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6 de março de 2021 | 02:03 am

COVID-19: SESAB LIBERA E CALIXTO MIDLEJ TERÁ MAIS 10 LEITOS PARA PACIENTES DO SUS

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A Santa Casa de Itabuna aumentará de 6 para 16 o número de leitos clínicos para tratamento de vítimas da covid-19, segundo confirmou o provedor da instituição, Francisco Valdece. A ampliação será possível após a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) liberar mais 10 leitos clínicos para adultos, no Hospital Calixto Midlej Filho.

A solicitação de abertura dos novos leitos Covid-19 na Santa Casa foi feita à Sesab pelo prefeito de Itabuna, Augusto Castro. Segundo Valdece, o convênio já está firmado e o funcionamento dos leitos depende agora da publicação do ato no Diário Oficial do Estado e de regulação junto ao Ministério da Saúde.

“A nossa prioridade sempre foi assegurar um atendimento de qualidade e salvar vidas. Essa tem sido uma luta diária de todos nós, aqui na Santa Casa”, disse Valdece, acrescentado que a instituição não está poupando esforços para ajudar o Estado e o Município de Itabuna no enfrentamento ao novo coronavírus.

Além dos leitos SUS para pacientes Covid-19 exclusivo, o provedor anunciou aumento de mais 2 leitos de UTI convênio/ particulares. Estes já estão em funcionamento no Hospital Calixto Midjej Filho. A Santa Casa é referência no atendimento a pacientes adultos e pediátricos com diagnóstico de coronavírus no sul da Bahia.

COMO A TERAPIA PSICOLÓGICA AJUDA OS JOVENS NA PREPARAÇÃO PARA ENEM E VESTIBULARES

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Diante da dificuldade de muitos para lidar com a frustração e a relação direta desse sentimento com a ansiedade no Enem, listamos algumas sugestões que podem ser úteis nesses momentos. Confira:

Carolina Loureiro

A terapia ajuda a ter equilíbrio emocional, trabalhar a autoestima e evitar que o estresse e a ansiedade prejudiquem o desempenho nos estudos. A psicoterapia pode amenizar a pressão para que a vivência do vestibular não seja traumática, pois, por meio do autoconhecimento, o estudante desenvolve habilidades que podem auxiliá-lo no manejo dos seus próprios conflitos.

Devido à pressão psicológica causada pelos impactos da pandemia de Covid-19 em diferentes aspectos da vida da população, o Ministério da Saúde realizou uma pesquisa sobre a saúde mental do brasileiro. Os resultados apontaram a ansiedade como o transtorno mais presente durante os cenários de crise. Na preparação para o ENEM, a situação é bem semelhante.

Geralmente, esses quadros surgem em situações novas e em eventos que geram muita expectativa. Principalmente para os mais jovens, o momento do vestibular chega carregado de incertezas. Por ser uma fase de mudanças significativas, comumente surgem dúvidas, medo e insegurança, que levam à frustração, depressão e ansiedade.

Porém, até mesmo os estudantes bem preparados podem ser dominados pela ansiedade de não passar. Além do peso da responsabilidade de encarar um processo seletivo concorrido, a competição com amigos e colegas — e a expectativa dos pais e professores — também contribuem para elevar os quadros de instabilidade psicológica.

Sentir essa pressão faz parte do processo, pois os estudantes estão preocupados com a resposta que darão aos familiares e à sociedade. Assim, é preciso buscar alternativas que fortaleçam a saúde emocional deles. Nesse momento, é importante fazê-los perceber que não estão sozinhos e que, caso não alcancem o resultado esperado, novas oportunidades virão.

Devido ao grau de complexidade das provas, o estudante se torna apreensivo em relação à concorrência, sobretudo, em cursos que exigem pontuação alta e universidades públicas mais conceituadas. Todavia, ter certa preocupação com o exame é normal, mas não se pode permitir que a autocobrança provoque crises de ansiedade que levem aos desequilíbrios emocionais.

Quando isso acontece, o candidato não consegue a concentração necessária para se manter focado nas disciplinas mais difíceis e a rotina fica comprometida. Por conseguinte, isso pode atrapalhar gradativamente o rendimento dele ao longo do processo e comprometer a performance no dia da prova.

