 2017, mas não passou do vergonhoso 2,7. A nota foi inferior à obtida em 2015, quando a unidade conseguiu 4,6. No ano passado, a escola não teve o número suficiente de alunos participantes para avaliação nas séries finais.

Leia Mais

INSCRIÇÕES NO PROUNI COMEÇAM HOJE; PRAZO VAI ATÉ A PRÓXIMA SEXTA

Tempo de leitura: 2 minutos

As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) começam hoje (26) e vão até sexta-feira (29). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, na página do programa. O ProUni oferece bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior. Ao todo, neste processo seletivo, serão ofertadas 174.289 vagas, sendo 68.884 bolsas integrais e 105.405 parciais, em 1.460 instituições. As bolsas são para o segundo semestre.
Para se candidatar, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017, alcançado no mínimo 450 pontos e não ter zerado a redação. Além disso, só podem participar alunos brasileiros sem curso superior e que tenham feito o ensino médio completo na rede pública ou como bolsista integral na rede privada.
Alunos que fizeram parte do ensino médio na rede pública e a outra parte na rede privada, na condição de bolsista, ou que sejam deficientes físicos ou professores da rede pública também podem solicitar uma bolsa.
O candidato que quiser uma bolsa integral deve ter renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais de 50% são destinadas aos alunos que têm renda familiar per capita de até três salários mínimos. Quem conseguir uma bolsa parcial e não tiver condições financeiras de arcar com a outra metade do valor da mensalidade, pode utilizar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
INSCRIÇÃO
Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar as opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada. Uma vez por dia, o sistema do Prouni calcula a nota de corte, que é a menor para ficar entre os potencialmente pré-selecionados de cada curso, com base no número de bolsas disponíveis e no total de candidatos inscritos no curso, por modalidade de concorrência.
O Ministério da Educação (MEC) esclarece que a nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento da inscrição. Ela não é garantia de pré-seleção para a bolsa ofertada. A primeira nota de corte será divulgada amanhã (27).

Leia Mais

MEC EMPOSSA JOANA REITORA DA UFSB; ÚNICA NEGRA NO COMANDO DE UMA FEDERAL NO PAÍS

Tempo de leitura: 3 minutos

Joana toma posse em Brasília como reitora da Ufsb|| Foto Mariana Leal

O ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, empossou a professora Joana Angélica Guimarães no cargo de reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb). A Cerimônia foi na sede do MEC, em Brasília, nesta quarta-feira (20). Ela foi eleita com 64,82% dos votos, em consulta realizada em novembro de 2017.
Joana Angélica é a única mulher negra reitora em exercício em uma universidade federal brasileira neste momento, conforme informação da Assessoria de Políticas Públicas da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que engloba 63 Universidades. O quadro de dirigentes que fazem parte da Andifes é composto por 29% de reitoras, um total de 19 mulheres à frente de Universidades Federais .
A professora Célia Regina da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais do Campus Jorge Amado, destaca que, “de um universo de cerca de 60 mil professores universitários, nós, mulheres negras, somos apenas algo em torno de 260. Se a gente for contar na Ufsb, o número de pesquisadoras negras é muito inferior ao número de não negras”.
A militante do Movimento Negro Unificado e mestranda do PPGER (CJA) Maria Domingas Mateus de Jesus reforça esses dados ao mencionar que, “até 2015, apenas 1% das docentes de universidades brasileiras era negra e, como o espaço acadêmico é um espaço de poder, reproduz o que está na sociedade brasileira, o racismo, as desigualdades. Mesmo com essa perspectiva, a professora Joana consegue chegar nesse patamar que é a reitoria de uma universidade federal”.

Leia Mais

MEC LIBERA NOVAS BOLSAS PERMANÊNCIA PARA ESTUDANTES QUILOMBOLAS E ÍNDIOS

Tempo de leitura: 2 minutos

MEC libera bolsa permanência para estudantes índios e quilombolas|| Foto Divulgação

Depois de sofrer pressão, o Ministério da Educação anunciou a abertura de novas vagas do Programa Bolsa Permanência (PBP) para estudantes de etnias indígenas e quilombolas. A previsão do MEC é de 2.500 novas bolsas possam ser concedidas aos alunos matriculados em cursos de graduação presencial, ofertados por instituições federais de ensino superior.
As inscrições deverão ser feitas pelo site do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP), no período de 18 de junho a 31 de agosto. As instituições federais de ensino superior farão a análise da documentação comprobatória de elegibilidade dos estudantes ao programa e a aprovação dos respectivos cadastros no sistema de gestão entre os dias 18 de junho e 28 de setembro.
O valor da bolsa para os estudantes indígenas e quilombolas é de R$ 900. Para este ano, o programa está atendendo cerca de 10 mil indígenas e quilombolas. Estão garantidos ao PBP recursos na ordem de R$ 150 milhões em 2018.

Leia Mais

INSCRIÇÕES NO SISU SE ENCERRAM NESTA SEXTA-FEIRA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Inscrições para o segundo semestre se encerram nesta sexta

Os interessados em ingressar no ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem se inscrever até a esta sexta-feira (15). Pode concorrer a uma vaga quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero em redação.
Nesta edição, serão ofertadas 57.271 vagas em 68 instituições.A distribuição se dá entre oito instituições públicas estaduais – um centro universitário e sete universidades –, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de educação tecnológica, 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.
O resultado da chamada regular está previsto para 18 deste mês. Já o período de matrícula vai de 22 a 28,também deste mês,  considerando ainda os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio. Já o prazo para participar da lista de espera é de 22 a 27 de junho, sendo necessário que o candidato manifeste interesse em participar.

PRAZO PARA RENOVAÇÃO DE CONTRATO DO FIES É PRORROGADO

Tempo de leitura: 2 minutos

Prazo para renovação de contrato é prorrogado || Foto Divulgação

Estudantes que ainda não renovaram o contrato do primeiro semestre de 2018 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) ganham mais tempo. O prazo de aditamento, que se encerraria em 30 de abril, foi prorrogado até o dia 10 deste mês. A medida foi adotada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE),em função das instabilidades apresentadas no sistema SisFies devido ao grande número de acessos na última segunda-feira.
O presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, explica que a prorrogação foi feita para que todos os estudantes tenham tempo suficiente para realizar o processo. “Vamos assegurar o direito de todos os beneficiados pelo Fies, mas é importante que os alunos que ainda não fizeram o procedimento de renovação não deixem para a última hora novamente”, adverte.
Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é inicialmente feito pelas instituições de ensino, para depois as informações serem validadas pelos estudantes no SisFies. Neste semestre, cerca de 1,1 milhão de contratos devem ser renovados.

Leia Mais
Back To Top