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11 de julho de 2020 | 11:53 pm

AUMENTO DO ACESSO VIA CELULAR, GAMES E “PÓS-VERDADE” MARCAM A INTERNET EM 2016

Tempo de leitura: 3 minutos
Acesso via smartphone aumentou em 2016 no Brasil (Foto Agência Brasil).

Acesso via smartphone aumentou em 2016 no Brasil (Foto Agência Brasil).

Em um ano marcado pelas turbulências na política, pelas Olimpíadas no Rio de Janeiro e a tragédia com o avião da Chapecoense, a internet foi, mais do que nunca, espaço para repercussão dos principais acontecimentos. No mundo da web, os destaques ficaram por conta da consolidação do telefone celular como principal plataforma de acesso, do jogo Pokémon Go e da “pós-verdade”, termo que foi escolhido como “palavra do ano”.

Os brasileiros estão cada vez mais conectados. Dados divulgados em setembro pela pesquisa TIC Domicílios apontaram que cerca de 58% da população têm acesso regular à internet. Pela primeira vez, o número de internautas bateu a casa dos 100 milhões.

Um dos maiores responsáveis por esse crescimento são os telefones celulares. Pesquisas do IBGE apontaram que o número de acessos à web por dispositivos móveis ultrapassou o de usuários de computador. Cerca de 89% dos usuários usam telefones para navegar na web.

O crescimento da internet via celular acarretou na queda do uso do computador como meio de acesso. Além de o número de internautas que acessam via computador ter caído para 40%, o número de máquinas nas casas também caiu. Apenas 40% dos usuários de internet têm computadores.

“PÓS-VERDADE”

Depois de selfie (2013) e emoji (2015), a palavra do ano, segundo o dicionário Oxford, foi “pós-verdade”. O termo, que “denota circunstâncias em que fatos objetivos têm menos peso do que crenças pessoais”,  esteve presente no debate político na internet e na divulgação de notícias falsas. A palavra ganhou peso após o resultado das eleições norte-americanas e o referendo que culminou na saída do Reino Unido da União Europeia.

Alguns analistas políticos atribuíram a vitória de Trump e o resultado do Brexit a boatos que circularam na internet. Após escolha da pós-verdade como palavra do ano, gigantes da tecnologia como o Facebook e o Google declararam “guerra aos boatos”. Na prática, nada foi feito ainda, mas a promessa é desenvolver ferramentas de checagem que possam diminuir disseminação de notícias falsas na web.

Quem também deu o que falar em 2016 foi o jogo Pokemón Go. O termo “Pokemón Go” foi o mais buscada no Google por brasileiros neste ano, o que reflete a popularidade do aplicativo. Lançado em julho, o game inovou ao misturar os personagens japonês com a chamada realidade aumentada, em que o jogador interage com o ambiente ao seu redor. Apesar do sucesso entre os usuários, o jogo também foi alvo de muitas críticas.

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CANOÍSTAS SUL-BAIANOS INICIAM CORRIDA PELO OURO NA RIO-16

Tempo de leitura: < 1 minuto
Isaquias Queiroz é das maiores esperanças de ouro para o Brasil.

Isaquias Queiroz é das maiores esperanças de ouro para o Brasil.

Os torcedores do sul da Bahia vivem uma grande expectativa para o início das provas de canoagem de velocidade nas Olimpíadas. As eliminatórias começam às 9 horas da segunda-feira, na Lagoa Rodrigo de Freitas.

A Bahia têm dois atletas com chance de medalhas nos Jogos Olímpicos. Eles são os canoístas Isaquias Queiroz, de Ubaitaba, e Erlon Souza, de Ubatã. Isaquias vai disputar uma vaga na semifinal na modalidade C mil metros.

Se passar, volta a remar a partir das 10h30 para disputar uma vaga na final. A final na modalidade C mil metros está marcada para terça-feira, às 9 horas. Isaquias Queiroz é um dos favoritos à medalha de ouro.

Já o canoísta Erlon de Souza, de 24 anos, está nos Jogos Olímpicos pela segunda vez seguida. Ele competiu em Londres, em 2012, em dupla com Ronilson de Oliveira. A dupla terminou a categoria C2 1000 na 10ª colocação. Informações d´A Região.

NO ENTANTO, NÃO HÁ GALINHA EM MEU QUINTAL

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

 

Ao tentar enfeitar a casa para o grandioso evento, o Brasil tenta mostrar um país de ficção, mas a verdade, essa danada, teima em aparecer.