Para controlar essa situação e evitar problemas assim ao longo da trajetória de preparação para o ENEM, o ideal é conversar com os pais sobre as eventuais dificuldades e sentimentos gerados pela autocobrança. Igualmente relevante é ter a consciência de que é preciso respeitar as limitações e projetar expectativas mais realistas quanto à aprovação.

A organização dos estudos e o planejamento são fundamentais para atingir o sucesso da preparação para o ENEM. Os estudantes devem elaborar um cronograma de acordo com o grau de dificuldade de cada disciplina e o tempo disponível para os estudos. Manter a organização ajuda a evitar o esgotamento mental e os riscos que ele representa para a saúde integral.

Porém, quando essa situação sai do controle, alguns sinais que indicam a necessidade de buscar ajuda profissional se tornam mais evidentes. Nessas circunstâncias, o cansaço mental e o desânimo não devem ser vistos como sinônimos de fracasso, mas como indicativos de que pode ser necessário ter mais organização e disciplina para não comprometer os resultados.

Confira, agora, como reconhecer as evidências de esgotamento mental

Apatia e irritabilidade;
Episódios de depressão;
Isolamento e fobia social;
Desinteresse pelos estudos;
Insônia ou excesso de sono;
Alergias e alterações na pele;
Mau funcionamento do intestino;
Queda drástica no desempenho escolar;
Medo de fazer provas e simulados do ENEM;
Falta de apetite, excessos na alimentação e compulsão por doces;
Crises de ansiedade, acompanhadas de falta de ar, tontura, taquicardia e dor de estômago.

O vestibular é um dos grandes fatores de desequilíbrio da saúde mental dos participantes. A avaliação psicológica foi centrada em ansiedade, depressão, estresse, comprometimentos das habilidades sociais e desesperança. (Clique em leia mais, abaixo e confira a íntegra do artigo.)

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MINISTÉRIO DA SAÚDE INICIA HOJE DISTRIBUIÇÃO DA VACINA DE OXFORD PARA ESTADOS

Chegada ao Brasil de voo da Emirates com 2 milhões de doses da vacina
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O Ministério da Saúde pretende iniciar na tarde deste sábado (23) a distribuição da vacina AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, para os estados. Na noite de sexta (22), o Brasil recebeu dois milhões de doses da Índia, onde o imunizante de origem inglesa é fabricado.

Segundo o ministro Eduardo Pazuello, antes do envio aos estados, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) vai inspecionar os lotes da vacina no Rio de Janeiro.

Até o momento, o Brasil tem 12,8 milhões de vacinas contra a Covid-19, sendo 10,8 milhões da CoronaVac, da fabricante chinesa Sinovac.

COVID-19: MINISTÉRIO DA SAÚDE VAI BUSCAR 2 MILHÕES DE DOSES DE VACINA NA ÍNDIA

Vacina é a da farmacêutica britânica AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford
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Uma missão coordenada pelo Ministério da Saúde vai até a Índia para buscar dois milhões de doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo consórcio da farmacêutica britânica AstraZeneca e da Universidade de Oxford. O lote foi fabricado pelo laboratório indiano Serum.

A missão sai amanhã (14) em um avião que parte da cidade do Recife e fará uma viagem de 15 horas de duração até a cidade indiana de Mumbai. A aeronave deve retornar ao Brasil no sábado (16). A chegada será no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério da Saúde, os documentos de importação já estão prontos. O procedimento compreenderá apenas a chegada ao país e o carregamento das doses. A carga está estimada em 15 toneladas.

A distribuição da vacina, contudo, só poderá ocorrer após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dar a autorização em caráter emergencial. O órgão avalia o pedido feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que firmou parceria com a AstraZeneca e a Universidade de Oxford.

A Anvisa informou que a reunião para tomada da decisão sobre a concessão ou não da autorização em caráter emergencial está prevista para este domingo (17). A agência também decidirá sobre a solicitação feita pelo Instituto Butantan.

Caso a Anvisa dê a autorização, a previsão do Ministério da Saúde é que em até cinco dias as vacinas sejam distribuídas aos estados. Para além das duas milhões de doses da vacina da AstraZeneca, o governo informou que estariam disponíveis também, caso a Anvisa permita, mais seis milhões de doses da vacina CoronaVac, do Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Informações da Agência Brasil.

MINISTÉRIO DA SAÚDE ANUNCIA COMPRA DE ATÉ 100 MILHÕES DE DOSES DA CORONAVAC

Doses da Coronavac poderão ser aplicadas já a partir desta terça na Bahia
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O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (7), assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina Coronavac contra a Covid-19 para este ano. O imunizante é produzido pelo Instituto em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta pela falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Hoje o Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina é de 78%.

A perspectiva do Ministério da Saúde é que sejam disponibilizadas em 2021 até 354 milhões de doses. Este total deve ser formado por dois milhões de doses importadas da Astrazeneca da Índia e 10,4 milhões produzidas pela Fiocruz até mês de julho.

Além de 110 milhões fabricadas no Brasil pela Fiocruz a partir de agosto, 42,5 milhões do mecanismo Covax Facility (provavelmente da Astrazeneca) e as 100 milhões da Coronavac oriundas do contrato com o Instituto Butantan.

PREÇOS

A Coronavac custará cerca de US$ 10 por dose, demandando duas doses para cada pessoa a ser vacinada. Já a da Astrazeneca tem preço de US$ 3,75 por dose. Desta última, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que seria aplicada apenas uma dose.

O ministro Eduardo Pazuello atualizou os três cenários de início da vacinação anunciados anteriormente. No melhor caso, o processo começaria em 20 de janeiro se os laboratórios conseguirem autorização em caráter emergencial juntamente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).Com informações da Agência Brasil.

MINISTÉRIO DA SAÚDE DIZ QUE VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 PODE COMEÇAR EM JANEIRO

Prefeitura divulga novo balanço sobre ritmo da vacinação no município
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A vacinação contra a covid-19 pode começar no dia 20 de janeiro, segundo o Ministério da Saúde. Se não for possível, em um cenário “médio”, a imunização poderia ter início entre esta data e 10 de fevereiro. Em um cenário menos favorável, a vacinação no Brasil poderá ocorrer a partir de 10 de fevereiro.

A projeção foi apresentada pelo secretário executivo da pasta, Élcio Franco, em entrevista coletiva, na terça-feira (29) na sede do órgão, em Brasília. Franco destacou que o melhor cenário depende de uma conjunção de aspectos, especialmente dos laboratórios com vacinas em desenvolvimento cumprirem os requisitos de registro, seja emergencial ou definitivo.

“Isso [a vacinação no dia 20 de janeiro] vai depender de uma série de fatores, inclusive de logística, e dos laboratórios estarem em dia com o seu processo de submissão contínua e do processo de registro com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Não depende de nós, depende do laboratório cumprir com a sua parte”, declarou.

Países como Estados Unidos, Reino Unido e nações da União Europeia já iniciaram planos de imunização contra a covid-19. Na América do Sul, a Argentina começou a aplicar um imunizante contra a doença em públicos prioritários.

Uma das opções cogitadas pelo Ministério da Saúde para a imunização da população brasileira é a vacina desenvolvida pela Pfizer – já autorizada nos Estados Unidos e na Europa. Mas até agora a empresa não deu entrada no pedido de autorização emergencial.

REUNIÃO COM ANVISA

Na segunda-feira, a farmacêutica divulgou nota na qual afirmou que participou de reunião com a Anvisa no dia 14 de dezembro para “esclarecer dúvidas sobre o processo de submissão para uso emergencial” e que a solicitação não ocorreu até agora porque as “condições estabelecidas pela agência requerem análises específica para o Brasil, o que leva mais tempo de preparação.”

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JUSTIÇA FEDERAL CONCEDE LIMINAR E DERRUBA CENSURA NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

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O juiz federal Evandro Reimão dos Reis concedeu liminar na ação proposta pelo deputado federal Jorge Solla (PT-BA) proibindo o Ministério da Saúde a ameaçar usar a Lei de Segurança Nacional contra servidores. O juiz determinou que fossem revogados todos os acordos de confidencialidade que os servidores foram forçados a assinar, sob ameaça de receberem punições com base na lei, editada durante a Ditadura Militar.