 

Raulzito não dava bola pra visita estranha na sala e, fingindo ignorá-la, passava a vista no jornal, onde lia notícias com as quais não se importava. Indignado, reclamava, bem ao seu estilo: “mas, no entanto, não há galinha em meu quintal”. Quando falta o básico, é difícil transcender…

O galinheiro do Brasil está à míngua, mas não faltam raposas. Às vésperas de um megaevento internacional, o país fica como o anfitrião que buscou arrumar a casa para receber visitas. Mandou pintar o imóvel, comprar novo aparelho de jantar, forrar o velho sofá da sala e consertar o assento do vaso sanitário, que estava solto.

À chegada das visitas, muita ansiedade, a preocupação de receber bem e não passar vergonha. Mas é nesse momento que a dura realidade aparece: a parede tem infiltrações, os recursos para o novo aparelho de jantar foram usados na compra de canecas em uma loja de 1,99, o sofá foi forrado com pano de chita sobre as molas aparentes e o vaso sanitário está entupido… É problema até a tampa!

O Brasil é um país cordial e hospitaleiro, não é do tipo que ignora a visita estranha na sala e passa a vista no jornal. A tristeza do país é ignorar suas próprias mazelas, que passam despercebidas aos residentes, mas saltam aos olhos de quem chega de fora. Até mesmo de quem é quase de fora.

Integrantes da Força Nacional, procedentes de diversos Estados, foram alojados em frente a uma favela dominada pela milícia. Tentaram contratar um serviço de conexão à internet, mas nenhuma empresa aceita concorrer com a promissora “GatoNet” dos milicianos que dominam o morro vizinho. Os homens da FN, que estão no Rio de Janeiro para proteger os outros, foram deixados em situação vulnerável e têm que se preocupar, sobretudo, com a própria segurança.

Quanto aos de fora, nem se fale! Um lutador de jiu-jitsu da Nova Zelândia, que não veio para as Olimpíadas, mas para disputar uma competição no interior do Rio, foi sequestrado por homens de farda que o obrigaram a sacar dinheiro em um caixa eletrônico. Na Vila Olímpica, delegações de vários países, como Suécia e Austrália, recusam-se a utilizar os apartamentos que lhe foram reservados, dada a sua condição deplorável.

Ao tentar enfeitar a casa para o grandioso evento, o Brasil procura mostrar um país de ficção, mas a verdade, essa danada, teima em aparecer. Em vez de encará-la, um dos principais anfitriões faz piada e diz que, para agradar os australianos, está disposto até a colocar um canguru pulando na Vila Olímpica. Esquece a regra de que quem convida tem que dar banquete, mas é uma pena que não haja galinha no quintal.

Ricardo Ribeiro é advogado.

PAZ, O IDEAL OLÍMPICO PERDIDO NO LABIRINTO

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Efigênia OliveiraEfigênia Oliveira | ambiente_educar@hotmail.com

 

Algumas curiosidades marcam os Jogos Olímpicos da antiguidade clássica. Mulheres não participavam, nem assistiam às competições, pois os homens atuavam nus com os corpos untados com óleo.

 

No dia 05 de agosto acontece na cidade do Rio de Janeiro, a abertura das Olímpiadas 2016, uma festa que merece ser apreciada por pessoas de todas as idades, se possível, em família. Preliminarmente, à festa, a passagem da Pira por diversas cidades do Brasil encanta a todos, nas mãos de pessoas que representam suas comunidades com entusiasmo e esperança do êxito na realização do evento.

Os Jogos olímpicos são uma produção dos gregos antigos, cujo objetivo era homenagear os deuses na cidade de Olímpia. Participava das competições, a cidade-estado comprometida em cessar a guerra, ou seja, ela deveria, em respeito ao estatuto regente, estar em paz com os vizinhos, sem qualquer possibilidade de modificar o que estava posto. Nada de jeitinho para contemplar a quem quer que fosse. A pira, ou tocha olímpica, tal como hoje, era acesa em cerimônia bastante concorrida.

Algumas curiosidades marcam os Jogos Olímpicos da antiguidade clássica. Mulheres não participavam, nem assistiam às competições, pois os homens atuavam nus com os corpos untados com óleo. Dizem que as mulheres tinham seu momento olímpico à parte. Os atletas se empenhavam com afinco, e os vencedores recebiam como louro, uma coroa feita com ramos de oliveira, sem compensação monetária. Vem daí a expressão louros da vitória.