“Cabe à administração, tendo conhecimento da prática de eventual infração disciplinar, adotar as providências cabíveis e não, de forma estranha, implantar admoestação genérica para infundir temor constrangedor ao corpo funcional despido de apoio legal”, destacou o juiz federal.

O juiz federal também proibiu a distribuição das cartilhas que ameaçavam punições a críticas de servidores em redes sociais. “Supõe-se que todos os servidores do Ministério da Saúde tenham conhecimento dos seus deveres e obrigações funcionais, motivo porque desnecessária a publicação das denominadas “dicas” que aparenta incutir severidade e temor nos funcionários, igualmente”, completa.

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COVID-19: MINISTÉRIO DA SAÚDE CONFIRMA PRIMEIRO CASO DE REINFECÇÃO NO BRASIL

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O Ministério da Saúde (MS) confirmou hoje (10) o primeiro caso de reinfecção por covid-19. Segundo a pasta, o diagnóstico ocorreu em uma profissional da área de saúde, de 37 anos, residente em Natal. Ela teve a doença em junho, se curou e teve o resultado positivo novamente diagnosticado em outubro, 116 dias após o primeiro diagnóstico.

Em nota, o MS disse que recebeu, no último dia 9, um relatório do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo da Fiocruz/RJ, referência nacional para a covid-19 no Brasil, com os resultados laboratoriais de duas amostras clínicas de, até então, um caso suspeito de reinfecção da doença pelo coronavírus.

Após análise das duas amostras enviadas ao laboratório houve a confirmação dos resultados via metodologia de RT-PCR em tempo real.

“As análises realizadas permitem confirmar a reinfecção pelo vírus SARS-CoV-2, após sequenciamento do genoma completo viral que identificou duas linhagens distintas”, disse o MS por meio de nota.

O ministério disse ainda que o resultado reforça a necessidade da adoção do uso contínuo de máscaras, higienização constante das mãos e o uso de álcool em gel.

CÂMARA DOS DEPUTADOS APROVA QUASE R$ 2 BILHÕES PARA A VACINA DE OXFORD

Câmara dos Deputados aprova quase R$ 2 bilhões para vacina
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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (2), a Medida Provisória 994/20, que abre crédito extraordinário de R$ 1,995 bilhão para viabilizar a compra de tecnologia e a produção da vacina de Oxford contra o novo coronavírus. Agora, a MP será enviada ao Senado.

O dinheiro vai custear contrato entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca. A empresa desenvolve uma vacina contra Covid-19, em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Os recursos virão da emissão de títulos públicos (operações de crédito). Do total, R$ 1,3 bilhão corresponderá à encomenda tecnológica. Bio-Manguinhos – a unidade da Fiocruz produtora de vacinas – receberá investimentos de R$ 522 milhões.

A MP foi aprovada sem emendas com parecer favorável da relatora, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO). “O Brasil sempre desenvolveu essas campanhas de vacinação e temos institutos muito competentes no País. Esperamos ter ajuda do governo federal e do Ministério da Saúde para a aplicação de outras vacinas”, afirmou a relatora.

100 MILHÕES DE DOSES

A vacina de Oxford está em fase de testes com voluntários no Brasil e em outros países. Caso a eficácia seja comprovada, o Brasil pretende produzir 100 milhões de doses, com previsão de distribuição da vacina por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) até o final do primeiro semestre de 2021.

O ministério divulgou os grupos prioritários para a vacinação em quatro fases. A primeira terá trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 75 anos e população indígena. A segunda, pessoas com mais de 60 anos. A terceira, pessoas com comorbidades. E a quarta, professores, segurança pública e salvamento, além do sistema prisional.

AUMENTA O PERCENTUAL DE MULHERES QUE CONSOMEM BEBIDAS ALCOÓLICAS

Aumenta o consumo de cervejas entre as mulheres|| Foto Marcelo Camargo
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Os brasileiros estão consumindo mais bebidas alcoólicas. Ou melhor, as brasileiras: 17% das mulheres adultas afirmaram ter bebido uma vez ou mais por semana em 2019. O índice é 4,1 maior do que era em 2013 (12,9%), aponta a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde.

O levantamento mostra que, puxado por esse aumento entre as mulheres, 26,4% da população adulta bebia semanalmente em 2019 contra 23,9% em 2013. Entre os homens, a variação não foi tão significativa: 36,3% para 37,1%, entre 2013 e 2019.

No comparativo por faixa etária (ambos os sexos), a maior proporção de pessoas que beberam pelo menos uma vez na semana foi de adultos com 25 a 39 anos (31,5%), seguida de perto por jovens de 18 a 24 anos (30,4%). Apenas 17% dos idosos de 60 anos ou mais consomem bebida alcoólica no Brasil, a faixa com o menor resultado.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE PREVÊ 140 MILHÕES DE DOSES DE VACINAS CONTRA A COVID-19

Ministério da Saúde prevê 140 milhões de doses de vacina
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O Ministério da Saúde anunciou a previsão de 140 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. A expectativa é que a população tenha acesso a vacina aos insumos a partir de janeiro de 2021, após aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em um primeiro momento, as doses serão ofertadas pelo laboratório AstraZeneca, responsável pelo desenvolvimento da vacina de Oxford, e pelo consórcio internacional Covax Facility. “Somando as duas iniciativas, a expectativa é que tenhamos cerca de 140 milhões de doses disponíveis para a população brasileira já no primeiro semestre de 2021, via Programa Nacional de Imunização (PNI)”, assegurou o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco.

Após a incorporação de tecnologia em uma segunda fase, a previsão é que a capacidade de produção seja de mais 165 milhões de doses no ano que vem.

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde (SVS), Arnaldo Medeiros, a proposta do Plano deve ser entregue até o final do ano. “Os estudos epidemiológicos têm sido realizados em conjunto com as secretarias do Ministério da Saúde, especialistas, sociedades médicas, conselhos de classe, universidades e demais autoridades no assunto”, esclareceu.

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PRORROGADA ATÉ OUTUBRO A VACINAÇÃO DE ADULTOS CONTRA O SARAMPO

Vacinação é prorrogada até 31 de abril|| Tânia Rêgo
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O Ministério da Saúde ampliou para até 31 de outubro a vacinação contra o sarampo, da população de 20 a 49 anos. Dados preliminares das secretarias estaduais de saúde apontam que desde o início da ação, em 16 de março até o dia 17 de agosto, foram imunizadas 5,29 milhões de pessoas nessa faixa-etária.

Nesta quarta etapa da Mobilização Nacional de Vacinação contra o Sarampo, a população-alvo nesta faixa-etária totaliza mais de 90 milhões de pessoas. O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Uma pessoa pode transmitir para até 18 outras pessoas. A disseminação do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

A principal medida de prevenção e controle do sarampo é a vacinação, disponível durante todo o ano na rotina de vacinação dos serviços de saúde do país. Para viabilizar a estratégia de vacinação, foram enviadas 4,3 milhões de doses da vacina, além do quantitativo para o atendimento de rotina.

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BRAZILQUISTÃO E A DITADURA DA INFORMAÇÃO

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Ao invés de combater a doença, combate-se a percepção de que ela existe, saindo do campo da ciência e atuando na comunicação e na política, seguindo a cartilha do ditador do Turcomenistão.

Andreyver Lima || andreyver@gmail.com

Uma das diferenças entre democracia e ditadura, é que na democracia pelo menos você tem uma chance lutar. Não é o fim em si, mas um método de convívio político-social. Mesmo na democracia, é preciso continuar lutando por liberdade, dignidade, transparência e acesso ao conhecimento. Numa democracia, você tem a chance de pouco a pouco avançar. Porém numa ditadura, a primeira vítima é a verdade, o acesso à informação e ao conhecimento. Amarrando suas mãos e te jogando no escuro para morrer vendado na ignorância sem ter ideia do que está acontecendo.