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PREFEITURA DESMENTE BOATOS SOBRE GASTOS

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tocha olímpica rio 2016A tocha olímpica passará amanhã (21) por Itabuna e a prefeitura local tem feito um esforço olímpico para desmentir boatos de que teria investido R$ 180 mil para custear o evento. Mais rápido que corredor dos 100 metros rasos, o boato percorreu as redes sociais e e deixou o Comitê Organizador Local indignado.

Por meio de nota, a Prefeitura assegura que todas as despesas são pagas pelos patrocinadores dos jogos e o município arca somente com os custos de melhorias – como tapa-buracos e pintura de meios-fios – nos trechos por onde a tocha será conduzida.

O governo afirma que os boatos têm objetivos “político-eleitorais”.

ITABUNA TERÁ DIA SEM CARRO NA PASSAGEM DO FOGO OLÍMPICO

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Carros não poderão circular pela Cinquentenário no dia 21 de maio (foto Pedro Augusto)

Carros não poderão circular pela Cinquentenário no dia 21 de maio (foto Pedro Augusto)

Um dia com ampliação do funcionamento do comércio, mas com redução do fluxo de carros. Essa é a proposta da Prefeitura de Itabuna para o próximo 21 de maio, um sábado, quando a tocha olímpica passará pela cidade.

Aproveitando o movimento gerado pelo evento, o comércio excepcionalmente ficará de portas abertas até as 18 horas, em vez de encerrar às 13h, como ocorre em um sábado comum. Como a Avenida do Cinquentenário será um dos locais por onde a tocha irá passar, a Prefeitura acredita que haverá uma oportunidade de faturamento extra para as lojas.

Em compensação, nada de carro. O estacionamento de veículos na Cinquentenário estará proibido a partir das 6 horas da manhã do dia 21. A partir das 12 horas, também não será permitido estacionar nas avenidas Manoel Chaves, Princesa isabel, Aziz Maron, Mário Padre, Fernando Cordier e Firmino Alves, além da Praça José de Almeida Alcântara (Jardim do Ó).

Um leque de atrações culturais está previsto para se apresentar no mesmo dia. Entre outras, a programação inclui as presenças do grupo Encantarte, rodas de capoeira, fanfarra e bailarinas do projeto Viv-à-rte.

EXPOSIÇÃO SOBRE OLIMPÍADA SERÁ ABERTA AMANHÃ

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museu itinerante-rio 2016Itabuna recebe nesta sexta-feira (6) um museu itinerante que traz um pouco da história dos jogos olímpicos. Trata-se de uma exposição sobre rodas, que está percorrendo o país e fica na cidade até sábado (7), apresentando peças do acervo do Comitê Olímpico Internacional (COI), do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê dos Jogos Rio 2016, além de coleções particulares.

A mostra ficará instalada na Praça Otávio Mangabeira (Praça Camacan), com abertura marcada para as 9 horas desta sexta e encerramento previsto para as 20 horas do dia seguinte.

A presença do museu itinerante antecede a passagem da tocha olímpica por Itabuna, que irá acontecer no dia 21 deste mês.

ITABUNA TERÁ PROGRAMAÇÃO CULTURAL NA PASSAGEM DA TOCHA OLÍMPICA

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Tocha Olímpica chegará a Itabuna exatamente um mês após ter sido acesa na Grécia

Tocha Olímpica chegará a Itabuna exatamente um mês após ter sido acesa na Grécia

Como uma das cidades contempladas com a passagem da Tocha Olímpica, Itabuna prepara um pacote de atividades culturais para marcar a presença do símbolo dos jogos. A festa está programada para o dia 21 de maio, a partir das 16 horas.

A Tocha Olímpica percorrerá as principais avenidas de Itabuna. Nesse percurso, haverá apresentações diversas, promovidas pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc). Está prevista exibição de rodas de capoeira, grupos de percussão, fanfarra, violinos e balé. Parte dessa programação está reservada para o momento final da passagem, em cerimônia na Praça Rio Cachoeira.

Na praça,onde a Tocha Olímpica ficará exposta, haverá apresentação da Fanfarra Falcões e de balé grego com alunas do projeto Viv-à-rte. Segundo a Prefeitura, por determinação do Comitê de Organização Local, não será permitida a instalação de barracas para venda de bebidas e alimentos na praça.