Desde o final da semana passada o Governo Federal, durante uma emergência de saúde pública, parece fazer um esforço coordenado para deixar o Brasil no escuro, sem saber os números relacionados à doença. O atraso na divulgação dos boletins do Ministério da Saúde sobre o avanço do vírus, aconteceu justamente quando o país bateu recordes no número de óbitos por dia. Só a mudança brusca na divulgação dos dados já é o suficiente para desconfiar das intenções do Ministério da Saúde.

Quando a maior autoridade sanitária do país passa a omitir e esconder dados durante uma epidemia, gera uma cadeia de desconfiança em toda a sociedade. Talvez a intenção seja de deixar os telejornais noturnos sem as informações atualizadas.

Esse método letal de manipular as informações já foi utilizado no Brasil na grande epidemia de meningite, durante a ditadura na década de 70. E mais recentemente foi utilizado pelo ditador do Turcomenistão, Gurbanguly Berdimuhamedow, que, no meio da crise atual, proibiu que os jornais usassem o nome do vírus. A palavra “coronavírus” não pode aparecer em publicações oficiais, notícias da mídia estatal e nem mesmo em conversas de bar. A estratégia é de que uma crise não existe, se você proibir que se fale sobre ela.

No Brasil, o resultado dessa estratégia vai passar a mensagem de que o país tem menos mortes e menos casos da Covid-19. Ao invés de combater a doença, combate-se a percepção de que ela existe, saindo do campo da ciência e atuando na comunicação e na política, seguindo a cartilha do ditador do Turcomenistão.

Andreyver Lima é comentarista político no Jornal Interativa News 93,7FM e editor do site sejailimitado.com.br

COVID-19: MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA TER CORRIGIDO DADOS

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O Ministério da Saúde divulgou há pouco que “corrigiu duplicações e atualizou os dados divulgados sobre casos e óbitos por covid-19 no último domingo”. Ontem foram publicados dois boletins: o primeiro apontava 1.382 mortes nas últimas 24 horas e o segundo 525 mortes.

A confirmação dos números divulgados hoje (8) pelo ministério mostra que apenas o Distrito Federal e o Mato Grosso do Sul mantiveram os números de óbitos do primeiro balanço. Houve correções também nos números de novos casos registrados pelos estados.

No comunicado de hoje, o ministério destaca, em especial, a mudança dos números em Roraima, que havia anunciado 762 óbitos e, após verificação do Ministério da Saúde, o número foi consolidado em 142. Outra situação corrigida foi em relação ao número de casos confirmados no Ceará, que passou de 62.303 para 64.271 após atualização.

MANDETTA DIZ QUE COVID-19 ESTÁ DESCONTROLADA EM ITABUNA, ILHÉUS E PORTO; VILAS-BOAS REBATE

Mandetta diz que Covid-19 está em transmissão descontrolada na região || Foto Antônio Cruz/AB
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Durante uma transmissão ao vivo pela internet com o comediante Fábio Porchat, o ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta falou sobre o avanço do novo coronavírus no mundo e no Brasil.

Mandetta citou o Amazonas e as regiões sul e extremo-sul da Bahia para falar do avanço descontrolado da doença no estado nordestino.

– Essa semana passada, aqueles municípios do sul da Bahia, Ilhéus, Itabuna, Porto Seguro… Ali está em transmissão descontrolada – disse.

A afirmação de Mandetta recebeu críticas do secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, pelo Twitter. “Em entrevista a Fabio Porchat o ex-ministro Mandetta cita as cidades de Ilheus e Itabuna com “transmissão descontrolada”. Veja só que curioso. Quando ministro, Mandetta não conhecia e não ajudou a Bahia. Agora que está de fora vem dar opinião sobre o que também ainda não conhece”.

Vilas-Boas continuou nas estocadas, em outra tuitada:

“A COVID fez o milagre de transformar um ministro deletério para o SUS (extinguiu o Mais Médicos, detonou atenção básica, implodiu PDPs, beneficiou a medicina privada, manteve intocada a EC-95, alinhado com o que há de mais atrasado no país) em alguém aparentemente competente.”

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