UBAITABA FORMA ATLETAS OLÍMPICOS E SE TORNA A CAPITAL DA CANOAGEM

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Maior esperança de medalha do Brasil nas Olimpíadas, o ubaitabense Isaquias Queiroz é exemplo para outros futuros herois

Maior esperança de medalha do Brasil nas Olimpíadas, o ubaitabense Isaquias Queiroz é exemplo para outros futuros herois

Belíssima matéria do Estadão:

No mapa, o Rio de Contas é uma linha azul fininha que divide as cidades de Ubaitaba e Aurelino Leal, no sul da Bahia, distantes a 379 km de Salvador. De perto, essa linha vira uma avenida fluvial que define a vida na região. Anos atrás, meninos e adolescentes se ofereciam para remar as canoas que faziam a travessia do rio, pois não tinham o dinheiro da passagem – hoje, R$ 2. De canoeiros a canoístas, foi um pulo. Ou um mergulho. Dos cinco atletas que se preparam para os Jogos do Rio, três são da região, um deles é o bicampeão mundial Isaquias Queiroz. Dos últimos dez torneios nacionais por equipes, oito foram vencidos por ubaitabenses. Além disso, Jefferson Lacerda, o pioneiro da canoagem brasileira em Olimpíadas, também é de lá. Isso ainda não existe nos mapas, mas Ubaitaba é a capital brasileira da canoagem.

Hoje, quase 60 alunos participam da escolinha gratuita da Associação Cacaueira de Canoagem. Existem dois pré-requisitos para entrar no curso: saber nadar e ir bem na escola. A cada trimestre, os professores da canoagem visitam a escola e também analisam o boletim de cada aluno. Se o aluno vai mal, é afastado por um período. “Tia, a gente já pode colocar o barco na água?”, pergunta Yuri Silva dos Santos, prata na categoria até 14 anos no Campeonato Brasileiro.

Até chegar à margem, meninos e meninas a partir dos oito anos carregam nos ombros barcos de 10 quilos. Os corpinhos mirrados, rascunhos de atletas, envergam, mas não quebram. O sonho de ser como Isaquias vai no ombro também e ajuda a equilibrar o peso.

Leia mais e sinta orgulho!

CANOAGEM SE PREPARA PARA BRIGAR POR MEDALHAS NA RIO 2016

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Canoagem é uma das esperanças de medalha para o Brasil (Foto Fernando Frazão/Agência Brasil).

Canoagem é uma das esperanças de medalha para o Brasil (Foto Fernando Frazão/Agência Brasil).

Quando perdeu a vaga nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, por 13 centésimos de segundo, o atleta brasileiro de canoagem slalom (corredeira) Pedro Gonçalves, o Pepê, ficou traumatizado. “Fiquei muito triste porque foi por muito pouco”, disse. Pedro era um dos favoritos à vaga.

Pepê disse que o sonho de todo atleta é ir para os Jogos Olímpicos e que a realização da competição no Rio de Janeiro, com o calor da torcida brasileira, “caiu como uma luva após os Jogos de Londres”. Após treinamento forte nos últimos três anos, o sonho pode se concretizar agora. “Todo dia, a gente acorda pensando nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Para nós, a chance de participar dos Jogos em casa e brigar por uma medalha olímpica em casa é excepcional”, disse.

A primeira etapa da seletiva nacional para escolha dos atletas que defenderão a canoagem slalom na Olimpíada Rio 2016 será no começo de março. As demais etapas ocorrerão durante a Copa do Mundo da modalidade, em junho e julho, na Itália, Espanha e França.

Os quatro atletas que irão representar o Brasil só serão conhecidos próximo à abertura dos Jogos do Rio, dia 5 de agosto. O país também terá competidores nas provas de canoagem slalom paralímpica e de canoagem velocidade olímpica e paralímpica.

CHANCES DE MEDALHA

Segundo Koslowski, o Brasil ainda não tem ainda grande tradição na canoagem. “É uma modalidade muito nova”, explicou. A primeira Olimpíada da qual atletas de canoagem brasileiros participaram foi em 1992, em Barcelona, Espanha.

O Brasil nunca conquistou uma medalha olímpica na canoagem e na Paralimpíada a primeira participação será agora, nos Jogos do Rio. “Nossa primeira chance de medalhas real vai ser este ano”, avaliou Koslowski, que citou os atletas de canoagem de velocidade Isaquias Queiroz e Erlon de Souza e a campeã pan-americana de canoagem slalom Ana Sátila como potenciais candidatos ao pódio olímpico este ano.

Atualmente, a canoagem de velocidade brasileira tem 42 atletas concentrados de forma permanente, cinco no Centro de Treinamento de Lagoa Santa (MG) e 37 no CT Curitiba.

PATROCÍNIO
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) patrocina a canoagem brasileira desde 2011, quando foi assinado o primeiro contrato com a Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa). O banco também patrocina o hipismo de saltos.

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